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terça-feira, 5 de junho de 2012

FUG e PMDB lançam o curso de formação política para jovens

Eliseu Padilha presidente Nacional da FUG
Nesta entrevista, Eliseu Padilha (RS), presidente nacional da FUG, fala sobre os benefícios do curso voltado para jovens oferecido pela instituição. Ele explica o que levou a fundação a elaborar aulas específicas para a juventude do PMDB, qual o diferencial do cronograma do curso em relação aos demais oferecidos pelo partido, e diz quais são as expectativas da FUG nessa nova etapa, observando que as lideranças políticas que estão surgindo serão capacitadas para contribuir para o fortalecimento da cidadania e da democracia do país.


PMDB-RJ: Qual a sua visão sobre os cursos de formação política para jovens?


Eliseu Padilha: A formação política é indispensável para o pleno exercício da cidadania. Assim, para ser cidadão ativo na comunidade, faz-se necessário saber o que é realmente a política. Conhecimento indispensável para todos, em especial para os jovens, que construirão o mundo de seu tempo. É preciso conhecer as  instituições políticas e suas múltiplas faces ante a sociedade. Com base nessa premissa é que atendemos à solicitação da Juventude do partido, de Norte a Sul e de Leste a Oeste, no sentido de que produzíssemos um curso específico para os jovens. Agora, estamos percorrendo o Brasil para divulgar e instalar centenas de turmas em todas as regiões. Os jovens que participarem do curso poderão vir a ser os protagonistas de uma grande renovação política, em seu município, em seu estado e no país.

PMDB-RJ: O que levou o PMDB a elaborar um curso específico para os jovens do partido?

Eliseu Padilha: Realizar um diálogo formativo com a juventude brasileira é o objetivo do novo curso.  A FUG, sentindo um grande vácuo político na história recente de nosso país, optou por utilizar as ferramentas de informação para formação da cidadania a partir da base partidária e da sociedade. O conhecimento produzido pela fundação visa a disseminar o conhecimento sobre a ciência política e suas diversas vertentes. A Formação para a Juventude fará uma viagem às teorias políticas clássica, moderna e contemporânea; e a tantos outros segmentos da sociedade brasileira, inclusive aos problemas vivenciados pelos jovens no campo. Transportaremos nossos alunos dos conceitos de poder e cidadania à realidade da juventude negra; ao que defendiam os filósofos contratualistas, ao que pensa a juventude brasileira. O projeto objetiva qualificar o cidadão para a participação social e política, garantido uma formação reflexiva e crítica, necessária para a atuação como novos agentes políticos sociais.

PMDB-RJ:  O que diferencia esse curso dos demais já oferecidos à militância?

Eliseu Padilha:
 As principais diferenças são a linguagem e o foco. Vídeo-aulas e apostilas foram idealizados tendo como público-alvo jovens de 14 a 29 anos. Tudo feito com uma linguagem informal, dinâmica e capaz de despertar o interesse dos alunos pelo estudo. Assim eles se juntarão aos que acreditam que só a #EducacaoLiberta.

PMDB-RJ: Fale sobre o conteúdo desse novo curso?

Eliseu Padilha: O Curso está dividido em dois Módulos.  O primeiro, denominado “Compreendendo o processo político”, é composto por quatro aulas sobre os seguintes temas: a política, o poder, a cidadania, o Estado e a democracia. Nesse módulo, o foco é a ciência política. É de base conceitual e histórica, que contextualiza e dá condições objetivas para o aluno poder passar para as próximas discussões. Teorias e conceitos serão lançados como alicerces para a edificação do conhecimento específico nos movimentos de juventude, a serem tratados no segundo módulo.

Já o Módulo 2 abordará a “Juventude em movimento!”, no qual é  priorizado o estudo do conceito de participação, com ênfase nos movimentos de juventude e da sua função político- social, bem como nas políticas públicas, em especial aquelas voltadas para a juventude. Também será abordada a atenção ao grupo etário, além de uma análise sociológica do líder e da liderança, de sua construção histórica e de sua função político-social. Neste módulo há ainda uma aula específica para a compreensão e a análise do Estatuto da Juventude.

PMDB-RJ: Quem poderá participar?

