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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Trajetória, Honrarias e Títulos - Ordem de Silva Paes

Ordem de Silva Paes

Em 1999, Eliseu Padilha foi agraciado com a Ordem de Silva Paes, no grau de Grã-Cruz. A ordem é uma homenagem, dada pelo município de Rio Grande, que tem como objetivo sustentar o espírito de coletividade para que este perdure entre a comunidade, mostrando que a cidade é transformada pelos homens. Surgiu a partir da Ordem de Cristo, comenda portuguesa recebida pelo Brigadeiro Silva Paes.

Veja mais em: http://goo.gl/awK4qE

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Eliseu Padilha: “o Porto de Rio Grande está sendo preparado para ser o Porto do Mercosul”

Ministro Padilha
No dia 7 de junho, às 9h15min, o ministro dos Transportes Eliseu Padilha concedeu esta entrevista, por telefone, à Rádio Cerro Azul AM e Rádio Shamballa FM. Pela importância dos temas comentados, publicamos a entrevista nesta edição. A seguir o teor da entrevista: 

JOÃO PIO FLACH – Antes de mais nada. Sr. Ministro, eu quero agradecer a gentileza de Vossa Excelência de nos conceder essa entrevista para a Rádio Serro Azul e Rádio Shamballa, de Cerro Largo. Vamos falar, antes das estradas de rodagem, o que Sua Excelência Sr. Ministro poderia nos falar a respeito de um outro meio de transporte, digamos a remodelação do Porto de Rio Grande desde os seus molhes. São 4Km de molhes de cada lado, as melhorias do porto em si, quais os navios, depois desta reforma, poderão atracar no porto de Rio Grande, navios de alto calado e assim por diante e se Vossa Excelência tem esperança que também o número de empregos seja aumentado assim. O que Vossa Excelência tem a nos dizer? 

ELISEU PADILHA – É com alegria que eu estou falando para a região. Que região? A região que recebe uma das obras importantíssimas no estado, que é a construção da BR-392, estrada que está concluída chegando as barrancas do rio Uruguai, saindo desde o porto de Rio Grande, talvez por isso a pregunta do Dr. Pio. Mas duas palavras com relação BR-392: uma estrada que corta o estado no sentido perpendicular ao mar, sai do porto de Rio Grande e chega até Porto Xavier e com isso nós temos a ligação do porto que é a saída para o mundo, com a ligação com a Argentina, que é a nossa saída com o Mercosul, numa das principais saídas com o Mercosul, onde nós temos o comércio altamente intensificado e agora com estrada pavimentada a tendência é aumentar o comércio. Uma obra que consumiu R$ 26 milhões, 56.2Km, 300 empregos diretos na região, durante 30 meses. Uma obra que beneficia toda a região, eu colocaria toda a região das missões, mas beneficia o Rio Grande do Sul por esta relação que estabelece. 

Com relação, objetivamente ao porto de Rio Grande, convido os ouvintes a passar neste trecho entre Cerro Largo e Porto Xavier, para ver a manobra que se fez, como é que se gastou estes R$ 26 milhões, por parte do governo federal. Mas no porto de Rio Grande o presidente Fernando Henrique resolveu refazer o Porto de Rio Grande, nós investimos lá em 97, 98 e 99 R$ 150 milhões. Recuperamos os molhes do porto. O que são os molhes? São aquelas montanhas de pedra que se estabelece como uma linha e protege a entrada do navio contra as ondas e também garante uma profundidade de navegação, o chamado calado, ou então, profundidade no canal de navegação; haviam 14 rupturas nesses molhes, no molhe leste, aquele que recebe o primeiro impacto da onda, e já estava comprometendo a navegação do porto. 1995 e 96 aí começaram as obras, em 97 intensificamos, em 98 praticamente concluiu, começo de 99 concluiu, R$ 150 milhões para molhes novos. Esses molhes foram construídos entre 1910, 1917, eles ficaram, portanto, 80 anos sofrendo impactos do mar, sem obras novas. Mas não contente com isso levei ao presidente a sugestão de converter o Porto de Rio Grande ao Porto do Mercosul, o que precisaria, aprofundar o canal, ou seja, maior profundidade. Hoje nós temos lá cerca de 14 metros no canal, lá no porto 12, 13, 14, o que nós queremos, a proposta que levei e o presidente topou, converter o Porto de Rio Grande no Porto do Mercosul em razão do calado, 60 pés de profundidade, 18 metros isso é o que tem de mais profundo como necessidade de navegação no mundo, não precisa mais de 18 metros para os maiores navios que hoje nós temos no mundo, especialmente para os transportadores de minérios. 

