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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Ministro Eliseu Padilha entrevistado No Programa É Notícia, da RedeTV.

O ministro Eliseu Padilha é o entrevistado do Programa É Notícia, da RedeTV, 
que vai ao ar hoje às 1:15 (madrugada de segunda-feira para terça-feira)

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Ministro Eliseu Padilha fala sobre "Portos Secos"

As EADIs podem dar importante contribuição ao desenvolvimento sócio e econômico da Nação Vivemos num mundo globalizado onde a sobrevivência estará assegurada aos países que tiverem uma matriz de transportes competitiva, capaz de colocar produtos em condições favoráveis em qualquer mercado. 

Temos a responsabilidade de levar o Brasil ao século 21 em condições de competir neste mundo moderno. Para isso, devemos dar resposta a este desafio: construir um sistema multimodal, tirando o melhor desempenho de cada modal de transporte, para reduzir distâncias, ganhar tempo, baixar fretes e tornar nossos produtos mais baratos no mercado interno e mais competitivos no mercado externo.

Entrevista completa:



Veja em outros formatos:

http://pt.calameo.com/read/0015243789d6fad01535e        http://www.slideshare.net/eliseupadilha/porto-seco-o-novo-elo-da-equao-transportes         http://www.slideshare.net/eliseupadilha/porto-seco-o-novo-elo-da-equao-transportes



quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Revista Rodovias entrevista exclusiva com Ministro Padilha

Entrevista exclusiva com ministro Padilha
Rodovias em Revista: Após muito tempo pode finalmente comemorar a duplicação da Rodovia Fernão Dias. Que benefícios podem ser esperados com a obra? 

Ministro Eliseu Padilha: Em primeiro lugar podemos adiantar que, um ano após a duplicação, haverá uma redução de 55% no número de acidentes. Outro dado importante é que o Governo Federal vai economizar cerca de 60 milhões de dólares por ano, que representa todo o dinheiro gasto com atendimento aos acidentados nesta rodovia. 

Além disso, teremos a melhora da capacidade de circulação de veículos entre as regiões metropolitanas de Belo Horizonte e São Paulo, reduzindo o custo operacional dos veículos, diminuindo em 20% o tempo de viagem e aumentando a segurança dos usuários. 


Leia a entrevista na íntegra: 



Veja em outros formatos: 

http://pt.calameo.com/read/0015243785331bc110c24        http://pt.scribd.com/doc/183915991/Revista-Rodovias-Entrevista-Exclusiva-Com-Ministro-Padilha         http://www.slideshare.net/eliseupadilha/revista-rodovias-entrevista-exclusiva-com-ministro-padilha



terça-feira, 12 de novembro de 2013

Ministro Padilha anuncia recursos para estradas baianas

Ministro Padilha anuncia recursos para estradas baianas O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, anunciou durante o 5º Congresso Brasileiro de Municípios, a aplicação de R$ 100 milhões na conservação e recuperação dos 4.237 quilômetros de malha federal na Bahia, além de R$ 60 milhões para a construção dos trechos ainda não pavimentados. 

Padilha afirmou que o governo federal vem aplicando R$ 21 milhões na recuperação emergencial das estradas baianas e que, até o fim do ano, já estará em operação no estado o Programa de Concessão para manutenção Rodoviário (Crema), sistema sem cobrança de pedágio para o usuário, que entrará em vigor nos estados do Nordeste, Centro-Oeste e Norte. 

Correio Estados e Municípios entrevista Padilha


Veja em outros formatos:

http://pt.calameo.com/read/0015243786d4cd44dfa7f       http://pt.scribd.com/doc/183552985/Ministro-Padilha-Anuncia-Recursos-Para-Estradas-Baianas        http://www.slideshare.net/eliseupadilha/ministro-padilha-anuncia-recursos-para-estradas-baianas


terça-feira, 16 de março de 2010

Jornal Câmara entrevista Deputado Eliseu Padilha

Deputado Padilha em entrevista ao Jornal Câmara
Busca de acordos é solução para manter produtividade


Novo presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), o deputado Eliseu Padilha (PMDB-RS) diz, nesta entrevista ao Jornal da Câmara, que está analisando uma lista de projetos polêmicos que esperam resposta da comissão. Ele preparou um esquema de votações para que a comissão mantenha a produtividade neste ano de eleições. Na opinião do deputado, acordos para votação serão a chave para manter os trabalhos, mesmo com as campanhas eleitorais que começam no segundo semestre.


