Mostrando postagens com marcador porto velho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador porto velho. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Eliseu Padilha e Raupp lançam Estradas e Bandeiras em Rondônia

Eliseu Padilha em Coletiva do Estradas e Bandeiras em Rondônia
Porto Velho (RO) – Os presidentes do PMDB e da Fundação Ulysses Guimarães nacionais, Valdir Raupp e Eliseu Padilha, respectivamente, lançam na tarde desta quinta-feira (25) mais uma edição do Programa Estradas e Bandeiras: Rumo aos Municípios 2012, em Porto Velho/RO. O objetivo é preparar e qualificar os quadros partidários para as eleições municipais. 

Entrevista – Na manhã de hoje, Padilha e Raupp, acompanhados dos presidentes Orestes Muniz (PMDB-RO) e Suely Aragão (FUG-RO), concederam coletiva para imprensa local. “O PMDB é um corpo vivo na história do país, na defesa dos interesses sociais”, afirmou Muniz. Para ele, a Fundação desenvolve um trabalho profícuo, imenso e organizado em todo o Brasil. “A Fundação Ulysses Guimarães está discutindo e preparando a militância para o embate do dia a dia”, comemorou o presidente do PMDB-RO, Orestes Muniz. 

O chefe da Casa Civil do Governo de Rondônia, Ricardo de Sá, disse que os cursos da Fundação estão servindo para construir o saber e profissionalizar o Partido. O líder peemedebista estava representando o governador do Estado, Confúcio Moura. A presidente da Fundação em Rondônia e secretária estadual de Educação, Suely Aragão, disse que este trabalho desenvolvido pela FUG está resgatando a ideologia política. 

Ela também elogiou a atuação da deputada Marinha Raupp (RO) frente a este trabalho. “A Marinha tem trabalhado incansavelmente e trazendo cada dia mais gente para participar da vida partidária e dos cursos da Fundação”. Para Valdir Raupp a ideia é preparar os quadros partidários para enfrentar as eleições municipais, como também as de 2014. “Precisamos lançar em todos os municípios brasileiros candidatura própria do PMDB. Tenho certeza, que nas próximas eleições vamos ressurgir como a maior sigla do Brasil”, comemorou o presidente da legenda. 

Raupp lembrou o evento de inauguração da nova sede estadual do Partido, no próximo dia 1º de setembro, que irá contar com a presença do vice-presidente da República, Michel Temer, e de líderes nacionais. E aproveitou para divulgar a programação do Fórum Nacional do PMDB e os Municípios, que acontecerá em Brasília, no dia 15 de setembro. 

 O presidente da Fundação Nacional, Eliseu Padilha, fechou a coletiva. “A nossa razão em promover estes cursos é qualificar nossos políticos e a nossa militância, para que possamos cada dia mais avançar no processo político. Hoje, quase 90% da população não acredita nos políticos e nem na política. Nós temos que mudar este quadro. E, isso só será possível com qualificação”. Padilha fez uma explanação sobre os cinco cursos promovidos gratuitamente pela Fundação. “Eu quero aqui reforçar as palavras de todos aqueles que me antecederam: nós temos que ter candidatura própria em todos os níveis. Temos que ter candidato preparado para discutir e participar”.

Fonte: pmdb.org
25/08/2011

sábado, 1 de julho de 2000

Ministro Eliseu Padilha - A Revolução Multimodal

Ministro Padilha
Ministro dos Transportes Eliseu Padilha
Nos últimos seis anos, a economia do Brasil cresceu acompanhada por uma revolução no sistema de transportes. A navegação de cabotagem ressurgiu e cresceu mais de 400%. O mesmo ocorreu com o transporte hidroviário, especialmente de grãos e de carne. 

Um exemplo: a soja que descia do Chapadão dos Parecis (MT) por rodovia até Santos (SP), hoje vai a Porto Velho e é exportada através da hidrovia do Madeira, com uma redução no frete de US$ 38,50 por tonelada. Já o sistema ferroviário, que estava literalmente sucateado, foi transferido para o setor privado, cresceu em média 13% ao ano e atraiu R$ 2 bilhões em investimentos. A maioria dos portos já trabalha com preços competitivos em nível internacional, como Rio de Janeiro e Salvador, que operam um contêiner a menos de US$ 130.

A matriz transportes passa por uma revolução fundada na multimodalidade, na modernização e na viabilidade de uma cadeia logística altamente competitiva. O Programa Avança Brasil contempla nove eixos regionais de integração que, na verdade, são corredores de transporte onde a multimodalidade está consagrada. Os investimentos para a integração entre os vários modais estão e continuarão sendo feitos.

Mas, há muito o que trabalhar. Considerando a dimensão continental do Brasil, a malha rodoviária pavimentada ainda é pequena, não corresponde à necessidade. No Norte e Centro-Oeste, há muitas rodovias ainda não implantadas ou não pavimentadas. Se a malha rodoviária ainda é deficitária, a ferroviária é muito mais. Considerando o tamanho e as condições geográficas, o Brasil poderia ter uma malha viária muito maior, seguramente o triplo do que é.

Seria conveniente. Porém, requer investimentos de grande vulto, muitos bilhões de dólares, que não poderiam ser feitos de uma hora para outra. Agora estamos buscando a parceria do setor privado no sistema ferroviário e estamos tendo construções, como é o caso da Ferronorte, que estará chegando em Rondonópolis (MT) no ano 2001, com conexão direta ao Porto de Santos e isso significa que as lavouras do Centro-Oeste estarão linkadas pelo sistema ferroviário com o Porto e com a exportação.

E o Governo Federal, através da Valec, está construindo a Norte-Sul, uma ferrovia que, brevemente, deverá ser privatizada e terá alta atratividade, considerando seu trajeto e a região onde está sendo implantada.  A Norte-Sul está quase pronta no Maranhão, está descendo pelo Tocantins e, em breve, vai abrir uma frente de trabalho em Goiás. Há ainda a construção da Tranordestina, que se interligará com a Hidrovia do São Francisco, com o Porto de Suape (PE) e tornará viável a malha ferroviária do Nordeste.

Assim, se considerarmos as circunstâncias do País, temos uma malha ainda deficitária, mas o certo é que está havendo a integração, a multimodalidade é uma realidade e essas deficiências que encontramos poderão ser supridas na medida em que tenhamos maior participação do setor privado. O setor público vai continuar no sistema rodoviário, nas malhas de expansão, onde o interesse estratégico da Nação é maior, caso do Norte, Centro-Oeste e parte do Nordeste do País.

Especificamente para as regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste, o Governo Federal tomou a decisão de não conceder rodovia mediante tarifa de pedágio. Nestas regiões não haverá concessão de rodovia federal pelo Governo Federal. As exceções são: o programa do Governo do Estado da Bahia envolve também uma rodovia federal entre Salvador e Feira de Santana; em Pernambuco também um programa estadual envolve rodovia federal entre Recife e Caruarú; e no Pará a rodovia Belém-Castanhal também está no programa do Governo do Estado.

Por parte do Governo Federal, só serão concedidas rodovias ao setor privado para fazer a conservação, o chamado Programa Crema, mas não haverá cobrança de pedágio. Para receber pelos serviços de manutenção de pistas e sinalização, as empresas deverão manter as rodovias com a mesma qualidade das rodovias pedagiadas.

COMPARTILHE:

COMPARTILHE: