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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Ministro Padilha delega à AGERGS a fiscalização do Polo de Pelotas


Ministro Eliseu Padilha
Ministro Eliseu Padilha
Na tarde de ontem, o ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, assinou o convênio de delegação que repassa, à Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do sul - AGERGS, a atribuição de regular o Polo Rodoviário de Pelotas. Conforme destacou o conselheiro-presidente Romildo Bolzan, tratou-se da visita de um ministro de Estado a Agência, "o que é um fato histórico e uma reafirmação da importância política e institucional da AGERGS".

O Polo Rodoviário de Pelotas abrange hoje seis trechos rodoviários, totalizando 623 quilômetros, onde  funcionam três praças de pedágio. Duas novas praças deverão entrar em operação, segundo a concessionária ECOSUL.

A atividade regulatória da AGERGS consiste, basicamente, da fiscalização das condições das estradas e dos serviços nelas prestados pelas concessionárias, observando-se as cláusulas contratuais. Conforme Padilha, em caso de irregularidades, cabe à Agência notificar e exigir a correção dos problemas, como cientificar o poder concedente a respeito. 

Fonte: Jornal Agora 22/06/2001

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Ministro Eliseu Padilha fazendo renascer das cinzas as nossas estradas

Ministro Eliseu Padilha fazendo renascer das cinzas as nossas estradas
Ministro Padilha
Para além dos prédios da Esplanada dos Ministérios, um homem se destaca junto ao poder do Palácio do Planalto. É o gaúcho da cidade de Canela - região serrana do Rio Grande do Sul, local de forte turismo - o habilidoso e reservado ministro Eliseu Padilha, de 53 anos de idade, Capricórnio do dia 23 de dezembro, que ocupa o Ministério dos Transportes. 

Hoje é um dos homens mais ouvidos pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, um articulador de mão cheia, sempre ávido em resolver com descrição problemas políticos do governo, principalmente junto ao PMDB, seu partido. 

Formou-se em Direito (pós-graduado em Direito-Político pela Unisinos-RS) e estudou Filosofia na Universidade Católica de Porto Alegre. Foi prefeito, deputado federal, secretário do estado e agora ministro. Sua ascensão foi meteórica e desponta hoje como um dos mais fortes homens do governo, pela sua capacidade, habilidade, competência, cultura e confiança.

Matéria completa Revista FOCO:

   

Veja em outros formatos: 


http://pt.calameo.com/read/001524378b1c77f280d97        http://pt.scribd.com/doc/183841806/Ministro-Eliseu-Padilha-Fazendo-Renascer-Das-Cinzas-as-Nossas-Estradas        http://www.slideshare.net/eliseupadilha/ministro-eliseu-padilha-fazendo-renascer-das-cinzas-as-nossas-estradas



quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Projetos e obras de Eliseu Padilha somam investimentos de R$ 2,3 bilhões nas rodovias

BR 101 km 99 Osório - Vice Governador Vicente Bogo e Ministro Padilha
As principais obras concluídas e os projetos licitados e iniciados por Eliseu Padilha, nas rodovias do Rio Grande do Sul, somam investimentos superiores a R$ 2,3 bilhões. Durante sua gestão no Ministério dos Transportes, Padilha investiu em duplicação, adequação e restauração de 1.130 quilômetros de rodovias no estado. 

As obras incluem construções de viadutos, travessias urbanas, trevos e passarelas que favorecem o trânsito e promovem a segurança de motoristas e pedestres.

 Os maiores investimentos foram destinados ao Corredor do Mercosul. A obra mais cara é a duplicação da BR-101, no trecho entre a divisa RS-SC e Osório, estimada em R$ 1 bilhão, em valores atuais. 

Padilha trabalhou incansavelmente para garantir a duplicação da BR-101 sul e venceu todas as etapas de um complicado processo de licenciamento e licitação internacional. O financiamento junto ao BID foi aprovado pelo Conselho de Financiamentos Externos do Governo Federal, o licenciamento ambiental foi concedido pelo Ibama e o processo de licitação foi considerado válido pelo Supremo Tribunal Federal. 

Tudo sob o comando do então ministro dos Transportes, Eliseu Padilha. A segunda obra mais cara foi a duplicação da BR-116 entre Guaíba e Pelotas. Trata-se de uma ligação com a Rodovia do Mercosul, orçada em R$ 526 milhões. A adequação da BR-290, entre Porto Alegre e Uruguaiana, orçada em R$ 200 milhões, também faz parte do estratégico Corredor do Mercosul. 

Além disso, foi realizada a duplicação da BR-392, de Pelotas a Rio Grande, dando acesso ao Porto do Mercosul que também é obra do deputado Padilha. Esta mesma rodovia, a BR-392, teve um trecho pavimentado na Região das Missões, entre Cerro Largo e Porto Xavier. As obras rodoviárias de Eliseu Padilha beneficiam todo o estado. Na fronteira oeste, a BR-472 foi completamente restaurada, sendo reabilitada ao tráfego numa importante região exportadora do país, onde situa-se o maior porto seco do continente, em Uruguaiana. 

