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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Aprovado substitutivo de Eliseu Padilha ao Estatuto das Famílias

Aprovado substitutivo de Eliseu Padilha ao Estatuto das Famílias
Foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), em caráter conclusivo, o substitutivo do deputado Eliseu Padilha (RS) ao Estatuto das Famílias - Projeto de Lei 674/2007, do deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP). 

A proposta retira todo o Direito de Família do Código Civil, estabelecendo lei especial. 

O deputado Bispo Gê Tenuta (DEM-SP) anunciou que vai recorrer à Mesa Diretora contra a aprovação da matéria. O texto será analisado agora pelo Senado. 

Gê Tenuta argumentou que a reunião da CCJ não seria válida. De acordo com ele, a reunião, que não foi aberta às 10 horas porque não havia quórum, não poderia ter sido realizada à tarde com a mesma lista de presença, sem uma nova convocação dos parlamentares. O presidente da CCJ, Eliseu Padilha, informou ao parlamentar que ele poderá apresentar o recurso à Mesa. Se aprovado o recurso, o texto terá que ser novamente votado na CCJ. 

Divórcio - Hoje, a lei permite que casais sem filhos façam o divórcio extrajudicial diretamente no cartório. A proposta prevê que os casais com filhos também poderão optar pela via extrajudicial, se houver acordo quanto à situação dos filhos menores. 

Fica mantida a separação de corpos no caso de incapacidade de um dos cônjuges, ou para fazer cessar as obrigações conjugais durante a tramitação do processo. Os casos de violência conjugal são tratados pela Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06), que triplicou a pena para agressões domésticas, permitiu que agressores sejam presos em flagrante, acabou com as penas pecuniárias (aquelas em que o réu é condenado a pagar cestas básicas ou multas) e trouxe uma série de medidas para proteger a mulher agredida, como a determinação da saída do agressor de casa. 

A proposta também extingue qualquer restrição quanto ao regime de bens, que será de livre escolha em qualquer idade. Na falta de opção, fica mantido o regime de comunhão parcial. O Código Civil prevê que, nos casamentos de pessoas a partir dos 70 anos, é obrigatória a separação total de bens. 

Polêmica - Entre os pontos polêmicos da proposta atacados por parte da bancada religiosa, está o reconhecimento das uniões estáveis quando uma ou ambas as pessoas ainda forem casadas. 

Hoje, ser casado é impedimento para o reconhecimento da união estável. Porém, a jurisprudência tem aceitado e a proposta assimila a posição de que, se há separação de fato, a pessoa pode constituir união estável. Também é polêmica a proposta de que, mesmo que a união estável tenha se constituído em desrespeito aos impedimentos da lei, em caso de separação permanecerão os direitos de pensão e de divisão dos bens. 

A ideia é a de que apenas uma das pessoas não deve se beneficiar do enriquecimento para o qual ambas contribuíram. 

Proteção ampliada - O estatuto é baseado na concepção de família como um direito fundamental. Por isso, o texto amplia os perfis de entidades familiares que devem ser protegidas pelo Estado. 

Além das famílias formadas pelos dois pais e seus filhos e as formadas por um dos pais e filhos, o estatuto adota também a ideia de famílias compostas por grupos de irmãos ou mesmo por grupos de parentes. O projeto trata também dos filhos concebidos por meios artificiais. Nesses casos e nos casos de adoção, o texto reconhece o direito da pessoa de conhecer os seus ascendentes, sem que isso gere direitos patrimoniais. 

O relator explicou que o projeto incorpora à lei boa parte da jurisprudência, modernizando, assim, uma legislação há muito distanciada da realidade social. “Nós estamos trazendo para o Direito de Família brasileiro avanços que vemos em todo o mundo, porque a nossa legislação está fora de seu tempo”, disse Eliseu Padilha. Segundo o deputado, a análise da proposta foi feita com o apoio do Instituto Brasileiro de Direito de Família e caminhou no sentido de reconhecer fatos “incontestes” da sociedade, sobretudo do ponto de vista patrimonial. 

 Jornal da Câmara dos Deputados

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Estatuto das Famílias e discursos emocionados marcam dia na CCJ

Eliseu Padilha ressaltou que aprendeu muito com os servidores
Brasília (DF) – Os integrantes da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovaram na tarde desta quarta-feira (15), o PL 674/2007, relatado pelo deputado Eliseu Padilha (RS), que também preside o colegiado. A proposta, conhecida como Estatuto das Famílias, normatiza temas como relação estável, separação de corpos, graus de parentesco e regime de bens. 

A votação encerrou um longo processo de negociações, lideradas por Padilha, entre representantes da sociedade civil e o Parlamento. O projeto segue para apreciação do Senado Federal. 