JC: Neste ano eleitoral, a CCJ pode mudar seu modo de trabalho para votar mais propostas?

EP: Este é um ano atípico, e temos uma tradição de pouco trabalho em ano de eleição. Qual o desafio que a Câmara e especialmente a nossa comissão aceitou? Não queremos ter perda de produtividade, em que pese a excepcionalidade do ano. Para isso, em vez de fazermos três reuniões por semana em três dias, como temos feito, nós tentaremos fazer quatro em dois dias. Isso deve resultar em produtividade igual ou superior à de um ano normal.


JC: Há cerca de 1,6 mil projetos prontos para votação, a ideia é desafogar a comissão? 

EP: Sim, e vamos trabalhar para construir uma pauta de consenso. Há alguns temas tabus, sobre os quais vamos iniciar uma discussão com as lideranças, mas eu não vou colocar em pauta sem construir um acordo. As bancadas terão de ter condição de construir consensos para nós levarmos à comissão. Esse ano, uma palavra será fundamental: acordo. Em alguns temas isso não será possível, mas talvez tenhamos de ir a voto.


JC: Que temas difíceis podem ser discutidos?

EP: A maioridade penal, por exemplo, é um tema complexo que não pode continuar dormindo lá. Tem mais de 20 propostas sobre o assunto, e a sociedade clama por uma posição nossa. Também precisamos votar o Estatuto da Família (PL 4343/08), assim como a resolução que dá competência à CCJ para ela ter decisão terminativa em matéria que diga respeito a emenda constitucional, sem passar por comissões especiais. Há temas que são eminentemente da nossa comissão. O Projeto de Resolução 39/03 está há anos tramitando e não é votado. A mesma coisa com o orçamento impositivo, para que estados e municípios não dependam da boa vontade do governante de plantão.


JC: Esses assuntos podem ser pautados mesmo sem acordo?

EP: Quero levá-los pelo menos à discussão do colégio de lideranças na comissão, para que, se não pudermos colocar em votação, pelo menos a gente saiba que está tramitando e que há um clamor muito grande.


Fonte: Jornal da Câmara de 16/03/2010 por Marcello Larcher

sexta-feira, 12 de março de 2010

Presidente da CCJ quer mudar trabalhos para manter produtividade

Eliseu Padilha: vamos fazer quatro reuniões
em  dois dias para manter a produtividade

Padilha quer buscar acordo para votar projetos como o da maioridade penal e do orçamento impositivo.

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), deputado Eliseu Padilha (PMDB-RS), está analisando uma lista de projetos polêmicos que esperam uma resposta da comissão. Ele preparou um esquema de votações para que a comissão mantenha a produtividade neste ano de eleições. Na opinião do deputado, acordos para votação serão a chave para manter os trabalhos, mesmo com as campanhas eleitorais que começam no segundo semestre.

Leia a seguir a entrevista concedida à Agência Câmara:

Agência Câmara - Nesse ano eleitoral, a CCJ pode mudar seu modo de trabalho para votar mais propostas?

Eliseu Padilha - Esse é um ano atípico, e temos uma tradição de pouco trabalho em ano de eleição. Qual o desafio que a Câmara e especialmente a nossa comissão aceitou? Não queremos ter perda de produtividade, em que pese a excepcionalidade do ano. Para isso, em vez de fazermos três reuniões por semana em três dias, como temos feito, nós tentaremos fazer quatro em dois dias. Isso deve resultar em uma produtividade igual ou superior à de um ano normal.

Agência Câmara - Há cerca de 1600 projetos prontos para votação, a ideia é desafogar a comissão?

Eliseu Padilha - Sim, e vamos trabalhar para construir uma pauta de consenso. Há alguns temas tabus, sobre os quais vamos iniciar uma discussão com as lideranças, mas eu não vou colocar em pauta sem construir um acordo. As bancadas terão de ter condição de construir consensos para nós levarmos à comissão. Esse ano uma palavra será fundamental: acordo. Em alguns temas isso não será possível, mas talvez tenhamos de ir a voto.

Agência Câmara - Que temas difíceis podem ser discutidos?

