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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Ministro Eliseu Padilha fazendo renascer das cinzas as nossas estradas

Ministro Eliseu Padilha fazendo renascer das cinzas as nossas estradas
Ministro Padilha
Para além dos prédios da Esplanada dos Ministérios, um homem se destaca junto ao poder do Palácio do Planalto. É o gaúcho da cidade de Canela - região serrana do Rio Grande do Sul, local de forte turismo - o habilidoso e reservado ministro Eliseu Padilha, de 53 anos de idade, Capricórnio do dia 23 de dezembro, que ocupa o Ministério dos Transportes. 

Hoje é um dos homens mais ouvidos pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, um articulador de mão cheia, sempre ávido em resolver com descrição problemas políticos do governo, principalmente junto ao PMDB, seu partido. 

Formou-se em Direito (pós-graduado em Direito-Político pela Unisinos-RS) e estudou Filosofia na Universidade Católica de Porto Alegre. Foi prefeito, deputado federal, secretário do estado e agora ministro. Sua ascensão foi meteórica e desponta hoje como um dos mais fortes homens do governo, pela sua capacidade, habilidade, competência, cultura e confiança.

Matéria completa Revista FOCO:

   

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http://pt.calameo.com/read/001524378b1c77f280d97        http://pt.scribd.com/doc/183841806/Ministro-Eliseu-Padilha-Fazendo-Renascer-Das-Cinzas-as-Nossas-Estradas        http://www.slideshare.net/eliseupadilha/ministro-eliseu-padilha-fazendo-renascer-das-cinzas-as-nossas-estradas



terça-feira, 5 de novembro de 2013

Ministro Eliseu Padilha entrevista concedida à Revista Guinness

Ministro Padilha
Em entrevista concedida à Revista Guinness, o Ministro Eliseu Padilha explicou que a matriz transporte é fundamental em qualquer parte do mundo, e que o Brasil, após o governo Fernando Henrique, vem se modernizando, principalmente nesta área, e que para fechar sua gestão, com chave de ouro, só falta avançar um pouco mais no transporte hidroviário.

"Estamos caminhando no rumo certo. O mundo está caminhando de forma globalizada, a matriz transporte é fundamental em qualquer parte do mundo. A competitividade é assegurada quando se tem uma matriz transporte eficiente, e é nesse sentido que estamos caminhando. Não há possibilidade de aplicação de uma logística competitiva se nós não tivermos a matriz transportes perfeitamente competitiva." Este é o pensamento do ministro Eliseu Padilha, que sob sua gestão está colocando o transporte nacional em nível de primeiro mundo.


Entrevista completa:
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http://www.slideshare.net/eliseupadilha/eliseu-padilha-ministro-transportes-revista-guinnesss           http://pt.scribd.com/doc/181718891/Eliseu-Padilha-Ministro-Transportes-Revista-Guinnesss-pdf          http://pt.calameo.com/read/00152437806ca1a35dee6

segunda-feira, 2 de julho de 2012

A marca do Ministro Eliseu Padilha na TRENSURB

Trensurb Ministro Transportes Eliseu Padilha
1997 Ministro Eliseu Padilha
No período de 1997 a 2001, o Ministro dos Transportes Eliseu Padilha, investiu R$ 230 milhões para a melhoria e expansão do metrô na região metropolitana de Porto Alegre.

O metrô foi ampliado, modernizado e integrado às linhas de ônibus da região. Com as obras realizadas por Padilha, o transporte metroviário cresceu 31% e a tarifa unitária ficou sem aumento durante quatro anos. Padilha investiu no metrô por ser o meio de transporte mais seguro, mais barato, rápido e não poluente. Desafoga o trânsito, reduz acidentes e aumenta a capacidade de mobilização urbana.

Confira as obras que Eliseu Padilha realizou no metrô:

- Construção da Estação Unisinos: inaugurada em dezembro de 1997, proporcionou o aumento de 20% na quantidade de passageiros transportados pela TRENSURB.

