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segunda-feira, 1 de abril de 2013

Entrevista Eliseu Padilha Curso de Dicção e Oratória - FUG


Parte 1 - Entrevista Eliseu Padilha Curso de Dicção e Oratória
Fundação Ulysses Guimarães




Parte 2 - Entrevista Eliseu Padilha Curso de Dicção e Oratória
Fundação Ulysses Guimarães

quarta-feira, 24 de março de 2010

Eliseu Padilha lança o curso de Formação de Cidadania Comunitária

Eliseu Padilha - Quando fui prefeito fiz questão 
de estimular a ação do Conselho Municipal
Brasília – O presidente da Fundação Ulysses Guimarães, Eliseu Padilha (RS), lançou nesta quarta-feira o novo curso de Ensino a Distância intitulado Formação de Agentes de Cidadania Comunitária. 

De acordo com Padilha, o programa voltado para cidadania deverá preparar a comunidade para atuar ativamente no processo político-administrativo dos municípios. Para o presidente da FUG, de todas as iniciativas de ensino formuladas pela Fundação esta é a que mais sintetiza a ideia de aproximação com a população. “Falta cidadania comunitária, falta saber o que fazer ou como ajudar. Esse curso tem por objetivo de corrigir essa falha comum a quase todos os estados”, destacou. 

Em sua explanação, Eliseu Padilha compartilhou com os presentes sua experiência como administrador municipal da cidade de Tramandaí, no litoral do Rio Grande do Sul. “Quando fui prefeito fiz questão de estimular a ação do Conselho Municipal, que teve a sua origem nas associações comunitárias. Em 1989, municipalizei a saúde. Queria construir um posto de saúde no Centro. 

O conselho optou por três ambulatórios, me curvei aos apelos da comunidade. Saí com 97% de aprovação popular”, lembrou. Padilha esclareceu que a Constituição de 1988 garante a descentralização política e administrativa. “Essa descentralização não funcionada porque o nível de cidadania não está à altura da que foi prevista pela Carta Magna. 

Esses conselhos são muito importantes social e politicamente. O cidadão efetivo é aquele que participa. O Estado é imaterial, ele só se torna realidade por meio da vontade e da contribuição do cidadão”, disse. Na avaliação do presidente, depois que o cidadão se integra ao processo político-administrativo pode cobrar ações de educação, trabalho, previdência social, saúde, alguns das principais deficiências da atualidade. “Nosso desejo é qualificar cidadãos que desejem ser úteis às suas comunidades. 

O cidadão no pleno exercício da cidadania que se coloca a serviço da sociedade. O cidadão precisa estar preparado. A instituição sobe à medida que a cidadania sobe, quando as comunidades aprendem a reagir e cobrar”, defendeu. Para Padilha, a população precisa reassumir suas posições nas decisões da comunidade e isso deve ser feito de modo qualificado. Padilha explicou aos coordenadores o conteúdo programático de cada aula do novo curso, que inclui noções dos poderes econômico e político. 

Além disso, o curso deverá abordar regras do Poder Democrático, que irá apresentar aos alunos aqueles que participam das decisões, como e o que decidir e o poder de influência das minorias e das maiorias. “É fundalmental que a população entenda as dimensões da cidadania, o valor da democracia participativa, os obstáculos da democratização plena no Brasil. Até mesmo a descentralização do Estado moderno, que hoje é um dos maiores dilemas, é um dos pontos que os alunos precisam e certamente, aprenderão neste curso”, afirmou. 

Os fundamentos da ordem social no Brasil também serão abordados no curso no qual os alunos poderão debater a complexidade de áreas como saúde, assistência social, meio ambiente, política urbana, criança e adolescência, políticas para idosos e portadores de necessidades especiais e a ampliação do acesso à Justiça. “Todas são questões que devem ocupar as atividades dos Conselhos Municipais. A realidade local é que vai determinar a inclusão de temas a serem discutidos pelos Conselhos Municipais”, completou.