O presidente topou, incluímos no Programa Avança Brasil, é esse o programa prioritário de obras. Lançamos a licitação e estamos prestes a iniciar a obra agora, de lançar o edital de obra agora, e vamos por isso converter o Porto do Mercosul, porque, vai ter 18 metro de profundidade no canal. Lá em Buenos Aires, que é nosso competidor, tem 10 metros de profundidade no canal, 33 pés ou 10 metros de profundidade no canal, de 10 para 18 nós temos quase o dobro. Efeito disso, já esteve aqui comigo o presidente de uma companhia de navegação de transporte internacional, hoje sediada em Buenos Aires e que transporta minérios no Rio Paraguai e no Rio da Prata, na Bacia do Prata. Ele transporta com barcaças até Buenos Aires e de lá sai com pequenos navios. 

Fonte: Folha da Produção / Cerro Largo-RS 22/06/2000 

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Navegação interna gaúcha ganhará mais importância

A possibilidade do porto de Rio Grande receber navios tornará quase obrigatórios novos incentivos à navegação interna no Estado. Afora o projeto do governo do gaúcho em oferecer 17 pés na hidrovia entre Rio Grande e Porto Alegre, o alfandegamento do porto de Estrela é o ponto fundamental para que o modal aproveite a capacidade de Rio Grande. 

Só da região fumageira saem algo em torno dos 20 mil contêineres ao ano com destinos internacionais. Com o porto de Estrela alfandegado, toda essa carga poderia ser transferida até Rio Grande pela hidrovia, aliviando as estradas rodoviárias. “Recentemente, em Caxias do Sul, conversando com um grande exportador da indústria metal-mecânica, chamei-lhe a atenção sobre a possibilidade de usar o porto de Estrela para transferir seus produtos até o porto de Rio Grande, o que ele ainda não havia pensado. E o alfandegamento daquele porto está próximo”, garantiu o ministro.

As trocas, por hidrovias, de mercadorias brasileiras e uruguaias serão facilitadas com a dragagem de 18 quilômetros na saída do canal de São Gonçalo, dentro da lagoa Mirim, um gargalo que está impedindo a navegação de embarcações maiores por aquele local.  “Aquela dragagem deveria ser feita pelo governo gaúcho. Estamos, no entanto, acertando parceria pela qual o Governo Federal participará da obra. Com a dragagem desse trecho ficará livre a navegação pela lagoa Mirim e as mercadorias brasileiras poderão entrar em território uruguaio pelo rio Cebolatti”. 

“Em recente encontro com empresários uruguaios da região fiquei sabendo que, só de madeira, existem 600 mil toneladas/ano, que podem chegar ao Brasil utilizando a navegação interna. Além disso, existem todas as mercadorias brasileiras que podem chegar ao Uruguai com economia de frete, segurança e desafogando estradas rodoviárias.”

Eliseu Padilha lembrou ainda que o Rio Grande, assim como os portos do Rio de Janeiro, Pernambuco e Ceará, que também deverão ter 60 pés de calado, poderão se transformar em portos concentradores de carga, abastecendo suas regiões, incentivando, assim a navegação por cabotagem. “Temos um litoral de 8 mil quilômetros e numa faixa de 600 quilômetros, a partir do litoral para dentro do país, está concentrada 80% da população brasileira e 80% do PIB nacional. Temos uma estrada natural que liga toda essa concentração.  A navegação de cabotagem precisa ser descoberta pela produção brasileira. Com calado de 60 pés, esses portos devem concentrar essas cargas, onde seria apanhadas pelos grandes navios para suas viagens até seus países de destinos”, disse o ministro dos Transportes.

Fonte: Gazeta Mercantil – RS
Pág. 03
13/06/2000

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Poucos fazem tanto pelo Vale do Taquari

Padilha entrega solicitação ao Ministro Rossi
Parceria entre Eliseu Padilha e o Vale do Taquari vem de longe!

Decisões de Eliseu Padilha, integram rodovias, hidrovias, portos e ferrovias, criando um Corredor Multimodal que liga o Vale do Taquari ao Porto de Rio Grande, Uruguai e a São Paulo. 

Neste corredor, os municípios de Estrela e Lajeado ocupam lugar de destaque, pois, a mudança de concepção do porto associada à conclusão da ponte sobre o Rio Taquari, qualifica o modal rodoviário para absorver as demandas do transporte de cargas. 

Também é do deputado Eliseu Padilha, a iniciativa de aproximar lideranças do Vale do Taquari do ministro da Agricultura, Wagner Rossi, para garantir a implantação de um novo projeto para a Cadeia Produtiva do Leite. 