Eliseu Padilha: Jovens de todas as idades dispostos a seguir as regras estabelecidas pelo programa de Formação Política da Fundação, ou seja, matrícula regular, participação nos encontros presenciais e nos trabalhos em grupo. Apesar de o conteúdo ser voltado às ações de juventude, o curso não tem idade mínima ou máxima como limitadora.

PMDB-RJ: Como a inscrição pode ser feita?

Eliseu Padilha: A inscrição pode ser feita pelos sites www.ead.fundacaoulysses.org.br  ouwww.educacaoliberta.org.br. Basta clicar no botão PARTICIPE, preencher a ficha de inscrição e escolher a opção Formação Política para a Juventude. A abertura de turmas também poderá ser solicitada pelo e-mail ead@fundacaoulysses.org.br , via menu fale conosco do sitewww.ead.fundacaoulysses.org.br ou ainda pelo telefone (51) 3072 7015.

PMDB-RJ: Qual a expectativa da FUG em relação ao curso?

Eliseu Padilha: A principal expectativa da fundação é motivar os jovens a aderir ao programa e provocar sua reflexão sobre a essência do processo político e da função pública, para que as novas lideranças políticas sejam capazes de contribuir para o fortalecimento da cidadania e da democracia. É necessário despertar o cidadão para a responsabilidade político-social. Neste caso específico, falo sobre a participação dos indivíduos na formulação de políticas públicas de juventude. Esperamos que, após a   conclusão das aulas, os participantes tenham interesse nos demais cursos oferecidos pela fundação. O conhecimento não ocupa lugar e sempre faz bem para a cabeça.

PMDB-RJ: Em que estados os cursos acontecerão e quantos jovens a FUG pretende formar em 2012?


Eliseu Padilha:
 Os cursos poderão ocorrer em todos os estados da Federação. Já foi feito o treinamento de mediadores, para turmas pilotos, nos estados do Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul. Temos a expectativa de abrir turmas em no mínimo 3.000  municípios, objetivando atingir mais de 100.000 alunos.

PMDB-RJ: Quando os cursos começam?

Eliseu Padilha: Neste momento estamos na fase de matrículas, em todos os estados da Federação. 

PMDB-RJ: O curso será lançado oficialmente no 2º Congresso Nacional da JPMDB. O senhor considera o momento ideal para conclamar a juventude do partido para participar do curso?


Eliseu Padilha:
 Estaremos no Rio de Janeiro levando nosso entusiasmo pela formação política de nossos jovens. A fundação idealizou este curso em parceria com a JPMDB Nacional, e não teria melhor oportunidade para o seu lançamento do que um Congresso Nacional de Juventude no Rio de Janeiro.

PMDB-RJ: Quais as vantagens que os jovens terão ao serem certificados pela FUG?

Eliseu Padilha: A proposta do EAD não é o mero repasse de conteúdo ao aluno, mas propiciar que ele seja construtor do conhecimento e tenha capacidade crítica diante dos temas propostos.  Assim, o objetivo não é só o acúmulo de saberes, nem o de fixação de datas históricas e teorias. A proposta é garantir a acumulação do conhecimento a partir da compreensão.  Outra grande vantagem é a possibilidade de uso dos certificados de conclusão do curso como carga horária para atividades complementares nos cursos de graduação, nas faculdades e áreas afins, gratuitamente. A Formação Política para a Juventude ofertará Certificação de Conclusão de Curso com 45horas de duração.

PMDB-RJ: Como foi sua trajetória na FUG?

Eliseu Padilha: Sou idealizador do Programa de Formação Política pelo método de ensino à distância, em parceria com institutos de ciências políticas das principais universidades do país. Já ministrei cursos de reconhecida qualidade técnica a mais de 200.000 cidadãos brasileiros, e faço a edição da Revista Ulysses, que já esta no acervo da Biblioteca Nacional. Respondo, também, pela implantação e alimentação das páginas do partido e da FUG na internet. Por fim, edito o Jornal Movimento, com notícias das bancadas da Câmara dos Deputados e do Senado.

Fonte: PMDB-RJ

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Oito mil alunos participam do Curso de Formação Política

Deputado Federal Eliseu Padilha 
Grande mobilização no primeiro dia de aulas do Curso de Formação Política Alberto Pasqualini, promovido pelo PMDB/RS. Foram oito mil alunos, divididos em mais de 300 turmas, que iniciaram no sábado, 30, as atividades propostas em todos os municípios gaúchos. 

