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terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Voto é afeto

O voto é o resultado da articulação dos afetos e dos desejos; sua racionalidade está no domínio da emoção. A cidadania sofre a ação dos desejos declarados ou não ditos, sendo em sua concretude racional diária incapaz de agir sobre os sentimentos. Analisar o porque do voto, nos traz uma dualidade; pois procuramos cálculos políticos nas escolhas e a decisão de fato está vinculada ao terreno movediço das paixões.

A emoção, mais que a razão, opera a formatação da interioridade de cada eleitor, sendo o ato de votar a expressão mais profunda de uma verdade passionalizada pelo desejo. O voto no mundo da política real é a materialização da fantasia. O voto é um ato de prazer, de ódio, de desprezo, de felicidade, de depressão ou de euforia.

O voto é a manifestação palpável de dimensões afetivas subjacentes às relações políticas visíveis na racionalidade aparente das práticas de governo e Estado. O voto é um agradecimento, uma vingança, um pedido de perdão ou de socorro. O voto é um emblema de esperança. Seu simbolismo está no poder real de fundar uma nova ordem afetiva para os sentidos diários da vida do eleitor. O voto é uma catarse.

O voto tem uma lógica eminentemente afetiva, construída na subjetividade do eleitor a partir de um arsenal de artifícios, de manobras e representações do imaginário social e dos sentidos. O voto é uma estratégia da emoção. E muitas vezes uma cilada dos desejos. O voto é então uma forma acabada de afeto, incubado por sofrimentos, gratidões, êxtases e alegrias. Votar é fazer do devaneio realidade política.

O voto está muito além do realismo político; ele é o momento em que se produz a transmutação dos sentidos represados na alma em gozo.

O voto é o acontecimento de um sonho.

(*) Sociólogo, Cientista Político e Coordenador do novo curso da Fundação “Eleições Municipais: Saber para Vencer”

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Reforma Política é tema de debate acadêmico

Rio de Janeiro (RJ) - O tema Reforma Política foi o centro dos debates no Seminário organizado pela Fundação Ulysses Guimarães nesta manhã, no Rio de Janeiro. A abertura do evento contou com a presença do vice-presidente da República e presidente nacional do PMDB, Michel Temer, do ministro da Aviação Civil e ex-presidente da Fundação Ulysses Guimarães, Moreira Franco, e do vice-presidente nacional do PMDB, senador Valdir Raupp. O debate foi mediado pelo presidente nacional da Fundação Ulysses Guimarães, deputado Eliseu Padilha, que agradeceu a presença de todos. Padilha também destacou a riqueza do debate, cujo sucesso foi garantido pela participação de doutores e professores reconhecidamente especialistas no tema.

No painel 1, que tratou sobre o “PMDB e a Reforma Política”, o primeiro a falar foi o ministro Moreira Franco, que elogiou a iniciativa da Fundação. “Essa iniciativa é importante e oportuna, principalmente porque estamos vivendo um momento difícil na vida política, econômica e social brasileira. A meu ver, a questão política é essencial. Hoje a situação da representação política está abalada”, afirmou. Moreira ressaltou que é preciso focar em projetos que mudarão profundamente a política brasileira.

Para Moreira Franco, três pontos são importantes na discussão da Reforma Política: o fim das coligações proporcionais, a cláusula de desempenho e o financiamento de campanha. “Esses três pontos são prioritários para evitar a degradação da política. Estas mudanças precisam ser implementadas o mais rápido possível para que já possam valer para as eleições municipais”.

O presidente nacional do Partido, Michel Temer, disse que o PMDB precisa resgatar aquilo que sempre o caracterizou: ser “um Partido temático”. “O direito é construído a partir de realidades sociais. E a realidade que temos é que várias tentativas de reformas políticas foram feitas. Com o tempo, elas foram amadurecendo. Toda a reforma que se tentou na Câmara e no Senado não foi para frente, pois há uma desagregação partidária. Porém, finalizado o pleito de 2014, não vimos uma só pessoa que não tenha dito que era chegado o momento de levar adiante a reformulação do sistema político do nosso país. Então, é hora de o PMDB mobilizar a militância para discussão deste tema”, afirmou.

Temer defendeu a apresentação de um projeto de iniciativa popular que venha a mobilizar o país e, consequentemente, o Congresso Nacional. Ele também aposta no voto majoritário e no fim das coligações. “Se optássemos pelo chamado voto majoritário, tendo como distrito o próprio estado, teríamos os mais votados como eleitos. Isso não eliminaria os partidos políticos, pois o TSE já aprovou a fidelidade partidária. E nós poderíamos eliminar as coligações, automaticamente”.

Sobre financiamento, Temer afirmou ser muito difícil liquidar o financiamento privado. “O conceito da doação eleitoral é o de participação da cidadania na arte política. É preciso optar por uma posição determinada. Qual o grande problema disso? Não é a doação individual, e sim, a empresarial, em especial aquela cujos doadores contribuem para apoiar vários posicionamentos”. Temer entende que o caminho é que uma empresa – ou conjunto de empresas – opte por uma única candidatura, e a partir de certos limites. Assim, segundo ele, a empresa estaria optando por uma das teses da cidadania. “E assim, caminhamos inclusive para diminuição dos partidos políticos e acabamos naturalmente aperfeiçoando o sistema político eleitoral, pois daí nasce a cláusula de desempenho.”

O segundo painel contou com a presença de Aldo Arantes, que é doutor, advogado, cientista político, secretário da Comissão Especial de Mobilização para a Reforma Política da OAB, e de Ricardo Caldas, economista, Ph.D. em Relações Internacionais pela University of Kent at Canterbury, Pós-Doutor na Columbia University, naHarvard University e na Universidade de São Paulo, professor Adjunto do IPOL, da UnB, e diretor do Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares da UnB.

Para Aldo, “não há como pensar em Reforma Política sem a participação da sociedade”. Ele defende uma Reforma Política Democrática que amplie a participação da sociedade, por isso elogiou a iniciativa do PMDB em ouvir a sociedade e com ela dialogar. O cientista político também identificou fatores prioritários levados à discussão: o fim do financiamento das empresas, o limite de financiamento dos valores das pessoas físicas, o sistema eleitoral e a representatividade das mulheres e minorias.

Para o professor Ricardo Caldas, a necessidade da Reforma Política está latente. “A sociedade não está mais satisfeita com a democracia representativa. O sistema de lista aberta está falido”. Na opinião dele, o voto distrital é a melhor opção para a sociedade, pois permite o maior controle social e o recall, ou uma nova eleição.

