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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Região Amazônica receberá investimentos para reforma e construção de 80 aeroportos

O avião, transporte cada vez mais popular no Brasil e no mundo, ainda é um meio escasso na região amazônica, onde o tempo de deslocamento é medido por dias de barco ou por horas de voo. Para mudar essa realidade, a Secretaria de Aviação Civil (SAC) investirá R$ 2 bilhões na construção ou reforma de 80 aeroportos regionais em oito estados: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e Mato Grosso. A medida integra o Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional, apontado como prioridade do governo federal para o setor.
Os 80 aeroportos que receberão os investimentos foram escolhidos estrategicamente (confira no mapa abaixo). A dificuldade de acesso ao local foi decisiva para isso. O programa pretende deixar 96% da população a pelo menos 100 km de um terminal. As primeiras licitações devem ser lançadas a partir de julho deste ano. Do total, nove serão construídos do zero. São eles: Codajás (AM), Jutaí (AM), Maraã (AM), Uarini (AM), Cametá (PA), Ilha de Marajó (PA), Bonfim (RR), Rorainópolis (RR) e Mateiros (TO). Esses aeroportos levam, em média, até 30 meses para ficarem prontos, a partir da apresentação do projeto. Para a reforma, a estimativa é de 8 a 18 meses.
Para o ministro, o enfoque na região amazônica permitirá não só a interiorização do transporte aéreo, como também do desenvolvimento econômico da área. “Vamos integrar o Brasil para que todos os brasileiros tenham acesso a um transporte que um dia atendeu apenas uma parcela da população e hoje é quase popular”, comemora Padilha.
Por esse ângulo, a região demanda essa necessidade de democratização do transporte aéreo. Em grande parte dos estados do Norte, driblar os desafios para se deslocar faz parte da rotina da população. A cheia do rio, a estiagem ou os constantes alagamentos de estradas podem custar a vida de uma pessoa ou causar enormes prejuízos aos ribeirinhos que fazem de pequenos comércios seu ganha pão.
É o caso do professor Dalcides Santana, de 45 anos. Ele sofre de problemas cardíacos e precisa se deslocar duas vezes por mês para fazer o tratamento em Belém. Como mora em Portel, na Ilha de Marajó (PA), onde o acesso por estrada é precário, ele perde muitas horas para chegar à capital paraense. Desse modo, ele tem duas opções: um barco, que demora 17 horas de viagem e custa entre R$ 90 e R$ 130 o trecho; ou ir de lancha, um serviço recente na região, que demora 7 horas e não fica por menos de R$ 140. “Como eu, todo mundo aqui depende do rio para se locomover. Para chegar à capital eu precisei contar com a ajuda de outras pessoas. O serviço ainda é caro e a viagem é muito cansativa”, contou.
Diante desse cenário, o capitão-de-mar-e-guerra da Marinha, Eduardo Santana, explica que somente na Amazônia Ocidental, composta por Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima, há 40 mil quilômetros de rios navegáveis. “Aqui, os rios são as nossas estradas. No período da seca, mercadorias que são transportadas normalmente em uma embarcação, tem que ser divididas em duas. Isso aumenta o frete para o empresário. Em contrapartida, um barquinho pequeno não consegue nadar contra a correnteza em tempos de cheia”, explicou.
IMPULSÃO NO TURISMO E ECONOMIA DA REGIÃO
Além de aproximar a população e conectar melhor o país, o programa de aviação regional, criado em junho de 2013, pretende interiorizar o desenvolvimento econômico. Hoje, o PIB da região Norte representa 5,3% do país, ou seja: R$ 53 bilhões. Pesquisa do Fórum Econômico Mundial mostrou que o Brasil lidera o ranking dos países quando o assunto é "atrativo natural". E a Amazônia tem grande influência nesse resultado. Mas, segundo o anuário da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o Norte ainda é a região onde menos se voa no Brasil.
"O patrimônio natural é uma das principais vantagens comparativas do Brasil. Investimentos bem aplicados, a melhoria da infraestrutura e do capital humano têm a capacidade de transformar esse estoque potencial de riqueza turística em empregos, renda e divisas, atraindo investimentos”, afirmou o ministro do Turismo, Vinicius Lages.
PASSAGENS MAIS BARATAS
Não adianta, no entanto, construir aeroportos modernos e acessíveis sem um incentivo às empresas aéreas e uma facilidade à população. Paralelamente ao investimento em infraestrutura, o governo federal vai subsidiar gastos das companhias aéreas com enfoque especial para a Amazônia. A ideia é que as empresas sintam-se confortáveis para operar as rotas regionais e que a população consiga arcar com o valor das passagens.
Além disso, a Lei 14.097, aprovada em janeiro deste ano no Congresso Nacional, prevê os subsídios para a aviação regional com olhar especial voltado para a Amazônia. Segundo o secretário de Política Regulatória da SAC, Rogério Coimbra, um voo regional é, em média, 31% mais caro por quilômetro que um voo entre capitais.
Enquanto no restante do Brasil é considerado aeroporto regional aquele que recebe até 600 mil passageiros, no Norte, o teto é de 800 mil passageiros. Outro item abordado pela legislação é o pagamento pelo governo federal de parte dos custos de até 60 passageiros ou de 50% de uma aeronave maior. Para a Amazônia Legal, o limite de 50% não se aplica. A lei seguirá para regulamentação da Presidência da República. Ainda não tem prazo definido para isso acontecer.
O difícil acesso e os altos preços refletem na realidade: o Anuário da Anac mostra que o Norte é a região com o menor número de passageiros pagos embarcados em 2013 no mercado doméstico: 5,6 milhões. “Não adianta construirmos um belo aeroporto com tudo novo e a companhia aérea dissesse que não iria pra lá por falta de demanda e alto preço. O governo terá que ter sensibilidade para criar condições para a companhia e para o usuário. Esse é o novo desafio”, avaliou o ministro Padilha.
O aeroporto de Tabatinga, cidade localizada na tríplice fronteira do Brasil, Peru e Colômbia, receberá investimentos do governo federal e o fomento para a aviação comercial. Uma empresa atua hoje no aeroporto e outras duas demonstraram interesse para o futuro. Em Tabatinga funciona um hospital do Exército que atende as pequenas demandas da população. Os casos mais graves são encaminhados para Manaus, que fica a 2h30 de avião ou 5 dias de barco.
REGRAS PRÓPRIAS PARA A AMAZÔNIA
Em outubro de 2014, a SAC enviou à Casa Civil uma proposta de Medida Provisória para adequar as regras dos aeroportos da Amazônia Legal à realidade da região. Hoje, algumas regras propostas pela Anac (a mesma de Norte a Sul do país) não respeitam as especificidades de cada região e as condições de cumpri-las.
Juliana Boechat