No nordeste do estado, foi construída a BR-285, a Rodovia da Maçã, e iniciado o trecho Barracão a Lagoa Vermelha da BR-472. No litoral gaúcho, Padilha transformou a estrada do inferno na Rodovia da Esperança, com a construção da BR-101 entre Mostardas e São José do Norte. Obra licitada e iniciada tem de ser concluída. 

Foi assim que Padilha garantiu a realização de várias obras rodoviárias para o Rio Grande do Sul. O que não foi possível construir no período em que esteve à frente do MT, Padilha licitou e garantiu recursos no orçamento federal. 

No PPA 2000/2003, foram inseridos recursos superiores a R$ 47 milhões, destinados aos projetos de construção das rodovias BR-153, de Erechim a Passo Fundo, BR-158, de Santa Maria a Rosário do Sul, e BR-468, de Três Passos a Porto Soberbo. O PPA prevê ainda os recursos para continuação das obras iniciadas antes do ano 2000. 




quinta-feira, 29 de julho de 2010

Vale Pedágio beneficiou 800 mil caminhoneiros

Ministro Eliseu Padilha beneficia caminhoneiros
com cartão Visa Vale-Pedágio
Trecho do jornal Correio do Povo 29/07/2010 

Há exatos dez anos e um mês, a Medida Provisória n 2025-3, de 29 de junho de 2000, instituiu o Vale Pedágio, determinando que os donos das cargas e os embarcadores se responsabilizassem pelo pagamento da tarifa de pedágio e o fornecimento do comprovante aos condutores. Foram beneficiados 800 mil caminhoneiros. 

O dispositivo legal teve sua fiscalização normatizada pela Portaria n 206 do Ministério dos Transportes, assinada pelo então ministro, deputado federal Eliseu Padilha. A conquista foi resultado das negociações do governo com a categoria.

Assessoria de Imprensa

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Ministro Padilha projetou R$1,9 bilhão de novos investimentos em transportes no Rio Grande do Sul

Ministro Eliseu Padilha projetou R$1,9 bilhão
de novos investimentos em transportes no Rio Grande do Sul
26/07/2010 - O Plano Plurianual (PPA) elaborado pelo Governo Federal, no período de 2000 a 2003, estabeleceu investimentos acima de R$ 1,9 bilhão apenas no setor de transportes do Rio Grande do Sul. O PPA é uma lei de iniciativa do Poder Executivo que estabelece as diretrizes, objetivos e metas da administração pública com programas de duração continuada. 

Titular da pasta dos Transportes, o então ministro Eliseu Padilha incluiu projetos ambiciosos para o desenvolvimento do Corredor do Mercosul, principalmente para os gaúchos. O estado do Rio Grande do Sul conta com uma malha rodoviária de 152.192 km, dos quais 5.360 km são federais, 9.577 km estaduais e 137.255 km municipais. 

Além dos investimentos já realizados no sistema de trens urbanos, na duplicação da Estrada da Produção (BR-386) e na pavimentação de rodovias como a Estrada do Interno (BR-101), Rodovia da Maçã (BR-285) e a BR-392 na Região das Missões, entre outras, Eliseu Padilha projetou grandes e importantes obras para os gaúchos. Entre os principais projetos, destacam-se a duplicação da BR-101 até Osório, o programa Via Expressa com a duplicação da BR-116 entre Pelotas e Porto Alegre, e a ampliação dos molhes no Porto do Rio Grande. 

Concessões e investimentos 

No Programa de Concessões de Rodovias Federais, foram delegadas ao estado do Rio Grande do sul 2.843 km de rodovias, sendo que 1.968 km foram concedidos à iniciativa privada. 

Em 04/03/97, foi assinado com a CONCEPA, o contrato de concessão da exploração da BR-290/RS, trecho Osório – Porto Alegre – Acesso a Guaíba, com extensão de 112,3 km. A empresa se responsabilizou pelo trecho por um período de 20 anos, período em que deverá investir um total de R$ 106 milhões na rodovia. 

A 2ª fase do projeto Rodovia do Mercosul, no “Programa Brasil em Ação” do Governo Federal, foi incluída a restauração e duplicação do trecho Florianópolis – Osório, com 400 km de extensão (300 km em Santa Catarina e 100 km do Rio Grande do Sul). A obra foi orçada em US$ 870 milhões, sendo US$ 322 milhões do BID, US$ 322 milhões do Eximbank e US$ 226 milhões da União. 

Conforme o projeto de engenharia e entendimentos com o BID e o EXIMBANK do Japão, para financiamento das obras, esse trecho passou a integrar o Programa de Concessões de Rodovias Federais e foi licitado em 2002. Os financiamentos internacionais foram negociados diretamente pelo então ministro Eliseu Padilha. 

Sob a ótica de importância estratégica do sistema de transportes do Estado para o Mercosul, ressalta-se a construção, sob regime de concessão privada, da Ponte São Borja - Santo Tomé (Argentina), que entrou em operação em dezembro de 1997, servindo como alternativa ao fluxo de cargas que passa na estação aduaneira de Uruguaiana. 

Revitalização e conservação 

 O Ministério dos Transportes implantou o “Programa de Revitalização dos Eixos Rodoviários” com o objetivo de revitalizar os principais eixos rodoviários da Malha Federal, sob jurisdição do Governo Federal, responsáveis pelos maiores fluxos de carga e passageiros no país. O valor destinado ao programa nacional, em 1999, foi de R$ 42 milhões, para uma malha com 15.771 km de extensão. No Rio Grande do Sul, a prioridade foi a BR-101, no trecho conhecido como Estrada do Inferno. 

