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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Metade Sul de volta à prosperidade. Artigo - Jornal do Comércio de abril de 2011


Metade Sul de volta à prosperidade

Eliseu Padilha
Deputado Federal e Presidente Nacional
da Fundação Ulysses Guimarães


Eliseu Padilha  Deputado Federal e Presidente Nacional  da Fundação Ulysses Guimarães
Ministro Eliseu Padilha - janeiro de 2000
Parece que foi ontem, mas já transcorreram mais de doze anos desde o dia em que, ao celebrarmos a restauração dos antigos molhes do porto do Rio Grande, que estavam sem manutenção desde sua construção na década de 1910, no século passado, na companhia do então prefeito municipal de Rio Grande, Wilson Mattos Branco, eu, como ministro dos transportes afirmei: a Metade Sul, fruto da conversão do porto do Rio Grande, vai volta à posição que desfrutou na época das charqueadas. Será, novamente, a metade mais rica do Rio Grande do Sul. Muitos dos que prestigiavam dita solenidade olharam-me com ar de desconfiança, pois a volta dos molhes à forma física que tinham em 1917 não teria, de per si, condições de amparar minha afirmação. Ocorre que eu sabia do que estava falando e minha afirmação estava alicerçada na convicção que firmara a partir do plano que havia conseguido aprovar, junto ao presidente Fernando Henrique Cardoso, que acabara de ser incluído no Programa Avança Brasil, cujas premissas mais importantes, para o caso, foram:
       
1ª - Conversão do porto do Rio Grande no porto do Mercosul:
   
A posição de maior porto do Mercosul, à época, era desfrutada por Buenos Aires, que não tem um porto marítimo mas sim fluvial, no interior do Rio de Prata. Para arrebatar tal título decidimos fazer de Rio Grande um UbPort, porto de concentração e de redistribuição de cargas, para todo o Mercosul. Para tal conversão teríamos que dotar o porto do Rio Grande do calado então exigido para a categoria: 60 pés, ou 18 metros, de profundidade no Canal de Acesso.
   
Lançamos o Programa Avança Brasil e iniciamos as obras concluídas em outubro de 2010:

a) Extensão dos molhes - O molhe leste estendido para 4.200 metros e o molhe oeste estendido para 3.600 metros,
b) Dragagem do Canal de Acesso, para garantir o calado de 18 metros.
       
2ª - Ligação rodoviária, em pista dupla do porto do Rio Grande a Belo Horizonte e ao Rio de Janeiro:
   
No Programa Avança Brasil estava prevista a Rodovia do Mercosul, ligando Porto Alegre a Belo Horizonte e ao Rio de Janeiro. Para converter o porto do Rio Grande em Porto do Mercosul seria importante que ele estivesse ligado, em pista dupla a Porto Alegre, o que equivaleria às duas capitais mencionadas. Sugeri e foi mudada a extremidade sul da Rodovia do Mercosul que passou a ser: a) em Jaguarão, na divisa com o Uruguai, com adequação da BR-116 entre Jaguarão e Pelotas e duplicação de Pelotas até Porto Alegre e  b) em Uruguaiana, na divisa com a Argentina, com adequação da BR-290 entre Uruguaiana e Pantano Grande e duplicação de Pantano Grande até Porto Alegre.
   
Para concluir a duplicação rodoviária do porto de Rio Grande a Belo Horizonte e ao Rio de Janeiro faltaria ainda a duplicação de Pelotas a Rio Grande, o que foi resolvido com a inclusão no Avança Brasil, também, da duplicação da BR-292, de Rio Grande a Pelotas.
       
3ª - Ligação rodoviária do porto de Rio Grande a BR-101:
   
Este foi um tema que tratei com redobrada alegria: decidi pavimentar a BR-101 até São José do Norte. Com esta obra seriam resolvidos dois problemas: acabar com a Estrada do Inferno e ligar o porto do Rio Grande diretamente à BR-101, sem passar pelo trânsito urbano de Porto Alegre.
   