Caldas elogiou a atuação do PMDB em debater com a sociedade a Reforma Política e frisou que estas discussões devem ser acentuadas por meio de concursos de monografias e de cursos a distância.

O painel 3 – “A necessidade da Reforma Política” – contou a participação dos doutores Francisco Weffort, José Álvaro Moisés e Paulo Baía.

Weffort disse que a grande vocação do PMDB é aprimorar a democracia e resgatar o debate da Reforma Política. “O PMDB deve estimular as outras siglas partidárias neste debate, pensando no futuro do Brasil”. Weffort fez um histórico das lutas partidárias, em especial das do PMDB, no quesito reforma política.

O professor José Álvaro realizou uma explanação mais abrangente sobre os avanços e limites ao longo dos 25 anos de democracia no Brasil e apresentou a percepção dos cidadãos sobre a qualidade da democracia e os focos da Reforma Política. Ele defendeu o voto distrital misto, a fidelidade partidária, o fim das coligações e o fim do suplente para senador.

O sociólogo Paulo Baía iniciou sua explanação afirmando que é importante que se abra o debate para a gama de perspectivas a respeito da Reforma Política. “As manifestações, que tiveram início em 2010, ganharam o cenário nacional de visibilidade em 2013. Elas marcaram o inconsciente da sociedade brasileira, e o desdobramento delas teve o seu desaguadouro nas eleições deste ano”, lembrou. Ele ressaltou que grande parte da população não se sente representada pelo parlamento nem pelo sistema político. E acrescentou: “Temos que acabar com duas perspectivas. De um lado o estado como vilão e, de outro, como solução. Tudo é responsabilidade e tudo é culpa do Estado. Essa visão tem que acabar. Temos que ter a visão da soberania do cidadão”, destacou.

O painel 4, que tratou sobre Sistema Eleitoral e Representação, contou com a participação da advogada Angela Cignachi e do professor da FGV-RJ, Mário Brockmann Machado.

Angela Cignachi falou sobre as distorções existentes no sistema político. Uma delas diz respeito ao critério de cálculo da proporcionalidade do quociente eleitoral. “Vigente desde a década de 60, observamos que ele não revela a vontade popular. A Constituição fala da igualdade do voto e da igualdade de oportunidades e temos um critério como esse, que permite eleger alguém em quem não votamos”. Para ela, apesar de não termos a reforma política, realizada pelo Congresso Nacional, “o poder judiciário tenta, dentro das suas condições, interferir. Exemplo disso foi quando o Congresso decidiu sobre a questão da fidelidade partidária”.

Ela destacou ainda que a educação deve ser a prioridade para a mudança a ser imposta pela Reforma Política. “Inclusive, devemos aproveitar o momento para pensarmos na educação na escola, para revermos esse modelo. As crianças têm que participar mais e entender como funciona a política. Essa reforma política é para nossos filhos e netos. Temos que ter a visão de que essa reforma não é apenas para daqui a 4 anos.”

O professor Mário falou sobre os sistemas eleitorais. “É muito rara a mudança de um tipo de sistema para outro. O mais comum é que haja tentativas de aperfeiçoamento dos métodos e não mudanças radicais – como de um modelo para outro”. Para ele, o que deveria ser o foco da reforma política é o fortalecimento do Congresso Nacional, por considerá-lo o mais representativo nos três poderes de estado. Mas ressaltou que, curiosamente, não foi isso que aconteceu ao longo da história. “Houve o fortalecimento do executivo e do judiciário. Hoje em dia, é cada vez mais comum que o Supremo Tribunal seja visto como uma instância superior a decisões tomadas no Congresso. É a judicialização da politica”.

O painel 5 – “Financiamento de campanhas eleitorais e teto de despesas” – foi coordenado pelos doutores em Ciência Política, Murillo de Aragão, e Ricardo Costa de Oliveira.

Para o advogado, jornalista e cientista político, Murilo de Aragão, o apoio à democracia no Brasil está crescendo. Conforme a última pesquisa Ibope, 39% da população é favorável ao sistema. “Porém há ainda uma grande maioria que não confia na democracia, o que a impede de ser unanimidade no país. Evidente que a educação é a questão central disso tudo. A instabilidade política se dá pela conjunção de alguns fatores, um deles é a baixa educação. Corrupção, escândalo, corporativismo e desinformação são outros pontos que prejudicam a nossa democracia”, explicou. Para ele, “o Brasil é paradoxal. Somos o segundo em uso de redes sociais. Mesmo com essa vibrante participação, é limitado o trânsito da informação política, porque não há por trás dele um interesse político em participar do debate”.

O professor Ricardo de Oliveira lembrou sobre os recorrentes escândalos envolvendo financiamento de campanhas. “Quando analisamos a questão do financiamento, considerando que as eleições são caras e custosas, vemos que está ocorrendo uma outra forma de organização do sistema político, que são as famílias políticas. Estamos passando por uma oligarquização familiar e pouca renovação. 2/3 dos senadores apresentam vínculos familiares, mais da metade da Câmara dos Deputados também apresentam vínculos familiares”, ressaltou.

O painel 6, “Cronograma para uma Reforma Política”, foi coordenado pelo deputado federal Marcelo Castro (PI). “Acho que o PMDB poderia propor uma reforma verdadeira, isto é, precisamos constituir no Brasil partidos verdadeiros, doutrinários, ideológicos. Hoje nós só temos siglas. Nosso principal problema é que somos um sistema proporcional e não votamos na ideia, no projeto, votamos no candidato.”

O parlamentar ressaltou que alguns dos problemas principais que advêm do nosso sistema eleitoral são: número excessivo de partidos, permissão de coligações proporcionais, eleições de dois em dois anos, influência excessiva dos marqueteiros nas campanhas de tv, falta de representatividade política, distanciamento do parlamentar em relação ao eleitor e falta de interatividade do eleitor com o candidato”. Para Marcelo Castro, o outro objetivo que precisamos perseguir é diminuir a influência do poder econômico: “só faremos isso se baixarmos os custos da campanha. Se apenas colocarmos um teto, a pessoa vai para a clandestinidade. A maneira mais eficiente é baixar o custo”.

Fonte: PMDB Nacional

quarta-feira, 17 de abril de 2013

“Sustentabilidade” é o tema da Edição 10 da Revista Ulysses

Presidente Fundação Ulysses Eliseu Padilha
Brasília (DF) – A Fundação Ulysses Guimarães disponibilizou eletronicamente a Edição 10 da Revista Ulysses. Focada na temática Sustentabilidade, a edição traz entrevistas e artigos de especialistas na área, como Lara Lutzenberger e Hugo Penteado. Segundo o presidente da Fundação, Eliseu Padilha, “neste número a temática que abordamos é Sustentabilidade Ambiental. 