No “Programa de Conservação Rotineira”, somente no ano de 1999, o Ministério dos Transportes aplicou R$ 1,3 milhão em contratos de conservação e R$ 7,2 milhões em contratos restauração. Naquele ano, foi projetado o “Programa Integrado de Recuperação e Conservação da Rede de Rodovias Federais - CREMA”. 

Este programa foi iniciado com contratos, por um período de 5 anos, de serviços de recuperação e manutenção em um conjunto de trechos de rodovias federais. No estado do Rio Grande do Sul, a 1ª etapa do Crema foi nos trechos da BR-290 - entr. BR-473 ao entr. BR-293, com 312 km de extensão, e da BR-285 - entr. BR-392 ao entr. BR-287, com 180 km de extensão. 

 Eurico Batista 
(Assessoria de Imprensa)

domingo, 20 de junho de 2010

Eliseu Padilha pavimenta a ex-estrada do Inferno e cria opção de acesso ao Porto

Eliseu Padilha pavimenta a ex-estrada do Inferno
A pavimentação dos 128 quilômetros da BR-101, entre os municípios de Tavares e São José do Norte, teve cerca de 70% das obras concluídas à época em que o deputado federal Eliseu Padilha foi ministro dos Transportes. 
A obra foi dividida em três lotes. O primeiro, entre Tavares e Bojuru, com 49,37 quilômetros ficou praticamente concluído. Na outra ponta da rodovia, entre Estreito e São José do Norte, são 40 quilômetros de extensão, que também foram pavimentados. As poucas obras que faltavam, somadas ao trecho de 38,15 quilômetros entre Bojuru e Estreito, correspondiam a cerca de 40 quilômetros.
A pavimentação da BR-101 até São José do Norte era um sonho antigo dessa região, que por muitos anos sofreu com as dificuldades de transportes. A população contava apenas com uma velha rodovia que ficou conhecida como "estrada do inferno", devido aos atoleiros e trechos esburacados. 
Padilha atendeu a reivindicação e realizou a obra que facilitou a mobilidade numa região de grande importância econômica para o Estado. A BR-101 passa por vários municípios de ótima produção agropecuária, sendo também uma opção de acesso ao Porto do Rio Grande e pontos turísticos do litoral sul.
A obra foi orçada em R$ 128 milhões. Em janeiro de 2003, seriam necessários apenas R$ 25 milhões para concluir a estrada, mas, embora houvesse a previsão orçamentária de R$ 11,9 milhões, o novo governo decidiu paralisar a obra. 
O deputado Padilha se uniu às lideranças políticas e empresariais dos municípios da região sul e exigiu a conclusão da rodovia. “Fizemos o maior esfrorço para conseguir essa estrada de grande importância para o escoamento da produção de arroz e cebola e para o desenvolvimento econômico e turístico da região”, disse o deputado. 
Acesso ao porto
Em visita a São José do Norte, em 2001, o deputado Eliseu Padilha, à época ministro dos Transportes, assinou a Ordem de Serviço dos estudos técnicos para a construção da travessia da Lagoa dos Patos. Em complemento à BR-101, a obra cria uma nova alternativa de acesso ao Porto do Rio Grande. O estudo para a construção de um túnel ou ponte sobre o canal de Rio Grande custou R$ 149,5 mil. Para a ligação entre São José do Norte e Rio Grande, o orçamento federal de 2003 previa R$ 7,2 milhões.
A ligação a seco, interligando os municípios de São José do Norte e Rio Grande, representa uma alternativa de percurso para o escoamento da produção que sai do interior e de outros estados em direção ao Porto. Um alívio ao trânsito, pois todo o tráfego pesado direcionado aos terminais portuários passa, obrigatoriamente, pela região metropolitana de Porto Alegre e Pelotas. 
A conclusão da pavimentação da BR-101 absorveu parte do movimento de veículos da BR-116, que liga Porto Alegre a Pelotas.

Eurico Batista (Assessoria de Imprensa)