GALERIA DE PRESIDENTES - Após a votação, Padilha suspendeu a reunião por alguns instantes para realizar uma cerimônia de descerramento das fotos dos presidentes da CCJ nesta Legislatura. Presididas por peemedebistas, a Comissão foi conduzida pelos deputados Leonardo Picciani (RJ), Eduardo Cunha (RJ), Tadeu Filippelli (DF) e Eliseu Padilha (RS). Convidado pelo presidente Padilha, o deputado Regis de Oliveira (PSC-SP), fez um discurso em nome dos integrantes da CCJ. “Todos que hoje homenageamos representaram maravilhosamente bem a comissão. Tivemos a honra de ser presididos por esses parlamentares que passam a ficar imortalizados como presidentes da Comissão de Constituição Justiça e Cidadania. 

Dignidade e seriedade marcaram esses dirigentes comissão”, declarou. Em breve pronunciamento, o deputado Eduardo Cunha, segundo presidente da CCJ na 53ª Legislatura, elogiou os parlamentares e servidores da Comissão que, com ele, coordenaram os trabalhos em 2008. “Foi uma alegria poder trabalhar com todos os que frequentam esta comissão. Essa comissão muito nos honrou”, destacou. Com a retomada da reunião, o deputado Padilha iniciou os trabalhos fazendo um balanço das atividades da CCJ em 2010. 

De acordo com o presidente do colegiado, em um ano atípico, de eleições majoritárias, a Comissão analisou e votou 1843 projetos. Primeiro vice-presidente da comissão, o deputado Colbert Martins (BA), classificou a CCJ como “grande escola do Parlamento”. “Sinto-me honrado de haver integrado um grupo de pessoas interessados no crescimento do País. Este não é um reinado de advogados e de juízes, mas um colegiado essencial para esta Casa, um ambiente de constante aprendizado”, disse. 

DESPEDIDA - Ao final da reunião, o deputado Eliseu Padilha dirigiu a palavra aos parlamentares e servidores presentes à sessão para agradecer todo o empenho demonstrado ao longo de mandato à frente da CCJ. “Sou um cidadão que teve a responsabilidade de conduzir essa Comissão integrada por outros cidadãos altamente qualificados. Hoje tenho um forte sentimento da realização pessoal”, afirmou. De acordo com Padilha, o trabalho realizado pela CCJ obriga a todos a refletir sobre a importância das construções imateriais. 

“Há um momento em que as construções materiais são muito relevantes. Tanto como empresário quanto ministro dos Transportes, função que exerci por seis anos. No entanto, as conquistas imateriais, como esta que tive como presidente desta comissão, foram muito gratificantes”, disse. Padilha ressaltou ainda que aprendeu muito com os servidores, assessores e parlamentares da comissão. “Agradeço a todos os que aqui nos ajudaram a realizar esse trabalho. Ninguém sai daqui do tamanho que entrou. Neste sentido posso afirmar que saí muito maior. Somos um grande país, precisamos fazer agora que com que o cidadão brasileiro possa chegar à altura desta nação”, concluiu.

Fonte: pmdb.org
15/12/2010

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

CCJ discute parecer de Eliseu Padilha sobre quadro funcional de Conselhos

Deputado Federal Eliseu Padilha
Brasília (DF) - Os integrantes da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara discutiram, na manhã desta quarta-feira (17), o parecer elaborado pelo deputado Eliseu Padilha (RS), também presidente do colegiado, aos PLs 5909/2009 e 5771/2009, de autoria do Conselho Nacional Ministério Público da União e do Conselho Nacional de Justiça, que dispõe sobre a estrutura organizacional dos dois órgãos. 

A pedido do relator, a proposta deverá constar na pauta da CCJ da próxima semana. De acordo com Padilha, não há dúvida quanto ao excepcional desempenho dos Conselhos e quanto à necessidade deles terem quadros próprios. “É importante observar que não é da nossa competência a análise da extensão desses quadros. Esse tema deveria ter sido melhor explicitado nas comissões de mérito. 

Neste momento considero fundamental que o parecer possa receber algumas complementações de voto que acredito serem indispensáveis para a análise da matéria”, afirmou. Na avaliação de Padilha, as matérias, que já haviam sido apreciadas e aprovadas pelas Comissões de Trabalho e Finanças e Tributação e seguem em tramitação conclusiva na CCJ, têm alguns empecilhos de natureza constitucional. 

“Ao autorizar a edição de resolução para alterar a sua estrutura organizacional e transformar as funções de confiança, contraria disposições constitucionais que justamente consagram a exigência de lei para tal objetivo”, esclareceu. RITMO DE TRABALHO – Padilha aproveitou a ocasião para agradecer o empenho dos parlamentares da comissão na apreciação recorde de projetos no ano de 2010. 

“A mesa teve o privilégio de conduzir as atividades da comissão com a maior votação, com o maior desempenho. Em um ano de eleições registramos, por meio de estatísticas, o maior número de apreciação de projetos da CCJ. Isso significa dizer que o colegiado trabalhou e procurou compreender, fora do embate político, aquilo que era interesse da sociedade”, ponderou.

Fonte: pmdb.org
17/11/2010

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Aprovado parecer de Eliseu Padilha sobre compensação financeira na exploração de portos

Deputado Eliseu Padilha
Brasília (DF) – A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara aprovou o relatório do deputado Eliseu Padilha (RS) à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 274/2008, que permite a compensação financeira devida pela exploração dos portos marítimos. 