Eliseu Padilha - A maioridade penal, por exemplo, é um tema complexo que não pode continuar dormindo lá. Tem mais de 20 propostas sobre o assunto, e a sociedade clama por uma posição nossa. Também precisamos votar o Estatuto da Família (PL 4343/08), assim como a resolução que dá competência à CCJ para ela ter decisão terminativa em matéria que diga respeito a emenda constitucional, sem passar por comissões especiais. Há temas que são eminentemente da nossa comissão. O Projeto de Resolução 39/03 está há anos tramitando e não é votado. A mesma coisa com o orçamento impositivo, para que estados e municípios não dependam da boa vontade do governante de plantão.

Agência Câmara - Esses assuntos podem ser pautados mesmo sem acordo?

Eliseu Padilha - Quero levá-los pelo menos à discussão do colégio de lideranças na comissão, para que, se não pudermos colocar em votação, pelo menos a gente saiba que está tramitando e que há um clamor muito grande.


Fonte: Agência Câmara de Notícias de 12/03/2010

quarta-feira, 13 de março de 2002

Revista ISTO É entrevista Ministro dos Transportes Eliseu Padilha

2002 Ministro dos Transportes Eliseu Padilha
"A Revolução dos Transportes"

Título da Revista ISTO É Dinheiro, edição 237A de 13 de março de 2002.

Eliseu Padilha PMDB Ex-ministro dos Transportes  fala em entrevista como em seu mandato o setor deu um salto de qualidade e eficiência.

Link para download da Revista.  









(clique em Expand para ler na íntegra)

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quarta-feira, 24 de outubro de 2001

Rádio Guaiba entrevista Ministro dos Transportes Eliseu Padilha

Eliseu Padilha
AMIR DOMINGUES: quais foram as razões do ministro para deixar o ministério? 

ELlSEU PADILHA: Bom dia Amir. Bom dia a todos os ouvintes. Realmente Amir, ontem, em almoço com o senador PEDRO SIMON, o deputado CEZAR SCHIRMER e o deputado OSMAR TERRA foi colocado de forma veemente que a minha permanência no governo estava já atrapalhando, para usar uma expressão mais conhecida no Rio Grande do Sul, as tratativas do partido em seu programa de aliança para o pleito de 2002. Eu já havia antecipado ao presidente que havia, desde o inicio de setembro, uma pressão dentro do partido para que eu deixasse o governo. Nós tínhamos que definir claramente como o PMDB se comportaria no Rio Grande do Sul. Eu levei ao presidente essa preocupação já a mais tempo e ele disse para apenas implantar as agências. 

A Agência Nacional de Transportes Terrestres e a Agência Nacional de Transportes Aquoviário e o Departamento Nacional de Infra-estrutura em Transportes, depois é só fazer andar as coisas e você ficaria liberado. Pois bem, tem 15 dias que eu estou discutindo os nomes para essas agências com o presidente e chegamos já aos nomes. Eu formalmente hoje entrego a eles a indicação e depois ele a enviará ao Senado. Por isso, o que ele me disse que era a minha missão está realizado. 

Pois bem, se a minha missão está cumprida e já havia com ele o ajuste para a minha antecipação e se a minha permanência prejudica o meu partido no meu Estado, claro que eu tenho que concordar com o presidente do partido CEZAR schirmer. E vou hoje conversar com o presidente dizendo que cumpri a missão e que apenas quero ajustar com ele agora, antecipando em relação ao previsto em dezembro, a minha saída. Pronto, é simples. Claro que o meu convívio com o presidente é algo para mim de profunda honra. Se eu pudesse continuar trabalhando com ele continuaria ainda por muito tempo, mas circunstâncias políticas então impediam a ele e a mim. Se isso acontece então, eu vou desde logo tomando o meu caminho. 

AMIR DOMINGUES: Isso significa que o senhor poderá concorrer ao governo do Estado? 

ELlSEU PADILHA: Não. Não. Não. Definitivamente, não. Eu serei candidato a deputado federal. Eu vou ajudar o senador PEDRO SIMON, nosso chefe maior no partido no Rio Grande na sua cruzada agora para as prévias. E depois farei junto com a candidatura que seja definida ou SIMON, no Rio Grande do Sul, se ele não for vencedor das prévias, conforme ele disse. Ou quem as nossas prévias internas definam, no caso de SIMON ser o candidato à presidência da República. SIMON será a peça chave para a definição da candidatura no Rio Grande do Sul. Por quê? Presidente da República ele vai influenciar o candidato. Não- presidente da República ele será o candidato. Portanto, no PMDB do Rio Grande do Sul terá em PEDRO SIMON o grande condutor do processo de 2002. 