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terça-feira, 14 de setembro de 2010

Eliseu Padilha em Rio Grande e fala de suas realizações e projetos

Eliseu Padila em Rio Grande e fala de suas realizações e projetos
Em mais uma passagem pelo município de Rio Grande, nesta terça-feira (14/09/2010), o deputado federal Eliseu Padilha aproveitou a manhã para conversar com eleitores, correligionários e líderes peemedebistas. 

Além de reunir-se com os colaboradores da sua campanha para traçar os planos de trabalho nesta reta final. Durante caminhadas pelo centro da cidade, Padilha distribuiu um Boletim com as suas principais realizações pelo desenvolvimento da Metade Sul, em especial quando esteve à frente do Ministério dos Transportes. 

“Quando fui ministro dos Transportes, trabalhei para que o Rio Grande do Sul tivesse um maior volume de investimentos federais”, afirmou. Padilha também aproveitou para falar sobre suas propostas de campanha, dando destaque para os seus Projetos de Lei que já tramitam na Câmara dos Deputados. 

O PL 7333/2010, visa beneficiar os estudantes da rede pública de ensino dos 1º, 2º e 3º graus, que poderão contar com o apoio de um computador com acesso a Internet, gratuitos, para auxiliar nos trabalhos acadêmicos. “Precisamos incluir nossos jovens no mundo da Internet. Hoje, este acesso ainda está reduzido”, disse. 

Outro projeto de Eliseu Padilha é o PL 7783/2010, que valoriza o profissional da educação: o professor. Na opinião do deputado, “nós só teremos uma educação de qualidade, quando nossos professores forem valorizados, respeitados. 

Professor valorizado é sinônimo de aprendizagem, de conhecimento e de desenvolvimento”, argumentou. Padilha quer com este Projeto de Lei aumentar de R$ 950,00 para R$ 1.575,00 o piso salarial do magistério público, o que atenderá uma antiga reivindicação da categoria. 

Acompanharam o deputado neste roteiro, o candidato a deputado estadual, Sandro Boka, o presidente do PMDB/Rio Grande, Miro, o tesoureiro do partido, Gerson, e os vereadores Totoni (São José do Norte) e Nina (Rio Grande).

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Eliseu Padilha inaugura Comitê de Campanha em Rio Grande

Eliseu Padilha  "Educação - compromisso de campanha"
Rio Grande – “Uma grande festa da Democracia”, esta é a frase que marca a passagem do deputado federal Eliseu Padilha (RS) ao inaugurar seu Comitê de Campanha para as Eleições 2010, nesta tarde (12), em Rio Grande. 

Mais de 500 pessoas, entre militantes, simpatizantes e eleitores de Padilha estiveram reunidas na Praça Central do município. 

“Inauguramos um comitê em Rio Grande que representa a trincheira peemedebista de José Fogaça, Germano Rigotto, Eliseu Padilha e Sandro Boka”, disse o deputado emocionado. 

Durante o evento, Eliseu Padilha afirmou seu compromisso de campanha e sua bandeira partidária: a Educação. O deputado apresentou suas propostas que tramitam na Câmara Federal e lembrou que uma delas já foi transformada em Lei – o ensino obrigatório para crianças e adolescentes dos 4 aos 17 anos. 

O deputado defende que a educação do ensino médio seja profissionalizante e o professor seja valorizado. Estiveram presentes na inauguração do Comitê, o deputado estadual Sandro Boka, a vereadora Nina e o presidente do Diretório do PMDB em Rio Grande, "Miro" Goldemir Vianna.

Fonte: pmdb.org
13/08/2010

sexta-feira, 17 de agosto de 2001

Eliseu Padilha anuncia melhorias para escoamento da produção no Sul

Ministro Padilha
(17/08/2001) O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, assinou há pouco, em São José do Norte (RS), a Ordem de Serviço que permitirá o início dos estudos técnicos para a construção de um travessia sobre a Lagoa dos Patos, no Rio Grande do Sul. 

Logo depois vai inspecionar as obras de construção do último trecho da BR-101, entre os municípios de Tavares e São José do Norte. As duas obras se completam e vão criar uma nova alternativa de acesso ao Porto de Rio Grande. 

O estudo para a construção de um túnel ou ponte sobre o canal de Rio Grande será realizado pela empresa Enecon ao custo de R$ 149,5 mil. Nas obras na BR-101 já foram investidos, até 2000, R$ 20,7 milhões. 