- Construção da Estação São Leopoldo: desafogou o tráfego de ônibus na BR-116 e beneficiou cerca de 20 mil usuários por dia. Construída em alta tecnologia, opera com baixa vibração e diminui a trepidação e os ruídos dos trens, aumentando o conforto dos passageiros. Foi inaugurada em novembro de 2000.

- Expansão dos trilhos em superfície – 4,6 km entre Sapucaia e Unisinos.

- Expansão dos trilhos em elevada – 2,5 km entre Unisinos e São Leopoldo. A TRENSURB passou a operar com 25 trens, 17 estações e um total de 33,8 quilômetros de via, transportando até 170 mil passageiros por dia.

- Museu do Trem: a mais antiga estação ferroviária do Estado foi restaurada e reaberta em 31 de agosto de 2000, criando um elo entre o passado e o futuro. O Museu conta com mais de 200 peças que fazem parte da história ferroviária do país.

- Áreas de esporte e lazer sob a elevada: o projeto de urbanização entre as estações Unisinos e São Leopoldo Centro proporcionou uma importante área de esporte e lazer à comunidade. São quadras poliesportivas, ciclovia, pistas, praças infantis, bebedouros, e estacionamentos públicos.

- Modernização das estações: As estações existentes de Porto Alegre a Sapucaia do Sul foram modernizadas. As obras facilitaram os acessos e aumentaram o conforto dos usuários do metrô.

- Modernização do sistema: além de sistemas de comunicação, segurança e controle das composições, foram implantados os sistemas eletrônicos de controle de passageiros nas 17 estações e substituição do bilhete por cartão eletrônico. Tudo isso agilizou o transporte, reduziu filas e aumentou a segurança do passageiro.

- Projeto e licitação da expansão até Novo Hamburgo: a construção da linha Estação Central que liga São Leopoldo a Novo Hamburgo contava com R$ 25,9 milhões em recursos previstos no Orçamento da União. O projeto incluiu 9,3 km de linhas suspensas, a construção de mais uma estação em São Leopoldo (Rio dos Sinos), além das estações da Liberdade, Fenac-Industrial e o terminal de Novo Hamburgo. Com a expansão, o metrô chegará a cerca de 30 mil novos usuários.

- Duplicação da Avenida Unisinos – da Avenida Getúlio Vargas (BR-116) até a Avenida Mauá, junto à estação da TRENSURB. A via se transformou no principal acesso à Universidade do Vale dos Sinos. A pista dupla, com canteiro central e rótula sinalizada, também dá acesso a várias unidades do Exército e ao município de São Leopoldo.

- Abertura e pavimentação da Avenida Mauá: esta nova ligação entre Sapucaia e São Leopoldo foi construída em agosto de 2001.  Com 3,7 km de extensão, a obra possibilitou a ligação direta do município de Canoas (desde a Refinaria Alberto Pasqualini da Petrobrás) a São Leopoldo, passando pelo centro de Esteio e Sapucaia do Sul. É uma nova alternativa de tráfego à BR-116.

- Construção das moradias do Loteamento “Tancredo Neves”: beneficiou 182 famílias. Obra de cunho social que possibilitou a abertura da Av. Mauá e a urbanização nas proximidades da estação Unisinos.

- Projeto de expansão do metrô na Linha 2 – trecho Sarandi-Mercado-Azenha. O projeto incluiu também a expansão do metrô para Alvorada, Cachoeirinha, Gravataí e Viamão. 

- Expansão até Taquara: requerimento ao Ministério das Cidades para a realização do estudo da expansão do metrô de Novo Hamburgo a Taquara, integrando a região formada pelos municípios de Campo Bom, Sapiranga, Araricá, Nova Hartz e Parobé.

Eurico Batista (Assessoria de Imprensa)




quinta-feira, 27 de fevereiro de 2003

Acordo bilateral - 2ª Ponte Brasil Uruguai. Ministros dos Transportes Eliseu Padilha e Lucio Cáceres Behrens.

Ministro Eliseu Padilha e Ministro do Uruguai Lucio Cáceres Behrens
O projeto que prevê a construção da segunda ponte sobre o rio Jaguarão, que liga o Brasil ao Uruguai na fronteira oeste, foi aprovado pela Câmara Federal na sessão de terça-feira, em Brasília. 

