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sexta-feira, 30 de maio de 2014

Ministro dos Transportes liberou ontem R$ 6,2 milhões para projetos finais de engenharia


O Ministro dos Transportes, Eliseu Padilha e o chefe do 10º Distrito Rodoviário do DNER Haroldo Matta, assinaram ontem os contratos com quatro empresas de consultoria, vencedoras da licitação pública realizada para a elaboração do projeto final de engenharia da duplicação dos 219 quilômetros da BR-116, entre Porto Alegre e Pelotas, antiga reivindicação da Zona Sul do Estado. 

As empresas contratadas foram a Magna Engenharia Ltda. (lote1), Ecoplan Engenharia Ltda. (lote 2), STE – Serviços Técnicos de Engenharia S/A (lote3) e Enecon S/A – Engenharia e Economistas Consultores (lote 4). Esta etapa consumirá R$ 6,2 milhões.

Segundo afirmou Padilha, a disposição do governo federal é de ver as obras concluídas até dezembro de 2002. A fase de elaboração dos projetos é de 300 dias, prazo que o Ministro dos Transportes espera ser reduzido para seis meses.

A solenidade foi realizada no salão Júlio de Castilhos, com a presença de vários deputados federais e estaduais, prefeitos, vereadores e empresários da área dos transportes. Em seu pronunciamento, o ministro Padilha disse que a busca de recursos para a execução das obras, estimadas em R$ 520 milhões, já está sendo providenciada junto aos organismos internacionais de financiamento. Para o ministro, uma vez efetuada a duplicação, os maiores beneficiados serão os usuários da BR-116, que irão trafegar com maior fluidez e segurança, reduzindo o tempo de viagem e reduzindo significativamente os acidentes de trânsito.

Padilha aproveitou o evento para anunciar que na ultima semana o Governo Federal liberou R$ 60,3 milhões para a execução de serviços de restauração, conservação, eliminação de pontos críticos e construção de rodovias federais no Rio Grande do Sul. As obras de eliminação de pontos críticos referem-se a construção de trevos nas BR’s 116, 285 e 386, e as de construção nos seguintes trechos: BR 101, entre Tavares e São José do Norte e entre Osório e Torres; BR-285, entre Vacária e a divisão com Santa Catarina; BR-116, viaduto no cruzamento da rua Rincão, em Novo Hamburgo; BR-158, entre Santa Maria e Rosário do Sul; BR-486, entre Três Passos e Porto Soberbo; BR-481, entre Santo do Jacuí, Sobradinho e Candelária; BR-386, entre Lajeado e Canoas, incluindo a ponte sobre o rio Taquarí; BR-472, contorno de Santa Rosa e acesso ao aeroporto de São Borja; e BR-158, em Júlio de Castilhos.

A duplicação da BR-116, um dos trechos da Rodovia do Mercosul em solo gaúcho, está prevista no Programa Avança Brasil DO Governo Federal. A estrada também é conhecida como corredor de exportação para o Porto de Rio Grande. A estimativa é de que trafegam pela rodovia, em média, 12 mil veículos por dia.

Fonte: Folha do Sul / Caxias do Sul 04/07/2000

Ecosul deve concluir obras até dezembro


Os 623,4 quilômetros de rodovias federais integrantes do Pólo Rodoviário de Pelotas estarão totalmente recuperados até dezembro deste ano. A Ecosul, empresa concessionária do trecho, aplicará mais R$ 20 milhões nos serviços que precisam ser executados. A informação é do diretor-presidente da Ecosul, Roberto Paulo Hanke, revelando que a empresa está utilizando nos trechos onde as obras são executadas, cerca de 450 operários, além da equipe técnica de apoio e controle.

De acordo com o planejamento efetuado pela Ecosul, o Pólo Rodoviário de Pelotas estará totalmente recuperado até dezembro e, após a verificação e fiscalização do Ministério dos Transportes, o pedágio poderá ser cobrado a partir de janeiro de 2001.

