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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Campanha de Fogaça convoca Eliseu Padilha para mobilizar bases no RS

Eliseu Padilha ganhou carta branca para assumir um papel-chave na candidatura de José Fogaça
Eliseu Padilha ganhou carta branca para assumir um
papel-chave na candidatura de José Fogaça
Porto Alegre (RS)- Depois de meses apartado da campanha, o deputado federal Eliseu Padilha ganhou carta branca para assumir um papel-chave na candidatura de José Fogaça em busca do Piratini. 

Eliseu Padilha sofria resistência de uma ala do partido, mas foi procurado pela cúpula da sigla para amplificar as mobilizações pelos municípios gaúchos. Embora contestado, o deputado é visto no PMDB como o maior articulador da militância. 

O coordenador-geral da campanha, deputado federal Mendes Ribeiro Filho, nega que o colega estivesse excluído do processo. Mas o próprio Padilha, que é secretário-geral da legenda, afirma jamais ter recebido qualquer solicitação para colaborar com as mobilizações (veja entrevista nesta página). 

Avaliando como lento o ritmo da campanha, o presidente estadual do PMDB, senador Pedro Simon, conversou com o deputado na manhã de ontem. Ficou acertado que a executiva do partido passaria a articular a militância. Embora Simon seja o presidente da sigla, na prática será Padilha quem coordenará a mobilização. 

– Estamos agregando mais forças, e ele é uma dessas forças – diz Clóvis Magalhães (PMDB), braço direito de Fogaça na coordenação. Líderes do PMDB afirmam que Fogaça, que esteve ontem na Serra, resistiu até onde podia à ideia de envolver Padilha na campanha. 

No sábado passado, no entanto, a notícia de que o deputado estadual Marco Alba (PMDB) foi escolhido para comandar a campanha na Região Metropolitana já evidenciava indícios de que Padilha entrava em cena. Afilhado de Padilha, Alba só aceitou a função após o consentimento do padrinho político. Pompeo de Mattos vai assumir papel semelhante no PDT Fogaça falou com Padilha naquele mesmo dia, e Magalhães já vinha telefonando para o deputado. 

Ontem, ao comentar a queda de Fogaça nas pesquisas e o crescimento de Tarso Genro (PT), um dirigente do PMDB disse que “não é mais hora de escolher companhias, e sim de virar o jogo”. Magalhães garante não haver perda de poder com a entrada de Padilha: Mendes seguirá coordenando a campanha normalmente. – Se o Padilha vai participar mais ativamente, maravilhoso – disse Mendes ontem à noite. 

Está marcada para amanhã, com a presença de Padilha, uma reunião do comando do PMDB e do PDT, principal partido aliado da campanha. O deputado federal Pompeo de Mattos (PDT), vice na chapa de Fogaça, assumirá o mesmo papel de Padilha no lado dos pedetistas, mobilizando as bases do partido. "O comando de campanha parecia querer autossuficiência" O deputado federal Eliseu Padilha ingressa em uma missão que conhece: mobilizar as bases. 

A seguir, a síntese: 

Zero Hora – Por que só agora chamaram o senhor para participar ativamente da campanha? 

Eliseu Padilha– Quando desisti de ser candidato ao Senado, ficou decidido que a Secretaria-Geral do partido, comandada por mim, organizaria as mobilizações pelo Estado. Só que, depois da convenção do PMDB, jamais foi solicitado absolutamente nada à Secretaria-Geral. Entendemos agora que esta é uma missão do partido, independentemente de qualquer solicitação. 

ZH – Em outras palavras, o senhor coordenará a campanha? 

Padilha– O partido vai fazer sua parte nos municípios, independentemente do que está sendo feito pelo chamado comando de campanha, instituído pelo Fogaça. 

ZH – O senhor começa quando a mobilizar os militantes? 

Padilha– Já estou nesta função. Não estávamos executando porque o comando de campanha parecia querer algum tipo de autossuficiência, que nós respeitamos. Mas respeitamos até a semana passada. 

 Fonte: Paulo Germano, Matéria publicada no Jornal Zero Hora. 09/09/2010



domingo, 6 de junho de 2010

Eliseu Padilha fortaleceu o Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente


Eliseu Padilha, Secretário do Trabalho, Cidadania 
e Assistência Social, participa da Reunião de Avaliação da
 Política Estadual de Atenção à Criança e ao Adolescente
Quando foi Secretário Estadual do Trabalho, Cidadania e Assistência Social, Eliseu Padilha trabalhou pelo fortalecimento do Conselho Estadual dos Direitos das Crianças e do Adolescente. 

