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segunda-feira, 9 de maio de 2011

PMDB de MG lança Programa “PMDB Prefeito”


Presença dos presidentes nacionais do PMDB 
e Eliseu Padilha da Fundação Ulysses Guimarães 
Brasília (DF) – Com a presença dos presidentes nacionais do PMDB e da Fundação Ulysses Guimarães, Valdir Raupp e Eliseu Padilha, respectivamente, o PMDB Mineiro sai à frente e lança o Programa “PMDB Prefeito”. 

O núcleo será coordenado pelo prefeito Weber Americano. A ideia é incentivar prefeitos do PMDB a se organizarem para juntos agirem solidariamente em favor do interesses dos municípios, junto aos poderes constituídos, bancadas estadual e federal. 

“Existem reformas que exigem participação e mobilização das lideranças municipais. Está na hora do PMDB de Minas retomar – na teoria e na prática – as bandeiras do municipalismo”, afirmou Weber Americano. 

O coordenador ressaltou que esta é uma missão muito importante, pois hoje há um vácuo muito grande entre as bancadas e os prefeitos. “No momento em que houver unidade entre os prefeitos e a cúpula partidária, o PMDB irá crescer”. Weber Americano lembrou ainda da função do Prefeito dentro do Partido: “nós estamos perto da base, vivenciando o dia a dia dos municípios. 

É a partir daí que se faz política”. Para Danuza Bias Fortes, prefeita de Barbacena, a instalação do Programa “acontece num momento importante, em que está se buscando a unidade e o fortalecimento da sigla no estado”. O presidente da FUG de MG, Itamar Oliveira, afirmou que “esta será uma Frente de vitórias para que o Partido continue ampliando seu número no estado”.

Fonte: pmdb.org
09/05/2011


sábado, 26 de junho de 2010

Conheça o programa de obras que Eliseu Padilha criou para a Via Expressa

Eliseu Padilha
Além da restauração e pavimentação de pistas e ruas laterais na BR-116, o programa criado por Eliseu Padilha para a Via Expressa incluiu obras de grande importância como os viadutos do Boqueirão (Canoas), da Avenida João Corrêa (São Leopoldo) e Sete de Setembro (Novo Hamburgo). 


O programa foi integrado ainda pela Passarela do Bairro Primavera e os trevos de acesso a Dois Irmãos. Padilha deu início imediato às obras, deixando várias delas concluídas e outras licitadas e iniciadas.

Viaduto Boqueirão

Foi a primeira grande obra do programa Via Expressa, adequando a interseção da BR-116 com a BR-386, em Canoas. Custou mais de R$ 8 milhões e beneficiou toda a região, não apenas o Vale do Rio dos Sinos, mas também o Vale do Taquari, a Grande Caxias do Sul, todas as regiões que se utilizam da BR-116, passando por Canoas.

Viaduto João Corrêa

A obra eliminou um dos pontos críticos da BR-116 e beneficia diretamente toda a região de São Leopoldo e Novo Hamburgo.  Construído com recursos federais da ordem de R$9,5 milhões, o viaduto da Avenida João Correa com a BR-116 facilita o trânsito de aproximadamente 100 mil veículos por dia, reduzindo o risco de acidentes no local.

Viaduto Sete de Setembro

Liberado para o tráfego em dezembro de 2000, este importante viaduto custou cerca de R$ 5,1 milhões. Beneficia toda a região metropolitana e, principalmente, Nova Hamburgo, onde o fluxo da rodovia chega a 60 mil veículos por dia. Eliminou um ponto crítico na interseção da BR-116 com a Avenida Sete de Setembro.

Passarela Primavera

A passarela para pedestres, construída na altura do quilômetro 238 da BR-116, beneficia milhares de pessoas que diariamente atravessam a pista nas proximidades dos bairros Rio Branco e Primavera. Inaugurada por Eliseu Padilha em setembro de 2001, a passarela tem 152 metros de extensão e recebeu investimentos da ordem de R$ 469 mil.


Eurico Batista (Assessoria de Imprensa)

sábado, 2 de dezembro de 2000

Revista TRADE - A retomada da Indústria Naval - Navega Brasil

Revista TRADE and transporte ano 2000
O programa Navega Brasil, lançado recentemente pelo presidente Fernando Henrique, equacionou uma questão de difícil resolução. De uma só vez, marcará a retomada da indústria naval e da marinha mercante no Brasil, sem retirar a competitividade do setor.

Por meio de um conjunto de medidas, alternando algumas regras para o financiamento da construção de navios de longo curso com recursos do Fundo de Marinha Mercante - FMM, pretendemos buscar no mercado brasileiro, no mercado internacional, e na livre concorrência, preços mais competitivos. Sem privilégios ou reservas de mercado. A indústria naval do País terá que competir com a indústria internacional, oferecendo produtos de qualidade a preços atraentes.