As obras estão sendo realizadas e terão complementação até o final do ano são as de sinalização horizontal e vertical, regularização dos acostamentos, roçado na vegetação existente, sistema de drenagem para escoamento das águas e nivelamento da pista, onde as ondulações são constatadas, além da fase final da operação tapa-buraco.

“O nosso objetivo é concluir todo o trabalho de recuperação das estradas do Poló de Pelotas até dezembro. As metas traçarias estão sendo rigorosamente cumpridas e os investimentos que são feitos, permitem afirmar que, quando todo o serviço estiver concluído, as estradas da Zona Sul estarão em muito boas condições de trafegabilidade”, afirma Hanke.

APOIO – Desde que assumiu o Pólo Rodoviário de Pelotas, em 1996, a Ecosul aplicou recursos de R$ 12 milhões em diversos trabalhos. No entanto, o projeto foi interrompido com a vitória da Frente Popular para o Governo do Estado e posterior rompimento do contrato, culminado com a devolução do trecho ao Ministério dos Transportes (ministro Eliseu Padilha).

Com a devolução sacramentada, iniciaram novas negociações entre a Ecosul e o Ministério dos Transportes, com a descisão final da manutenção da concessão da empresa e a readequação das metas a serem cumpridas. Afora os R$ 12 milhões já aplicados, a Ecosul investirá outros R$ 20 milhões até o final do ano, para concluir a execução desta primeira etapa do projeto.

Com esta etapa concluída, o Poló Rodoviário de Pelotas estará habilitado à fiscalização do Ministério dos Transportes, o que permitirá o início da cobrança dos pedágios nas praças já determinadas, em número de cinco nas BRs 116 e 392.

Ainda integram o projeto, a colocação à disposição dos usuários, as ambulâncias, carros de socorro para veículos leves e pesados e sistema de telefonia, com um ponto localizado a cada dez quilômetros, com ligação gratuita.

A concessão da Ecosul para o Pólo Rodoviário de Pelotas tem um prazo de 25 anos e, neste período, a empresa tem estimativa de aplicar outros R$ 200 milhões na manutenção de todo o sistema. Também serão executadas obras consideradas importantes, como a construção da segunda ponte sobre o Arroio Retiro, no acesso de Pelotas para São Lourenço do Sul e Porto Alegre, na BR-116.

Fonte: Diário  Popular Regional / Pelotas 09/08/2000

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Assinados os contratos para a duplicação da BR-116 até Pelotas

Assinados os contratos para a duplicação da BR-116 até Pelotas

Quatro empreiteiras terão 300 dias para a apresentação dos projetos

O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, e o chefe do 10º Distrito Rodoviário do Departamento Nacional de Estradas e Rodagem (DNER), Haroldo Matta, assinaram ontem, com as empresas vencedoras das licitações, os contratos para elaboração dos projetos para duplicação da BR-116, entre Porto Alegre e Pelotas. 

A Magna Engenharia e a Enecon Engenharia e Economistas Consultores terão 300 dias para apresentar os projetos. Padilha disse que gostaria que as empresas acelerassem os trabalhos para concluí-los em no máximo seis meses e revelou a intenção do presidente Fernando Henrique Cardoso de inaugurar as obras até o final de 2002. 

A elaboração dos projetos vai custar R$ 6,2 milhões ao Governo Federal, que, conforme o ministro, já está buscando com organismos internacionais de financiamento os R$ 520 milhões necessários às obras. A licitação deve começar logo após a entrega dos projetos. A BR-116 tem um tráfego de 15 mil veículos por dia entre Porto Alegre e Guaíba e de 8 mil veículos por dia entre Guaíba e Pelotas. Em 1998, foram registrados 754 acidentes no trecho, com 41 mortos. Em 1999, os acidentes caíram para 591, mas as mortes subiram para 44. Neste ano, já houve 241 acidentes com 15 mortos. 

O DNER vai atualizar e adequar um projeto já existente de duplicação da BR-392, entre Pelotas e Rio Grande. A obra pode completar no futuro, o eixo de Porto Alegre ao porto de Rio Grande. Em sua visita ao Estado, Padilha também confirmou a liberação de R$ 60,3 milhões para conservação e construção de rodovias federais no Rio Grande do Sul. Entre as obras estão a restauração da BR-285, entre Santa Bárbara e São Borja, a implantação de trevos de acesso as BRs 116, 285, 386. 

