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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Oito mil alunos participam do Curso de Formação Política

Deputado Federal Eliseu Padilha 
Grande mobilização no primeiro dia de aulas do Curso de Formação Política Alberto Pasqualini, promovido pelo PMDB/RS. Foram oito mil alunos, divididos em mais de 300 turmas, que iniciaram no sábado, 30, as atividades propostas em todos os municípios gaúchos. 

Participaram do encontro dirigentes, militantes partidários, prefeitos, vice-prefeitos e vereadores peemedebistas. Com a realização do Curso de Formação Política foi dado o primeiro passo para o fortalecimento da sigla no Estado e para a qualificação dos correligionários. 

“Vamos municiar nossos militantes para o debate político nas eleições de 2008”, frisou o secretário-geral do PMDB/RS, deputado Eliseu Padilha. Respondem pela organização o diretório estadual e a Fundação Ulysses Guimarães (FUG/RS). 

O curso tem um total de 40 horas/aula divididas em 14 encontros, que serão transmitidas pelo processo de Ensino à Distância (EAD). Para que nenhum peemedebista perca as aulas, cada município tem autonomia para escolher a data dos encontros.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Fundação Ulysses forma mais de 300 alunos universitários

Eliseu Padilha "A cada turma aumenta a demanda por mais vagas”
Brasília (DF) – A Fundação Ulysses Guimarães do Rio Grande do Norte promove um grande evento de formatura, nesta quinta-feira (18), às 19h, na Faculdade União Americana, em Natal. Ao todo serão diplomados mais de 300 alunos dos cursos de Formação Política e de Gestores Públicos Municipais. Os alunos irão receber das mãos do presidente da Fundação Ulysses Guimarães Nacional, deputado Eliseu Padilha (RS). 

O evento contará com a presença de lideranças políticas nacionais e estaduais do PMDB, além mediadores e alunos da FUG. Na avaliação de Padilha, o trabalho desenvolvido pela FUG potiguar é exemplar, pois conseguiu reunir o maior número de universitários. “Nossos cursos da Fundação estão tendo grande procura pelos alunos universitários. Isso mostra que estamos bastante atualizados, conseguindo atrair tantos jovens”, comemorou. Para o presidente da FUG do Rio Grande do Norte, Gleire Belchior, a formatura marca o sucesso de um trabalho intenso desenvolvido pela fundação local ao longo de 2010. 

“O Rio Grande do Norte foi o estado que mais promoveu cursos com estudantes universitários”, comemora. Gleire acredita que a seriedade e pontualidade com que os cursos vêm sendo administrados em todo o estado. “Os programas recebem muitos elogios tanto de alunos como de professores. Dentro desse contexto, o surgimento de novas turmas foi um processo absolutamente natural. 

A cada turma aumenta a demanda por mais vagas”, destacou. Durante o evento, o presidente nacional da FUG, Eliseu Padilha, irá lançar também o curso de Agentes de Cidadania Comunitária. Na sexta-feira (19), a Fundação Ulysses do RN, realiza um curso destinado à formação de mediadores do curso de Agentes de Cidadania. O curso será promovido no auditório do Hotel Monza, localizado no bairro da Candelária, em Natal.

Formação Política – Este curso é voltado para a formação de líderes. O conteúdo está baseado na história e na teoria política, do MDB/PMDB e da democracia brasileira, bem como o marketing político, objetivando a construção de uma nação soberana e a consolidação de um regime democrático, pluralista e socialmente justo, onde a riqueza criada seja instrumento do bem-estar de todos. O curso é dividido em 10 aulas. 

Gestor Público - O Curso para Gestores Públicos Municipais visa proporcionar a atualização e o aperfeiçoamento dos gestores dos poderes legislativo e executivo, desenvolvendo competências necessárias ao desempenho de suas funções governamentais e para o pleno exercício da cidadania. É focado prioritariamente nos agentes políticos (prefeitos, vice-prefeitos e vereadores), mas também deve ser cursado pelos secretários de governo, assessorias, lideranças partidárias e integrantes da comunidade. 