Hoje num balanço rápido, fruto deste Plano de Conversão do porto de Rio Grande, com reflexo em toda a Metade Sul do Estado, já registramos:
   
1º - O porto do Rio Grande está com as obras de convenção concluídas, funciona como UbPort, pode receber os maiores navios do mundo e expandiu a construção naval, caminhando, a passos rápidos para o proposto lugar de porto do Mercosul;
   
2º - Porto do Rio Grande a Belo Horizonte e ao Rio de Janeiro em pista dupla é uma realidade em acelerada finalização. Ainda estão em obras a BR-292, de Rio Grande a Pelotas, e a BR-101, de Torres/RS a Palhoça, e falta, somente, iniciar a obra de duplicação da BR-116, entre Porto Alegre e Pelotas;
   
3º - A ligação rodoviária do porto do Rio Grande, via São José do Norte, diretamente à BR-101 também está concluída.
   
A Metade Sul já vive novos tempos. A indústria naval, a construção civil, a multiplicação da demanda por serviços, os mais generalizados, a falta de habitação e de lazer e a projeção de que o Rio Grande chegará a 500.000 habitantes em poucos anos já promovem uma verdadeira revolução econômica na região. Bilhões e mais bilhões de reais inundam a economia regional. A transformação já começou. A Metade Sul do Estado já está bem mais rica e em breve tempo sua gente poderá dizer que, proporcionalmente, é a mais rica do Estado, que voltou a ser o que foi no tempo das Charqueadas.
   
Trata-se de um projeto de largo tempo, mas que está seguindo rumo a sua conclusão e os expressivos frutos já estão sendo colhidos.


quarta-feira, 14 de novembro de 2001

Eliseu Padilha promove grandes mudanças nos transportes

Ministro PMDB
Eliseu Padilha
O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, transfere, daqui a pouco, o cargo para o atual secretário Executivo do Ministério, Alderico Lima. A cerimônia acontece às 11 horas no auditório do MT. Padilha assumiu o cargo em 22 de maio de 1997 e é o quarto ministro em tempo de permanência à frente desta pasta. 

Sob a administração de Eliseu Padilha, o Ministério passou por grandes mudanças. 

No setor rodoviário, por exemplo, as prioridades foram invertidas. Agora, a conservação e sinalização estão em primeiro plano, ao invés da construção de novas rodovias. O estímulo à multimodalidade orientou o trabalho de Padilha no setor de transportes. O modal ferroviário retomou o ritmo dos investimentos públicos e privados. 

O setor privado já investiu R$ 2,5 bilhões nas malhas concedidas e o Governo executa a construção da Ferrovia Norte-Sul. Em 42 anos de história, a Rede Ferroviária Federal chegou ao primeiro lucro, sendo conduzida ao processo de liquidação. As ferrovias voltaram a transportar e já respondem por 20% da matriz transportes. As hidrovias ganharam mais espaço, proporcionando a criação dos corredores multimodais, a redução do Custo Brasil e contribuem para a diminuição do intenso tráfego nas rodovias. 

Eliseu Padilha conduziu a execução do Programa de Modernização dos Portos, o que provocou a redução em até 85% das tarifas portuárias, tornando os produtos nacionais mais competitivos no mercado externo. Além disto, Padilha retomou a construção naval brasileira que já chegou a ocupar a segunda posição no ranking mundial e estava desativada. 

O ministro Padilha coordenou também a criação das Agências Nacionais de Transportes Terrestres (ANTT) e Aquaviários (ANTAQ) e do Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (Denit). Estes novos órgãos vão regular e fiscalizar a infra-estrutura concedida, além de continuar a execução das obras do Governo Federal no setor. 

Assessoria de Comunicação Social
Fonte: Ascom/MT

segunda-feira, 12 de novembro de 2001

Eliseu Padilha aplicou R$ 10,2 bilhões em obras

Ministro Padilha, 10 bilhões em obras no Brasil 
O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, que transmitiu o cargo nesta manhã para Alderico Lima, está falando com jornalistas, neste momento, sobre as ações do Ministério nos 4 anos e 6 meses em que administrou o setor de transportes do Governo Federal. 