A construção de um navio de longo curso gera cerca de mil e quinhentos (1500) empregos diretos e três mil (3000) indiretos, ao longo de três anos, tempo médio para a construção de embarcações de grande porte.

 Revista TRADE 
A retomada da Indústria Naval


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quinta-feira, 23 de novembro de 2000

A retomada da indústria naval - Ministro Eliseu Padilha desenvolve Programa Navega Brasil

Ministro Eliseu Padilha - Programa Navega Brasil
O Programa Navega Brasil, lançado recentemente pelo presidente Fernando Henrique, equacionou uma questão de difícil resolução. De uma só vez, marcará a retomada da indústria naval e da marinha mercante no Brasil, sem retirar a competitividade do setor. 

Por meio de um conjunto de medidas, alterando algumas regras para o financiamento da construção de navios de longo curso com recursos do Fundo de Marinha Mercante, pretendemos buscar no mercado brasileiro e no internacional, além de na livre concorrência, preços mais competitivos. Sem privilégios ou reservas de mercado. A indústria naval do país terá de competir com a indústria internacional, oferecendo produtos de qualidade a preços atraentes. 

Reflexo imediato das novas condições de financiamento: a Transpetro oficializou no Ministério dos Transportes a priorização da construção, em estaleiros nacionais, de quatro navios petroleiros. Para sobreviver, a Transpetro é obrigada a adotar preços dentro do panorama internacional, comparando permanentemente os seus custos de transporte aos dos transportadores estrangeiros. 

É simples: a adoção de preços de mercado imporá a comparação das ofertas internacionais com aquelas dos estaleiros brasileiros, garantindo a competitividade da empresa. 

São essas as principais medidas: 

1) o total a ser financiado sobe de 85% para 90%; 
2) até hoje, somente o BNDES e os demais bancos oficiais podiam atuar como agentes 

financeiros no Fundo de Marinha Mercante para a obtenção de financiamentos. As demais instituições financeiras atuavam apenas como subagentes, ou seja, solicitavam ao BNDES, que, por sua vez, solicitava ao FMM, que autorizava o BNDES, que repassava ao subagente. Com a nova medida, qualquer instituição financeira privada também poderá atuar como agente principal. 

Assim, será ganho tempo na obtenção do financiamento, porque a cadeia fica menor. Também estão mudando os critérios dos juros e os prazos: 3) os juros, que eram de 6% ao ano, passarão a variar de 4% a 6%; 4) os prazos também ficarão mais flexíveis, aumentando dos atuais 15 anos para até 20 anos. 

No cenário internacional, os Estados Unidos, por exemplo, financiaram duas embarcações, que hoje operam no Brasil, com prazo de amortização superior a 17 anos; condições estabelecidas oficialmente pela autoridade marítima Marad e que continuam disponíveis para quem desejar construir navios por lá. 

Na Europa, financia-se a prazos nunca inferiores a 12 anos, e o armador ainda recebe subsídio direto de aproximadamente 9%, além das vantagens fiscais existentes para estimular o emprego de marítimos. Vale lembrar: na década de 70, auge da construção naval no Brasil, o setor chegou a gerar 40 mil empregos diretos. Hoje esse número é de cerca de mil. 

A construção de um navio de longo curso gera por volta de 1.500 empregos diretos e 3.000 indiretos ao longo de três anos, tempo médio para a construção de embarcações de grande porte. As novas medidas garantem, de imediato, a abertura de 6.000 novos empregos diretos. Nos anos 70, o Brasil chegou a ser o segundo maior construtor naval do mundo. 

A partir de 1980, por várias razões, o setor entrou em declínio e hoje possui apenas 3% do mercado que dominava naquela época. Somente no ano passado, com a locação de embarcações estrangeiras, a economia brasileira teve um déficit de mais de US$ 5 bilhões na balança comercial, na conta de serviços de transporte. 

Agora, com os investimentos previstos em R$ 223 milhões em 2000 e as mudanças nas regras de financiamento, será possível reverter essa tendência. Os recursos ainda não foram utilizados porque os armadores aguardavam as mudanças nas regras de financiamento, que acabam de ser anunciadas. Com relação à arrecadação deste ano, a expectativa é que o fundo recolha US$ 260 milhões. 

Eliseu Padilha, 54, advogado, é ministro dos Transportes. Foi prefeito de Tramandaí (RS) e deputado federal pelo PMDB-RS (1995-1997).

Fonte: Transportes.gov.br

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