Agentes de Cidadania Comunitária - Realizado em parceria com professores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Lançamento do ano de 2010. O Curso de Formação de Agentes de Cidadania tem por objetivo suscitar o debate e o amadurecimento de uma postura de cidadão ativo nas comunidades, visando incentivar uma intervenção cívica dos cidadãos orientada por valores como Justiça, Igualdade, Tolerância e Solidariedade. 

O principal enfoque é capacitar os cidadãos para a participação nos diversos movimentos sociais, especialmente para o pleno exercício da democracia participativa nos conselhos municipais e nos demais espaços criados pela legislação vigente, primando pela garantia dos direitos de cidadania e de inclusão social. Formatura do Ensino a Distância da FUG/RN 

Dia: 18/11/2010 
Horário: 19h 
Local: Faculdade União Americana 
Avenida Maria Lacerda – Colégio CELM

Fonte: pmdb.org
18/11/2010

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Eliseu Padilha propõe piso para professores de pelo menos a metade do salário do juiz

Eliseu Padilha propõe piso para professores
O deputado Eliseu Padilha apresentou à Câmara (11/11/2010) o Projeto de Lei 7851/2010, que inclui os professores nas “carreiras típicas de Estado”, bem como a garantia de fixar um piso salarial correspondente à jornada de quarenta horas semanais, não inferior à metade da maior remuneração inicial das carreiras, do mesmo ente federativo, cujas atribuições incluam o desenvolvimento de atividades exclusivas de Estado. 

Para Padilha, o que sustenta e justifica seu PL é que “professor motivado e valorizado é a matéria-prima para que possa ser produzida educação de qualidade”. 

O parlamentar justifica que na economia globalizada, qualificação da mão-de-obra é imprescindível para a competitividade  “Diante das graves desigualdades sociais hoje existentes, parcela largamente majoritária da população somente tem acesso à rede pública de educação. Imperativo, por isso, investir na melhoria da qualidade do ensino público e gratuito, a começar, necessariamente, pela valorização dos respectivos profissionais”, afirmou Eliseu Padilha.  

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Eliseu Padilha: O novo Mandato será para a EDUCAÇÃO

Ciente de que a educação obrigatória no Brasil, até hoje, "prepara os brasileiros para um mercado que não mais existe e o mercado existente não encontra mão de obra oriunda de nossas escolas", Eliseu Padilha decidiu incrementar sua dedicação, como parlamentar, à Educação, à produção do Conhecimento.

Dados fornecidos pelo FIESP - Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, mostram que o Brasil apresentará, em 2010, um Déficit no Balanço de Pagamentos de Produtos Manufaturados da ordem de 50 Bilhões de Reais, fazendo-nos perder mais de 1.500.000 empregos. Nossa mão de obra não nos permite competir internacionalmente.

Baseado na experiência de Autor da Proposta de Emenda Constitucional 232/2004, que juntamente com outras, deu origem à Emenda Constitucional 59, de 12 de novembro de 2009, que tornou obrigatório o Ensino dos 4 aos 17 anos, e na de Presidente da Fundação Ulysses Guimarães na qual mantém um Programa de Formação Política com Cursos em EAD com mais de 200.000 alunos, o parlamentar gaúcho quer contribuir para a promoção do conhecimento, por meio de ações objetivas e imediatas que possam promover uma verdadeira REVOLUÇÃO CONCEITUAL NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA, que são:
 

Veja mais no folder abaixo:

Veja em outros formatos: 

               

Projeto prevê empréstimo de computadores para alunos da rede pública

Eliseu Padilha: falta do computador limita potencial de interação com o mundo moderno.