Em sua gestão, Padilha comandou a aplicação de R$ 10,2 bilhões em obras. Em rodovias foram aplicados R$ 6,5 bilhões. Ferrovias receberam R$ 425 milhões, enquanto que no modal hidroviário foram aplicados R$ 197 milhões.

A modernização dos portos consumiu R$ 1 bilhão e o projeto de expansão e implantação dos sistemas de trens urbanos, R$ 1, 6 bilhão, sendo R$ 215 milhões no sistema Trensurb (Porto Alegre). No setor de Marinha Mercante foram aplicados R$ 438 milhões. 

O novo ministro dos Transportes, Alderico Lima, terá como principal desafio, neste final de ano, a condução do processo de instalação das agências reguladoras e fiscalizadoras das concessões e do departamento que vai executar as obras do Governo Federal no setor. 

Assessoria de Comunicação Social 
Ministério dos Transportes 
Fonte: Ascom/MT

quinta-feira, 31 de maio de 2001

Ministro Eliseu Padilha faz palestra em seminário sobre desenvolvimento do Brasil


PMDB
Ministro Padilha
O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, estará nesta sexta-feira (01/06/2001) em Ribeirão Preto (SP), para participar do Seminário Caminhos do Desenvolvimento - Avança Brasil, promovido pela Associação Brasileira de Municípios em parceria com o Governo Federal.

Além de Padilha, estarão presentes no evento os ministros das Comunicações, Pimenta da Veiga, da Saúde, José Serra, da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Andrea Matarazzo, do Gabinete da Segurança Institucional da Presidência da República, General Alberto Cardoso, além de prefeitos, vereadores, dirigentes municipais e empresários. 

Eliseu Padilha faz palestra O encontro acontece no Auditório do Hotel JP, na avenida Anhanguera Km 308, a partir das 9 horas e tem como principal objetivo discutir políticas de desenvolvimento para o país e aproximar os municípios das ações do Governo Federal. A geração de energia a partir de fontes alternativas também estará na pauta do dia. 

A série de Seminários Caminhos do Desenvolvimento - Avança Brasil está sendo realizada desde o ano passado nos estados de São Paulo, Bahia, Espírito Santo e Goiás. 

Assessoria de Comunicação Social
Ministério dos Transportes 
Fonte: Ascom/MT - Welva Borges

terça-feira, 17 de abril de 2001

Ministro Padilha - Investimentos em ferrovias superam R$ 2 bilhões



Ministro dos Transportes Eliseu Padilha

O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, afirmou hoje (17/04/2001) que os investimentos no sistema ferroviário já superam R$ 2 bilhões desde o início da privatização, entre 1996 e 2000. Segundo ele, o setor tem tido expansão contínua nos últimos anos: cresceu 12,8% em 98; 15% em 99 e 18% em 2000. 

"A expectativa para este ano é que a ferrovia tenha crescimento de 20% em relação a 2000", declarou. De acordo com Eliseu Padilha, o governo federal vai investir em projetos ferroviários em 2001. Segundo ele, a modernização da ferrovia no País é vital para a multimodalidade, isto é, a integração entre os diversos sistemas de transporte. 

Eliseu Padilha visitou esta manhã as obras de duplicação da Rodovia dos Imigrantes, em São Paulo. De acordo com o ministro, a ferrovia Transnordestina, que ligará os Estados de Pernambuco e Ceará, receberá R$ 470 milhões em recursos públicos. Deste total, R$ 120 milhões caberão ao governo de Pernambuco e o restante, à União. O governo também investirá na Ferrovia Norte Sul, que ligará o Maranhão a Goiás. 

Atualmente, apenas um trecho desta via está pronto, entre as cidades maranhenses de Estreito e Açailândia. Segundo Padilha, o transporte ferroviário de passageiros também terá aportes do governo. "Os investimentos previstos nos metrôs das capitais do País somam R$ 500 milhões este ano", afirmou. 