Participaram do encontro dirigentes, militantes partidários, prefeitos, vice-prefeitos e vereadores peemedebistas. Com a realização do Curso de Formação Política foi dado o primeiro passo para o fortalecimento da sigla no Estado e para a qualificação dos correligionários. 

“Vamos municiar nossos militantes para o debate político nas eleições de 2008”, frisou o secretário-geral do PMDB/RS, deputado Eliseu Padilha. Respondem pela organização o diretório estadual e a Fundação Ulysses Guimarães (FUG/RS). 

O curso tem um total de 40 horas/aula divididas em 14 encontros, que serão transmitidas pelo processo de Ensino à Distância (EAD). Para que nenhum peemedebista perca as aulas, cada município tem autonomia para escolher a data dos encontros.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Eliseu Padilha diz que cada município terá uma estrutura de EAD

Eliseu Padilha, EAD em cada município do Brasil
(08/12/2010) A partir de 2011, a Fundação Ulysses Guimarães vai trabalhar para implantar em todos os municípios do Brasil, conforme a Resolução 02/2009 do PMDB, a figura do Secretário de Formação Política para que cada município tenha uma estrutura de Ensino a Distância (EAD). 

A informação é do presidente da FUG, deputado Eliseu Padilha (RS), que ministrou palestra hoje (8) no Seminário Estradas e Bandeiras, Rumo aos Municípios 2012, realizado em Brasília pela Fundação e o PMDB. 

Padilha ressaltou a importância de fortalecer a FUG como instrumento de transformação social, a partir da formação política do cidadão. Mas, a Fundação trabalhará, principalmente, para qualificar os quadros do PMDB para a disputa eleitoral nos municípios. 

Nos planos da instituição está um curso preparatório para candidatos a vereador, a vice-prefeito e prefeito, incluindo aulas de oratória e exercício de liderança, além dos conhecimentos de políticas públicas, princípios da administração e papel/função do Legislativo e Executivo municipal. 

O presidente da Fundação falou ainda sobre os objetivos conjunturais da FUG, como revitalizar a militância, diagnosticar anseios da sociedade por meio de diálogos e elaborar programas identificados com as comunidades. Para isso, a Fundação vai investir mais em cursos preparatórios, principalmente para candidatos. 

Padilha também estuda formas de valorizar o mediador, oferecendo inclusive oportunidades para que possa melhorar sua qualificação técnica. A FUG também fará um banco nacional de programas bem sucedidos para que possam ser adaptados por outros municípios ou estados interessados. Para Padilha, o desafio da FUG é efetivar um plano de mídia para divulgar o programa de formação política da instituição, em todo o país. 

Um instrumento considerado importante é o horário gratuito no rádio e TV. “O objetivo é levar o conhecimento a toda a militância do PMDB”, concluiu o presidente da FUG.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Ficha Limpa - Quem fez esta Lei saneadora da política?


Eliseu Padilha Quem Fez a Lei Ficha Limpa no Brasil
Lei Ficha Limpa no Brasil
Os fatos: No ano de 2009 - 1,8 milhões de assinaturas foram coletadas.

29/09/2009 - O Ficha Limpa entra na Câmara dos deputados.

07/04/2010 - No plenário recebe 28 emendas e para.

08/04/2010 - Então, o presidente da Câmara, Michel Temer, encaminha o Ficha Limpa para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

28/04/2010 - O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), deputado Eliseu Padilha, conduz pessoalmente a elaboração do novo texto e a aprovação por unanimidade, do Ficha Limpa. (Construido em 20 dias)

11/05/2010 - O Ficha Limpa é aprovado na Câmara dos deputados.

19/05/2010 - Aprovado pelo Senado.

04/06/2010 - Sancionado pelo presidente Lula.

07/06/2010 - A Lei do Ficha Limpa (N° 135/2010) é publicada no Diário Oficial da União. 



Veja em outros formatos: 

                

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Campanha de Fogaça convoca Eliseu Padilha para mobilizar bases no RS

Eliseu Padilha ganhou carta branca para assumir um papel-chave na candidatura de José Fogaça
Eliseu Padilha ganhou carta branca para assumir um
papel-chave na candidatura de José Fogaça
Porto Alegre (RS)- Depois de meses apartado da campanha, o deputado federal Eliseu Padilha ganhou carta branca para assumir um papel-chave na candidatura de José Fogaça em busca do Piratini. 