14/10/2010 - A Câmara analisa o Projeto de Lei 7333/10, do deputado Eliseu Padilha (PMDB-RS), que obriga o governo federal a utilizar pelo menos 50% dos recursos do Fundo de Universalização de Serviços de Telecomunicações (Fust) para a compra de computadores portáteis destinados a escolas públicas. Em 2009, o Fust arrecadou R$ 1,4 bilhão.
De acordo com a proposta, os computadores serão fornecidos (na forma de empréstimo) a todos os estudantes do ensino público fundamental, médio e superior, começando pelo fundamental e com atendimento à etapa seguinte somente quando estiver universalizada a anterior.
Segundo o autor, embora o preço dos computadores tenha baixado nos últimos anos, muitos estudantes ainda não dispõem de recursos suficientes para adquiri-los. "É necessária uma providência mais imediata e eficaz para que todos os estudantes brasileiros tenham rapidamente acesso a um computador", diz Padilha.
Para o deputado, um computador conectado à internet permite que professores e alunos desenvolvam uma habilidade relevante em nosso tempo: a capacidade de trabalhar de forma colaborativa. Ele afirma ainda que a falta de acesso a essas tecnologias limita o potencial de interação com o mundo moderno.
Dados do Censo Escolar 2009 do IBGE apontam que a rede pública de ensino abriga cerca de 45 milhões de estudantes, sendo 31,7 milhões no ensino fundamental, 8,3 milhões no ensino médio e 5 milhões no ensino superior.
Tramitação
O projeto tramita apensado ao PL 1481/07 e aguarda inclusão na pauta do Plenário.

  Íntegra da proposta:





  Fonte: Câmara

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Eliseu Padilha: o progresso do Brasil passa pelas estradas da Educação

Deputado Federal Eliseu Padilha
Investir em educação, em especial nos professores e jovens, é o desafio que o deputado federal Eliseu Padilha quer levar para Câmara dos Deputados, caso seja eleito para mais um mandato. (08/09/2010)

“Hoje, nós não temos mão de obra qualificada no nosso País. Dessa forma perdemos, a cada mês, posição no ranking das grandes economias mundiais. E como mudar esse quadro?”, questiona Eliseu Padilha. 

Para mudar este quadro, Eliseu Padilha propôs o Projeto de Lei 7783/2010, que aumenta o piso salarial do magistério passando dos atuais R$ 950,00 – como prevê a Lei 11.738, de 16 de julho de 2008 – para R$ 1.575,00. Além disso, ele propõe vincular o salário base do magistério às carreiras de Estado, como promotores, delegados de polícia e juízes. 

“Preparar a juventude é investir em educação e investir em educação é investir no professor. Dessa forma, poderemos ter jovens melhores instruídos e preparados para o mercado de trabalho”, constata Eliseu Padilha.  

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Eliseu Padilha lança corrente pela valorização dos professores

Deputado Eliseu Padilha pela valorização dos professores
O deputado federal Eliseu Padilha lançou, hoje (31/08/2010), no seu site, uma campanha de apoio ao Projeto de Lei 7783/2010, que institui um novo piso salarial para os profissionais do magistério público da educação básica. Hoje, a Lei 11.738/2008, que institui o piso salarial dos professores, prevê o pagamento mensal de R$ 950,00. 

Eliseu Padilha quer os professores melhores valorizados. Por isso, está propondo um aumento para o piso salarial, chegando ao valor de R$ 1.575,00. Dessa forma, o deputado resgata uma reivindicação da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE). Para Padilha, “a melhoria do piso salarial dos professores é, em verdade, o maior e melhor investimento que podemos fazer em nosso crescimento como ator no mercado globalizado, em que estamos inseridos”. 

E, acrescenta, “o Brasil, fruto da baixa qualificação de sua mão de obra – o que equivale dizer, de sua educação básica, caminha celeremente para a perda da competitividade internacional em produtos manufaturados”. Por isso, “não há dúvida de que a matéria-prima a partir da qual pode ser feita a Educação de qualidade é o profissional da educação: o professor”, constata o deputado Eliseu Padilha

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Eliseu Padilha apresenta Projeto de Lei que valoriza a carreira dos professores


Eliseu Padilha “Há que ser feita uma revolução educacional 
para qualificar nossas crianças e jovens”
Brasília – Durante o esforço concentrado realizado nesta semana em Brasília, o deputado federal Eliseu Padilha (RS) apresentou à Câmara dos Deputados o Projeto de Lei (PL 7783/2010), que institui um novo piso salarial profissional para a carreira do magistério, passando dos atuais R$ 920,00 para R$ 1.575,00. 

Para Padilha, “a elaboração do piso salarial dos professores é, em verdade, o maior e melhor investimento que podemos fazer em que nosso crescimento como ator no mercado globalizado em que, involuntariamente, estamos inseridos”.