AMIR DOMINGUES: E se o senador PEDRO SIMON for candidato à presidente da República, quem será o candidato do PMDB aqui no Sul? 

ELlSEU PADILHA: Uma prévia vai definir. Certamente que a opinião do senador PEDRO SIMON será muito importante, mas eu não colocarei o meu nome disponível para a prévia. Definitivamente eu pretendo concorrer a uma cadeira para Câmara dos Deputados. Quero ser deputado federal por tudo. Aliás, o porto de Rio Grande, quem é que vai estar em Brasília para fazer com que as obras, que foram recém iniciadas para ser o porto do Mercosul continuem? O sistema de trem nosso, o Trensurb, quem é que vai continuar a pressão para que ele continue para chegar ao centro de Novo Hamburgo como é o projeto que nós estamos começando a executar. O fim da estrada do inferno que está previsto para o início do ano de 2003, quem é que vai cuidar para que isso efetivamente aconteça? E monitorar a duplicação de Porto Alegre à Pelotas que começa no início do ano, pressionando todo o dia para que isso se concretize. São obras que para mim são coisas que saíram da minha criação, da minha imaginação. Eu tive que me empenhar. Agora é muito importante que elas sejam concluídas. Portanto, eu acho que eu tenho a vinculação umbilical com elas e a minha permanência em Brasília para isso eu acho fundamental. 

AMIR DOMINGUES: Ou seja, na Câmara para cobrar o que vai ser feito a respeito da esfera do atual ministério no próximo governo. 

ELlSEU PADILHA: Eu vou colocar toda essa experiência que eu adquiri nas relações do governo com o Congresso, do Congresso com o governo. De como se votam as propostas orçamentárias. De como são construídas as propostas orçamentárias. Toda a experiência que eu adquiri no curso desse tempo eu quero colocar à disposição do meu Estado para que gente possa fazer estas obras que foram iniciadas na minha área terem conclusão. Ai sim minha obra estará realmente completa. Agora eu estou com a minha missão cumprida internamente no governo dada a limitação temporal do mandato do presidente FERNANDO HENRIQUE e a necessidade da minha eleição também. Senão, evidentemente, eu pretenderia concluir na execução, eu executando, mas não vai ser possível. Então eu tenho que me preocupar em ser responsável por elas até o final. 

AMIR DOMINGUES: Que leitura o senhor faz da viagem do presidente FERNANDO HENRIQUE à Europa na companhia e a convite dos três presidentes do partido que compõem a base governamental do governo FERNANDO HENRIQUE, no Congresso. 

ELlSEU PADILHA: De absoluta normalidade. Não há absolutamente nada mais. Eu estou falando na condição de ministro dos Transportes do governo FERNANDO HENRIQUE CARDOSO. Nós temos mais dois ministérios no governo, qual é o problema que existe do presidente de um dos partidos que está na base do governo, mas que, no ano que vem, terá seu candidato próprio. Ele tem algum problema de estar acompanhando o presidente que vai a uma assembléia na França onde poucos cidadãos no mundo foram chamados para falar. Ele está sendo chamado para falar o que pensa o presidente do Brasil para o país de tradição cultural e política como a França. Não há absolutamente nada, nada. Nós estamos ou não estamos na base de sustentação do governo, estamos. Vamos sair? Vamos. Vamos sair se ITAMAR FRANCO for o candidato, é certo que nós estaremos fora. Se for PEDRO SIMON e JARBAS VASCONSELOS pode essa convivência continuar. SIMON tem dito nós nunca seremos oposição ao governo porque nós fizemos parte por muito tempo, mas teremos nosso próprio caminho. Agora em relação a FERNANDO HENRIQUE, FERNANDO HENRIQUE não vai ser candidato e ele precisa governar. Logo, ele precisa de sustentação. São coisas distintas. Eu sei que se nós falarmos nisso genericamente as pessoas terão dificuldade de entender. Mas na medida que a gente explica como estou explicando se vê que é de absoluta normalidade. Não tem nenhuma anomalia. 

AMIR DOMINGUES: Para finalizar ministro ELlSEU PADILHA, e desde já agradecendo sua atenção com os ouvintes da rádio Guaíba, já tem data marcada para concretizar seu afastamento do governo? 