O aprofundamento deste debate, hoje, é pertinente e tempestivo, face ao grande patrimônio ambiental que temos. Nossa intenção é motivar cidadãos brasileiros a aprofundar a consciência coletiva para construção do que venha a ser um mundo melhor para nosso Meio Ambiente, com todos seus componentes, vale dizer também para os humanos”. 

Padilha acredita que a questão ambiental deve ser avaliada e resolvida, pela nação, holisticamente. “Tanto o caráter científico quanto o caráter social e o econômico devem ser permanentemente medidos e dosados em tudo o que diga respeito às intervenções humanas no Ecossistema”, disse. 

Revista Ulysses
A edição eletrônica pode ser acessada pelo site da Fundação Ulysses Guimarães (http://www.fundacaoulysses.org.br/revistas). 

Você pode comentar, enviar sugestões e artigos para Revista pelo e-mail revistaulysses@fundacaoulysses.org.br

Fonte: pmdb.org
30/01/2012







Temer, Raupp e Padilha lançam Estradas e Bandeiras no Espírito Santo

Eliseu Padilha: “Educação é prioridade para o PMDB”
Brasília (DF) – Com vistas a ampliar o número de prefeitos e vereadores nas próximas eleições municipais – 2012, o PMDB e Fundação Ulysses Guimarães estarão nesta sexta (11), em Vitória/ES, com o Programa Estradas e Bandeiras: Rumo às eleições-2012. 

O evento que contará com a presença do vice-presidente da República, Michel Temer, será conduzido pelos presidentes nacionais do PMDB, Valdir Raupp, e da Fundação, Eliseu Padilha. 

Além do ex-governador Paulo Hartung, das bancadas federal e estadual, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, militantes e simpatizantes. 

O evento acontece a partir das 13h, no Clube Álvares Cabral, em Vitória. Os presidentes e os líderes peemedebistas irão reunir os presidentes dos Diretórios Municipais do PMDB e o 1º vogal das Executivas Municipais, pois são eles os responsáveis pela Formação Política do Partido, de acordo com Estatuto Partidário. 

A ideia do encontro é debater metas e objetivos, com vistas a preparação do PMDB para as eleições municipais de 2012. Na ocasião, a Fundação fará o lançamento do Curso Preparatório para Candidatos, totalmente reformulado. 

Segue a programação das palestras: 

- Vice-Presidente, Michel Temer: “Estado Social de Direito”; 

- Presidente do PMDB, senador Valdir Raupp: “PMDB nas políticas municipais”; 

- Deputado Eliseu Padilha: “Educação é prioridade para o PMDB”; 

- Ex-governador Paulo Hartung: “A Conjuntura econômica no Brasil e no Espírito Santo”.

Fonte: pmdb.org
11/11/2011

Estradas e Bandeiras chega à Paraíba

João Pessoa (PB) – O programa Estradas e Bandeiras – Rumo aos Municípios 2012 chegou a João Pessoa nesta sexta-feira (23). Em coletiva de imprensa na sede do Partido na capital paraibana, estiveram presentes o presidente nacional do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), e o presidente nacional da Fundação Ulysses Guimarães, deputado Eliseu Padilha (RS), além do presidente do PMDB da Paraíba, Antonio Sousa, do ex-governador José Maranhão, e da Fundação Ulysses Guimarães paraibana, Francisco de Sales Gaudêncio, e da deputada Nilda Gondim, presidente do PMDB Mulher da Paraíba. 

A coletiva foi aberta pelo ex-governador José Maranhão, que afirmou que “é um grande prazer receber aqui em João Pessoa o alto comando nacional do nosso Partido”. Ao agradecer a presenças de todos os integrantes do Estradas e Bandeiras declarou que “o PMDB sempre teve uma preocupação muito grande com a qualidade de seus quadros e essa série de eventos que o PMDB está proporcionando aos diretórios regionais de todas as unidades de federação tem o objetivo de preparar nossos militantes para as eleições que acontecem no próximo ano. 

Não é importante só a vitória, mas a vitória com qualidade. É bom que tenhamos um grande número de prefeitos, mas é fundamental que tenhamos prefeitos com bom nível para administração”. Ao falar sobre a eleição em João Pessoa, José Maranhão colocou seu nome à disposição do Partido para a candidatura à prefeitura nas eleições de 2012. 

O presidente Valdir Raupp falou sobre o programa e informou que “esta campanha que estamos fazendo visa às eleições de 2012. Sabemos que o PMDB é o maior partido do Brasil com cargos eletivos e, hoje, mais de um milhão deles são ocupados por mulheres. Esse trabalho não perde o foco para 2014, quando vamos precisar de um grande empenho para eleger governadores e senadores”. 

Raupp também lembrou que a maior bancada proporcional do PMDB no Congresso Nacional é da Paraíba, o que reflete os números nacionais do Partido, que têm o maior número de prefeitos e vereadores. “Queremos aumentar ainda mais o número de prefeitos e de vereadores e para lançar candidatura própria para presidente da República em 2014”, disse. O presidente da Fundação Ulysses Guimarães, Eliseu Padilha, destacou seu trabalho junto a José Maranhão quando esteve à frente do Ministério dos Transportes: “tive a oportunidade de fazer grandes parcerias com o governador José Maranhão, quando fui ministro dos Transportes, como o acesso de João Pessoa para Campina Grande, entre outras que ajudaram no desenvolvimento do estado”. 

Ao falar sobre o Estradas e Bandeiras, lembrou que “nossa Fundação tem a responsabilidade de cunhar, definir o direcionamento ideológico da base partidária. Nós vivemos, no passado, um período em que as decisões no partido eram tomadas de cima para baixo, por conta do regime de exceção, e o presidente Raupp está mudando isso. Nosso trabalho nestas visitas aos estados é o de ouvir a base para saber o que fazer depois”. Sobre a formação de novos quadros, Padilha informou que “todos os candidatos às próximas eleições, por decisão do Diretório Nacional do partido, terão que obrigatoriamente fazer um dos cursos de formação da Fundação. Queremos elevar o nível dos nossos candidatos a partir do conhecimento do que é politica”. “Os cursos não são feitos pelo PMDB, são feitos por doutores da UFRS e UnB, com o objetivo de levar ciência política para nossos militantes, e para a população em geral. 