Assessoria de Imprensa
Secretaria de Aviação Civil
Telefone: (61) 3311.7376
E-mail: imprensa@aviacaocivil.gov.br

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Ministro dos Transportes liberou ontem R$ 6,2 milhões para projetos finais de engenharia


O Ministro dos Transportes, Eliseu Padilha e o chefe do 10º Distrito Rodoviário do DNER Haroldo Matta, assinaram ontem os contratos com quatro empresas de consultoria, vencedoras da licitação pública realizada para a elaboração do projeto final de engenharia da duplicação dos 219 quilômetros da BR-116, entre Porto Alegre e Pelotas, antiga reivindicação da Zona Sul do Estado. 

As empresas contratadas foram a Magna Engenharia Ltda. (lote1), Ecoplan Engenharia Ltda. (lote 2), STE – Serviços Técnicos de Engenharia S/A (lote3) e Enecon S/A – Engenharia e Economistas Consultores (lote 4). Esta etapa consumirá R$ 6,2 milhões.

Segundo afirmou Padilha, a disposição do governo federal é de ver as obras concluídas até dezembro de 2002. A fase de elaboração dos projetos é de 300 dias, prazo que o Ministro dos Transportes espera ser reduzido para seis meses.

A solenidade foi realizada no salão Júlio de Castilhos, com a presença de vários deputados federais e estaduais, prefeitos, vereadores e empresários da área dos transportes. Em seu pronunciamento, o ministro Padilha disse que a busca de recursos para a execução das obras, estimadas em R$ 520 milhões, já está sendo providenciada junto aos organismos internacionais de financiamento. Para o ministro, uma vez efetuada a duplicação, os maiores beneficiados serão os usuários da BR-116, que irão trafegar com maior fluidez e segurança, reduzindo o tempo de viagem e reduzindo significativamente os acidentes de trânsito.

Padilha aproveitou o evento para anunciar que na ultima semana o Governo Federal liberou R$ 60,3 milhões para a execução de serviços de restauração, conservação, eliminação de pontos críticos e construção de rodovias federais no Rio Grande do Sul. As obras de eliminação de pontos críticos referem-se a construção de trevos nas BR’s 116, 285 e 386, e as de construção nos seguintes trechos: BR 101, entre Tavares e São José do Norte e entre Osório e Torres; BR-285, entre Vacária e a divisão com Santa Catarina; BR-116, viaduto no cruzamento da rua Rincão, em Novo Hamburgo; BR-158, entre Santa Maria e Rosário do Sul; BR-486, entre Três Passos e Porto Soberbo; BR-481, entre Santo do Jacuí, Sobradinho e Candelária; BR-386, entre Lajeado e Canoas, incluindo a ponte sobre o rio Taquarí; BR-472, contorno de Santa Rosa e acesso ao aeroporto de São Borja; e BR-158, em Júlio de Castilhos.