Também foram liberadas verbas para a construção de 12 trechos rodoviários, dos quais destacam-se, as ligações Tavares-São José do Norte, na BR-101, e Vacaria-divisa com Santa Catarina, na BR-285.

Outro programa do Governo Federal, de restauração e manutenção da malha rodoviária, deve repassar 865 quilômetros de estradas federais no Estado aos cuidados da iniciativa privada. Até o final do ano poderão ser licitados, entre outros, os trechos São Gabriel-Uruguaiana, da BR-290, e Uruguaiana-São Borja, da BR-472. 

Ao invés de cobrar pedágios, as empresas receberão o pagamento de acordo com a execução dos serviços. O projeto tem semelhanças com o Programa Restauração, do governo gaúcho, que já começou a licitar trechos que serão recuperados e posteriormente, mantidos por empresas, mediante um sistema de remuneração dos serviços. No dia 16 de junho foi publicado o edital internacional de pré-qualificação para os sete primeiros lotes, todos no Norte do Estado. Em outubro, as empresas entregam a documentação. 

A intenção da Secretaria dos Transportes é entregar as rodovias no inicio do ano que vem. Logo depois começa a segunda etapa do Programa Restauração, com outros sete lotes no Nordeste, Litoral Norte, Litoral Sul e Centro do Estado.

Gazeta Mercantil 

04/07/2000

segunda-feira, 2 de julho de 2012

A marca do Ministro Eliseu Padilha na TRENSURB

Trensurb Ministro Transportes Eliseu Padilha
1997 Ministro Eliseu Padilha
No período de 1997 a 2001, o Ministro dos Transportes Eliseu Padilha, investiu R$ 230 milhões para a melhoria e expansão do metrô na região metropolitana de Porto Alegre.

O metrô foi ampliado, modernizado e integrado às linhas de ônibus da região. Com as obras realizadas por Padilha, o transporte metroviário cresceu 31% e a tarifa unitária ficou sem aumento durante quatro anos. Padilha investiu no metrô por ser o meio de transporte mais seguro, mais barato, rápido e não poluente. Desafoga o trânsito, reduz acidentes e aumenta a capacidade de mobilização urbana.

Confira as obras que Eliseu Padilha realizou no metrô:

- Construção da Estação Unisinos: inaugurada em dezembro de 1997, proporcionou o aumento de 20% na quantidade de passageiros transportados pela TRENSURB.

- Construção da Estação São Leopoldo: desafogou o tráfego de ônibus na BR-116 e beneficiou cerca de 20 mil usuários por dia. Construída em alta tecnologia, opera com baixa vibração e diminui a trepidação e os ruídos dos trens, aumentando o conforto dos passageiros. Foi inaugurada em novembro de 2000.

- Expansão dos trilhos em superfície – 4,6 km entre Sapucaia e Unisinos.

- Expansão dos trilhos em elevada – 2,5 km entre Unisinos e São Leopoldo. A TRENSURB passou a operar com 25 trens, 17 estações e um total de 33,8 quilômetros de via, transportando até 170 mil passageiros por dia.

- Museu do Trem: a mais antiga estação ferroviária do Estado foi restaurada e reaberta em 31 de agosto de 2000, criando um elo entre o passado e o futuro. O Museu conta com mais de 200 peças que fazem parte da história ferroviária do país.

- Áreas de esporte e lazer sob a elevada: o projeto de urbanização entre as estações Unisinos e São Leopoldo Centro proporcionou uma importante área de esporte e lazer à comunidade. São quadras poliesportivas, ciclovia, pistas, praças infantis, bebedouros, e estacionamentos públicos.

- Modernização das estações: As estações existentes de Porto Alegre a Sapucaia do Sul foram modernizadas. As obras facilitaram os acessos e aumentaram o conforto dos usuários do metrô.