A população está descrente na política. Nós temos que fazer a população saber de novo o que ela significa, pois tudo o que fazemos é política. Nosso trabalho é feito pelo método de ensino a distância e o certificado dos nossos cursos serve como cadeira complementar em qualquer universidade do Brasil. Todas as universidades têm aceitado os certificados, pelo nível dos cursos”, afirmou. Após questionamentos dos jornalistas, Raupp falou sobre as quinze bandeiras do PMDB nacional, lançadas no Fórum Nacional realizado em Brasília, no dia 15 de setembro, que tratam de temas como educação, saúde, meio ambiente e segurança pública. Sobre as eleições municipais, o presidente do PMDB informou que a orientação do partido é que os municípios devam lançar, preferencialmente, cabeças de chapa, mas, em lugares que isso não for possível, estão liberadas as alianças com qualquer partido.

Fonte: pmdb.org
23/08/2011

Peemedebistas do Piauí recebem Estradas e Bandeiras

Eliseu Padilha - Piauí recebem Estradas e Bandeiras
Teresina (PI) – Os presidentes nacionais da Fundação Ulysses Guimarães e do PMDB, deputado Eliseu Padilha (RS) e senador Valdir Raupp (RO), respectivamente, realizaram nesta quinta-feira (22), na cidade de Teresina, no Piauí, a 19ª etapa do programa Estradas e Bandeiras – Rumo aos Municípios 2012, que percorre o país preparando e qualificando os quadros do partido. 

O evento promovido na sede da Federação das Indústrias do Piauí (Fiepi), contou com a participação das lideranças nacionais e estaduais da legenda e da própria Fundação. 

No início da manhã, os coordenadores do programa se reuniram com o presidente da Fiepi e também vice-governador do estado, Antônio Morais Souza Filho, para debater o cenário político enfrentado pelo PMDB. Durante a abertura do encontro, o secretário-executivo da Fundação nacional, João Henrique Sousa, destacou a importância de trazer o programa Estradas e Bandeiras para o estado. “Este partido e esta Fundação já viveram momentos gloriosos. E hoje ainda estamos comemorando a formatura de 82 alunos nos cursos ministrados pela FUG, que leva o Piauí a formar quase 1000 alunos. 

Juntos, Partido e Fundação, continuaremos a ser a maior legenda do país”, afirmou. Para o vice-governador Morais Souza Filho, o Estradas e Bandeiras demonstra a grandeza do PMDB. “Vemos aqui uma pequena demonstração do que se espera do PMDB. Nosso partido foi responsável pelas grandes obras realizadas no estado. O legado deixado pelo ex-senador Alberto Filho - que teve um papel importante na construção do estado – não pode ser esquecido por cada um daqueles que compõe nossa legenda”, disse. 

Morais Souza fez um apelo para que os peemedebistas se empenhem para garantir novos focos de investimento locais. “Este é um novo PMDB, um partido que não aceita mais que o Piauí seja tratado de forma diferente. Vamos exigir respeito para nosso estado. Até hoje não conseguimos verbas para concluir o porto de Luís Correia”, declarou. 

REFAZENDO A POLÍTICA – Após apresentar o vídeo sobre a história do PMDB, desde a fundação do antigo Movimento Democrático Brasileiro, e sobre as atuais atividades da FUG, o presidente Eliseu Padilha ressaltou aos participantes do evento a importância dos militantes peemedebistas refazerem a política brasileira, que atualmente é desacreditada por boa parte da população. Em seu discurso, Padilha estimulou os participantes a criar novas turmas dos cursos da FUG. “É fundamental que possamos disseminar o conhecimento dentro do próprio partido”, lembrou. 

De acordo com Padilha, que conversou com alguns dos participantes, o interesse demonstrado por cada um dos militantes presentes torna a edição piauiense do Estradas e Bandeiras uma das mais profícuas. “Eu e o presidente Valdir Raupp andamos o Brasil inteiro nos últimos meses e podemos afirmar que este tipo de auditório, imaterial, é absolutamente singular”, elogiou. 

NOVOS RUMOS - O presidente do PMDB do Piauí e primeiro vice-líder do partido na Câmara, Marcelo Castro, destacou o momento político vivido pelo partido no estado e no cenário nacional. O parlamentar explicou aos militantes e às lideranças locais alguns dos principais aspectos das negociações que envolvem a distribuição de royalties do pré-sal – que deve ser votada no próximo dia 5, Brasília – e a Reforma Política – que continua sendo debatida na Câmara. “O PMDB se comprometeu em não prorrogar mais a decisão para a distribuição dos royalties. Além disso, estamos nos últimos momentos da Reforma Política. Não será possível votar uma reforma para o próximo pleito de 2012, mas estamos lutando por um sistema eleitoral que melhore a representatividade política em todo o país”, esclareceu. 

Em relação ao futuro político do PMDB, Castro defendeu a necessidade de a legenda ter em 2012 o maior número possível de candidatos nos pleitos municipais, e em 2014, candidatura própria para os Executivos estadual e federal. O deputado anunciou, ainda, a filiação de “um grande ex-peemedebista, que se propõe a ser candidato a prefeito de Floriano, que é Silas Freire”. Outros peemedebistas também foram anunciados como pré-candidatos os deputados estaduais à prefeitura das cidades de Picos, Cléber Eulálio, Oeiras, Mauro Tapeti, e Parnaíba, Juliana Morais. 

O deputado Marllos Sampaios (PI) transferiu seu título, da cidade de Esperantina para a capital Teresina, onde deverá disputar a prefeitura no próximo ano. Ovacionado pela militância, Marllos reforçou seu compromisso com partido e a população de seu estado. “O apoio dado pelo PMDB fortaleceu minha decisão de transferir o domicílio eleitoral e colocar meu nome à disposição para a população teresinense avaliar”, enfatizou. 

O presidente da Assembleia Estadual, deputado Themistocles Filho, que é também presidente municipal do PMDB, relembrou a necessidade de o partido no estado se esforçar para vencer as eleições em 2012. O presidente do PMDB, Valdir Raupp, iniciou seu discurso elogiando o trabalho desenvolvido pelo presidente Eliseu Padilha, na formação de líderes e militantes do PMDB com os cursos ministrados pela Fundação e os desafios apresentados ao partido em todo país. “Estou há 32 anos no PMDB. 

Minha experiência me leva a afirmar que não tem como se escrever a história desse país ou de nenhum estado sem inserir nela o PMDB. Por essa razão a legenda está hoje colaborando com o governo da presidente Dilma Rousseff. Sem o apoio do PMDB poucos governos teriam tido sucesso, por isso nosso partido é forte”, lembrou. Após o encerramento político do evento, o presidente da Fundação Ulysses Guimarães do Espírito Santo, Francisco Donato, em palestra, relatou aos presentes as bases nas quais se fundamenta e se cria uma agremiação partidária. “Precisamos despertar em nosso partido o senso de organização e planejamento e procurar orientação e buscar sempre o aprimoramento”, defendeu.