Foi no ano em que Padilha foi secretário que o Fundo Estadual para Criança e Adolescente, fixando critérios para captação de recursos e aplicação dos mesmos, foi regulamentado pelo Decreto n° 36.340 (1995).

O Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedica), instituído pelo parágrafo 2º do artigo 260 da Constituição do Estado, é órgão público, normativo, deliberativo e controlador das políticas e das ações estaduais voltadas para a infância e a juventude.

Atribuições

- Formular, acompanhar e controlar a política estadual de atendimento aos direitos da criança e do adolescente, definindo prioridades, editando normas gerais e fiscalizando as ações de execução, observadas as linhas de ação e as diretrizes estabelecidas nos artigos 87 e 88 do Estatuto da Criança e do Adolescente; 

- Além de acompanhar a elaboração da proposta orçamentária do Estado, adequando-a às necessidades da infância e adolescência;

Orientar os Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente
- Articular o conjunto dos setores da sociedade responsáveis pela garantia dos direitos da criança e do adolescente;

 - Gerir o Fundo Estadual para Criança e Adolescente, fixando critérios para captação de recursos e aplicação dos mesmos.

Composição

O Conselho é um órgão Colegiado (suas decisões são tomadas por deliberação da maioria dos integrantes) e paritário (composto por entidades não-governamentais e governamentais).

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Investimentos no Estado destacados por Eliseu Padilha

Investimentos no Rio Grande do Sul
destacados por Eliseu Padilha
Em pronunciamento do Plenário da Câmara, o deputado Federal Eliseu Padilha disse que o anúncio feito pela governadora Yeda Crusius semana passada, confirmando o investimento da Aracruz no Estado "foi a melhor notícia da história do Rio Grande do Sul". 

O parlamentar lembrou que isso só foi possível graças à semente plantada pelo governo de Germano Rigotto, do PMDB, a exemplo do que ocorreu em outras duas oportunidades. 

Confira abaixo a íntegra do discurso. 

Discurso proferido pelo Deputado Eliseu Padilha (PMDB-RS) na sessão plenária do dia 23/04/2008. 

Senhor Presidente Senhoras e Senhores Deputados, O Rio Grande do Sul recebeu na última semana a melhor notícia de sua história. Em cerimônia no Palácio Piratini, a Governadora Yeda Crusius e a diretoria da Aracruz Celulose fizeram o anúncio daquele que já é disparadamente o maior investimento já realizado em terras gaúchas, desde sempre. Ao todo, serão cerca de cinco bilhões de reais aplicados no desenvolvimento sustentado de florestas de eucalipto para produção de celulose. 

As iniciativas anunciadas prenunciam uma verdadeira revolução não apenas na chamada Metade Sul do estado, mas em todo o território gaúcho, com a geração de centenas de empregos diretos e milhares de vagas indiretas, produzidas pelo crescimento de nossa economia. 

É impossível dizer, com certeza, o verdadeiro reflexo que essa notícia terá para a vida dos gaúchos. Para se ter uma idéia, os números apresentados representam praticamente o dobro do que foi investido pela General Motors ou três vezes o projeto de ampliação do Pólo Petroquímico. Duas conquistas importantes de outras épocas que me fazem lembrar uma feliz coincidência para o nosso partido. Ambas se deram sob a administração do PMDB, de Simon, em 1986, e Britto, em 1994. 

Não por acaso, o anúncio da Aracruz se dá pouco mais de um ano após a equipe do Governador Germano Rigotto com o apoio inestimável do secretário Luís Roberto Ponte, ter plantado a semente que só agora começa a dar frutos. É justo que se diga! Municípios como Guaíba, que recentemente viram frustradas perspectivas de um futuro dourado, pela ação de administrações com uma visão retrógrada, têm agora a grande oportunidade de darem a volta por cima, tornando-se protagonistas do próprio desenvolvimento. 

É preciso lembrar ainda, que a questão ecológica, compromisso de qualquer Nação que se queira julgar desenvolvida, não será esquecida, com a compensação feita pela empresa do impacto ambiental que o novo investimento provocará nos biomas onde tiver de ser instalado. 

Dito isso, a hora, agora, é de arregaçar as mangas e preparar a terra para o que está por vir. Um novo tempo de desenvolvimento, emprego e prosperidade para o nosso Rio Grande. E quem quiser nos ajudar a construí-lo está, desde já, convidado. Basta que queira trabalhar. Até porque, já chega de atrapalhar! 

Muito obrigado pela atenção de todos! 

Fonte: FUG PMDB 25 de abril de 2008



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