A duplicação da BR-116, um dos trechos da Rodovia do Mercosul em solo gaúcho, está prevista no Programa Avança Brasil DO Governo Federal. A estrada também é conhecida como corredor de exportação para o Porto de Rio Grande. A estimativa é de que trafegam pela rodovia, em média, 12 mil veículos por dia.

Fonte: Folha do Sul / Caxias do Sul 04/07/2000

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Ministro Padilha anuncia a liberação de recursos a Santa Catarina


Florianópolis – O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, anunciou,  nesta segunda-feira, a liberação de cerca de R$ 76 milhões para as rodovias federais no estado de Santa Catarina. A maior parte desses recursos serão para a conclusão das obras de duplicação da BR-101 entre a divisa com o Paraná até Palhoça. 

No trecho norte desta rodovia, considerada como Corredor do  Mercosul, serão aplicados, aproximadamente, R$ 31 milhões. O restante dos recursos vão para a restauração, a construção da rodovia BR-282, a conservação, a eliminação de segmentos críticos e no projeto e gerenciamento da duplicação da BR-101, trecho Palhoça-Divisa SC/RS.

Eliseu Padilha explicou que os recursos integram  a proposta orçamentária do Poder Executivo e que poderão ser aumentados por meio de emendas dos parlamentares. “Conto com o apoio da bancada catarinense para que haja uma suplementação orçamentária para que possamos melhorar mais ainda a malha rodoviária federal em Santa Catarina”.

O ministro disse ainda que o Governo Federal tem como prioridade a recuperação das estradas. Padilha lembrou que, quando assumiu o Ministério, havia apenas R$ 19 milhões e hoje conta com cerca R$ 1,9 bilhão para conservação. “Houve uma mudança de mentalidade. Se deixou de pensar em apenas construir para, principalmente, conservarmos as rodovias brasileiras”, explicou Padilha.

Fonte: DNER/SC
18/04/2001



terça-feira, 13 de maio de 2014

Rio Grande será o porto do Mercosul

Governo Federal vai investir R$ 395 milhões em obras no prolongamento dos molhes e no aumento do calado

O governo federal quer transformar o Porto de Rio Grande, distante 310 quilômetros de Porto Alegre, no porto do Mercosul. Para isso investirá R$ 215 milhões nas obras de prolongamento dos molhes, solucionando os problemas no canal de acesso ao porto. Também aplicará outros R$ 180 milhões em obras de dragagem do canal de acesso, aumentando o calado de 12 metros (40 pés) para 18 metros (60 pés), totalizando R$ 395 milhões em investimentos.

Na avaliação do presidente da Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP), Wilen Manteli, uma logística eficiente, junto com a redução de prazos médios de chegada do produto ao comprador estrangeiro, poderia elevar as exportações anuais gaúchas dos atuais US$ 6 bilhões para em torno de US$ 7 bilhões.

O edital de licitações será publicado hoje no Diário Oficial da União, conforme informou o ministro dos Transportes, Eliseu Padilha. O anúncio foi feito ontem, em Porto Alegre, durante seminário “RS-Exportar para Crescer”, no Hotel Plaza São Rafael.

 Com os investimentos, o terminal de Rio grande – junto com Sepetiba, no Rio, e Suape, em Pernambuco – será um dos três portos de maior concentração e distribuição de cargas no país e o de maior calado do Mercosul. Hoje, os únicos em condições de receber navios de grande porte são os portos de Sepetiba (RJ) e Baía Blanca, na Argentina.

A ampliação possibilitará o ingresso de navios do tipo cape size, navios de última geração ou super-navios que chegam a pesar de 180 a 200 mil toneladas. Atualmente, a capacidade é de navios com 80 mil toneladas (carregado).  Além disso, Padilha destacou que o porto de Rio Grande oferece localização geográfica estratégica e é o único porto a garantir facilidade de acesso pelos três modais de transporte – ferroviário, hidroviário e rodoviário – o que é importante, por exemplo, para o progresso de integração com a Argentina.

Primeira etapa do projeto deverá ter início em novembro deste ano

Atualmente, a movimentação financeira no Porto de Rio Grande é de US$ 3,396 bilhões. O total de toneladas movimentadas anualmente é de 12 milhões (entre importação e exportação). A primeira etapa das obras para o prolongamento dos molhes deverá ter início ainda este ano, no mês de novembro.