“O objetivo da proposta é introduzir na Constituição Federal uma nova espécie de compensação financeira, também conhecida pelo termo em inglês “royalties”, a ser recebida pelos Municípios, em decorrência da existência em seu território de instalações portuárias”, informou Padilha.

Fonte: pmdb.org
16/11/2010

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Eliseu Padilha relata PL que propõe prazo para anistiado retornar ao serviço público

Eliseu Padilha relator da proposta
Brasília (DF) – A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou, há pouco, a reabertura de prazo por um ano para que os servidores anistiados pela Lei 8878/09 façam um requerimento pedindo o retorno ao serviço público, conforme consta no Projeto de Lei 5030/09, do senador Lobão Filho (MA). 

O relator da proposta foi o deputado Eliseu Padilha (RS), que votou pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa da proposta. Ele aprovou também as emendas apresentadas às comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Finanças e Tributação e rejeitou as emendas apresentadas à CCJ porque extrapolam os aspectos técnicos que devem ser observados pela comissão, tratando de mérito.

Fonte: pmdb.org
09/11/2010

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Estatuto das Famílias e discursos emocionados marcam dia na CCJ

Padilha fala sobre a importância dos ex-presidentes para CCJ
Os integrantes da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovaram na tarde desta quarta-feira (15), o PL 674/2007, relatado pelo deputado Eliseu Padilha (RS), que também preside o colegiado. 

A proposta, conhecida como Estatuto das Famílias, normatiza temas como relação estável, separação de corpos, graus de parentesco e regime de bens. 

A votação encerrou um longo processo de negociações, lideradas por Padilha, entre representantes da sociedade civil e o Parlamento. O projeto segue para apreciação do Senado Federal. 

GALERIA DE PRESIDENTES - Após a votação, Padilha suspendeu a reunião por alguns instantes para realizar uma cerimônia de descerramento das fotos dos presidentes da CCJ nesta Legislatura. Presididas por peemedebistas, a Comissão foi conduzida pelos deputados Leonardo Picciani (RJ), Eduardo Cunha (RJ), Tadeu Filippelli (DF) e Eliseu Padilha (RS). 

Convidado pelo presidente Padilha, o deputado Regis de Oliveira (PSC-SP), fez um discurso em nome dos integrantes da CCJ. “Todos que hoje homenageamos representaram maravilhosamente bem a comissão. Tivemos a honra de ser presididos por esses parlamentares que passam a ficar imortalizados como presidentes da Comissão de Constituição Justiça e Cidadania. 

Dignidade e seriedade marcaram esses dirigentes comissão”, declarou. Em breve pronunciamento, o deputado Eduardo Cunha, segundo presidente da CCJ na 53ª Legislatura, elogiou os parlamentares e servidores da Comissão que, com ele, coordenaram os trabalhos em 2008. “Foi uma alegria poder trabalhar com todos os que frequentam esta comissão. 

Essa comissão muito nos honrou”, destacou. Com a retomada da reunião, o deputado Padilha iniciou os trabalhos fazendo um balanço das atividades da CCJ em 2010. De acordo com o presidente do colegiado, em um ano atípico, de eleições majoritárias, a Comissão analisou e votou 1843 projetos. Primeiro vice-presidente da comissão, o deputado Colbert Martins (BA), classificou a CCJ como “grande escola do Parlamento”. “Sinto-me honrado de haver integrado um grupo de pessoas interessados no crescimento do País. Este não é um reinado de advogados e de juízes, mas um colegiado essencial para esta Casa, um ambiente de constante aprendizado”, disse. 

DESPEDIDA - Ao final da reunião, o deputado Eliseu Padilha dirigiu a palavra aos parlamentares e servidores presentes à sessão para agradecer todo o empenho demonstrado ao longo de mandato à frente da CCJ. “Sou um cidadão que teve a responsabilidade de conduzir essa Comissão integrada por outros cidadãos altamente qualificados. Hoje tenho um forte sentimento da realização pessoal”, afirmou. 

De acordo com Padilha, o trabalho realizado pela CCJ obriga a todos a refletir sobre a importância das construções imateriais. “Há um momento em que as construções materiais são muito relevantes. Tanto como empresário quanto ministro dos Transportes, função que exerci por seis anos. No entanto, as conquistas imateriais, como esta que tive como presidente desta comissão, foram muito gratificantes”, disse. 

Padilha ressaltou ainda que aprendeu muito com os servidores, assessores e parlamentares da comissão. “Agradeço a todos os que aqui nos ajudaram a realizar esse trabalho. Ninguém sai daqui do tamanho que entrou. Neste sentido posso afirmar que saí muito maior. Somos um grande país, precisamos fazer agora que com que o cidadão brasileiro possa chegar à altura desta nação”, concluiu. 