Eliseu Padilha sofria resistência de uma ala do partido, mas foi procurado pela cúpula da sigla para amplificar as mobilizações pelos municípios gaúchos. Embora contestado, o deputado é visto no PMDB como o maior articulador da militância. 

O coordenador-geral da campanha, deputado federal Mendes Ribeiro Filho, nega que o colega estivesse excluído do processo. Mas o próprio Padilha, que é secretário-geral da legenda, afirma jamais ter recebido qualquer solicitação para colaborar com as mobilizações (veja entrevista nesta página). 

Avaliando como lento o ritmo da campanha, o presidente estadual do PMDB, senador Pedro Simon, conversou com o deputado na manhã de ontem. Ficou acertado que a executiva do partido passaria a articular a militância. Embora Simon seja o presidente da sigla, na prática será Padilha quem coordenará a mobilização. 

– Estamos agregando mais forças, e ele é uma dessas forças – diz Clóvis Magalhães (PMDB), braço direito de Fogaça na coordenação. Líderes do PMDB afirmam que Fogaça, que esteve ontem na Serra, resistiu até onde podia à ideia de envolver Padilha na campanha. 

No sábado passado, no entanto, a notícia de que o deputado estadual Marco Alba (PMDB) foi escolhido para comandar a campanha na Região Metropolitana já evidenciava indícios de que Padilha entrava em cena. Afilhado de Padilha, Alba só aceitou a função após o consentimento do padrinho político. Pompeo de Mattos vai assumir papel semelhante no PDT Fogaça falou com Padilha naquele mesmo dia, e Magalhães já vinha telefonando para o deputado. 

Ontem, ao comentar a queda de Fogaça nas pesquisas e o crescimento de Tarso Genro (PT), um dirigente do PMDB disse que “não é mais hora de escolher companhias, e sim de virar o jogo”. Magalhães garante não haver perda de poder com a entrada de Padilha: Mendes seguirá coordenando a campanha normalmente. – Se o Padilha vai participar mais ativamente, maravilhoso – disse Mendes ontem à noite. 

Está marcada para amanhã, com a presença de Padilha, uma reunião do comando do PMDB e do PDT, principal partido aliado da campanha. O deputado federal Pompeo de Mattos (PDT), vice na chapa de Fogaça, assumirá o mesmo papel de Padilha no lado dos pedetistas, mobilizando as bases do partido. "O comando de campanha parecia querer autossuficiência" O deputado federal Eliseu Padilha ingressa em uma missão que conhece: mobilizar as bases. 

A seguir, a síntese: 

Zero Hora – Por que só agora chamaram o senhor para participar ativamente da campanha? 

Eliseu Padilha– Quando desisti de ser candidato ao Senado, ficou decidido que a Secretaria-Geral do partido, comandada por mim, organizaria as mobilizações pelo Estado. Só que, depois da convenção do PMDB, jamais foi solicitado absolutamente nada à Secretaria-Geral. Entendemos agora que esta é uma missão do partido, independentemente de qualquer solicitação. 

ZH – Em outras palavras, o senhor coordenará a campanha? 

Padilha– O partido vai fazer sua parte nos municípios, independentemente do que está sendo feito pelo chamado comando de campanha, instituído pelo Fogaça. 

ZH – O senhor começa quando a mobilizar os militantes? 

Padilha– Já estou nesta função. Não estávamos executando porque o comando de campanha parecia querer algum tipo de autossuficiência, que nós respeitamos. Mas respeitamos até a semana passada. 

 Fonte: Paulo Germano, Matéria publicada no Jornal Zero Hora. 09/09/2010



segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Projeção política marcou primeiro encontro após as eleições

Eliseu Padilha argumentou que o projeto de Ensino a Distância (EAD)
darão ao PMDB condições de se posicionar nacionalmente
Mesmo com todos os motivos para uma grande festa após o excelente resultado nas urnas, a primeira atividade do PMDB/RS após as eleições 2008 foi marcada por extensa reunião de trabalho, sinalizando que a legenda está focada na realização de bons mandatos e se concentrando no seu futuro político, tanto no Estado como no Brasil. 