A notícia foi recebida com grande satisfação pelo prefeito Vítor Hugo Rosa que, desde 1999, luta pela liberação da obra. Segundo Rosa, o sonho da segunda ponte sobre o rio Jaguarão está cada vez mais perto de ser concretizado. "Agora só falta passar pelo Senado e ser homologada pelo presidente da República", revelou. 

A obra está orçada em 14 milhões de dólares, com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (Bird). Em outubro de 1999, o prefeito Rosa e outras lideranças jaguarenses foram a Brasília gestionar junto à bancada gaúcha no Congresso e no Senado a inclusão do projeto. 

Em novembro do ano seguinte, durante visita do ex-ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, ao município foi assinado o protocolo de intenções para a construção da obra e a restauração da ponte que hoje liga Jaguarão à cidade uruguaia de Rio Branco. 

Na oportunidade, o ministro uruguaio Lucio Cáceres também garantiu que cerca de 3,5 milhões de dólares oriundos do Uruguai para a execução do trabalho já estariam garantidos. Este valor corresponde a 25% do total do investimento. 

COMISSÃO - A necessidade da nova obra foi constatada a partir de estudos da Comissão Mista Brasileiro-Uruguaia para o desenvolvimento da Bacia da Lagoa Mirim. Conforme estudos, a ponte, que deverá ser construída em regime de concessão de obra pública, servirá para o tráfego internacional de cargas e passageiros entre os dois países. A Comissão indicou, ainda, a necessidade de se realizar, com urgência, trabalhos de recuperação da ponte Barão de Mauá, em operação desde 1930 e o acordo assinado prevê estes serviços. 

A partir da assinatura do acordo será criada uma Comissão Mista Brasileiro-Uruguaia de Licitação, constituída de cinco membros em cada delegação, sendo dois representantes dos ministérios dos Transportes e um das Relações Exteriores, um dos governos municipais e um da Comissão da Lagoa Mirim. 

VALORES - Os 14 milhões de dólares orçados para a obra têm os custos divididos da seguinte forma: os dois países serão responsáveis, em partes iguais, por no máximo 50% dos investimentos relativos à construção da nova ponte, seus acessos e obras complementares, bem como a recuperação da atual ponte. O restante, podendo ser até mais de 50%, ficará a cargo do consórcio empresarial que vencer a licitação. 

 Fonte: Diário Popular

quinta-feira, 15 de novembro de 2001

Ministro Eliseu Padilha queixa-se de cortes no Orçamento Brasília

transportes
Ministro Eliseu Padilha
Ao transmitir há pouco o cargo de ministro dos Transportes ao secretário-executivo, Alderico Jefferson da Silva, Eliseu Padilha queixou-se dos cortes impostos ao Orçamento da área. "Os recursos desapareceram", disse Padilha, ao ressaltar, no entanto, que a estratégia do governo de dar prioridade à área social é perfeitamente compreensível. 

Ele lembrou que foi necessário o governo adotar medidas urgentes em relação à merenda escolar e ao atendimento ao Sistema Unificado de Saúde (SUS). Com isso, entretanto, ressaltou, a área de Transportes perdeu sua capacidade de investimento. 

Eliseu Padilha fez um relato sobre os mais de quatro anos em que esteve à frente do Ministério dos Transportes classificando os feitos no período como uma revolução no setor. 

O ex-ministro Eliseu Padilha ressaltou a "retidão moral" dos ministros do governo e aproveitou para fazer um elogio ao presidente Fernando Henrique Cardoso: "se todos os ministros tivessem a cara do presidente Fernando Henrique Cardoso, seria bem melhor".

Padilha deixa o cargo para passar a ter uma atuação mais decisiva e política no PMDB. Ele antecipou que vai se candidatar a deputado federal nas próximas eleições e que, a partir de agora, estará liberado para trabalhar em favor da candidatura própria do PMDB à sucessão presidencial. 