Agência de Notícias do PMDB

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Relator discute o Projeto Ficha Limpa com deputados da CCJ

Deputado Eliseu Padilha - Projeto Ficha Limpa
O relator das emendas ao Projeto Ficha Limpa na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP), está reunido agora com os deputados da comissão para debater o relatório que deverá ser votado pelo colegiado amanhã (15/10/2010). 

O presidente da comissão, Eliseu Padilha (PMDB-RS), reiterou hoje que pretende cumprir o prazo estabelecido pelo presidente da Câmara, Michel Temer, de votar o texto em plenário na próxima semana. Na CCJ, foram apresentadas 28 emendas ao parecer do grupo de trabalho que analisou as propostas sobre o tema, elaborado pelo deputado Indio da Costa (DEM-RJ). 

A proposta mais antiga, que altera a Lei de Inelegibilidades (Lei Complementar 64/90), é o Projeto de Lei Complementar 168/93, do Executivo. Há outras 13 propostas apensadas a ele. A reunião acontece agora na sala de reuniões da presidência da CCJ.

Fonte: Câmara

Ficha Limpa - Quem fez esta Lei saneadora da política?


Eliseu Padilha Quem Fez a Lei Ficha Limpa no Brasil
Lei Ficha Limpa no Brasil
Os fatos: No ano de 2009 - 1,8 milhões de assinaturas foram coletadas.

29/09/2009 - O Ficha Limpa entra na Câmara dos deputados.

07/04/2010 - No plenário recebe 28 emendas e para.

08/04/2010 - Então, o presidente da Câmara, Michel Temer, encaminha o Ficha Limpa para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

28/04/2010 - O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), deputado Eliseu Padilha, conduz pessoalmente a elaboração do novo texto e a aprovação por unanimidade, do Ficha Limpa. (Construido em 20 dias)

11/05/2010 - O Ficha Limpa é aprovado na Câmara dos deputados.

19/05/2010 - Aprovado pelo Senado.

04/06/2010 - Sancionado pelo presidente Lula.

07/06/2010 - A Lei do Ficha Limpa (N° 135/2010) é publicada no Diário Oficial da União. 



Veja em outros formatos: 

                

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Eliseu Padilha quer recuperar área de preservação em São Sebastião do Caí

Eliseu Padilha quer recuperar área de preservação
em São Sebastião do Caí - RS
O deputado federal Eliseu Padilha esteve reunido na manhã desta sexta-feira (3/9/2010) com Alzir Bach, Secretário de Planejamento do município de São Sebastião do Caí. 

Na oportunidade, Bach falou sobre os problemas causados pelas enchentes, uma das principais preocupações dos moradores ribeirinhos. Em 2009, por intermédio do deputado Eliseu Padilha, vice-presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na época, o Ministério da Integração Nacional repassou mais de R$ 500 mil para a remoção de 30 famílias residentes na zona ribeirinha, às margens do rio Caí. 

O parlamentar se comprometeu com o secretário, que irá estudar as deficiências do município e procurar incluir novamente na pauta do Ministério, entre outras questões, a recuperação da área invadida, com o objetivo de torná-la novamente, de preservação ambiental. Além disso, pretende elaborar um projeto de controle e combate às enchentes.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Educação em todos os níveis para todos

Deputado Federal Eliseu Padilha
26/07/2010 O desemprego entre jovens de 15 a 24 anos de idade é 3,5 maior do que o desemprego entre adultos. “É fácil identificar a principal causa para dificuldade de acesso de jovens ao mercado de trabalho: falta qualificação, falta conhecimento específico e genérico”, diz Eliseu Padilha. 

E tem razão, o deputado. Estamos vivendo a civilização do conhecimento. Ou seja, o conhecimento é determinante para a inclusão ou exclusão. Foi por isto que Padilha propôs à Câmara dos Deputados a Proposta de Emenda Constitucional (PEC232), que torna obrigatório no país o ensino até o nível médio (antigo segundo grau), incluindo Ensino Técnico profissionalizante adequado aos mercados locais – isto significa que o poder público terá a obrigação de garantir possibilidade de estudo para todos. 

A proposta obteve parecer favorável da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e aguarda avaliação do plenário da Câmara.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Comissão de Constituição e Justiça aprecia propostas importantes neste primeiro semestre

Deputado Eliseu Padilha preside CCJ
14/07/2010 - A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, sob a presidência do deputado Eliseu Padilha, apreciou neste primeiro semestre de 2010, mais de 1.300 proposições entre propostas de emenda à Constituição (PEC's), projetos de lei (PL's), projetos de decreto legislativo (PDC) e outras matérias. Esse número já corresponde a 53% da média estabelecida no ano de 2009. 

Foram aprovadas 1308 matérias, 15 foram rejeitadas os pareceres terminativos e seis foram rejeitadas no mérito. Para Eliseu Padilha, os números são excelentes, pois este é um ano de eleições e, no primeiro semestre, o trabalho na Comissão foi intenso, permitindo a votação de matérias importantes para o País. 