ELlSEU PADILHA: Não. Eu defino com o presidente FERNANDO HENRIQUE e com o presidente MICHEL TEMER hoje a data. Se eu bem conheço o presidente FERNANDO HENRIQUE, ele deverá dizer: olha, nós estamos agora com uma mini reforma andamento. Vai mudar o ministro da Justiça, vai mudar o secretário de Comunicação Social, vai mudar o secretário geral da presidência da República. Agora por esses dias já são matérias até publicadas. Possivelmente ele vai dizer: quem sabe você insere essa sua substituição nesse conjunto. Presumo que ele vá dizer isso. 

AMIR DOMINGUES: Muito obrigado ministro. 

ELlSEU PADILHA: Obrigado. E sempre a disposição.

PROGRAMA: AGORA 
EMISSORA: RÁDIO GUAíBA 
DATA: 24/10/01 HORA: 10H ÀS 11H 

APRESENTADOR: AMIR DOMINGUES

sexta-feira, 1 de junho de 2001

Entrevista para a Revista Tema (SERPRO), Ministro dos Transportes Eliseu Padilha

Entrevista Ministro dos Transportes Eliseu Padilha revista TEMA SERPRO


MODERNIDADE: A partir deste mês, a Marinha passa por uma verdadeira revolução em sua sistemática de arrecadação, com a implantação do novo Sistema Mercante. Concebida pelo Departamento de Marinha Mercante em parceria com o Serpro, a novidade vai controlar o pagamento do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM). A tarifa, recolhida em cima do valor do frete das importações, transporte de cabotagem e navegação interior no transporte de granéis líquidos, compõe o Fundo da Marinha Mercante, que tem como objetivo principal fomentar a construção naval e melhorar o sistema de transporte aquático de carga. Em entrevista para a Revista Tema, o Ministro dos Transportes Eliseu Padilha explica como vai funcionar o novo Sistema e quais as vantagens que a inovação traz para o governo, a iniciativa privada e, principalmente, para o Brasil:


(clique em Expand para ler na íntegra)

Fonte: Serpro.gov.br

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sábado, 2 de dezembro de 2000

Revista TRADE - A retomada da Indústria Naval - Navega Brasil

Revista TRADE and transporte ano 2000
O programa Navega Brasil, lançado recentemente pelo presidente Fernando Henrique, equacionou uma questão de difícil resolução. De uma só vez, marcará a retomada da indústria naval e da marinha mercante no Brasil, sem retirar a competitividade do setor.

Por meio de um conjunto de medidas, alternando algumas regras para o financiamento da construção de navios de longo curso com recursos do Fundo de Marinha Mercante - FMM, pretendemos buscar no mercado brasileiro, no mercado internacional, e na livre concorrência, preços mais competitivos. Sem privilégios ou reservas de mercado. A indústria naval do País terá que competir com a indústria internacional, oferecendo produtos de qualidade a preços atraentes.

A construção de um navio de longo curso gera cerca de mil e quinhentos (1500) empregos diretos e três mil (3000) indiretos, ao longo de três anos, tempo médio para a construção de embarcações de grande porte.

 Revista TRADE 
A retomada da Indústria Naval


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sexta-feira, 15 de setembro de 2000

O ministro dos transportes Eliseu Padilha fala sobre a situação dos modais de transportes no país.

O ministro dos transportes, Eliseu Padilha, fala sobre a situação dos modais de transportes no país.
Entrevista Revista Trade - setembro de 2000
Ministro Eliseu Padilha: A economia do Brasil cresceu muito nos últimos seis anos. Esse crescimento foi aconpanhado por uma revolução no sistema de transportes. Hoje, além do modal rodoviário, que é reconhecido como um dos melhores do continente, temos a ressurreição da navegação de cabotagem, onde crescemos mais de 400% e a ressurreição do transporte nas águas interiores, as hidrovias, especialmente no transporte de grãos e de carne. 

Um exemplo é o que acontece no Rio Madeira: a soja que descia do Chapadão dos Parecis por via rodovia até Santos, hoje vai a Porto Velho e desce pela hidrovia, com uma redução no valor do frete de US$ 38,50 por tonelada, considerado muito importante para o mercado internacional. (Trecho parcial da reportagem retirado da revista)

Revista Trade - Transporte Integrado



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