- Modernização do sistema: além de sistemas de comunicação, segurança e controle das composições, foram implantados os sistemas eletrônicos de controle de passageiros nas 17 estações e substituição do bilhete por cartão eletrônico. Tudo isso agilizou o transporte, reduziu filas e aumentou a segurança do passageiro.

- Projeto e licitação da expansão até Novo Hamburgo: a construção da linha Estação Central que liga São Leopoldo a Novo Hamburgo contava com R$ 25,9 milhões em recursos previstos no Orçamento da União. O projeto incluiu 9,3 km de linhas suspensas, a construção de mais uma estação em São Leopoldo (Rio dos Sinos), além das estações da Liberdade, Fenac-Industrial e o terminal de Novo Hamburgo. Com a expansão, o metrô chegará a cerca de 30 mil novos usuários.

- Duplicação da Avenida Unisinos – da Avenida Getúlio Vargas (BR-116) até a Avenida Mauá, junto à estação da TRENSURB. A via se transformou no principal acesso à Universidade do Vale dos Sinos. A pista dupla, com canteiro central e rótula sinalizada, também dá acesso a várias unidades do Exército e ao município de São Leopoldo.

- Abertura e pavimentação da Avenida Mauá: esta nova ligação entre Sapucaia e São Leopoldo foi construída em agosto de 2001.  Com 3,7 km de extensão, a obra possibilitou a ligação direta do município de Canoas (desde a Refinaria Alberto Pasqualini da Petrobrás) a São Leopoldo, passando pelo centro de Esteio e Sapucaia do Sul. É uma nova alternativa de tráfego à BR-116.

- Construção das moradias do Loteamento “Tancredo Neves”: beneficiou 182 famílias. Obra de cunho social que possibilitou a abertura da Av. Mauá e a urbanização nas proximidades da estação Unisinos.

- Projeto de expansão do metrô na Linha 2 – trecho Sarandi-Mercado-Azenha. O projeto incluiu também a expansão do metrô para Alvorada, Cachoeirinha, Gravataí e Viamão. 

- Expansão até Taquara: requerimento ao Ministério das Cidades para a realização do estudo da expansão do metrô de Novo Hamburgo a Taquara, integrando a região formada pelos municípios de Campo Bom, Sapiranga, Araricá, Nova Hartz e Parobé.

Eurico Batista (Assessoria de Imprensa)




sábado, 7 de maio de 2011

Eliseu Padilha constrói Rodovia da Maçã

Ministro dos Transportes Eliseu Padilha vistoria obras da construção
do trevo de acesso no Aeroporto de Passo Fundo-RS
A região de maior produção de maçã no país ganhou uma importante via de transporte com a pavimentação da BR-285, ligando os municípios de Vacaria e Bom Jesus à BR-101. A obra foi realizada à época em que o deputado federal Eliseu Padilha foi ministro dos Transportes. 

Em 1999, atendendo a uma reivindicação de 40 anos da região, Padilha autorizou a execução de 30 quilômetros pelo Batalhão Ferroviário. Outro trecho de 26 quilômetros foi executado pela Empreiteira Empa. Em abril de 2001, o deputado esteve em Vacaria, onde liberou cerca de R$ 6,6 milhões destinados à conclusão das obras da BR-285 até Bom Jesus. 

A BR-285 é uma importante via transversal na região norte do Estado. Corta vários municípios gaúchos como Bom Jesus, Vacaria, Lagoa Vermelha, Passo Fundo, Santo Ângelo e vai até São Borja, na divisa com a Argentina. Cruza diversos pólos econômicos e culturais e absorve o tráfego de veículos que se dirigem tanto ao sul, como ao centro do país, por meio das rodovias BR-101 e BR-116. 

É uma opção de acesso aos portos de Estrela, Porto Alegre e Rio Grande. A rodovia também é uma rota importante para os turistas que se dirigem ao litoral catarinense, favorecendo vários municípios integrados à Rota dos Campos de Cima da Serra e interligando a solo gaúcho com a Rota do Sol e o Caminho das Neves (São Joaquim). 