Ao todo, entre reuniões ordinárias e audiências públicas, a CCJ realizou 36 sessões. O esforço do deputado permitiu que matérias importantes fossem aprovadas pelo Plenário da Comissão, como por exemplo, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 277/2008, que institui o Imposto sobre Grandes Fortunas, destinado a taxar todo patrimônio acima de R$ 2 milhões. 

O imposto está previsto na Constituição de 1988, mas nunca foi regulamentado. Outro projeto polêmico que o presidente conseguiu colocar em pauta e apreciar juntamente com o colegiado foi o Projeto de Lei (PL) 29/2007, que cria cotas de programação nacional nos pacotes de canais pagos e permite a entrada das operadoras de telefonia nesse mercado. 

A Comissão aprovou a redação final em caráter conclusivo e a matéria seguiu para análise do Senado Federal. Desafios – Ao assumir a Presidência da Comissão no início do ano, Padilha estabeleceu como desafio a votação do Projeto de Resolução (PRC) 39/2003, que modifica as atribuições da CCJ, determinando que cabe ao colegiado a análise do mérito das PEC’s, além de sua juridicidade, técnica legislativa e redação. 

Audiências – Outro desafio do parlamentar, também colocado em prática, foi a realização do debate sobre o Estatuto das Famílias, que aconteceu em maio na Comissão. O parlamentar também é o relator da matéria – PL 674/2007 -, que institui o divórcio de fato, além de tratar sobre adoção por pessoas do mesmo sexo que tem vida em comum. 

Thatiana Souza
(Assessoria de Imprensa)

domingo, 30 de maio de 2010

CCJ aprova propostas de peemedebistas

Eliseu Padilha presidente da Comissão de Constituição e Justiça
Brasília – Em um esforço concentrado, liderado pelo presidente Eliseu Padilha (RS), os integrantes da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovaram uma série de propostas relatadas ou de autoria de peemedebistas. 

Entre os projetos, aprovados por unanimidade estão o PL 6126/2009, de autoria do senador Romero Jucá (RR), que torna crime a falsificação ou adulteração de cigarros. Na avaliação do parlamentar, o dinheiro movimentado pela fabricação ilegal financia também o tráfico de drogas e o contrabando de outros produtos. 

“O mercado clandestino de cigarros do Brasil é o segundo maior da América Latina, perdendo apenas para o comércio legal do país”, ponderou. Relatado pelo deputado Eliseu Padilha, o Projeto de Lei 4570/2008, acrescenta dois cargos ao quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal de Contas da União. 

A proposta, de iniciativa do próprio TCU, estaria em conformidade com a Lei de Responsabilidade Fiscal. O colegiado aprovou também o substitutivo elaborado pelo deputado Colbert Martins (BA) ao PL 74/2007, que propõe alterações ao Código de Trânsito Brasileiro. De acordo com o peemedebista, a proposta que torna mais rigorosa a penalização dos crimes cometidos no trânsito contra ciclistas. “É necessário dar um basta a esta situação calamitosa de desrespeito para com a vida das pessoas que dependem da bicicleta”, defendeu. 

Os parlamentares aprovaram ainda o PL 5358/2009, relatado pelo deputado Nelson Trad (MS), que prevê a substituição da expressão Bombeiro Civil por Brigadista Particular, da Lei 11.901/2009 que dispõe sobre a profissão. Em seu parecer, Trad esclarece que a proposição não contém qualquer ofensa aos princípios constitucionais na modificação legislativa pretendida.

Fonte: pmdb.org
30/05/2010

quarta-feira, 12 de maio de 2010

CCJ debate regulamentação de uniões homoafetivas

Eliseu Padilha "abrimos espaço nesta comissão 
para ouvir os diversos segmentos da sociedade"
Brasília – A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, presidida pelo deputado Eliseu Padilha (RS), iniciou nesta quarta-feira (12) os debates sobre o PL 674/2007, que prevê a regulamentação a união estável, incluindo relações homoafetivas. 

A audiência solicitada por Padilha, que também é o relator da matéria na CCJ, reuniu representantes de vários segmentos da sociedade, como a vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Família, Maria Berenice Dias, o advogado e ministro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Paulo Luiz Netto Lôbo, o presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLBT), Toni Reis. 

A reunião contou ainda com participação de Ana Liéser Thurler, representante do Fórum de Mulheres do Distrito Federal, dos pastores Abner Ferreira e Silas Malafaia, da Igreja Assembleia de Deus e a presidente da Comissão de Direito de Família do Instituto dos Advogados de São Paulo (IASP), Regina Beatriz Tavares da Silva. 

Na avaliação do presidente Eliseu Padilha, a audiência foi convocada com o objetivo de auxiliar na produção de um relatório que represente um senso médio da sociedade sobre o objeto deste estatuto. “O judiciário está avançando em questões que dizem respeito à sociedade que deveriam ser de competência do legislativo. Por esta razão, abrimos espaço nesta comissão para ouvir os diversos segmentos da sociedade diretamente envolvidos nesta questão”, afirmou. 