Disse que vai trabalhar pela candidatura do senador Pedro Simon, pelo Rio Grande do Sul que irá disputar as prévias eleitorais em 20 de janeiro do ano que vem. "Não posso trabalhar contra a candidatura própria". disse.

Ele lembrou que, no período em que esteve no Ministério, sempre atuou para revitalizar a aproximação do PMDB com o governo. Aproveitou o discurso para fazer uma crítica ao ex-presidente do partido e exdeputado federal cearense Paes de Andrade. Segundo ele, apesar dos "dribles" que Paes de Andrade tentava dar nele, aceitou o desafio e permaneceu no Ministério mesmo sem mandato parlamentar.  

Fonte: Diário do Nordeste (CE)
15/11/2001
 

quarta-feira, 10 de outubro de 2001

Eliseu Padilha está no Rio para inaugurar viaduto na BR-040

Ministro Eliseu Padilha
O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, está no Rio de Janeiro neste momento, na solenidade de inauguração do viaduto na altura do quilômetro 121 da BR-040 no Estado. A solenidade começou às 10 horas. 

A obra, que recebeu investimentos da ordem de R$ 8,3 milhões, vai trazer mais flexibilidade aos usuários que trafegam pela rodovia, cerca de 10 mil veículos por dia. O viaduto vai permitir o cruzamento entre as pistas, facilitando o retorno, em ambos os sentidos. 

Desta forma, o acesso às comunidades e indústrias vizinhas ficará mais fácil, levando desenvolvimento à região. Com objetivo de reduzir o número de acidentes no local e aumentar a segurança na travessia dos pedestres, uma passarela foi incorporada à estrutura do viaduto. 

A obra, executada pela Concer, concessionária que administra a rodovia, utilizou 250 toneladas de aço, dois mil metros cúbicos de concreto e 400 toneladas de asfalto. Foram gerados 400 empregos diretos e 1.200 indiretamente. O viaduto tem 135 metros de extensão e 15 metros de largura. 

Assessoria de Comunicação Social 
Ministério dos Transportes 
Fonte: Ascom/MT

sexta-feira, 1 de junho de 2001

Entrevista para a Revista Tema (SERPRO), Ministro dos Transportes Eliseu Padilha

Entrevista Ministro dos Transportes Eliseu Padilha revista TEMA SERPRO


MODERNIDADE: A partir deste mês, a Marinha passa por uma verdadeira revolução em sua sistemática de arrecadação, com a implantação do novo Sistema Mercante. Concebida pelo Departamento de Marinha Mercante em parceria com o Serpro, a novidade vai controlar o pagamento do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM). A tarifa, recolhida em cima do valor do frete das importações, transporte de cabotagem e navegação interior no transporte de granéis líquidos, compõe o Fundo da Marinha Mercante, que tem como objetivo principal fomentar a construção naval e melhorar o sistema de transporte aquático de carga. Em entrevista para a Revista Tema, o Ministro dos Transportes Eliseu Padilha explica como vai funcionar o novo Sistema e quais as vantagens que a inovação traz para o governo, a iniciativa privada e, principalmente, para o Brasil:


(clique em Expand para ler na íntegra)

Fonte: Serpro.gov.br

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domingo, 15 de abril de 2001

Governo dará novo fôlego aos estaleiros

Ministro dos Transportes Eliseu Padilha
BRASÍLIA 15/04/2001 - A partir deste mês, todos os navios de longo curso que chegarem ou partirem dos portos brasileiros terão mais facilidade para pagar o Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM), uma taxa obrigatória direcionada para a indústria de construção e reparo naval do País. 

Ao invés de preenchimento do formulário a mão, o pagamento poderá ser feito pela primeira vez por meio eletrônico. Com isso, o governo espera ter um aumento de 25,1% da arrecadação do imposto este ano, se comparado ao desempenho no ano de 2000. O orçamento deste fundo para 2001 prevê uma receita de R$ 625,5 milhões, ou seja, R$ 125,5 milhões acima do montante que entrou no caixa do Tesouro Nacional no ano passado. 