Cerca de 400 prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, secretários municipais e assessores participaram do lançamento do Curso de Gestão Pública Municipal na manhã desta sexta-feira, 7, no Ritter Hotel, em Porto Alegre, cuja as aulas iniciarão oficialmente em março de 2009. 

Em estímulo aos correligionários, o presidente do diretório estadual, senador Pedro Simon, defendeu que sendo o PMDB o maior partido do Brasil – com a conquista de 1.201 prefeitos e 8.494 vereadores no último pleito e com as maiores bancadas na Câmara e no Senado – que se posicione, também, nacionalmente e busque o papel de protagonista nas eleições presidenciais de 2010. 

O líder gaúcho destacou ainda o ineditismo do curso de gestão que, segundo ele, será mais uma grande etapa para o fortalecimento e capacitação dos dirigentes, da militância e do partido. “Essa é uma reunião inédita, pois mostra que não paramos após as eleições. Começamos mais uma nova etapa de crescimento e estamos construindo uma nova classe política, séria, capaz e competente”, declarou Simon. 

O presidente nacional da Fundação Ulysses Guimarães e secretário-geral do PMDB/RS, deputado Eliseu Padilha, apresentou a proposta e o programa do novo curso. Eliseu Padilha argumentou que os frutos colhidos pelo projeto de Ensino a Distância (EAD) aliados ao desempenho das últimas eleições, darão ao PMDB condições de se posicionar nacionalmente. “Precisamos começar a construir um projeto nacional de poder, deixando de ser satélite ou mero apoiador”, observou. 
 
Nas dezenas de pronunciamentos dos representantes da base e de dirigentes partidários, foi externada a satisfação da militância com o projeto de formação política do PMDB. Foi unânime a opinião de que os cursos realizados ao longo dos últimos dois anos contribuíram efetivamente para o crescimento do partido em todo o país, mas especialmente no Rio Grande do Sul. 

Atualmente o projeto de Ensino a Distância (EAD) conta com 60 mil alunos em 21 estados brasileiros e no Distrito Federal. Nos demais a iniciativa está em fase de implantação. Manual para Transição A exemplo do que aconteceu para a elaboração da matriz curricular do curso de gestores públicos municipais, foi com o IBAM – Brasileiro de Administração Municipal – que a Fundação Ulysses Guimarães preparou o “Manual de Transição”, distribuído durante o evento. 

Neste manual a FUG e o IBAM ensinam aos prefeitos e aos presidentes das Câmaras Municipais de Vereadores todas as providências que deverão ser adotadas por uns e outros, visando à correta transmissão do poder a frente da prefeitura e da Câmara Municipal. Todos os procedimentos que são exigidos, tanto legal quanto politicamente, estão discriminados e explicados neste livro. Integra o manual, inclusive, o modelo de projeto de lei que deverá ser votado pela Câmara Municipal para instituir legalmente a comissão de transição, integrada por quem sai e por quem entra na administração, com o objetivo de prevenir e respaldar as responsabilidades e principalmente não haver prejuízo para o interesse público. 

Está é mais uma iniciativa inédita para facilitar a transferência do poder municipal que a FUG está oferecendo para os seus vereadores, vices e prefeitos em todos os 5.594 municípios do Brasil. Gestão Pública Municipal O Curso de Gestão Pública Municipal será direcionado para auxiliar na qualificação e na capacitação daqueles que estarão à frente do Executivo e do Legislativo municipal de janeiro de 2009 a dezembro de 2012. 

A iniciativa é fruto de uma parceria inédita entre o Instituto Brasileiro de Administração Municipal (IBAM) e a FUG Nacional – pelo método de Ensino a Distância (EAD), e dará seguimento ao plano do PMDB de oferecer formação política e técnica aos seus militantes e dirigentes. 

Participação Participaram da atividade no Ritter Hotel o deputado federal Darcísio Perondi, o presidente da Assembléia Legislativa, deputado Alceu Moreira, o deputado estadual Edson Brum, o secretário estadual da Saúde, Osmar Terra, o presidente da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, Sebastião Melo, o presidente da Fundação Ulysses Guimarães/RS, Antônio Hohlfeldt e o tesoureiro do PMDB/RS, Rospide Neto. Também marcaram presença os representantes dos segmentos partidários: da Juventude, Gabriel Souza, das Mulheres, Eunice Flores, do Movimento Negro, Clovis André da Silva, do Sindical, prefeito de Torres João Alberto Machado, do Núcleo Tradicionalista, Roberto Camargo e do Socioambiental, Cláudia Costa.