Fonte: pmdb.org
22/08/2011

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Entrevista Eliseu Padilha Curso de Dicção e Oratória - FUG


Parte 1 - Entrevista Eliseu Padilha Curso de Dicção e Oratória
Fundação Ulysses Guimarães




Parte 2 - Entrevista Eliseu Padilha Curso de Dicção e Oratória
Fundação Ulysses Guimarães

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Tecendo a Rede - Avaliação dos Resultados da Eleição 2012



Tecendo a Rede - Avaliação dos Resultados da Eleição 2012
Tecendo a Rede - Avaliação dos Resultados
A Fundação Ulysses Guimarães e o PMDB Nacional realizaram na última quarta-feira (7) e quinta-feira (8), em Brasília, o tema “Tecendo a Rede – Formando um novo cidadão” teve como finalidade debater o Plano de ações para 2013 e avaliar as eleições municipais, com a contribuição do ensino a distância para as eleições municipais. Participam do evento os representantes de suas filiais estaduais.

A Fundação Ulysses Guimarães, que adotou como bandeira a educação enquanto libertadora, realizou durante os dois dias, troca de informações e experiências. Tecendo a rede é um programa que visa fortalecer a rede do PMDB. Uma rede que emite e recebe informações, e que cada um tem importância fundamental de ser retransmissor em seu estado, que por conseguinte passará pelas regiões e município.

No evento foram abordadas diversas temáticas, dentre elas: A importância do conhecimento para formulação das políticas sociais; Transparência e Controle Social; Emendas Parlamentares e Convênios, apresentação do Sistema de Convênios do Governo Federal; Apresentação do Plano de Ações 2013 e a Avaliação das Eleições Municipais.

O deputado federal e presidente estadual do PMDB Lelo Coimbra, secretário-geral do PMDB e presidente da FUG Chico Donato, o vereador de Domingos Martins Welington Bleidorn e Bruno Quintino pela JPMDB, estiveram representando o Espírito Santo no encontro.

O presidente nacional da Fundação Ulysses, deputado Eliseu Padilha (RS) abriu o evento ressaltando em seu discurso a importância destas atividades. “A ideia do evento é fazer uma análise do que foi nas eleições sob a ótica da Fundação. E, nos prepararmos para 2013, o ano que antecede a eleição de 2014, fazer uma jornada o país afora, como forma de sustentarmos e embalarmos o nosso sonho do PMDB”.

O vice-presidente da República, Michel Temer, lembrou seu ingresso na vida política inspirado por Ulysses Guimarães: “ao ver um discurso do Ulysses, ainda jovem, acendeu em mim a vontade de um dia entrar na vida pública”.“A memória subsiste por um determinado momento, a memória de Ulysses Guimarães não, sua lembrança cresce como grande exemplo de homem público. 

Nada mais natural que a fundação intelectual do PMDB, o centro de debates do partido, leve o nome de Ulysses Guimarães”, disse. Para Temer, a militância atuante da Fundação conseguiu dar uma outra dimensão ao PMDB, a de que o Partido tem um espaço forte de formação de debates. 

“Este é o centro pensante dos peemedebistas. Temos que divulgar um pouco mais essa ideia, de que temos um centro pensante no partido”, defendeu. O vice-presidente também destacou a importância da democracia social e da democracia política, que são teses do PMDB, que foram assimiladas pela sociedade brasileira e por boa parte da classe política no país: “essa foi a grande contribuição do partido para a estabilidade do país”.

Fonte: PMDB-ES

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Biografia de ELISEU PADILHA no PMDB

biografia eliseu padilha deputado
Deputado federal Eliseu Padilha
Natural da cidade de Canela, Eliseu Padilha nasceu em 23 de dezembro de 1945, em uma família humilde e trabalhadora. Filho de Solon e Olinda, Eliseu Padilha dedicou-se de corpo e alma a realizar os seus sonhos e dos seus familiares. Desde cedo, teve que trabalhar para ajudar no sustento da família, devido aos poucos recursos financeiros que tinham, porém sempre dedicou-se com afinco aos estudos.

Na infância e na adolescência destacou-se na escola por ser um dos melhores alunos da turma. Fez o curso primário na Escola Estadual Eduardo Ganz, localizada no Bairro Celulose em Canela, onde morava. O 2º grau, Padilha concluiu na Escola Técnica de Comércio, Cidade das Hortênsias em Canela. A instituição era mantida pela CNEG (Campanha Nacional Educandários Gratuitos).

Sempre dedicado aos estudos, Eliseu Padilha formou-se em Direito pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), 1969-1973, em São Leopoldo. Exerceu a advocacia com dedicação e determinação, iniciando seus trabalhos em 1974, no município de Osório/RS. Em 1982, fez pós-graduação em Direitos Reais, também pela Unisinos e, em 1984, pós-graduação em Direito Político. Em 1986, iniciou o mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica (PUC), Porto Alegre.

Desde cedo, as atividades políticas e sociais estiveram presentes na vida de Eliseu Padilha. Sua carreira política iniciou-se na adolescência. Em 1960, foi Líder Estudantil – Presidente da União de Estudantes, em Canela. Em 1966, fundou o MDB e foi eleito Secretário-Geral do partido em Canela.

Já no MDB, elegeu-se Prefeito de Tramandaí/RS, 1989. Sempre muito dedicado aos anseios da sociedade, em 1992 foi eleito Presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Sul (FAMURS).

Como presidente da FAMURS, destacou-se nacionalmente pelo trabalho que desenvolveu e uma das suas principais bandeiras foi o MUNICIPALISMO. Para Padilha, o Município deve ser o ente da Federação a ser fortalecido com maior capacidade de recursos, pois é no seu berço que funciona o desenvolvimento do País.

Em todos os cargos que exerceu, sempre mostrou capacidade para teorizar, criar e executar. Padilha é reconhecido pela dedicação ao bem-estar do cidadão e pelas grandes obras realizadas.

Eleito três vezes deputado federal pelo Rio Grande do Sul (1995-1999, 2003-2007, 2007-2011), Eliseu Padilha sempre foi destaque. Ocupou por várias vezes a cadeira de vice-líder do PMDB e foi presidente de Comissões importantes na Câmara dos Deputados.

Com dedicação exclusiva ao PMDB e ao Rio Grande do Sul, Eliseu Padilha foi escolhido pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso para ser o Ministro dos Transportes e comandar esse estratégico setor das rodovias, ferrovias, portos e hidrovias do Brasil.