Conforme o ministro Eliseu Padilha, a previsão de conclusão é de três anos, no caso dos molhes, e de menos de um ano, as obras de dragagem. Mas o ministro admitiu que pretende encerrar as obras em apenas 24 meses,ou seja, em 2002.

Os recursos já foram liberados pela comissão de orçamento da União. Agora é preciso aguardar o trâmite do processo. São necessários dois meses para a elaboração e abertura das propostas de habilitação das empresas, e mais dois meses para a abertura das propostas de preço.

-O prolongamento dos molhes em 500 metros no lado leste e 900 no oeste é fundamental para garantir condições físicas de aprofundamento do canal de acesso – afirma Padilha, acrescentando que com a obra o lado leste terá 4.720 metros e o oeste totalizará 4.060 metros.

Fonte: ZERO HORA pag 16
13/06/2000

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Para Eliseu Padilha, sociedade precisa cobrar investimentos para a educação

Eliseu Padilha "o Brasil precisa investir mais nos 
ensinos infantil, fundamental e médio de qualidade"
Brasília (DF) – O Brasil deve aumentar o investimento em educação, e a sociedade precisa participar mais para cobrar recursos para a área, defendeu o deputado Eliseu Padilha (RS). Para o parlamentar, o Brasil precisa investir mais nos ensinos infantil, fundamental e médio de qualidade que, segundo ele, “são degraus incontornáveis para o nível superior”. 

Estudo da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) citado pelo deputado mostrou que o Brasil investe anualmente por aluno, no ensino fundamental e no médio, cerca de um quarto do que, na média, investem os 34 países que compõem a OCDE. 

 Nos dez anos de vigência do primeiro Plano Nacional de Educação (PNE), de 2001 a 2010, com o investimento citado, a educação brasileira avançou muito menos do que a dos principais países do mundo. “Caímos 16 posições, entre os 128 países avaliados no IDE/Unesco 2010”, destacou. 

Prioridade – “Desde a monarquia portuguesa, passando pelo Império e durante todo o período republicano, não demos a devida importância para a educação, para a qualificada formação da nossa gente. 

Consequência disso é o atraso em que nos encontramos na relação internacional”, afirmou. “Já é mais do que tempo de nós, todos os brasileiros, darmos à educação a prioridade que pode radicar nos ensinamentos de Platão, proferidos há mais de 2.400 anos: ‘Existe apenas um bem, o saber, e apenas um mal, a ignorância’.”

Fonte: pmdb.org
11/10/2011


quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Projetos e obras de Eliseu Padilha somam investimentos de R$ 2,3 bilhões nas rodovias

BR 101 km 99 Osório - Vice Governador Vicente Bogo e Ministro Padilha
As principais obras concluídas e os projetos licitados e iniciados por Eliseu Padilha, nas rodovias do Rio Grande do Sul, somam investimentos superiores a R$ 2,3 bilhões. Durante sua gestão no Ministério dos Transportes, Padilha investiu em duplicação, adequação e restauração de 1.130 quilômetros de rodovias no estado. 

As obras incluem construções de viadutos, travessias urbanas, trevos e passarelas que favorecem o trânsito e promovem a segurança de motoristas e pedestres.

 Os maiores investimentos foram destinados ao Corredor do Mercosul. A obra mais cara é a duplicação da BR-101, no trecho entre a divisa RS-SC e Osório, estimada em R$ 1 bilhão, em valores atuais. 

Padilha trabalhou incansavelmente para garantir a duplicação da BR-101 sul e venceu todas as etapas de um complicado processo de licenciamento e licitação internacional. O financiamento junto ao BID foi aprovado pelo Conselho de Financiamentos Externos do Governo Federal, o licenciamento ambiental foi concedido pelo Ibama e o processo de licitação foi considerado válido pelo Supremo Tribunal Federal. 

Tudo sob o comando do então ministro dos Transportes, Eliseu Padilha. A segunda obra mais cara foi a duplicação da BR-116 entre Guaíba e Pelotas. Trata-se de uma ligação com a Rodovia do Mercosul, orçada em R$ 526 milhões. A adequação da BR-290, entre Porto Alegre e Uruguaiana, orçada em R$ 200 milhões, também faz parte do estratégico Corredor do Mercosul. 