Fonte: Transportes.gov

sexta-feira, 1 de outubro de 1999

O fenômeno Eliseu Padilha - Política de resultados


Ex-prefeito de uma cidade de segunda grandeza mo Litoral Norte, o ministro Eliseu Padilha é um verdadeiro fenômeno político pela projeção nacional que conquistou em apenas quatro anos. Chegou a Brasília, como Deputado Federal, depois de deixar a Secretaria do Trabalho no 13 mês do Governo Britto, desgastado com o Palácio Piratini. Em menos de um ano dominava com maestria as regras do jogo num Plenário com 513 deputados, tornando-se um dos homens mais poderosos no cenário político brasileiro. Na semana que passou, FH lançou mão de sua destreza na operação abafa CPI, uma comissão que jogaria o governo num mar de lama. Mais uma vez brilhou a estrela do Ministro.






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quinta-feira, 22 de maio de 1997

Memória: Deputado federal Eliseu Padilha é empossado Ministro dos Transportes

Ministro Eliseu Padilha e Presidente Fernando Henrique
Em 22 de maio de 1997, o deputado federal Eliseu Padilha foi empossado Ministro dos Transportes no Governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso. Permaneceu frente à pasta quase cinco anos (até 16 de novembro de 2001), na qual realizou uma verdadeira revolução no setor de transportes do Brasil.

No Rio Grande do Sul, Padilha projetou e efetivou as maiores obras do setor de transportes no estado, importantes para a economia, para a segurança e para o meio ambiente. Expandiu o metrô de Sapucaia para São Leopoldo e projetou a extensão dos trilhos até Novo Hamburgo, bem como a Linha 2 nos trechos Sarandi-Mercado-Azenha. Investiu R$ 230 milhões no sistema de trens urbanos da região metropolitana de Porto Alegre. Com a expansão da Linha 1, o metrô gaúcho aumentou o transporte de passageiros em 31% e as tarifas ficaram quatro anos sem sofrer aumento.

Além disso, recuperou os molhes do Porto de Rio Grande e executou 25% da obra de ampliação, com investimentos que somaram R$ 395 milhões. O porto riograndino foi transformado em porto concentrador e distribuidor de cargas (hub port), sendo hoje o principal porto do Mercosul. A movimentação de contêineres cresceu mais de 250% entre 1995 e 2002. Além disso, o então ministro implantou a Hidrovia do Mercosul, com a dragagem e sinalização da Lagoa Mirim e a modernização dos Portos de Estrela, Pelotas e Porto Alegre, criando, assim, uma grande via navegável entre o sul do país e o Uruguai.

Importantes trechos da malha rodoviária federal no Rio Grande do Sul foram pavimentados ou duplicados por Eliseu Padilha. Foi duplicado o trecho de 60,1 quilômetros da BR-386, conhecida como "Tabaí-Canoas" ou "Estrada da Produção", investimento que custou R$ 67,8 milhões ao Governo Federal. A duplicação da BR-101 entre Palhoça (SC) e Osório (RS) foi licenciada e licitada, e os recursos foram garantidos por meio de financiamento internacional. Esse trecho soma-se à duplicação da BR-290 de Guaíba até Pântano Grande e da BR-116 de Guaíba a Pelotas, para completarem a Rodovia do Mercosul, obra que facilita o transporte e aumenta as exportações brasileiras para a Argentina e o Uruguai.

Eliseu Padilha construiu a Rodovia da Maçã (BR-295) entre Vacaria e a BR-101 (SC) Transformou a "Estrada do Inferno" em “Estrada da Esperança”, com a pavimentação da BR-101 entre Mostardas e São José do Norte. E, ainda, pavimentou a BR-392 entre Cerro Largo e Porto Xavier, na região das Missões, noroeste do estado. O então ministro dos Transportes também projetou a Via Expressa, um conjunto de 21 obras na BR-116 entre Porto Alegre e Estância Velha, com investimentos de R$ 63,5 milhões em viadutos, passarelas e pistas laterais.


Crédito das fotos: Arquivo Ministério dos Transportes

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