De 1997 a 2001, Padilha enfrentou desafios, defendeu idéias e projetou caminhos para o Brasil. Durante sua gestão na pasta dos Transportes, Padilha construiu, duplicou e restaurou importantes rodovias, como a BR-101, que liga as regiões norte e sul do país, passando por todo o litoral brasileiro. Modernizou e ampliou os portos para receber grandes navios, incentivou as hidrovias, construiu ferrovias e implantou metrôs para aumentar a mobilidade urbana nas maiores capitais.

Padilha sempre foi um homem de sonhos e realidades. Em 2007, foi escolhido presidente da Fundação Ulysses Guimarães pelo Conselho Curador da entidade. Neste mesmo ano, implantou o curso de Formação Política para a militância e simpatizantes do PMDB. De forma gratuita e utilizando o método de ensino à distância, os interessados têm a sua disposição, quatro cursos: Formação Política Básica, Preparatório de Candidatos para Prefeitos, Vice-Prefeitos e Vereadores, Gestão Pública e Agentes Comunitários de Cidadania. Hoje, mais de 200 mil alunos já fizeram ou estão fazendo cursos do EAD em todo o país.

História Política

Para entender um homem basta conhecer a sua história. Eliseu Padilha sempre teve coerência em suas posições. Em 1966 ingressou no MDB onde começou a construir a sua trajetória política e trabalhar pelo crescimento do partido no Rio Grande do Sul e no Brasil. De lá para cá, construiu uma respeitável história:

1966 – Filiação para a Fundação do MDB, Canela/RS;

1966 – Secretário-Geral da Executiva Municipal do MDB, Canela/RS;

1966-1967 - Vice-Presidente da Executiva Municipal do MDB, Canela/RS;

1986-1994 – Secretário-Geral da Executiva Municipal do PMDB, Tramandaí/RS;

1982/1986/1990/1994/1998 e 2002 - Coordenação de campanhas eleitorais para Governador de Estado do Rio Grande do Sul pelo PMDB;

1989-1992 – Eleito Prefeito da cidade de Tramandaí;

1990-1996 - Membro do Diretório Estadual do PMDB/RS;

1992-1994 - Membro da Executiva Estadual do PMDB/RS;

1992 – Eleito presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Sul (FAMURS);

1994 – Eleito para seu 1º mandato na Câmara dos Deputados (1995-1999)

1995 – Secretário dos Negócios do Trabalho, Cidadania e Assistência Social do Governo do Estado do Rio Grande do Sul;

1996 - 1997 - Vice-Líder na Câmara dos Deputados do Bloco PMDB/PSD/PSL/PSC/PMN;

1996 – Membro do Diretório Nacional do PMDB;

1997 - 1º Vice-Líder do Bloco PMDB/PSD/PSL na Câmara dos Deputados;

1997 - 2001 – Ministro de Estado dos Transportes;

2004 – 2° Vice-Presidente da Executiva Nacional do PMDB;

2004 – Tesoureiro da Fundação Ulysses Guimarães – Nacional;

2005 - Vice-Líder do PMDB na Câmara dos Deputados;

2006 - Coordenação de campanhas eleitorais para Presidência da República e Governador de Estado do Rio Grande do Sul;

2006 – Secretário-Geral do PMDB-RS;

2007 – Presidente da Fundação Ulysses Guimarães – Nacional;

2007 – Presidente da Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados;

2008 – Coordenador do Comitê de Admissibilidade da Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização;

2009 – Vice-Presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados;

2010 – Reeleito Presidente da Fundação Ulysses Guimarães – Nacional;

2010 – Presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados.

2011 – Reeleito Presidente da Fundação Ulysses Guimarães – Nacional;


2011 - Vice-Líder do PMDB na Câmara dos Deputados;


2012 - Relator-geral adjunto da Comissão Especial do Código Comercial, na Câmara dos Deputados

terça-feira, 5 de junho de 2012

FUG e PMDB lançam o curso de formação política para jovens

Eliseu Padilha presidente Nacional da FUG
Nesta entrevista, Eliseu Padilha (RS), presidente nacional da FUG, fala sobre os benefícios do curso voltado para jovens oferecido pela instituição. Ele explica o que levou a fundação a elaborar aulas específicas para a juventude do PMDB, qual o diferencial do cronograma do curso em relação aos demais oferecidos pelo partido, e diz quais são as expectativas da FUG nessa nova etapa, observando que as lideranças políticas que estão surgindo serão capacitadas para contribuir para o fortalecimento da cidadania e da democracia do país.


PMDB-RJ: Qual a sua visão sobre os cursos de formação política para jovens?


Eliseu Padilha: A formação política é indispensável para o pleno exercício da cidadania. Assim, para ser cidadão ativo na comunidade, faz-se necessário saber o que é realmente a política. Conhecimento indispensável para todos, em especial para os jovens, que construirão o mundo de seu tempo. É preciso conhecer as  instituições políticas e suas múltiplas faces ante a sociedade. Com base nessa premissa é que atendemos à solicitação da Juventude do partido, de Norte a Sul e de Leste a Oeste, no sentido de que produzíssemos um curso específico para os jovens. Agora, estamos percorrendo o Brasil para divulgar e instalar centenas de turmas em todas as regiões. Os jovens que participarem do curso poderão vir a ser os protagonistas de uma grande renovação política, em seu município, em seu estado e no país.

PMDB-RJ: O que levou o PMDB a elaborar um curso específico para os jovens do partido?

Eliseu Padilha: Realizar um diálogo formativo com a juventude brasileira é o objetivo do novo curso.  A FUG, sentindo um grande vácuo político na história recente de nosso país, optou por utilizar as ferramentas de informação para formação da cidadania a partir da base partidária e da sociedade. O conhecimento produzido pela fundação visa a disseminar o conhecimento sobre a ciência política e suas diversas vertentes. A Formação para a Juventude fará uma viagem às teorias políticas clássica, moderna e contemporânea; e a tantos outros segmentos da sociedade brasileira, inclusive aos problemas vivenciados pelos jovens no campo. Transportaremos nossos alunos dos conceitos de poder e cidadania à realidade da juventude negra; ao que defendiam os filósofos contratualistas, ao que pensa a juventude brasileira. O projeto objetiva qualificar o cidadão para a participação social e política, garantido uma formação reflexiva e crítica, necessária para a atuação como novos agentes políticos sociais.

PMDB-RJ:  O que diferencia esse curso dos demais já oferecidos à militância?

Eliseu Padilha:
 As principais diferenças são a linguagem e o foco. Vídeo-aulas e apostilas foram idealizados tendo como público-alvo jovens de 14 a 29 anos. Tudo feito com uma linguagem informal, dinâmica e capaz de despertar o interesse dos alunos pelo estudo. Assim eles se juntarão aos que acreditam que só a #EducacaoLiberta.