Além disso, foi realizada a duplicação da BR-392, de Pelotas a Rio Grande, dando acesso ao Porto do Mercosul que também é obra do deputado Padilha. Esta mesma rodovia, a BR-392, teve um trecho pavimentado na Região das Missões, entre Cerro Largo e Porto Xavier. As obras rodoviárias de Eliseu Padilha beneficiam todo o estado. Na fronteira oeste, a BR-472 foi completamente restaurada, sendo reabilitada ao tráfego numa importante região exportadora do país, onde situa-se o maior porto seco do continente, em Uruguaiana. 

No nordeste do estado, foi construída a BR-285, a Rodovia da Maçã, e iniciado o trecho Barracão a Lagoa Vermelha da BR-472. No litoral gaúcho, Padilha transformou a estrada do inferno na Rodovia da Esperança, com a construção da BR-101 entre Mostardas e São José do Norte. Obra licitada e iniciada tem de ser concluída. 

Foi assim que Padilha garantiu a realização de várias obras rodoviárias para o Rio Grande do Sul. O que não foi possível construir no período em que esteve à frente do MT, Padilha licitou e garantiu recursos no orçamento federal. 

No PPA 2000/2003, foram inseridos recursos superiores a R$ 47 milhões, destinados aos projetos de construção das rodovias BR-153, de Erechim a Passo Fundo, BR-158, de Santa Maria a Rosário do Sul, e BR-468, de Três Passos a Porto Soberbo. O PPA prevê ainda os recursos para continuação das obras iniciadas antes do ano 2000. 




sexta-feira, 2 de julho de 2010

Eliseu Padilha: metrô aumenta segurança, reduz custo e ameniza trânsito urbano

Eliseu Padilha - Trensurb transporta em torno de 153 mil passageiros/dia
A expansão da Trensurb até São Leopoldo favoreceu a integração do metrô com as linhas de ônibus da região metropolitana de Porto Alegre. A primeira operação integrada foi no sentido Estação Unisinos – Freevale Campus 2, em abril de 2002, favorecendo 1.500 passageiros ao dia, com 60 viagens de ida e volta. 

Hoje, mais da metade dos passageiros se utilizam de linhas integradas. “Sem o metrô, a BR-116 seria intransitável”, avalia o deputado federal Eliseu Padilha, que executou a extensão das linhas à época em que foi ministro dos Transportes. Com a integração, que atinge 131 linhas de ônibus, a Trensurb transporta em torno de 153 mil passageiros/dia. 

“O uso do metrô retira das ruas milhares de ônibus e automóveis, descongestionando o trânsito e aumentando a segurança de quem trafega na região metropolitana de Porto Alegre”, disse o deputado Padilha. 

Em 2001, a Trensurb transportou mais de 39,5 milhões de passageiros, superando pela primeira vez o recorde alcançado em 1991, de 38,6 milhões. A performance deu à Trensurb o certificado de Responsabilidade Social, que a empresa vem ganhando anualmente. 

O selo foi um prêmio pela atuação da empresa em uma modalidade de transporte não poluente, seguro e com uma tarifa social subsidiada. A empresa destacou-se pela redução da poluição atmosférica e sonora na região metropolitana, operando com um sistema chamado Deslocamento de Baixa Vibração, que diminui os ruídos e a trepidação, implantado no trecho Unisinos - São Leopoldo. E ainda, pela restauração do prédio histórico em São Leopoldo (Museu do Trem) e o Projeto Arte nos Trilhos. 

 Eurico Batista 
 Assessoria de Imprensa

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Investimentos no Estado destacados por Eliseu Padilha

Investimentos no Rio Grande do Sul
destacados por Eliseu Padilha
Em pronunciamento do Plenário da Câmara, o deputado Federal Eliseu Padilha disse que o anúncio feito pela governadora Yeda Crusius semana passada, confirmando o investimento da Aracruz no Estado "foi a melhor notícia da história do Rio Grande do Sul". 

O parlamentar lembrou que isso só foi possível graças à semente plantada pelo governo de Germano Rigotto, do PMDB, a exemplo do que ocorreu em outras duas oportunidades. 

Confira abaixo a íntegra do discurso. 

Discurso proferido pelo Deputado Eliseu Padilha (PMDB-RS) na sessão plenária do dia 23/04/2008. 

Senhor Presidente Senhoras e Senhores Deputados, O Rio Grande do Sul recebeu na última semana a melhor notícia de sua história. Em cerimônia no Palácio Piratini, a Governadora Yeda Crusius e a diretoria da Aracruz Celulose fizeram o anúncio daquele que já é disparadamente o maior investimento já realizado em terras gaúchas, desde sempre. Ao todo, serão cerca de cinco bilhões de reais aplicados no desenvolvimento sustentado de florestas de eucalipto para produção de celulose. 

