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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Poucos fazem tanto pelo Vale do Taquari

Padilha entrega solicitação ao Ministro Rossi
Parceria entre Eliseu Padilha e o Vale do Taquari vem de longe!

Decisões de Eliseu Padilha, integram rodovias, hidrovias, portos e ferrovias, criando um Corredor Multimodal que liga o Vale do Taquari ao Porto de Rio Grande, Uruguai e a São Paulo. 

Neste corredor, os municípios de Estrela e Lajeado ocupam lugar de destaque, pois, a mudança de concepção do porto associada à conclusão da ponte sobre o Rio Taquari, qualifica o modal rodoviário para absorver as demandas do transporte de cargas. 

Também é do deputado Eliseu Padilha, a iniciativa de aproximar lideranças do Vale do Taquari do ministro da Agricultura, Wagner Rossi, para garantir a implantação de um novo projeto para a Cadeia Produtiva do Leite. 

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terça-feira, 1 de junho de 2010

Eliseu Padilha por Germano Rigotto

Germano Rigotto
A liderança do deputado Eliseu Padilha, como presidente da Fundação Ulysses Guimarães em nível nacional, como presidente da Comissão de Constituição e Justiça na Câmara Federal e aquele trabalho que faz no Rio Grande do Sul, como Secretário Geral do partido, é uma liderança que se consolidou. E ela é muito importante para o PMDB, muito importante pra mobilização pros resultados que nós vamos obter, muito importante pra defesa dos interesses dos municípios que o Padilha representa lá no Congresso Nacional. 

Então, eu quero dizer, sem dúvida, o Padilha é uma locomotiva, uma locomotiva de trabalho, um homem que tem uma capacidade de trabalho quase inigualável, e um homem que tem essa responsabilidade em fortalecer o PMDB nacional e o PMDB do nosso Rio Grande. Infelizmente caminhamos de novo pra não ter um candidato à presidência da República.

Essa não é a posição do PMDB do Rio Grande do Sul, mas o Eliseu Padilha na presidência da Fundação Ulysses Guimarães, com certeza, não apenas na elaboração de um plano de governo, mas na preparação para que o partido tenha o seu candidato à presidência e tenha um grande resultado nessa eleição é importante o trabalho que ele faz. Então, o Padilha líder, o Padilha presidente de Comissão, o Padilha presidente da Fundação Ulysses Guimarães, o Padilha Secretário Geral do PMDB no Rio Grande do Sul, aquele que tem articulado os movimentos do partido aqui no nosso estado, tem um papel importante no presente e no futuro do PMDB.


quarta-feira, 14 de novembro de 2001

Presidente Fernando Henrique elogia trabalho de Eliseu Padilha

O presidente Fernando Henrique Cardoso dedicou ao ministro Eliseu Padilha, que deixou hoje (14/11/2001) o Ministério dos Transportes, parte do discurso de saudação aos novos ministros da Justiça, da Integração Nacional e da Secretaria Geral da Presidência, que tomaram posse hoje no Palácio do Planalto. 

Segundo ele Eliseu Padilha administrou "com muita competência" o que permitiu o "exíguo orçamento" do ministério. "Quem não conhece as dificuldades da Administração Pública pensa que basta o ministro querer e as coisas acontecem", disse. 

Fernando Henrique acrescentou que o governo concentrou os recursos em obras estratégicas. Citou como exemplo a duplicação da BR-101, o Rodoanel (de São Paulo), a BR-374, a remodelação do Porto de Rio Grande (RS) além das melhorias nos portos de Suape (PE) e Pecém (CE). 

O presidente referiu-se também ao processo de privatização das ferrovias e de algumas estradas, conduzido por Padilha. E lamentou não poder atender às demandas de todas as regiões do Brasil devido à carência de recursos. "O ministro Eliseu Padilha é de uma lealdade exemplar. Nunca ouvi do ministro Padilha uma palavra de reclamação, até justa, pelos cortes de verbas que tínhamos que lhe impor. Pelo contrário, absorveu como se fosse falha dele, do ministério dele, aquilo que era uma impossibilidade material pelas circunstâncias da conjuntura fiscal do Brasil" salientou o presidente. 

Assessoria de Comunicação Social
Ministério dos Transportes 
Fonte: Ascom/MT 

Fernando Henrique elogia trabalho de Eliseu Padilha

Ministro Eliseu Padilha e Pres. Fernando Henrique
O presidente Fernando Henrique Cardoso dedicou ao ministro Eliseu Padilha, que deixou hoje o Ministério dos Transportes, parte do discurso de saudação aos novos ministros da Justiça, da Integração Nacional e da Secretaria Geral da Presidência, que tomaram posse hoje no Palácio do Planalto. Segundo ele Eliseu Padilha administrou "com muita competência" o que permitiu o "exíguo orçamento" do ministério.