A valorização da carreira do magistério é uma das prioridades do deputado federal Eliseu Padilha. “Não há dúvida de que a matéria prima a partir da qual pode ser feita a Educação de Qualidade é o profissional da educação: o Professor”, afirmou o parlamentar.

No seu relatório, Padilha chama a atenção ao fato do País continuar persistindo no cenário econômico atual, como “exportador de commodities”. “O Brasil, fruto da baixa qualificação de sua mão de obra, o que quer dizer, da educação básica, caminha celeremente para a perda da competitividade internacional em produtos manufaturados”, justificou.

Com este PL, Eliseu Padilha quer resgatar a reivindicação da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE), à época das discussões da atual Lei vigente (Lei 11.738/2008), que propunha um piso de R$ 1.575,00. “Há que ser feita uma revolução educacional para qualificar nossas crianças e jovens”, disse o deputado.

Fonte: pmdb.org
19/08/2010


quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Valorização da Educação: principal meta de Eliseu Padilha para o próximo mandato

Valorização da Educação: principal meta de Eliseu Padilha
Nesta quarta-feira (11), o deputado federal Eliseu Padilha gravou seus programas de TV e rádio para as eleições de 2010. Concorrendo ao quarto mandato para a Câmara Federal, o candidato destacou a sua principal bandeira: a Educação.
Eliseu Padilha falou sobre a sua proposta que torna o ensino obrigatório para crianças e adolescentes de 04 até 17 anos. Seu projeto virou Lei e foi incorporada à Constituição Federal (Emenda 59, de 12 de novembro de 2009). Além disso, o deputado destacou a importância de tornar obrigatório o ensino médio profissionalizante, como forma de garantir que todo jovem conclua o 2º grau com uma profissão capaz de ingressá-lo no mercado de trabalho.
O deputado federal Eliseu Padilha defendeu ainda, em seus programas eleitorais, duas propostas que tem batalhado para transformar em Lei: a valorização da carreira do magistério e a inclusão digital nas escolas, onde cada aluno do 1º, 2º e 3º graus tenha acesso a um computador com internet.
Fogaça – Eliseu Padilha gravou mensagem de apoio à candidatura do prefeito José Fogaça, que concorre pelo PMDB à vaga de Governador do RS. O deputado salientou as características do atual prefeito de Porto Alegre e a importância do Partido na disputa eleitoral de 2010.


quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Em discurso na Câmara dos Deputados, Eliseu Padilha sugere que IBGE faça censo escolar

Deputado Federal Eliseu Lemos Padilha
Em discurso lido no plenário da Câmara Federal, nesta quarta-feira (4), o deputado federal Eliseu Padilha (PMDB-RS), sugeriu que o IBGE realize, durante do Censo 2010, uma ampla pesquisa sobre o grau de escolaridade dos brasileiros e as questões relativas ao setor educacional.

De acordo com relatório da UNESCO, o Brasil perdeu 12 posições no Índice de Desenvolvimento Educacional e ficou em 85º lugar. Esse índice da ONU avalia as taxas de alfabetização de adultos, igualdade de gênero, matrícula e sobrevivência escolar.  “O IBGE tem de realizar um levantamento oficial para comprovar se essa é a realidade do País”, alertou Eliseu Padilha.

Para o deputado, o Brasil não pode deixar de aproveitar a oportunidade do Censo Demográfico para fazer um raio-X sobre a escolaridade dos brasileiros e, a partir dessas informações detalhadas, promover uma verdadeira revolução da Educação no País.

Padilha ressaltou que o Censo Escolar realizado anualmente pelo Ministério da Educação “é uma mostra do ponto de vista da própria escola”, enquanto que o Brasil precisa de “uma completa radiografia a partir de informações obtidas em cada casa, em cada família, sobre cada cidadão”. O deputado entende que só assim o País terá as informações necessárias para avaliar a realidade nacional e implantar as políticas públicas que possam elevar o nível educacional de todos os brasileiros.

Leia a íntegra do discurso:

Senhor presidente,
Senhoras e senhores deputados,

O décimo-segundo Censo Demográfico brasileiro começou no último domingo. Nos próximos meses, até 31 de outubro, cada domicílio brasileiro deverá receber a visita de um recenseador do IBGE. Mais de 190 mil recenseadores vão trabalhar nos 5.565 municípios brasileiros, visitando cerca de 58 milhões de domicílios. 