domingo, 6 de junho de 2010

Eliseu Padilha comandou a maior obra rodoviária do país

Eliseu Padilha comandou a maior obra rodoviária do país
O deputado federal Eliseu Padilha, que foi o ministro dos Transportes entre 1997 e 2001, comandou a maior obra de duplicação de rodovias do país, deixando concluídas as principais fases do empreendimento. 
Estratégico para o processo de integração regional, o Corredor Mercosul foi dotado de 1.650 quilômetros de vias duplicadas, obra que exigiu a adequação de vários trechos de rodovias, construção de pontes e viadutos e a construção do Rodoanel de São Paulo.
Com a duplicação das principais estradas do Sul e Sudeste, o Brasil construiu um importante corredor de exportação, interligando as rodovias das regiões de produção aos portos e ferrovias do centro-sul do país. A Rodovia do Mercosul tornou-se o principal eixo de ligação dessas regiões a partir de Belo Horizonte (MG), chegando ao Porto do Rio Grande e às fronteiras com o Uruguai e Argentina.
A obra gigantesca foi estimada em US$ 3,7 bilhões, com financiamento do BID e do banco japonês Eximbank. Padilha comandou todas as negociações internacionais e acompanhou os projetos desde a elaboração até a execução. Foram vencidas importantes questões ambientais e satisfeitas as exigências dos órgãos de financiamento internacional, com rigoroso padrão de construção e administração das rodovias.
A duplicação da rodovia Fernão Dias (BR-381) foi o ponto inicial da obra. A rodovia mineira tem 563,2 quilômetros ligando Belo Horizonte a São Paulo, custou aproximadamente US$ 1,2 bilhão. “É um dos principais eixos rodoviários da região Sudeste, atravessando grandes centros produtores e consumidores do Brasil”, explica Padilha.
O trecho oeste do Rodoanel de São Paulo, com 32 km de extensão, liga as rodovias Régis Bittencurt, Raposo Tavares, Castelo Branco, Anhanguera e Bandeirantes, desviando o tráfego pesado da capital paulista em direção ao porto de Santos e ao sul do país. No comando do Ministério dos Transportes, Padilha deixou 80% dessas obras concluídas, com previsão de término no segundo semestre de 2002.
A partir de São Paulo, a Rodovia do Mercosul é composta de duplicações que interligam a BR-116 e BR-376 com a BR-101, facilitando o acesso aos portos de Paranaguá (PR), São Francisco do Sul e Itajaí (SC), e Rio Grande (RS). O trecho de 739 km que passa por São Paulo, Curitiba e Florianópolis, pela Rodovia Régis Bittencourt (BR-116), e segue pela BR-376 e BR-101, envolve recursos da ordem de US$ 1,7 bilhão. Entre Florianópolis e Osório (RS), o trecho de 350 km foi orçado em US$ 870 milhões.

Eurico Batista (Assessoria de Imprensa)

sexta-feira, 16 de novembro de 2001

Gratidão de FHC

Fernando Henrique Cardoso e Eliseu Padilha

O presidente Fernando Henrique Cardoso pelo menos foi honesto ao fazer a saudação ao ex-ministro Eliseu Padilha, dos Transportes. Ele agradeceu a Padilha por ter sido, na prática, o maior masoquista do governo, já que sua Pasta foi a que mais cortes sofreu com a tesoura afiada da equipe econômica. 


A gratidão de FHC é porque, apesar de tudo, Padilha nunca reclamou publicamente da redução de investimentos. Quem reclama mesmo são os motoristas, obrigados a viajar em estradas em petição de miséria.




Fonte: Estado de Minas de 16/11/2001

segunda-feira, 12 de novembro de 2001

Eliseu Padilha aplicou R$ 10,2 bilhões em obras

Ministro Padilha, 10 bilhões em obras no Brasil 
O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, que transmitiu o cargo nesta manhã para Alderico Lima, está falando com jornalistas, neste momento, sobre as ações do Ministério nos 4 anos e 6 meses em que administrou o setor de transportes do Governo Federal. 

Em sua gestão, Padilha comandou a aplicação de R$ 10,2 bilhões em obras. Em rodovias foram aplicados R$ 6,5 bilhões. Ferrovias receberam R$ 425 milhões, enquanto que no modal hidroviário foram aplicados R$ 197 milhões.

A modernização dos portos consumiu R$ 1 bilhão e o projeto de expansão e implantação dos sistemas de trens urbanos, R$ 1, 6 bilhão, sendo R$ 215 milhões no sistema Trensurb (Porto Alegre). No setor de Marinha Mercante foram aplicados R$ 438 milhões. 

O novo ministro dos Transportes, Alderico Lima, terá como principal desafio, neste final de ano, a condução do processo de instalação das agências reguladoras e fiscalizadoras das concessões e do departamento que vai executar as obras do Governo Federal no setor. 

Assessoria de Comunicação Social 
Ministério dos Transportes 
Fonte: Ascom/MT

quarta-feira, 17 de outubro de 2001

Eliseu Padilha negocia com BID antecipação do início das obras da BR-101 Sul

Ministro Eliseu Padilha
O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, está neste momento (04/09/2001) reunido com técnicos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), negociando a antecipação do prazo de publicação do edital da obra de duplicação da BR-101 Sul. A proposta de Padilha é para que as obras sejam iniciadas o mais rápido possível. 

Atualmente, o edital de uma concorrência internacional deve ser publicado no Boletim "Development Business", processo que demora no mínimo 45 dias. O Ministro vai sugerir que a publicação seja feita em jornais internacionais de grande circulação, como o Financial Times, New York Times e outros, conforme decisão do BID. 

Esta medida reduziria o tempo em até 40 dias e teria o mesmo efeito de divulgação do edital. Outra medida defendida por Padilha é antecipar a visita da missão do BID ao Brasil, inicialmente agendada para o dia 17 de outubro. 

Esta inspeção é necessária para a abertura do processo de licitação. Além disto, o Ministro vai comunicar algumas medidas que o Ministério dos Transportes vai adotar para fazer com que o prazo total da licitação, que costuma ser de cinco a seis meses, seja reduzido em 60 dias. 