"Quem não conhece as dificuldades da Administração Pública pensa que basta o ministro querer e as coisas acontecem", disse. Fernando Henrique acrescentou que o governo concentrou os recursos em obras estratégicas. Citou como exemplo a duplicação da BR-101, o Rodoanel (de São Paulo), a BR-374, a remodelação do Porto de Rio Grande (RS) além das melhorias nos portos de Suape (PE) e Pecém (CE).
 
O presidente referiu-se também ao processo de privatização das ferrovias e de algumas estradas, conduzido por Eliseu Padilha. E lamentou não poder atender às demandas de todas as regiões do Brasil devido à carência de recursos.

"O ministro Padilha é de uma lealdade exemplar. Nunca ouvi do ministro Eliseu Padilha uma palavra de reclamação, até justa, pelos cortes de verbas que tínhamos que lhe impor. Pelo contrário, absorveu como se fosse falha dele, do ministério dele, aquilo que era uma impossibilidade material pelas circunstâncias da conjuntura fiscal do Brasil" salientou o presidente.

Assessoria de Comunicação Social 
Ministério dos Transportes 

domingo, 2 de janeiro de 2000

Ministro Eliseu Padilha: "Estamos restaurando os modais ferroviário e hidroviário."

Ministro dos Transportes Eliseu Padilha
Ministro Eliseu Padilha faz balanço positivo de 99 e diz que greve dos caminhoneiros mostrou que o Brasil não pode depender só das rodovias.

Apesar do contingenciamento que atingiu o Ministério dos Transportes em 1999, que trabalhou com 35% do que era inicialmente previsto no orçamento, o ano passado foi considerado marcante para o setor. O titular da pasta, ministro Eliseu Padilha, afirmou que, mesmo com o ritmo lento, grandes obras tiveram continuidade. 

Ele exemplificou com trabalhos realizados no RS, como a reestruturação do Porto de Rio Grande, a conclusão do viaduto do Boqueirão, na BR 116, em Canoas, e o prolongamento do Trensurb. Entre as obras que ficaram prejudicadas com o corte de recursos, Padilha mencionou a Fernão Dias, o Corredor do Mercosul e a eclusa de Tucuruí. Sobre a greve dos caminhoneiros, ocorrida em julho, o ministro destacou que o movimento mostrou à sociedade o que o governo já sabia: o país não pode depender de um único modal de transporte. 

'Estamos restaurando os modais ferroviário e hidroviário. Precisamos de competitividade', declarou.

A estimativa é de que 1999 tenha fechado com um incremento de 20% no transporte ferroviário na comparação com 98, que já tinha apresentado um crescimento de 12,8% com relação ao ano anterior. 'Muitas trocas do Mercosul estão sendo feitas graças à integração da ferrovia Argentina-Chile-Bolívia, via Uruguaiana', destacou. Duas grandes obras ferroviárias estão em execução: a Ferro-Norte, dentro de Minas Gerais (privada), e a Norte/Sul, que já passou pelo Maranhão, está em Tocantins e deverá ser privatizada. A União está investindo em trens nas principais regiões metropolitanas. Os governos federal e do RS deverão se reunir nas próximas semanas para discutir o projeto Linha 2, que prevê o transporte de passageiros por trens na Capital. 'O governador Olívio Dutra me mandou uma carta e concordou em discutir a questão.'


Porto de Rio Grande tem a segunda movimentação portuária do país
Porto de Rio Grande
O ministro lembrou que 99% do sistema portuário do Brasil está privatizado e já possui custos competitivos internacionalmente. 

Segundo ele, o porto de Rio Grande está em quarto lugar nos preços por contêiner, cobrando 160 dólares pela unidade. 'Ele já corresponde à segunda maior movimentação portuária do país e tem uma das mais modernas instalações.'

O orçamento previsto para a pasta dos Transportes em 2000 é de R$ 5 bilhões. Segundo o ministro, 50% serão investidos no sistema rodoviário. A outra metade será dividida entre os modais ferroviário e hidroviário. O canal de São Gonçalo, que liga as lagoas dos Patos e Mirim, deverá ser reativado. 'O RS tem 7% da malha rodoviária do Brasil. No mínimo com este percentual de investimentos o Estado vai ficar', garantiu.

 
Para a Região Metropolitana de Porto Alegre, a intenção do ministro é acabar, em 2000, as obras do viaduto da avenida Sete de Setembro, em Novo Hamburgo, e iniciar o viaduto da avenida João Correia, no valão de São Leopoldo. As obras da Rodovia da Maçã também terão continuidade.

Fonte: Daniela Vianna - Correio do Povo 02/01/2000

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