Segundo o ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, a mudança do modelo de arrecadação vai permitir o aumento dos recursos a serem destinados para o setor naval que, nos últimos anos, teve a participação na economia nacional bastante reduzida por causa da diminuição na quantidade de encomendas de navios. 

O diretor do Departamento de Marinha Mercante (DMM), José Gonçalves Barreiros, órgão do Ministério dos Transportes, disse ao Estado que começará a cobrança eletrônica ainda em abril no Porto de Rio Grande (RS) e até junho estará em todos os portos do País. 

"O Departamento de Marinha Mercante finalmente ingressa na era da modernidade", afirmou o ministro Eliseu Padilha. "Ele tinha um processo de arrecadação manual do século XVII, o que permitia a ineficiência e as fraudes e isso agora vai acabar." Este modelo antigo, feito manualmente, permite que o agente marítimo recolha o adicional ao frete num prazo de 10 dias, explicou o assessor da Secretaria de Transportes Aquaviários (STA), do Ministério dos Transportes, Vitorino Domenech. 

"Com a forma eletrônica, o consignatário poderá enviar os dados do conhecimento de embarque para o DMM até 48 horas da chegada do navio ao porto." Ele explica ainda que os 21 Serviços de Arrecadação (Serarr), do Ministério dos Transportes, espalhados pelo País vão estar interligados por meio de computadores num investimento total em modernização de R$ 12 milhões. 

Eliseu Padilha
Governo dará novo fôlego aos estaleiros
Frete - Bem mais eficiente, o novo sistema também terá reflexos na diminuição de fraudes já que haverá um controle mais rigoroso na forma de arrecadação do AFRMM. Antes mesmo dos computadores entrarem em ação, o DMM já registrou um volume maior de receita nos três primeiros meses deste ano se comparado com o primeiro trimestre do ano 2000. 

Desde o fim do ano passado, quando se decidiu pelo uso de computadores, os técnicos vem promovendo um arrocho nas empresas que encontravam-se em débito para com o AFRMM. O aquecimento da economia, com aumento do volume do comércio exterior, também foi apontado como fator de aumento desta receita. 

Com isso, foi possível destinar R$ 64,5 milhões para o Fundo da Marinha Mercante (FMM), conta que recebe os recursos provenientes do adicional ao frete. Isso representou um crescimento de 95,9%, se comparado com os R$ 32,9 milhões conseguidos entre janeiro e março de 2000.

sábado, 12 de fevereiro de 2000

Ministro Padilha empenhou R$ 93 milhões em SC e PR

Ministro Eliseu Padilha participa da inauguração
 da Rodovia do Mercosul, na BR 376 divisa PR-SC
Florianópolis - A duplicação dos oito lotes da BR-101 no trecho entre a divisa de Santa Catarina com o Paraná e a cidade de Palhoça vai ser concluída antes do final do ano. 

"As obras ficam prontas no segundo semestre", garantiu ontem o ministro dos Transportes, Eliseu Padilha. 

A garantia se baseia no empenho, determinado, também ontem, pelo ministro dos R$ 93 milhões que faltam para a conclusão de todos os trabalhos. "Agora que sabem que não vai faltar dinheiro, as empreiteiras devem acelerar o ritmo das obras", disse.

O ministro acredita que a retomada de um ritmo acelerado nos trabalhos deva ocorrer já a partir desta segunda-feira. Padilha se recusou a precisar antecipadamente uma data de conclusão dos trabalhos, porque as obras estão sujeitas, também, a fatores externos, principalmente os climáticos. "Ninguém sabe quantos dias seguidos pode chover no Estado", argumentou. "Pelo menos estamos garantindo que por falta de dinheiro a obra não pára, como chegou a ocorrer no ano passado".


De acordo com Eliseu Padilha, após a duplicação será iniciado o processo de concessão, o que vai implicar a cobrança de pedágio. "Mas estamos garantindo que as tarifas sejam as mais baixas já praticadas no setor", disse.

Sobre a falta de segurança na rodovia, principalmente nas regiões urbanas, o ministro foi lacônico: "Temos que definir as opções: é bom ou não ter obras de duplicação? Se é bom, todos temos que tentar evitar os acidentes, controlando a velocidade dos veículos e prestando mais atenção na hora da travessia, no caso dos pedestres", argumentou.