As iniciativas anunciadas prenunciam uma verdadeira revolução não apenas na chamada Metade Sul do estado, mas em todo o território gaúcho, com a geração de centenas de empregos diretos e milhares de vagas indiretas, produzidas pelo crescimento de nossa economia. 

É impossível dizer, com certeza, o verdadeiro reflexo que essa notícia terá para a vida dos gaúchos. Para se ter uma idéia, os números apresentados representam praticamente o dobro do que foi investido pela General Motors ou três vezes o projeto de ampliação do Pólo Petroquímico. Duas conquistas importantes de outras épocas que me fazem lembrar uma feliz coincidência para o nosso partido. Ambas se deram sob a administração do PMDB, de Simon, em 1986, e Britto, em 1994. 

Não por acaso, o anúncio da Aracruz se dá pouco mais de um ano após a equipe do Governador Germano Rigotto com o apoio inestimável do secretário Luís Roberto Ponte, ter plantado a semente que só agora começa a dar frutos. É justo que se diga! Municípios como Guaíba, que recentemente viram frustradas perspectivas de um futuro dourado, pela ação de administrações com uma visão retrógrada, têm agora a grande oportunidade de darem a volta por cima, tornando-se protagonistas do próprio desenvolvimento. 

É preciso lembrar ainda, que a questão ecológica, compromisso de qualquer Nação que se queira julgar desenvolvida, não será esquecida, com a compensação feita pela empresa do impacto ambiental que o novo investimento provocará nos biomas onde tiver de ser instalado. 

Dito isso, a hora, agora, é de arregaçar as mangas e preparar a terra para o que está por vir. Um novo tempo de desenvolvimento, emprego e prosperidade para o nosso Rio Grande. E quem quiser nos ajudar a construí-lo está, desde já, convidado. Basta que queira trabalhar. Até porque, já chega de atrapalhar! 

Muito obrigado pela atenção de todos! 

Fonte: FUG PMDB 25 de abril de 2008



segunda-feira, 15 de outubro de 2001

Eliseu Padilha faz palestra sobre ferrovias

Ministro dos Transportes Eliseu Padilha
O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, fez palestra nesta segunda-feira (15/10) em São Paulo, sobre a Política do Governo para o Transporte Ferroviário. 

Padilha abriu a 4ª Exposição e Seminário Negócios nos Trilhos, promovido pela Revista Ferroviária, na Estação Júlio Prestes e falou sobre os investimentos no setor. 

Segundo o ministro, o desenvolvimento da malha ferroviária conta com investimentos do Governo Federal e do setor privado, que estão construindo a Ferrovia Norte-Sul e a Ferronorte. 

A exposição contou com a participação de todas as concessionárias do transporte ferroviário de cargas, que também investem na melhoria deste modal, somando investimentos de R$ 2,5 bilhões em 5 anos de concessão. 



sexta-feira, 14 de setembro de 2001

Eliseu Padilha prevê orçamento de R$ 240 milhões para MS

Ministro dos Transportes Eliseu Lemos Padilha
O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, afirmou, em entrevista coletiva à imprensa, em Campo Grande, onde participou hoje do seminário Caminhos do Desenvolvimento, que do orçamento global do seu Ministério, de R$ 3 bilhões em 2002, Mato Grosso do Sul terá uma participação entre 8% e 10%, ou seja, R$ 240 milhões. 

O ministro mencionou as obras do anel rodoviário e do contorno ferroviário como obra mais importante em Campo Grande e, no Estado, citou a ponte do rio Paraguai e a duplicação da BR-163, entre Dourados e Vila Vargas. Padilha reafirmou a disposição do governo federal em investir no Estado, embora MS represente 1,4% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional. 

Eliseu Padilha destacou que o programa Avança Brasil tem como principal objetivo descentralizar e interiorizar as ações do governo, que começaram com 42 projetos em 1996, quando o programa era denominado Brasil em Ação. 

"O principal objetivo é criar novos eixos de integração e desenvolvimento, o Brasil é um país litorâneo", observou o ministro, que fez de manhã, na abertura do Seminário Caminhos do Desenvolvimento, realizado na Câmara de Campo Grande, a apresentação dos investimentos do programa Avança Brasil. 

O Seminário foi aberto com a participação, além dos ministros dos Transportes, Eliseu Padilha, da Integração Nacional, Ramez Tebet, do Turismo e Esportes, Carlos Melles, com a presença do governador José Orcírio Miranda dos Santos (Zeca do PT), do Prefeito de Campo Grande, André Puccinelli, senadores, deputados, prefeitos e vereadores. 