Assessoria de Comunicação Social 
Ministério dos Transportes 
Fonte: Ascom/MT

segunda-feira, 1 de outubro de 2001

Eliseu Padilha alerta motoristas em A Voz do Brasil da Radiobrás

Padilha Ministro
Ministro Eliseu Padilha alerta motoristas sobre direção e álcool
O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, gravou para A Voz do Brasil desta segunda-feira (01/10/2001), mensagem dirigida aos motoristas, alertando sobre os perigos de se dirigir embriagado. 

Neste mês de outubro, são comuns em todo o país as festas inspiradas na OctoberFest de Santa Catarina. O ministro Padilha entende que as pessoas que participam destes eventos precisam ter cuidado para não misturar direção e álcool. 

A mensagem será transmitida pela Radiobrás, no programa A Voz do Brasil, às 19 horas de hoje. A mensagem do ministro Padilha é a seguinte: "Direção e álcool definitivamente não combinam. Repito isso, mais uma vez, porque neste mês de outubro muitas cidades brasileiras realizam festas que atraem milhares de pessoas, que bebem durante dias. 

Algumas das famosas são em Santa Catarina; como a OctoberFest e a Fenarreco. Mas eu não estou aqui para estragar a festa de ninguém. Quero apenas alertar para o risco de dirigir embriagado. 70% dos acidentes provocados por ingestão de álcool matam. 

O Ministério dos Transportes tem feito campanhas de conscientização. A Amigo da Vez, que incentiva o motorista a sair acompanhado de amigos que ficam sem beber, já reduziu o número de acidentes em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Salvador e Recife. 

Divirta-se, mas se beber não dirija." Para acessar o áudio da mensagem do Ministro basta clicar no ícone A Voz do Brasil disponível na Agência Transportes Agora. 

Assessoria de Comunicação
Ministério dos Transportes 
Fonte: ASCOM - MT

sexta-feira, 14 de setembro de 2001

Ministro Eliseu Padilha inaugura Ponte sobre o Rio Taquari

Ministro Padilha inaugura Ponte sobre o Rio Taquari
O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, estará nesta sexta-feira (14/09/2001), às 16 horas, no município de Estrela (RS) para inaugurar a Ponte sobre o Rio Taquari, no quilômetro 348. Este é mais um trecho que integra a duplicação da BR-386, conhecida como "Tabaí-Canoas" , "Estrada da Produção", ou ainda "Rodovia Presidente Kennedy". 

Em agosto de 2000, o Ministro já havia liberado o tráfego no viaduto de acesso ao Pólo Petroquímico de Triunfo (ago/2000). Com a inauguração, a travessia sobre o Rio Taquari, entre Estrela e Lajeado, terá duas pontes, atendendo os dois sentidos de trânsito na BR-386. 

A primeira foi inaugurada em 1995 em substituição a uma antiga travessia - que apresentava problemas na estrutura e teve de ser demolida. Esta que o ministro Padilha entrega na próxima sexta-feira, foi iniciada em 30 de maio de 1998 e representa um investimento de R$ 8 milhões. A construção de duas estruturas era necessária para dar continuidade à duplicação da BR-386 que está em pleno andamento. 

Caso contrário, o motorista que utiliza a Tabaí-Canoas faria todo o trajeto em pista dupla e encontraria um gargalo no trânsito de um dos pontos de maior movimento da "Estrada da Produção". Além da ponte, também estão sendo construídas duas passarelas para pedestres: uma em Lajeado e outra em Estrela, obras justificadas pelo grande número de acidentes e atropelamentos que ocorrem no trecho que liga as duas cidades vizinhas, onde o fluxo de veículos chega a 20 mil por dia. 

Os números e outras informações: 

*Início: maio de 1998 
*Término: setembro de 2001 
*1ª etapa - implosão da ponte antiga: 1998 
*2ª etapa - início da reconstrução: 1999 
*Extensão da ponte: 262 metros 
*Empregos gerados durante a obra (1998 a 2001): 120 diretos. 
*Investimento do Governo Federal: R$ 8 milhões (incluindo as passarelas) *Investimento por ano: - 1998 - R$ 2,60 milhões - 1999 - R$ 1,74 milhões - 2000 - R$ 2,64 milhões - 2001 - R$ 1,32 milhão (até 31/07/2001) - 2001 - serão investidos mais R$ 720 mil para a conclusão das passarelas. 
*Construtora: M Martins Engenharia e Comércio Ltda. 
*Jurisdição: 10º Distrito Rodoviário Federal do DNER. 

A história da ponte 

A ponte sobre o Rio Taquari representa um dos pontos mais importantes da malha rodoviária federal do Rio Grande do Sul, pois, através da BR-386/RS - conhecida como Estrada da Produção - é escoada grande parte da produção agropecuária (especialmente de grãos) proveniente do Norte do Estado e com destino ao Centro/Sul, com destaque para as cargas que têm como destino o Porto de Rio Grande. 

A primeira ponte foi construída entre as décadas de 60 e 70, durante a implantação da rodovia. A BR-386/RS foi batizada como Rodovia Presidente Kennedy, devido ao fato do projeto final de engenharia e sua execução haver sido acompanhada por técnicos norte-americanos. Naquele período a rodovia se encontrava sob a jurisdição do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (DAER). 

Ao longo do tempo, especialmente devido às chuvas e aos problemas estruturais de construção constatados, ocorreram várias interrupções de tráfego sobre a ponte que obrigavam veículos leves e pesados a utilizarem balsas para a transposição do rio, enquanto passageiros de ônibus viam-se forçados a cruzar a pé a ponte interditada. 