PMDB-RJ: Fale sobre o conteúdo desse novo curso?

Eliseu Padilha: O Curso está dividido em dois Módulos.  O primeiro, denominado “Compreendendo o processo político”, é composto por quatro aulas sobre os seguintes temas: a política, o poder, a cidadania, o Estado e a democracia. Nesse módulo, o foco é a ciência política. É de base conceitual e histórica, que contextualiza e dá condições objetivas para o aluno poder passar para as próximas discussões. Teorias e conceitos serão lançados como alicerces para a edificação do conhecimento específico nos movimentos de juventude, a serem tratados no segundo módulo.

Já o Módulo 2 abordará a “Juventude em movimento!”, no qual é  priorizado o estudo do conceito de participação, com ênfase nos movimentos de juventude e da sua função político- social, bem como nas políticas públicas, em especial aquelas voltadas para a juventude. Também será abordada a atenção ao grupo etário, além de uma análise sociológica do líder e da liderança, de sua construção histórica e de sua função político-social. Neste módulo há ainda uma aula específica para a compreensão e a análise do Estatuto da Juventude.

PMDB-RJ: Quem poderá participar?

Eliseu Padilha: Jovens de todas as idades dispostos a seguir as regras estabelecidas pelo programa de Formação Política da Fundação, ou seja, matrícula regular, participação nos encontros presenciais e nos trabalhos em grupo. Apesar de o conteúdo ser voltado às ações de juventude, o curso não tem idade mínima ou máxima como limitadora.

PMDB-RJ: Como a inscrição pode ser feita?

Eliseu Padilha: A inscrição pode ser feita pelos sites www.ead.fundacaoulysses.org.br  ouwww.educacaoliberta.org.br. Basta clicar no botão PARTICIPE, preencher a ficha de inscrição e escolher a opção Formação Política para a Juventude. A abertura de turmas também poderá ser solicitada pelo e-mail ead@fundacaoulysses.org.br , via menu fale conosco do sitewww.ead.fundacaoulysses.org.br ou ainda pelo telefone (51) 3072 7015.

PMDB-RJ: Qual a expectativa da FUG em relação ao curso?

Eliseu Padilha: A principal expectativa da fundação é motivar os jovens a aderir ao programa e provocar sua reflexão sobre a essência do processo político e da função pública, para que as novas lideranças políticas sejam capazes de contribuir para o fortalecimento da cidadania e da democracia. É necessário despertar o cidadão para a responsabilidade político-social. Neste caso específico, falo sobre a participação dos indivíduos na formulação de políticas públicas de juventude. Esperamos que, após a   conclusão das aulas, os participantes tenham interesse nos demais cursos oferecidos pela fundação. O conhecimento não ocupa lugar e sempre faz bem para a cabeça.

PMDB-RJ: Em que estados os cursos acontecerão e quantos jovens a FUG pretende formar em 2012?


Eliseu Padilha:
 Os cursos poderão ocorrer em todos os estados da Federação. Já foi feito o treinamento de mediadores, para turmas pilotos, nos estados do Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul. Temos a expectativa de abrir turmas em no mínimo 3.000  municípios, objetivando atingir mais de 100.000 alunos.

PMDB-RJ: Quando os cursos começam?

Eliseu Padilha: Neste momento estamos na fase de matrículas, em todos os estados da Federação. 

PMDB-RJ: O curso será lançado oficialmente no 2º Congresso Nacional da JPMDB. O senhor considera o momento ideal para conclamar a juventude do partido para participar do curso?


Eliseu Padilha:
 Estaremos no Rio de Janeiro levando nosso entusiasmo pela formação política de nossos jovens. A fundação idealizou este curso em parceria com a JPMDB Nacional, e não teria melhor oportunidade para o seu lançamento do que um Congresso Nacional de Juventude no Rio de Janeiro.

PMDB-RJ: Quais as vantagens que os jovens terão ao serem certificados pela FUG?

Eliseu Padilha: A proposta do EAD não é o mero repasse de conteúdo ao aluno, mas propiciar que ele seja construtor do conhecimento e tenha capacidade crítica diante dos temas propostos.  Assim, o objetivo não é só o acúmulo de saberes, nem o de fixação de datas históricas e teorias. A proposta é garantir a acumulação do conhecimento a partir da compreensão.  Outra grande vantagem é a possibilidade de uso dos certificados de conclusão do curso como carga horária para atividades complementares nos cursos de graduação, nas faculdades e áreas afins, gratuitamente. A Formação Política para a Juventude ofertará Certificação de Conclusão de Curso com 45horas de duração.

PMDB-RJ: Como foi sua trajetória na FUG?

Eliseu Padilha: Sou idealizador do Programa de Formação Política pelo método de ensino à distância, em parceria com institutos de ciências políticas das principais universidades do país. Já ministrei cursos de reconhecida qualidade técnica a mais de 200.000 cidadãos brasileiros, e faço a edição da Revista Ulysses, que já esta no acervo da Biblioteca Nacional. Respondo, também, pela implantação e alimentação das páginas do partido e da FUG na internet. Por fim, edito o Jornal Movimento, com notícias das bancadas da Câmara dos Deputados e do Senado.

Fonte: PMDB-RJ

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Eliseu Padilha e Raupp lançam Estradas e Bandeiras em Rondônia

Eliseu Padilha em Coletiva do Estradas e Bandeiras em Rondônia
Porto Velho (RO) – Os presidentes do PMDB e da Fundação Ulysses Guimarães nacionais, Valdir Raupp e Eliseu Padilha, respectivamente, lançam na tarde desta quinta-feira (25) mais uma edição do Programa Estradas e Bandeiras: Rumo aos Municípios 2012, em Porto Velho/RO. O objetivo é preparar e qualificar os quadros partidários para as eleições municipais. 

Entrevista – Na manhã de hoje, Padilha e Raupp, acompanhados dos presidentes Orestes Muniz (PMDB-RO) e Suely Aragão (FUG-RO), concederam coletiva para imprensa local. “O PMDB é um corpo vivo na história do país, na defesa dos interesses sociais”, afirmou Muniz. Para ele, a Fundação desenvolve um trabalho profícuo, imenso e organizado em todo o Brasil. “A Fundação Ulysses Guimarães está discutindo e preparando a militância para o embate do dia a dia”, comemorou o presidente do PMDB-RO, Orestes Muniz. 