Assessoria de Comunicação Social 
Ministério dos Transportes 
Fonte: ASCOM - DNER-MS - Marília de Castro

terça-feira, 24 de abril de 2001

Ministério dos transportes investirá R$ 12,4 em melhorias na BR-116 em Santa Catarina

Ministro dos Transportes Eliseu Padilha
A BR-116, principal rodovia federal que corta o Planalto Serrano e o Norte de Santa Catarina, receberá R$ 12,4 milhões para sua restauração. O anúncio do investimento em obras de recuperação das estradas federais no Estado foi feito pelo ministro dos Transportes, Eliseu Padilha. (24/04/2001)

Segundo o engenheiro chefe do Departamento Nacional de Estradas e Rodagem (DNER) em Santa Catarina, Roberto Ribas, o asfalto da BR-116 será substituído, principalmente nos trechos : Lages - divisa com o Rio Grande do Sul e Mafra - divisa com o Paraná. 

As BRs 282, 158 e 163 também serão restauradas. Nestas rodovias, a substituição da camada asfáltica acontecerá apenas nos trechos mais críticos. Na 282 entre Pinhalzinho e São Miguel do Oeste. No segmento Iraí -entroncamento com a BR-282, na rodovia 158 e, finalmente, a BR-163, no trecho São Miguel do Oeste e Dionísio Cerqueira. 

O trabalhos nas pistas e na sinalização das BRs 282, 163 e 158, no Oeste e Extremo-Oeste catarinense exigirão recursos de R$ 1,6 milhão. As obras começam em 15 dias, na BR-282, e em 90 dias na BR-116. 

Assessoria de Comunicação Social 
Ministério dos Transportes 
Fonte: AscomDNER/SC - Breno Maestri 

terça-feira, 17 de abril de 2001

Ministro Padilha - Investimentos em ferrovias superam R$ 2 bilhões



Ministro dos Transportes Eliseu Padilha

O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, afirmou hoje (17/04/2001) que os investimentos no sistema ferroviário já superam R$ 2 bilhões desde o início da privatização, entre 1996 e 2000. Segundo ele, o setor tem tido expansão contínua nos últimos anos: cresceu 12,8% em 98; 15% em 99 e 18% em 2000. 

"A expectativa para este ano é que a ferrovia tenha crescimento de 20% em relação a 2000", declarou. De acordo com Eliseu Padilha, o governo federal vai investir em projetos ferroviários em 2001. Segundo ele, a modernização da ferrovia no País é vital para a multimodalidade, isto é, a integração entre os diversos sistemas de transporte. 

Eliseu Padilha visitou esta manhã as obras de duplicação da Rodovia dos Imigrantes, em São Paulo. De acordo com o ministro, a ferrovia Transnordestina, que ligará os Estados de Pernambuco e Ceará, receberá R$ 470 milhões em recursos públicos. Deste total, R$ 120 milhões caberão ao governo de Pernambuco e o restante, à União. O governo também investirá na Ferrovia Norte Sul, que ligará o Maranhão a Goiás. 

Atualmente, apenas um trecho desta via está pronto, entre as cidades maranhenses de Estreito e Açailândia. Segundo Padilha, o transporte ferroviário de passageiros também terá aportes do governo. "Os investimentos previstos nos metrôs das capitais do País somam R$ 500 milhões este ano", afirmou. 

Fonte: Transportes.gov

segunda-feira, 19 de março de 2001

A revolução multimodal

Ministro Eliseu Padilha
(19/03/2001) Nos últimos 6 anos, a economia brasileira cresceu acompanhada por uma revolução no setor Transportes. A navegação de cabotagem ressurgiu e cresceu mais de 400%.

O mesmo ocorreu com o transporte hidroviário, especialmente de grãos e de carne. Um exemplo: a soja que descia do Chapadão dos Parecis (MT) por rodovia até Santos (SP), hoje vai a Porto Velho e é exportada através da hidrovia do Madeira, com uma redução no frete de 38,5 dólares por tonelada. 

O sistema ferroviário, que estava sucateado, foi transferido para o setor privado, cresceu em média 13% ao ano e atraiu R$ 2 bilhões em investimentos. A maioria dos portos já trabalham com preços competitivos internacionalmente, como Rio de Janeiro e Salvador, a menos de U$ 130 o conteiner. Esta revolução chama-se multimodalidade. Ela moderniza e viabiliza uma cadeia logística altamente competitiva. 

O Programa Avança Brasil contempla nove eixos regionais de integração. São corredores de transporte onde a multimodalidade está consagrada. Os investimentos para a integração entre os vários modais estão e continuarão sendo feitos. Há muito que trabalhar. Considerando a dimensão continental do Brasil, a malha rodoviária pavimentada ainda é pequena, não corresponde à necessidade. No Norte e Centro-Oeste há muitas rodovias ainda não implantadas ou sem pavimentação. 