A partir das informações coletadas pelos recenseadores, o Brasil vai planejar e definir políticas públicas para os próximos dez anos. Tanto o setor privado, mas principalmente o Poder Público, a nível nacional, estadual e municipal, poderão se utilizar das informações do Censo para planejar seus investimentos.

A expectativa do IBGE é que o Censo 2010 mostre um País mais escolarizado, mais inserido no mundo digital, entre outras características atuais da Nação brasileira.

Essa expectativa noticiada pelo IBGE me chamou a atenção, senhor presidente.

Sabemos que realmente o Brasil está mais escolarizado do que na época do último Censo. Entretanto, as notícias divulgadas todos os dias nos diversos veículos de comunicação – inclusive com séries especiais na TV – revelam problemas gravíssimos nas escolas do País. É falta de escola ou de transporte escolar em determinadas comunidades. É falta de professor nas escolas. Falta de merenda escolar e, ultimamente, até a segurança de alunos e professores vem sendo ameaçada em vários estabelecimentos escolares. Os índices de repetência escolar são preocupantes.

Senhor presidente,

É sabido que todos os anos o Ministério da Educação realiza o Censo Escolar. É um instrumento que visa melhorar a qualidade da educação Básica no Brasil.

O Censo Escolar é realizado com a colaboração dos órgãos regionais de ensino, das secretarias estaduais e municipais de educação, e com a participação das escolas públicas e privadas do País.

É com os dados obtidos no Censo Escolar que o Governo define políticas públicas e distribuição de recursos públicos para alimentação, transporte escolar, implantação de bibliotecas, distribuição de livros didáticos, entre outros benefícios.

Entretanto, senhor presidente, o Censo Escolar avalia todos esses aspectos sob a perspectiva da própria escola. Os questionários são preenchidos pelos estabelecimentos de ensino, cada um informando dados sobre seus próprios alunos. 

Precisamos saber por quê o IBGE não realiza uma ampla coleta de informações sobre a educação no Brasil. De acordo com a UNESCO, o Brasil perdeu 12 posições no Índice de Desenvolvimento Educacional e ficou em 85º lugar. Esse índice da ONU avalia as taxas de alfabetização de adultos, igualdade de gênero, matrícula e sobrevivência escolar. 

O IBGE tem de realizar um levantamento oficial para comprovar se essa é a realidade do País. O Brasil não pode deixar de aproveitar uma oportunidade como a realização do Censo Demográfico para fazer um raio-X sobre a escolaridade dos brasileiros e, a partir dessas informações detalhadas, promover uma verdadeira revolução da Educação no País.

O levantamento que eu estou defendendo para ser realizado pelo IBGE é muito mais amplo do que o Censo Escolar. Mas, por outro lado, não pode ser apenas uma pesquisa por amostragem, porque isso não resolve. Teria de ser uma completa radiografia do perfil estudantil do povo brasileiro. Não apenas crianças e adolescentes, mas de todo o povo para conhecermos a realidade nacional quanto ao grau de escolaridade. As informações seriam obtidas em cada casa, em cada família, sobre cada cidadão. Não podemos continuar planejando com base apenas em mostra de dados.

A realização de um censo educacional pelo IBGE seria o melhor meio do Brasil obter essas informações importantíssimas sobre a Educação no País.  Informações regionalizadas que poderiam dar ao País um mapeamento importante para o planejamento do ensino. Poderíamos ter condições de avaliar com precisão, onde implantar mais escolas ou faculdades, onde criar programas de alfabetização ou escolas de ensino técnico e profissionalizante. Além de várias outras ações importantes no setor educacional.

Por isso, senhor presidente, senhoras e senhores deputados, eu sugiro que o IBGE, durante o Censo 2010, realize essa pesquisa a nível nacional, visitando cada domicílio residencial do País, para que se obtenha informações detalhadas sobre o grau de escolaridade dos brasileiros. Só assim nós teremos as informações reais para avaliarmos a situação educacional no País e implantarmos as políticas públicas que possam elevar o nível educacional de todos os brasileiros e, assim, elevar a posição do Brasil no Índice de Desenvolvimento Educacional da ONU.

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