O custo total é de R$ 81 milhões a expectativa é de que até o final deste ano 46% da obra esteja concluída. A ligação a seco, interligando os municípios de São José do Norte e Rio Grande, representa uma alternativa de percurso para o escoamento da produção que sai do interior e de outros estados em direção ao Porto de Rio Grande. 

Atualmente, todo o tráfego pesado direcionado ao porto passa, obrigatoriamente, pela região metropolitana de Porto Alegre e Pelotas. Com a conclusão da pavimentação a BR-101 poderá absorver parte do movimento de veículos da BR-116, que liga Porto Alegre a Pelotas. 

Assessoria de Comunicação Social
Ministério dos Transportes 
Fonte: ASCOM/MT

sexta-feira, 18 de maio de 2001

Obra põe Rio Grande na rota dos grandes navios

Molhes de Rio Grande
Ministro dos Transportes Eliseu Padilha
O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha estará nesta sexta-feira (18/5/2001), em Rio Grande (RS), para assinar a ordem de serviço que autoriza o início da execução da obra de prolongamento dos molhes do Porto do Rio Grande - um investimento de R$ 207 milhões. 

A cerimônia será às 10h, na Câmara de Comércio do município. Dali, Padilha irá a Pelotas, onde é palestrante em reunião-almoço no Dunas Clube. 

O tema: "Projetos e incentivos do Governo, com vistas ao desenvolvimento da Metade Sul". A obra irá melhorar as condições de navegabilidade da entrada da Barra do Porto, adequando o Complexo Portuário para o recebimento de navios de grande porte. 

Obra vai gerar 7.500 empregos 

O projeto prevê a construção de um prolongamento de 500 metros no molhe leste e 900 metros no molhe oeste, cujo objetivo é a preparação para a dragagem que vai corrigir a geometria e aprofundamento do Canal de acesso, de 14 metros para 18 metros. 

A execução da obra está prevista para um prazo de três anos e poderá gerar cerca de 7.500 empregos diretos e indiretos na região que abrange os municípios de Rio Grande, Pelotas, São José do Norte e Capão do Leão. Para concluir o prolongamento serão usados 1 milhão de metros cúbicos de pedras e 14 mil tetrápodes (blocos de concreto que pesam de 8 a 12 toneladas, projetados para substituir as pedras de maior tamanho, com grande poder de encaixe, em quebra-mares e molhes), o que representa uma média de 14 mil toneladas de concreto, suficiente para construir um prédio de mil metros quadrados com 200 andares ou 109 prédios de 20 andares.

Porto concentrará cargas do Mercosul 

Hoje, o Complexo Portuário de Rio Grande possui profundidade de 45 pés (14 metros), permite receber navios de aproximadamente 70 mil toneladas (navios tipo Panamax). Com a execução da obra de prolongamento dos molhes, será possível aprofundar o canal para 60 pés (18 metros), permitindo a entrada de navios de até 200 mil toneladas. Esta diferença de capacidade de carga dos navios que aportarão em Rio Grande trará como principais conseqüências:

1 - a diminuição das tarifas portuárias por unidade de carga; 

2 - maiores vantagens para a instalação de empresas e indústrias de transformação que utilizam os portos como principal meio para o escoamento de seus produtos; 

3 - e a consagração do Porto do Rio Grande como Porto Concentrador do Mercosul. 

Será possível receber navios menores de outros portos do sul do continente e redistribuir as cargas em navios de última geração com custos menores transportando cargas para Ásia, Europa e África. 

A Metade Sul do Estado passará a ter um diferencial competitivo para revitalizar a economia de toda a região. Em 1999 o Porto do Rio Grande movimentou mais de 12 milhões de toneladas de carga, com destaque para exportação de farelo de soja ( 2,5 milhões de toneladas) e para a movimentação de mais de 160 mil conteineres. 

DADOS DA OBRA: 

·Valor da obra: R$ 207 milhões. 
·Fonte re recursos: Ministério dos Transportes. 
·Prazo para execução: 3 anos. 
·Empresa: consórcio CBPO Engenharia Ltda., Pedrasul Construtora Ltda., Carioca Cristiani-Nielsen Engenharia e IVAI Engenharia de Obras S/A.. 
·Principais resultados da obra: -contenção do banco de areia existente próximo ao molhe oeste; -redução do transporte de sedimentos de mar para o canal, no caso de maré enchente; -melhoria da navegabilidade na entrada da barra; -redimensionamento do escoamento fluvial, proporcionando menor sedimentação no canal.

Assessoria de Comunicação Social 
Ministério dos Transportes 
Fonte: Laura Almeida (ASCOM - MT)

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