Este problema, agora, está resolvido com a liberação das duas pontes paralelas que ligam Porto Alegre ao interior, uma para cada sentido do trânsito da rodovia. 

A ponte e a duplicação da BR-386/RS 

A obra é importante porque duplica a capacidade de tráfego da rodovia BR-386/RS. O movimento é de aproximadamente 20 mil veículos/dia (média anual). Esta demanda, atualmente é atendida por uma única ponte que conta com uma pista de tráfego em cada sentido. Porém, a ponte não teve tratamento isolado por parte do Ministério dos Transportes. 

Na verdade, ela faz parte do contexto da restauração e ampliação de capacidade da BR-386/RS entre Tabaí (no entroncamento da rodovia, com a RST-287) e Canoas (no entroncamento da rodovia, com a BR-116) - trecho que tem sua conclusão prevista para o final deste ano. Além das passarelas para pedestres em Estrela e Lajeado (que já foram iniciadas e serão concluídas, também em 2001), está previsto o lançamento do edital para a duplicação do trecho entre Estrela e Tabaí. 

A ponte e o Porto de Estrela 

Localizado na mesma região, o porto fluvial de Estrela possibilita aos produtores do Vale do Taquari, a utilização da rodovia e da hidrovia para o transporte de cargas. Visando à intermodalidade e ampliando a utilização das hidrovias no Rio Grande do Sul, o Ministério dos Transportes investiu R$ 250 mil para a mudança da concepção do Porto de Estrela. Desde sua inauguração, em novembro de 1977, as instalações portuárias se limitavam ao transporte de grãos. 

Em setembro de 1998, com a transferência e manutenção de equipamentos do Porto de Santos (Codesp), o Porto de Estrela passou a estar em condições técnicas de movimentar contêineres e, atendendo às reivindicações do empresariado local, foi obtido o alfandegamento do porto, no final de 1999. 

O próximo passo será a reabertura da hidrovia da Lagoa Mirim, na Zona Sul do Estado, que permitirá o acesso desde Santa Vitória do Palmar, passando pelo Canal do São Gonçalo, Lagoa dos Patos, rio Guaíba, até o Rio Taquari, chegando ao Porto de Estrela e somando 650 quilômetros de hidrovias navegáveis. 

Na extremidade sul - em Santa Vitória do Palmar, será possível o transporte de cargas para o Uruguai - via rodoviária. E, a partir do Porto de Estrela, por ferrovia ou pela BR-386/RS (passando pela ponte sobre o rio Taquari), será possível transportar cargas em direção aos estados de Santa Catarina, Paraná e São Paulo. 

Consolidadas estas ações, que vão integrar rodovias, hidrovias, portos e ferrovias, teremos um Corredor Multimodalque ligará Montevidéu a São Paulo. Neste corredor, os municípios de Estrela e Lajeado ocupam lugar de destaque, pois, a mudança de concepção do porto associada à conclusão da ponte sobre o rio Taquari, qualifica o modal rodoviário para absorver as demandas do transporte de cargas, especialmente de grãos e de calcário - este último com jazidas potenciais, na região de Santa Vitória do Palmar. 

Assessoria de Comunicação Social 
Ministério dos Transportes 
Fonte: Ascom/MT 

terça-feira, 24 de abril de 2001

Ministério dos transportes investirá R$ 12,4 em melhorias na BR-116 em Santa Catarina

Ministro dos Transportes Eliseu Padilha
A BR-116, principal rodovia federal que corta o Planalto Serrano e o Norte de Santa Catarina, receberá R$ 12,4 milhões para sua restauração. O anúncio do investimento em obras de recuperação das estradas federais no Estado foi feito pelo ministro dos Transportes, Eliseu Padilha. (24/04/2001)

Segundo o engenheiro chefe do Departamento Nacional de Estradas e Rodagem (DNER) em Santa Catarina, Roberto Ribas, o asfalto da BR-116 será substituído, principalmente nos trechos : Lages - divisa com o Rio Grande do Sul e Mafra - divisa com o Paraná. 

As BRs 282, 158 e 163 também serão restauradas. Nestas rodovias, a substituição da camada asfáltica acontecerá apenas nos trechos mais críticos. Na 282 entre Pinhalzinho e São Miguel do Oeste. No segmento Iraí -entroncamento com a BR-282, na rodovia 158 e, finalmente, a BR-163, no trecho São Miguel do Oeste e Dionísio Cerqueira. 

O trabalhos nas pistas e na sinalização das BRs 282, 163 e 158, no Oeste e Extremo-Oeste catarinense exigirão recursos de R$ 1,6 milhão. As obras começam em 15 dias, na BR-282, e em 90 dias na BR-116. 

Assessoria de Comunicação Social 
Ministério dos Transportes 
Fonte: AscomDNER/SC - Breno Maestri 

segunda-feira, 19 de março de 2001

Viagem mais segura

Ministro dos Transportes Eliseu Lemos Padilha
Até o segundo semestre deste ano, a Rodoferroviária de Brasília estará de cara nova. São planejadas duas reformas (uma já em andamento) no terminal para melhorar o atendimento ao público. Dentre as melhorias, está a mudança nas áreas de embarque e desembarque, que deixam de ter acesso livre aos acompanhantes dos passageiros. 