Para o peemedebista, as idéias surgidas durante a audiência servirão de subsídio para que a relatoria possa dar um passo adiante na legislação em vigor. “A democracia sobrevive do contraditório e hoje a comissão foi testemunha desse exercício. Ao longo de três horas ouvimos um debate de alto nível, feito por pessoas preparadas”, destacou. Ao final da audiência, Padilha ressaltou que como relator, as discussões ampliaram seus questionamentos. 

“Iniciei o debate com muitas dúvidas e confesso que após o término das explanações daqueles que são contrários e a favor do projeto concluí os trabalhos com um número ainda maior de dúvidas. Ao longo do processo de análise da matéria, estou certo que novas questões ainda surgirão”, ponderou. 

PRESERVAÇÃO DA FAMÍLIA - Na opinião do deputado Eduardo Cunha (RJ), a audiência de hoje foi fundamental para que a comissão compreenda a real questão que está sendo debatida. “A máscara caiu. Ficou claro aqui a discussão não é sobre o reconhecimento de direitos ignorados pela legislação. As declarações dadas pelos palestrantes indicam claramente que a intenção é mudar o conceito de família”, disse. Cunha criticou a estratégia utilizada por aqueles que são favoráveis ao projeto para conseguir a tramitação da proposta na Casa. “Cientes de que esse projeto não tem força para ser aprovado na forma de PEC, aqueles que lutam por esta causa foi obrigar a proposta a tramitar em caráter conclusivo nas comissões permanentes. Não permitirei que isso aconteça”, declarou. 

O deputado assegurou que o posicionamento contrário ao projeto é uma forma de preservação da família. “Não somos contrários à opção sexual de ninguém, reconhecemos cada um é livre para exercer sua orientação da forma que desejar. No entanto, não permitiremos a destruição da família”, assegurou.

Fonte: pmdb.org
12/05/2010


terça-feira, 27 de abril de 2010

Eliseu Padilha discute o “Ficha Limpa” com a sociedade civil

Eliseu Padilha discute o “Ficha Limpa” com a sociedade civil
Brasília – Cerca de 40 entidades representantes da sociedade civil estiveram reunidas na tarde desta segunda-feira (26) com o presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, deputado Eliseu Padilha (RS), e o relator do projeto “Ficha Limpa”, deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP). 

O debate aconteceu na sede da CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil), em Brasília, onde foi analisado e produzido o texto que será apresentado à Câmara, preservando os princípios que norteiam o projeto e apontando soluções para possíveis óbices à sua aprovação. 

De acordo com Eliseu Padilha, “a discussão com a sociedade civil está dando passos gigantescos rumo à construção de um texto preservando seus princípios”, afirmou. Durante o encontro também ficou acertado que tanto os deputados quanto os representantes promovam os necessários contatos na busca da viabilização da aprovação consensual, “garantindo um grande avanço na situação ora vigente, sendo instrumento de depuração na democrática representação política”, disse o presidente da CCJ. 

Votação – Nesta quarta-feira (28), o relator do projeto na Comissão, deputado José Eduardo Cardozo, deve ler seu relatório e, havendo o esperado consenso, o mesmo será aprovado e encaminhado para o presidente Michel Temer (SP), que o submeterá ao voto do Plenário da Casa. “O deputado José Eduardo Cardozo está comprovando toda sua competência e habilidade, o que nos faz ter grandes esperanças de que o Projeto Ficha Limpa possa ser aprovado no prazo pré-estabelecido, isto é, ainda neste mês de abril, sem perder as suas características”, concluiu Eliseu Padilha.

Fonte: pmdb.org
27/04/2010

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Líderes partidários na CCJ vão escolher o novo relator do “Ficha Limpa”

Presidente da Comissão de Constituição e Justiça
(CCJ) da Câmara, deputado Eliseu Padilha
Brasília – O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, deputado Eliseu Padilha (RS), recebeu do líder do PR, deputado Sandro Mabel (GO), nesta manhã, a formalização de entrega da relatoria pelo deputado Jaime Martins (PR-MG) do projeto da “Ficha Limpa”, que prevê a inegibilidade de candidatos que respondam a processos judiciais. 

O deputado Padilha decidiu que não irá nomear, momentaneamente, nenhum relator na CCJ, irá construir juntamente com todas as lideranças partidárias da CCJ, um texto que seja debatido por todos e que tenha o maior rigor possível diante daqueles que não querem nada e o rigor aceitável por parte daqueles que querem tudo. “Este será o ponto de encontro que atenderá a vontade de todos os parlamentares”, afirmou. 

Sugestão – O novo relator da CCJ só será escolhido pelo Colegiado que elabora o texto após a conclusão da primeira versão. O trabalho será desenvolvido com com a uma equipe de Consultores da Casa. O prazo para construção interna e conclusão do texto básico é a próxima terça-feira (20), quando todos os membros da Comissão receberão uma cópia para avaliação e sugestão. Em seguida, será escolhido o relator. 