O chefe da Casa Civil do Governo de Rondônia, Ricardo de Sá, disse que os cursos da Fundação estão servindo para construir o saber e profissionalizar o Partido. O líder peemedebista estava representando o governador do Estado, Confúcio Moura. A presidente da Fundação em Rondônia e secretária estadual de Educação, Suely Aragão, disse que este trabalho desenvolvido pela FUG está resgatando a ideologia política. 

Ela também elogiou a atuação da deputada Marinha Raupp (RO) frente a este trabalho. “A Marinha tem trabalhado incansavelmente e trazendo cada dia mais gente para participar da vida partidária e dos cursos da Fundação”. Para Valdir Raupp a ideia é preparar os quadros partidários para enfrentar as eleições municipais, como também as de 2014. “Precisamos lançar em todos os municípios brasileiros candidatura própria do PMDB. Tenho certeza, que nas próximas eleições vamos ressurgir como a maior sigla do Brasil”, comemorou o presidente da legenda. 

Raupp lembrou o evento de inauguração da nova sede estadual do Partido, no próximo dia 1º de setembro, que irá contar com a presença do vice-presidente da República, Michel Temer, e de líderes nacionais. E aproveitou para divulgar a programação do Fórum Nacional do PMDB e os Municípios, que acontecerá em Brasília, no dia 15 de setembro. 

 O presidente da Fundação Nacional, Eliseu Padilha, fechou a coletiva. “A nossa razão em promover estes cursos é qualificar nossos políticos e a nossa militância, para que possamos cada dia mais avançar no processo político. Hoje, quase 90% da população não acredita nos políticos e nem na política. Nós temos que mudar este quadro. E, isso só será possível com qualificação”. Padilha fez uma explanação sobre os cinco cursos promovidos gratuitamente pela Fundação. “Eu quero aqui reforçar as palavras de todos aqueles que me antecederam: nós temos que ter candidatura própria em todos os níveis. Temos que ter candidato preparado para discutir e participar”.

Fonte: pmdb.org
25/08/2011

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

COMPROMISSOS DO PMDB COM O POVO BRASILEIRO

Eliseu Padilha "Compromisso com o
povo brasileiro"

O Brasil, fruto do trabalho de toda a sociedade, com nossa participação política, conquistou um alto patamar de crescimento econômico com distribuição de renda, a partir de uma política econômica que sempre esteve na base de nosso programa, fazendo com que brotasse de segmentos antes pobres uma nova e pujante classe média.

Como coautores desta conquista, é chegada a hora de nos dedicarmos, profundamente, à garantia de permanentes avanços para todos os brasileiros, com políticas sociais que garantam tal mobilidade social.

Fazendo com que cresça esta nova classe média, com a correspondente melhora de sua qualidade de vida, e se reduza a pobreza que porventura ainda exista.

Isto só será possível se, em todos os municípios do Brasil, nossos companheiros promoverem ações que correspondam às demandas desta nova realidade social que ajudamos a fazer acontecer, e que, a partir da mobilização partidária para as próximas eleições, queremos ser precursores de seus novos avanços.

Compromissos

Diante da preliminar de compromisso com a permanente mobilidade social de nossa gente, o PMDB lista, para o debate e o oferecimento de sugestões, nos municípios, nos estados e, por último, em congresso a ser realizado em Brasília no dia primeiro (1º) de dezembro vindouro, temas vinculados ao nosso programa partidário, à nossa proposta de governo e também às sugestões de nossa Comissão Executiva Nacional:

1) Lutar pela democratização do conhecimento entre todos os brasileiros, para garantir:
- Universalização do Ensino Fundamental Qualificado para a alfabetização de todos os brasileiros até eles completarem oito (08) anos de idade; 
- Universalização do Ensino Médio. Ensino em Turno Integral: 1º Turno para a formação pedagógica e 2º Turno para a formação técnica profissionalizante;
- Ensino Superior: garantir, progressivamente, o acesso para todos os jovens concluintes do ensino médio;

2) Reforçar nosso compromisso com a materialização da garantia constitucional de Saúde Pública Universal, Gratuita e de Qualidade, defendendo os indispensáveis avanços do SUS, inclusive com fonte de suficiente financiamento vinculada ao Orçamento nos três níveis da Administração Pública;

3) Promover a participação da sociedade na política de segurança, por meio da instalação dos Conselhos Comunitários de Segurança;
- Estimular a instalação das Delegacias da Mulher;
- Instalar delegacias para apuração de crimes raciais;
- Difundir a implantação das Unidades de Polícia Pacificadora;

4) Lutar pela garantia da estabilidade econômica, baixa inflação, controle das contas públicas e crescimento sustentável em todo território nacional;

5) Garantir a liberdade de imprensa, que é luta nossa desde a criação do MDB;

6) Estimular a pesquisa e a produção científica, a partir da interação do cabedal de conhecimento das universidades públicas, com vistas à progressiva inserção do conhecimento e da produção nacionais no mercado globalizado;

7) Implantar a meritocracia no serviço público, com metas coerentes com a realidade de cada ente federado, e os correspondentes planos de carreira e de remuneração;

8) Promover a transparência absoluta na gestão pública, disponibilizando o acesso a todos os atos administrativos por via da rede mundial de computadores;

9) Revisar o pacto federativo, com a distribuição do bolo tributário nacional proporcionalmente aos encargos dos entes federados, com a garantia de equidade fiscal para a população;

10) Defender a Reforma Política, pois a Democracia é feita com partidos políticos fortes e, em tal reforma, deveremos lutar pelo fortalecimento dos partidos e pela valorização dos cidadãos;

11) Reiterar nosso compromisso com a sustentabilidade ambiental, que deve andar de braços dados com o desenvolvimento humano e social em todas as regiões do país, como, por exemplo, nossas posições na revisão do Código Florestal Brasileiro;

12) Estimular a participação das empresas brasileiras, públicas e privadas, nos negócios de interesse e oportunidade para a nação brasileira em todo o mercado globalizado, inclusive com mecanismos de defesa contra as práticas protecionistas ou predatórias;

13) Zelar pela tradição da diplomacia brasileira, que ganhou respeito internacionalmente pela defesa da Democracia na organização estatal e da paz entre os povos;

14) Promover a participação qualificada de nossos militantes em todas as redes sociais, levando nossas mensagens e propostas ao conhecimento de todas as comunidades de nosso país, vale dizer, a todos os brasileiros, e

15) Renovar nosso compromisso com a classe trabalhadora brasileira, observando a tendência das sociedades desenvolvidas, com a modernização permanente da jornada de trabalho e da seguridade social.


Brasília, 15 de setembro de 2011.

Senador Valdir Raupp
Presidente Nacional do PMDB.

Deputado Eliseu Padilha
Presidente da Fundação Ulysses Guimarães.

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