A ferroviária é ainda mais deficitária. Considerando o tamanho e as condições geográficas, o Brasil poderia ter uma malha viária muito maior, seguramente o triplo do que tem hoje. Seria conveniente. Requer, porém, investimentos de muitos bilhões de dólares, que não poderiam ser feitos de uma hora para outra. 

Estamos buscando a parceria do setor privado no sistema ferroviário e estamos tendo construções, como a Ferronorte, que estará chegando em Rondonópolis (MT) em 2001, com conexão direta até o Porto de Santos. Isso significa que as lavouras do Centro-Oeste estarão linkadas, via ferrovia e porto, com a exportação. E o Governo Federal, por meio da Valec, está construindo a Norte-Sul, ferrovia que brevemente será privatizada, com alta atratividade, considerando seu trajeto e a região onde está sendo implantada. A Norte-Sul está quase pronta no Maranhão, está descendo pelo Tocantins e logo abrirá uma frente de trabalho em Goiás. 

Há ainda a construção da Transnordestina, que se interligará com a Hidrovia do São Francisco, com o Porto de Suape (PE) e tornará viável a malha ferroviária do Nordeste. 

Assim, se considerarmos as circunstâncias do País, temos uma malha ainda deficitária, mas é certo que está havendo a integração. A multimodalidade é uma realidade e as deficiências serão supridas na medida em que tenhamos maior participação do setor privado. O setor público vai continuar no sistema rodoviário, nas malhas de expansão, onde o interesse estratégico é maior, caso do Norte, Centro-Oeste e parte do Nordeste. Especificamente para as regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste, tomamos a decisão de não conceder rodovia mediante pedágio. 

Nestas regiões não haverá concessão pelo Governo Federal. As exceções: o programa do Governo do Estado da Bahia, que envolve uma rodovia federal entre Salvador e Feira de Santana; em Pernambuco, onde há um programa estadual que envolve rodovia federal entre Recife e Caruarú; e no Pará, a rodovia Belém-Castanhal, também no programa do Governo do Estado. 

Por parte do Governo Federal, só serão concedidas rodovias ao setor privado para fazer a conservação, o chamado Programa CREMA, mas não haverá cobrança de pedágio. Para receber o serviço de manutenção de pista e sinalização, as empresas deverão manter as rodovias com a mesma qualidade das rodovias pedagiadas.

*EliseuPadilha é ministro dos Transportes

terça-feira, 6 de março de 2001

Recuperação de estrada federal terá R$ 2 bi

Ministro Padilha - R$ 2 bi em recuperação de estradas 
(06/03/2001) O programa de recuperação de rodovias federais vai receber, até o final do próximo ano, aproximadamente R$ 2 bilhões. O anúncio da verba foi feito ontem pelo ministro dos Transportes, Eliseu Padilha. O governo, no entanto, ainda não sabe de onde sairá o montante de recursos que será investido nas obras. 

De acordo com nota oficial distribuída pela assessoria de imprensa do Ministério dos Transportes, uma parte dos recursos virá do Orçamento da própria pasta. O restante está sendo discutido com a área econômica do governo. 

Segundo a Folha apurou, o ministério tem cerca de R$ 400 milhões para serem gastos na recuperação de rodovias federais. Números do Ministério dos Transportes indicam que, durante a década de 70, os investimentos em transporte representavam 2,5% do PIB (Produto Interno Bruto), para uma frota de 4 milhões de veículos. Atualmente, esses recursos não chegam a atingir 1% do PIB, para uma frota de 28 milhões de veículos. 

Em 1997, o investimento do governo federal em estradas atingiu R$ 18 milhões. Em 1998, o valor subiu para R$ 36 milhões; em 1999, para R$ 160 milhões. No ano passado, o valor estava estimado em cerca de R$ 800 milhões. Prioridade O ministério ainda não definiu quais as estradas federais que serão beneficiadas com o programa de recuperação. Segundo a Folha apurou, grande parte dessas rodovias está localizada na Bahia. 

Ontem, o ministro informou que será gasto R$ 1,3 bilhão para restaurar trechos da BR-153 -a rodovia Transbrasiliana. Por essa estrada circulam os caminhões que fazem o escoamento da safra agrícola de Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul até o porto de Paranaguá (PR). 

De acordo com Eliseu Padilha, a recuperação desta estrada deverá estar concluída até o final do primeiro semestre deste ano. Em janeiro, o ministro havia afirmado que as estradas em pior estado de conservação estão em Minas Gerais, Ceará, Mato Grosso e Goiás, além da Bahia.

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