Fonte: pmdb.org
10/11/2008

terça-feira, 7 de outubro de 2008

PMDB conquista 143 prefeitos no Rio Grande do Sul

Eliseu Padilha, secretário-geral do PMDB/RS
O PMDB do Rio Grande do Sul comemora a conquista de 143 prefeitos e 104 vices no primeiro turno das eleições 2008, por enquanto, seis a mais na comparação com o pleito de 2004. 

Entre os maiores municípios que serão administrados pela legenda a partir de janeiro de 2009 estão Caxias do Sul, Santa Maria e Rio Grande. O partido garantiu ainda a disputa no segundo turno em Porto Alegre. 

O prefeito José Fogaça manteve a liderança com 346.427 votos (43,85%), e concorrerá com Maria do Rosário, do PT, que obteve 179.587 votos (22,73%). O novo pleito ocorre em 26 de outubro. 

A apuração dos resultados da eleição na Capital e no interior foi acompanhada pelos dirigentes do partido na sede do diretório estadual. Estiveram no diretório o presidente do PMDB/RS, senador Pedro Simon, o secretário-geral, deputado Eliseu Padilha, e o tesoureiro, Rospide Neto. 

Eliseu Padilha frisou a demonstração de força da legenda ao eleger 143 prefeitos. "Continuamos sendo o maior partido do Estado e do Brasil. "Agora é olhar para frente e retomar o trabalho político já pensando na eleição de 2010", arrematou o secretário-geral do PMDB/RS.

Fonte: PMDB/RS
07/10/2008 

quinta-feira, 15 de novembro de 2001

Missão Política

Ministro Eliseu Padilha
A primeira e mais difícil empreitada política de Eliseu Padilha, que ontem deixou o Ministério dos Transportes, será definir segunda-feira com o governador Itamar Franco as regras para a prévia que, em janeiro, definirá quem vai disputar a sucessão de FH em 2002 pelo PMDB. 

Os candidatos serão o senador Pedro Simon e Itamar Franco. Ontem foi confirmado, tanto pelo presidente do Senado, Ramez Tebet, quanto pelo senador Pedro Simon, que o deputado Michel Temer, presidente do partido, não participará da prévia. Na cerimônia de transmissão de cargo, no Ministério dos Transportes, Simon e Temer conversaram muito. 

O próprio Eliseu Padilha, alto e bom som, para uma platéia que incluía os senadores Renan Calheiros, Sérgio Machado e os deputados Geddel Vieira Lima, Cezar Schirmer e Osmar Terra, tratou de ratificar seu apoio na prévia à candidatura Pedro Simon. O crescimento da candidatura Roseana Sarney e a intensificação das negociações entre PFL e PSDB forçam o PMDB na direção da candidatura própria, enquanto o quadro sucessório não clareia. 

O interesse do partido é submeter o imprevisível Itamar Franco às regras da prévia, que incluirá o compromisso com o apoio à candidatura vitoriosa. O governador mineiro andou declarando que se perdesse a prévia apoiaria Lula. Ontem, assessores de Itamar Franco trataram de dizer que essa versão não corresponde à realidade. Pelo sim, pelo não, é melhor definir as regras desse jogo. 

Eliseu Padilha, no rápido discurso de transmissão do cargo ao sucessor, o secretário executivo Alderico Jefferson Lima, deu testemunho explícito da lealdade a Fernando Henrique Cardoso e, apesar das podas ocorridas nos investimentos previstos para a pasta, não atacou a equipe econômica como fizeram vários ex e atuais ministros. "Quando a Fazenda ou o Planejamento fazem cortes, e foram muitos, foi em nome da prioridade social do governo", justificou Padilha, lembrando que a merenda escolar ou o atendimento de saúde não podem ser postergados, em qualquer hipótese. 

Eliseu Padilha é exceção à regra. Deixou o governo sem ataques ou ressentimentos. Dorothea Werneck, Francisco Turra, Arlindo Porto, Luis Carlos Mendonça de Barros, Carlos Albuquerque, Renan Calheiros, Raymundo Britto e Waldeck Ornellas foram a regra no governo FH.

Fonte: Zero Hora - Ana Amélia Lemos - 15/11/2001

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