Eliseu Padilha fará sugestão à Presidência da Câmara, que este mesmo relator, também assuma a relatoria da matéria em Plenário. Diante do compromisso assumido na semana passada com o presidente Michel Temer (SP), de que o relatório será finalizado até o dia 29 de abril, Padilha quer acelerar o ritmo das reuniões com as lideranças, que desde ontem (14) estão reunidos com frequência para debaterem o tema. “Penso que na próxima semana vamos distribuir o texto e, dentro de 15 dias, teremos condição de votá-lo no Plenário da Comissão”.

Fonte: pmdb.org
15/04/2010

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Michel Temer entrega projeto Ficha Limpa ao presidente da CCJ Eliseu Padilha

Eliseu Padilha assegurou ao presidente Michel Temer
que a CCJ dará ao projeto a celeridade necessária
Brasília – O presidente da Câmara, Michel Temer, compareceu ao Plenário da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para entregar ao presidente do colegiado, deputado Eliseu Padilha (RS), o projeto da Ficha Limpa, que prevê a inegibilidade de candidatos que respondam a processos judiciais. 

O projeto deverá ser formatado pela Comissão. Temer chamou a atenção dos parlamentares para os fatos que estão sendo incluídos neste projeto da Ficha Limpa que acabam levando à inegibilidade de homens públicos sérios. “É imprescindível que o projeto seja palatável ao nosso sistema atual”, destacou. 

O presidente da Casa fez um apelo aos integrantes da comissão para que o projeto seja formatado no menor tempo possível. “Espero que a CCJ examine a proposta com a maior brevidade. Precisamos dar celeridade na análise desta matéria para colocarmos em votação no Plenário”, afirmou. 

Michel Temer pediu ao presidente da comissão que o projeto seja amplamente discutido com os vários segmentos da Casa. “Este é um dos temas mais importantes a serem analisados pela Câmara este ano. Sinto-me honrado em trazer esta proposta para ser discutida no Plenário da CCJ, comissão a qual pertenço desde o meu primeiro mandato”, ressaltou. 

O deputado Eliseu Padilha assegurou ao presidente Michel Temer que a CCJ dará ao projeto a celeridade necessária. “Assim que concluirmos a análise e formatação, a proposta da Ficha Limpa será encaminhada para a apreciação do Plenário da Casa. 

Até a próxima terça-feira (13) será definido o nome do parlamentar responsável pela elaboração do relatório”, declarou. Na avaliação de Padilha, o forte apelo popular torna o projeto uma das principais matérias a ser votadas pela Câmara. “A CCJ não vai atropelar o andamento dos projetos que já aguardam a votação do colegiado. No entanto, faremos um acordo com os líderes partidários para acelerar a apreciação tanto na comissão quanto no Plenário”, concluiu.

Fonte: pmdb.org
07/04/2010


segunda-feira, 29 de março de 2010

Eliseu Padilha debate o papel da CCJ na análise de PECs

Presidente da CCJ, deputado Eliseu Padilha
Brasília – A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) quer alterar o Regimento Interno da Câmara para analisar as propostas de emenda à Constituição (PECs) sem a necessidade de ser criada uma comissão especial, como é feito hoje. 

Com a mudança, as PECs seriam votadas pela CCJ e seguiriam direto para o Plenário, sem passar por outras comissões. A CCJ vai começar a discutir a mudança para então apresentar um projeto sobre a nova forma de tramitação. Se for aprovada a alteração no Regimento Interno, a CCJ da Câmara terá o mesmo poder da comissão equivalente do Senado. 

O presidente da CCJ, deputado Eliseu Padilha (RS), acredita que, com isso, a Câmara terá uma produção legislativa de melhor qualidade. Ele admite que a discussão sobre o tema é delicada, pois as comissões especiais atraem os partidos pelo fato de discutirem temas importantes para o País. 

“Se quisermos ter maior qualidade na apreciação das PECs, o mérito deve ser analisado na própria CCJ, e não em comissão especial. Temos de avaliar se é conveniente para o País que a melhor comissão sob o ponto de vista técnico constitucional deixe de votar as PECs”, argumenta.

Fonte: pmdb.org
29/03/2010

terça-feira, 16 de março de 2010

Eliseu Padilha: busca de acordos é solução para manter produtividade

Deputado Federal Eliseu Padilha presidente da Comissão
de Constituição e Justiça e de Cidadania
 
Brasília – Novo presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), o deputado Eliseu Padilha (RS) diz, nesta entrevista ao Jornal da Câmara, que está analisando uma lista de projetos polêmicos que esperam resposta da comissão. 

Ele preparou um esquema de votações para que a comissão mantenha a produtividade neste ano de eleições. 

Na opinião do deputado, acordos para votação serão a chave para manter os trabalhos, mesmo com as campanhas eleitorais que começam no segundo semestre. 

Neste ano eleitoral, a CCJ pode mudar seu modo de trabalho para votar mais propostas? 