O ingresso será restrito aos viajantes, que passarão por detectores de metais antes de embarcar e terão as bagagens monitoradas por equipamentos de raio-X. A idéia é impedir que assaltantes embarquem e assaltem os ônibus no meio da viagem, além de evitar o tráfico de armas. Há quatro meses o terminal rodoferroviário está em reforma (orçada em R$ 2,2 milhões). No entanto, o administrador do lugar, Marcelo Poli, admite que as melhorias não serão notadas pelos usuários. 

''Trata-se de uma reforma interna. O passageiro não percebe que trocamos toda a iluminação, todo o sistema elétrico e hidráulico'', justifica Poli, acrescentando que foram trocados ainda os sistemas anti-incêndio e de pára-raios, telhados, forros, além de estruturas condenadas pela Defesa Civil e Corpo de Bombeiros. Ou seja, trata-se de uma obra para que ninguém corra risco de vida ao freqüentar o terminal. 

A previsão é de que essa reforma termine em fevereiro. Mas logo em seguida começa outra. Desta vez, uma ''cirurgia plástica'' para mudar a cara do terminal. ''Essa é a principal reforma. Pedimos a construção da marquise em frente ao terminal, recuperação da calçamento externo e do piso interno e a colocação de rampas de deficientes físicos'', detalha Marcelo Poli. 

É no começo deste trabalho, nos próximos trinta ou sessenta dias, que o acesso às áreas de embarque e desembarque da Rodoferroviária, por onde passam diariamente 7 mil pessoas, será restrito. ''Vamos implantar roletas nestas áreas. A partir desta mudança, só entram os passageiros'', comenta Marcelo Poli. 

MODELO 

Os viajantes passarão ainda por detectores de metal. A administração da Rodoferroviária ainda não sabe se o equipamento será de mão (os chamados pica-paus) ou instalados em portas, como ocorre em bancos e repartições públicas. Mas o equipamento servirá para impedir o embarque de pessoas armadas que possam anunciar assaltos no meio da viagem - como ocorreu há dois meses, num ônibus da Real Expresso que seguia para Belo Horizonte (MG) e foi assaltado próximo a Luziânia (GO). Além disso, toda a bagagem dos passageiros passará por equipamentos de raio-X. 

Esta será a principal forma de fiscalizar o que é transportado pelos passageiros e evitar problemas como o tráfico de armas. A instalação destes equipamentos ocorre por determinação do Governo Federal, depois da assinatura de um convênio entre os ministérios do Transporte e da Justiça. A orientação é dotar os 5,5 mil terminais rodoviários do país, principalmente das capitais, de detectores de metais e aparelhos de raio-X. 

De acordo com o ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, a fiscalização das bagagens é deficiente, facilitando assaltos a ônibus interestaduais. 

De maio a dezembro de 2000, foram registrados 261 crimes deste tipo - 62 deles, praticados por assaltantes embarcados. Brasília, por ser a capital brasileira, será a primeira cidade a implantar as mudanças e servirá de modelo para os demais terminais. Tudo deve ficar pronto no começo do segundo semestre. A partir daí, o projeto será ampliado para os estados.

A revolução multimodal

Ministro Eliseu Padilha
(19/03/2001) Nos últimos 6 anos, a economia brasileira cresceu acompanhada por uma revolução no setor Transportes. A navegação de cabotagem ressurgiu e cresceu mais de 400%.

O mesmo ocorreu com o transporte hidroviário, especialmente de grãos e de carne. Um exemplo: a soja que descia do Chapadão dos Parecis (MT) por rodovia até Santos (SP), hoje vai a Porto Velho e é exportada através da hidrovia do Madeira, com uma redução no frete de 38,5 dólares por tonelada. 

O sistema ferroviário, que estava sucateado, foi transferido para o setor privado, cresceu em média 13% ao ano e atraiu R$ 2 bilhões em investimentos. A maioria dos portos já trabalham com preços competitivos internacionalmente, como Rio de Janeiro e Salvador, a menos de U$ 130 o conteiner. Esta revolução chama-se multimodalidade. Ela moderniza e viabiliza uma cadeia logística altamente competitiva. 

O Programa Avança Brasil contempla nove eixos regionais de integração. São corredores de transporte onde a multimodalidade está consagrada. Os investimentos para a integração entre os vários modais estão e continuarão sendo feitos. Há muito que trabalhar. Considerando a dimensão continental do Brasil, a malha rodoviária pavimentada ainda é pequena, não corresponde à necessidade. No Norte e Centro-Oeste há muitas rodovias ainda não implantadas ou sem pavimentação. 

A ferroviária é ainda mais deficitária. Considerando o tamanho e as condições geográficas, o Brasil poderia ter uma malha viária muito maior, seguramente o triplo do que tem hoje. Seria conveniente. Requer, porém, investimentos de muitos bilhões de dólares, que não poderiam ser feitos de uma hora para outra. 