Fonte: pmdb.org
24/03/2010


quarta-feira, 8 de julho de 2009

CCJ aprova PEC que garante ensino regular

Eliseu Padilha CCJ aprova PEC que garante ensino regular
Brasília (08/07/2009) – A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou, nesta quarta-feira, a Proposta de Emenda à Constituição 347 de 2009, de autoria da deputada Rita Camata (ES), que assegura atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino, em qualquer faixa etária e nível de instrução. 

A PEC será analisada agora por uma comissão especial. A parlamentar agradeceu o empenho da relatora do projeto na CCJ, deputada Sandra Rosado (PSB-RN), e dos demais integrantes da comissão que demonstraram um forte compromisso com a inclusão social dos portadores de deficiência. 

“A sensibilidade dos integrantes do colegiado permitiu que o Congresso pudesse interceder em favor de milhares de pessoas que hoje são privadas de frequentarem um ensino regular”, afirmou. Camata esclareceu aos parlamentares que quando foi procurada por uma associação de mães de deficientes do Distrito Federal para elaborar uma emenda constitucional que assegurasse os direitos de seus filhos, como o acesso ao ensino regular, acreditou que seria desnecessário, já que a Constituição já garantia isso. 

No entanto, ao investigar o caso a deputada observou uma realidade absolutamente distinta. A peemedebista constatou que o próprio judiciário quando acionado, lamentavelmente, trabalha com o entendimento de que depois dos 18 anos, o Estado não tem mais deveres com as pessoas portadoras de deficiência. 

OPORTUNIDADE – A realidade dessas pessoas é que não existem garantias de que ao final de um ano letivo, os alunos especiais terão suas matrículas renovadas. “O transtorno é enorme porque os pais precisam trabalhar e não têm onde deixar seus filhos. Até como terapia ocupacional essas aulas são fundamentais para essas pessoas portadoras de necessidades especiais”, destacou. 

Para o vice-presidente da CCJ, deputado Eliseu Padilha (RS), esse projeto mostra o compromisso da deputada Rita Camata com aqueles brasileiros que precisam de uma atenção especial por parte do Estado. “É bom lembrar, que a proposta pode ajudar a diminuir as dificuldades encontradas pelos deficientes na inclusão ao mercado de trabalho”, concluiu.

Fonte: pmdb.org

sábado, 16 de fevereiro de 2002

PMDB Mulher faz parceria com a FUG Nacional

Maria Elvira Ferreira, Cida Ferreira, Eliseu Padilha, Anita Fernandes e Sra. Omuro
A presidenta do PMDB Mulher, Maria Elvira Ferreira, esteve em Brasília na última terça-feira (12), para gravar uma fala de incentivo que será apresentada durante a Aula Inaugural dos cursos de Capacitação Política que a Fundação Ulysses Guimarães. 

Presidida pelo deputado federal Eliseu Padilha, a FUG começa a promover o curso em todo o Brasil, que será lecionado pelo método de Ensino à Distância (EAD). 

A aula Inaugural será exibida no dia 15 de março. Maria Elvira e outras companheiras serão destaque na reportagem de lançamento dos cursos em Brasília, na nova edição da revista Ulysses, da FUG, em que uma mensagem do PMDB Mulher será publicada no material pedagógico. Maria Elvira concederá entrevista para as revistas que compõem o este material. 

O PMDB Mulher apoia esta inédita e histórica iniciativa, que vem ao encontro de uma antiga reivindicação. “A capacitação política é fundamental para o empoderamento da mulher, para que ela participe da política partidária e se capacite como candidata”, sublinha Maria Elvira. 

Todas as companheiras nos Estados estão sendo chamadas a estimular ao máximo a participação das mulheres peemedebistas nos cursos. 

A ex-deputada Teté Bezerra, integrante da Executiva Nacional do PMDB Mulher e presidente da FUG do Mato Grosso, está visitando todo o Estado para organizar as turmas de alunos/as. Em contato com as companheiras do PMDB Mulher, surgiu a idéia inovadora de que após as tele-aulas, as mulheres aproveitassem para discutir as suas questões específicas. 

Na semana passada, a realização dos cursos foi analisada também durante reunião do PMDB Mulher do Pará, reunido com a deputada federal Elcione Barbalho, presidente de honra do PMDB Mulher Nacional. 

Fonte: PMDB Nacional
16/02/2002 

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