Sobre o problema levantado na última quinta-feira pelos moradores do bairro Serraria, em São José, na Grande Florianópolis, o ministro anunciou que a passarela de pedestres só vai estar disponível para o uso público em cerca de cinco meses. "Até lá, pedimos a paciência e o cuidado redobrado dos moradores desse e de outros locais populosos por onde a rodovia passa e está em obras", ensina o ministro.

 Fonte: A Noticia

12/02/2000


domingo, 2 de janeiro de 2000

Ministro Eliseu Padilha: "Estamos restaurando os modais ferroviário e hidroviário."

Ministro dos Transportes Eliseu Padilha
Ministro Eliseu Padilha faz balanço positivo de 99 e diz que greve dos caminhoneiros mostrou que o Brasil não pode depender só das rodovias.

Apesar do contingenciamento que atingiu o Ministério dos Transportes em 1999, que trabalhou com 35% do que era inicialmente previsto no orçamento, o ano passado foi considerado marcante para o setor. O titular da pasta, ministro Eliseu Padilha, afirmou que, mesmo com o ritmo lento, grandes obras tiveram continuidade. 

Ele exemplificou com trabalhos realizados no RS, como a reestruturação do Porto de Rio Grande, a conclusão do viaduto do Boqueirão, na BR 116, em Canoas, e o prolongamento do Trensurb. Entre as obras que ficaram prejudicadas com o corte de recursos, Padilha mencionou a Fernão Dias, o Corredor do Mercosul e a eclusa de Tucuruí. Sobre a greve dos caminhoneiros, ocorrida em julho, o ministro destacou que o movimento mostrou à sociedade o que o governo já sabia: o país não pode depender de um único modal de transporte. 

'Estamos restaurando os modais ferroviário e hidroviário. Precisamos de competitividade', declarou.

A estimativa é de que 1999 tenha fechado com um incremento de 20% no transporte ferroviário na comparação com 98, que já tinha apresentado um crescimento de 12,8% com relação ao ano anterior. 'Muitas trocas do Mercosul estão sendo feitas graças à integração da ferrovia Argentina-Chile-Bolívia, via Uruguaiana', destacou. Duas grandes obras ferroviárias estão em execução: a Ferro-Norte, dentro de Minas Gerais (privada), e a Norte/Sul, que já passou pelo Maranhão, está em Tocantins e deverá ser privatizada. A União está investindo em trens nas principais regiões metropolitanas. Os governos federal e do RS deverão se reunir nas próximas semanas para discutir o projeto Linha 2, que prevê o transporte de passageiros por trens na Capital. 'O governador Olívio Dutra me mandou uma carta e concordou em discutir a questão.'


Porto de Rio Grande tem a segunda movimentação portuária do país
Porto de Rio Grande
O ministro lembrou que 99% do sistema portuário do Brasil está privatizado e já possui custos competitivos internacionalmente. 

Segundo ele, o porto de Rio Grande está em quarto lugar nos preços por contêiner, cobrando 160 dólares pela unidade. 'Ele já corresponde à segunda maior movimentação portuária do país e tem uma das mais modernas instalações.'

O orçamento previsto para a pasta dos Transportes em 2000 é de R$ 5 bilhões. Segundo o ministro, 50% serão investidos no sistema rodoviário. A outra metade será dividida entre os modais ferroviário e hidroviário. O canal de São Gonçalo, que liga as lagoas dos Patos e Mirim, deverá ser reativado. 'O RS tem 7% da malha rodoviária do Brasil. No mínimo com este percentual de investimentos o Estado vai ficar', garantiu.

 
Para a Região Metropolitana de Porto Alegre, a intenção do ministro é acabar, em 2000, as obras do viaduto da avenida Sete de Setembro, em Novo Hamburgo, e iniciar o viaduto da avenida João Correia, no valão de São Leopoldo. As obras da Rodovia da Maçã também terão continuidade.

Fonte: Daniela Vianna - Correio do Povo 02/01/2000

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