Estamos buscando a parceria do setor privado no sistema ferroviário e estamos tendo construções, como a Ferronorte, que estará chegando em Rondonópolis (MT) em 2001, com conexão direta até o Porto de Santos. Isso significa que as lavouras do Centro-Oeste estarão linkadas, via ferrovia e porto, com a exportação. E o Governo Federal, por meio da Valec, está construindo a Norte-Sul, ferrovia que brevemente será privatizada, com alta atratividade, considerando seu trajeto e a região onde está sendo implantada. A Norte-Sul está quase pronta no Maranhão, está descendo pelo Tocantins e logo abrirá uma frente de trabalho em Goiás. 

Há ainda a construção da Transnordestina, que se interligará com a Hidrovia do São Francisco, com o Porto de Suape (PE) e tornará viável a malha ferroviária do Nordeste. 

Assim, se considerarmos as circunstâncias do País, temos uma malha ainda deficitária, mas é certo que está havendo a integração. A multimodalidade é uma realidade e as deficiências serão supridas na medida em que tenhamos maior participação do setor privado. O setor público vai continuar no sistema rodoviário, nas malhas de expansão, onde o interesse estratégico é maior, caso do Norte, Centro-Oeste e parte do Nordeste. Especificamente para as regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste, tomamos a decisão de não conceder rodovia mediante pedágio. 

Nestas regiões não haverá concessão pelo Governo Federal. As exceções: o programa do Governo do Estado da Bahia, que envolve uma rodovia federal entre Salvador e Feira de Santana; em Pernambuco, onde há um programa estadual que envolve rodovia federal entre Recife e Caruarú; e no Pará, a rodovia Belém-Castanhal, também no programa do Governo do Estado. 

Por parte do Governo Federal, só serão concedidas rodovias ao setor privado para fazer a conservação, o chamado Programa CREMA, mas não haverá cobrança de pedágio. Para receber o serviço de manutenção de pista e sinalização, as empresas deverão manter as rodovias com a mesma qualidade das rodovias pedagiadas.

*EliseuPadilha é ministro dos Transportes

segunda-feira, 23 de outubro de 2000

Obras em túnel estão adiantadas

Ministro Eliseu Padilha na Cerimônia de assinatura da ordem de serviço para 
obras de retificação e prolongamento do Molhe Sul da Barra do Porto de Laguna-SC
As obras do túnel do Morro do Boi (SC) estão adiantadas. A previsão extraoficial de técnicos que trabalham no local é que o túnel fique pronto antes do previsto pelo ministro dos Transportes, Eliseu Padilha. 

É bem possível que a obra esteja pronta já em meados de dezembro. Ontem, os operários da O.A.S., construtora responsável pelas obras, terminaram de colocar a última camada asfáltica. Com isso, todos os 1.008 metros do túnel entre Itapema e Balneário Camboriú já estão com a capa final de asfalto para rodagem de veículos. 

Hoje começam as instalações dos equipamentos contra-incêndio, as luminárias e os suportes dos ventiladores. Os operários também finalizam as obras nas entradas Sul e Norte e começam as injeções de contato. As injeções irão preencher os vazios entre rocha e placas de concreto. 

Além disso, falta terminar a subestação de controle e a drenagem superficial. Depois de pronto, o túnel deve passar por testes durante 10 dias. "Ainda é prematuro falar em conclusão da obra porque podemos gerar expectativas", afirma o engenheiro residente da Sotepa, empresa supervisora da obra, Wenceslau Diotallevy. 

Quando liberado, o túnel terá duas pistas de rodagem, acostamento e uma passarela para pedestres e ciclistas. Ao todo são 14,4 metros de largura e o sistema será monitorado por computador. A previsão de colocação da base granulada (pré-mistura a quente), por exemplo, deveria estar pronta em 15 de outubro. Ficou pronta dia 10. "Estamos conseguindo superar as metas", comenta Diotallevy. 

Os equipamentos do sistema de ventilação estão no porto de Itajaí esperando apenas o desembaraço alfandegário. O material foi importado da Espanha. Segundo o engenheiro Redaelli Macarini, projetista do túnel, esse sistema de ventilação é o mais moderno do mundo. "Esse modelo Espanhol é o melhor e está sendo usando atualmente nos túneis europeus", avisa.


sábado, 1 de julho de 2000

Revista O Empreiteiro - Mais 12 mil km serão concedidos até 2001

O novo modelo de concessões de rodovias e o Programa Brasileiro de Recuperação e Manutenção de Estradas (CREMA), já anunciadas pelo Ministério dos Transportes, devem entrar em operação ainda este ano.

O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, está otimista. A continuidade do programa de concessões de rodovias, com o repasse de mais 2.610 km de estradas, e a implantação do CREMA, que irá transeferir aproximadamente 25 mil km de estradas para a iniciativa privada, são, para ele, a prova de que o governo está no caminho certo.

Em palestra apresentada em seminário organizado pela Agência para Promoção  Internacional das Tecnologias e das Empresas Francesas, a embaixada da França no Brasil e o Ministério das Obras Públicas, dos Transportes e da Habitação da França, realizado em São Paulo em junho, Eliseu Padilha anunciou que a malha rodoviária federal deve passar dos atuais dos atuais 70.748 km (55.905 km pavimentados e 14,748 km sem pavimento) para 90 mil km nos próximos anos.

O Empreiteiro Julho/2000
Revista Brasileira de Construção, Infra-estrutura & Concessões

      
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