Este é um ano atípico, e temos uma tradição de pouco trabalho em ano de eleição. Qual o desafio que a Câmara e especialmente a nossa comissão aceitou? Não queremos ter perda de produtividade, em que pese a excepcionalidade do ano. Para isso, em vez de fazermos três reuniões por semana em três dias, como temos feito, nós tentaremos fazer quatro em dois dias. Isso deve resultar em produtividade igual ou superior à de um ano normal. Há cerca de 1,6 mil projetos prontos para votação, a ideia é desafogar a comissão? Sim, e vamos trabalhar para construir uma pauta de consenso. Há alguns temas tabus, sobre os quais vamos iniciar uma discussão com as lideranças. 

Há cerca de 1,6 mil projetos prontos para votação, a ideia é desafogar a comissão?

Sim, e vamos trabalhar para construir uma pauta de consenso. Há alguns temas tabus, sobre os quais vamos iniciar uma discussão com as lideranças, mas eu não vou colocar em pauta sem construir um acordo. As bancadas terão de ter condição de construir consensos para nós levarmos à comissão. Esse ano, uma palavra será fundamental: acordo. 

Em alguns temas isso não será possível, mas talvez tenhamos de ir a voto. Que temas difíceis podem ser discutidos? 

A maioridade penal, por exemplo, é um tema complexo que não pode continuar dormindo lá. Tem mais de 20 propostas sobre o assunto, e a sociedade clama po uma posição nossa. Também precisamos votar o Estatuto da Família (PL 4343/08), assim como a resolução que dá competência à CCJ para ela ter decisão terminativa em matéria que diga respeito a emenda constitucional, sem passar por comissões especiais. Há temas que são eminentemente da nossa comissão. O Projeto de Resolução 39/03 está há anos tramitando e não é votado. A mesma coisa com o orçamento impositivo, para que estados e municípios não dependam da boa vontade do governante de plantão. 

Esses assuntos podem ser pautados mesmo sem acordo? 

Quero levá-los pelo menos à discussão do colégio de lideranças na comissão, para que, se não pudermos colocar em votação, pelo menos a gente saiba que está tramitando e que há um clamor muito grande.


Fonte: pmdb.org
16/03/2010

quarta-feira, 10 de março de 2010

Maioridade Penal poderá ser debatida este ano, diz Eliseu Padilha

Eliseu Padilha - Precisamos sim, definir metas para votar 
essas matérias que são importantes para o país
Brasília – O presidente da Comissão de Constituição e Justiça, deputado Eliseu Padilha (RS), anunciou que poderá incluir na pauta do colegiado, o debate da PEC 171/1993, sobre maioridade penal, proposta que tramita há mais 15 anos na Casa. 

Durante a reunião realizada na manhã desta quarta-feira, os integrantes da CCJ, elegeram ainda os deputados Colbert Martins (BA) e Rodovalho (PP-DF) para os cargos de primeiro e segundo vice-presidentes, respectivamente. 

Em seu discurso de posse, Colbert agradeceu a confiança dos integrantes do colegiado e o apoio constante do presidente Eliseu Padilha. 

“Espero que ao longo deste ano possamos desenvolver um trabalho sólido e consistente dentro desta comissão. Tenho absoluta convicção de que à frente da CCJ o PMDB deverá discutir e votar propostas de relevância nacional”, destacou o parlamentar. Para levar adiante o debate sobre a maioridade penal, o presidente Padilha convocou uma reunião para o próximo dia 17, às 9h45, com os membros da comissão e lideranças partidárias. 

O objetivo é ouvir os parlamentares para estabelecer uma estratégia de trabalho para a comissão. “Hoje temos cerca de 1.700 projetos aguardando a apreciação da CCJ. Precisamos sim, definir metas para votar essas matérias que são importantes para o país”, afirmou Padilha. O projeto de maioridade penal, presente na PEC 171/1993, apresentada pelo ex-deputado Benedito Domingos e outros 178 parlamentares, pretende reduzir, de dezoito para dezesseis anos, a idade mínima para que um jovem possa adquirir responsabilidade criminal. 

Na avaliação do deputado Colbert, a iniciativa de colocar a matéria em discussão no Plenário da CCJ deve ser louvada pelo Congresso. “O presidente Padilha está simplesmente cumprindo com a obrigação de todos nós nesta Casa, que é debater propostas de interesse nacional. Qualquer movimentação no sentido de obstruir a matéria, sem discuti-la antes, é mandar para o Senado uma matéria que é da Câmara”, ressaltou.

Fonte: pmdb.org
10/03/2010



quarta-feira, 3 de março de 2010

Deputado Eliseu Padilha será o novo presidente da CCJ

Eliseu Padilha será o novo presidente da CCJ
O deputado Eliseu Padilha (PMDB-RS) foi eleito para a presidência da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), a comissão por onde tramitam todos as proposições em análise na Câmara. 

Eliseu Padilha venceu a disputa com 33 votos. Foi a única comissão em que houve disputa para a presidência.

O parlamentar está em seu terceiro mandato como deputado federal. Já foi ministro dos Transportes, secretário dos Negócios do Trabalho, Cidadania e Assistência Social do Rio Grande do Sul e prefeito de Tramandaí (RS). Padilha é advogado e empresário.

Fonte: G1 - Economia e Negócios
03/03/2010 

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