Eurico Batista 
(Assessoria de Imprensa)

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Eliseu Padilha construiu passarela para pedestres em Novo Hamburgo

Obras de Padilha trazem segurança para os cidadãos 
A passarela para pedestres na altura do quilômetro 238 da BR-116, no bairro Primavera, em Novo Hamburgo, foi construída pelo deputado federal Eliseu Padilha, quando era ministro dos Transportes. 

A inauguração aconteceu às 16 horas do dia 28 de setembro de 2001, com a presença do então ministro. A construção da passarela durou oito meses e foi importante para eliminar mais um ponto crítico ao longo do eixo norte da BR-116, proporcionando mais segurança aos moradores dos bairros Primavera e Rio Branco, que precisam atravessar a rodovia diariamente. 

Cerca de 1.500 pessoas utilizam a passarela todos os dias. Ministro Padilha autorizou a construção da passarela atendendo às reivindicações dos moradores. A preocupação com a segurança no local era grande. De 1997 até 2001 foram registrados 70 acidentes neste segmento da rodovia. O tráfego da via à época era de 70 mil veículos por dia. 

A passarela tem 152 metros de extensão, 5,5 metros de altura e três metros de largura. A obra recebeu investimentos da ordem de R$ 469 mil. Com a conclusão da obra, executadas pela empresa Cotica Engenharia, os sete quilômetros de BR-116 no município de Novo Hamburgo passaram a ter duas passarelas, sendo a outra no bairro Rincão. 

 Eurico Batista 
 Assessoria de Imprensa

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Poucos fazem tanto pelo Vale dos Sinos

Eliseu Padilha está no Vale do Sinos com centenas de milhões de reais em obras e recursos. O deputado Eliseu Padilha, ministro dos Transportes no período de 1997 a 2001, investiu R$ 230 milhões para a melhoria e expansão da Trensurb

Além de restaurar e pavimentar pistas e ruas laterais na BR-116, Eliseu Padilha criou o Programa Via Expressa, com 21 obras de grande importância para o Vale dos Sinos, como o trevo de acesso a Dois Irmãos e a construção de passarelas e viadutos. 

Eliseu Padilha construiu a Av. Unisinos, ampliou a Av. Mauá e construiu moradias no Loteamento Tancredo Neves.

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terça-feira, 17 de agosto de 2010

Duplicação da BR-116 de Guaíba a Pelotas é mais um projeto de Eliseu Padilha

Eliseu Padilha em reunião no Diretório Muinicipal de Guaiba
O primeiro passo para a duplicação da BR-116, no trecho de 219 quilômetros entre Guaíba e Pelotas, foi do então ministro dos Transportes, Eliseu Padilha. Em julho de 2000, ele assinou o contrato com as quatro empresas que venceram a licitação para elaborar o projeto, que custou R$ 6,2 milhões e a obra de duplicação foi estimada em R$ 520 milhões.

A duplicação da BR-116 é uma das obras de maior importância para o chamado Corredor do Mercosul, a rota de exportação que Eliseu Padilha implantou por meio de rodovias duplicadas, modernização dos portos e reativação do transporte hidroviário no sul do país.  

A duplicação da BR-116 faz parte do eixo rodoviário que dá acesso ao Porto do Rio Grande, responsável pela maior parte das exportações gaúchas. À época em que Padilha programou a obra, o tráfego diário na rodovia entre Porto Alegre e Guaíba era de 15 mil veículos e, entre Guaíba e Pelotas, de 8 mil veículos. 

Além de ser fundamental para a economia gaúcha, a duplicação da BR-116 é importante para reduzir os acidentes. 

Eliseu Padilha reunido com CTG Thomaz Luiz Osório em Pelotas
O prazo estabelecido para concluir o projeto de duplicação da BR-116 foi até outubro de 2002, a tempo de realizar a licitação para o início da obra no primeiro semestre de 2003. Mas, com a saída de Eliseu Padilha do Ministério dos Transportes, em novembro de 2001, a obra foi adiada e o Governo Federal só retomou o projeto 7 anos depois. 

Nos últimos anos, as previsões de Padilha se confirmaram e a implantação da BR-116/RS, em especial o trecho Porto Alegre - Jaguarão, assumiu maior expressão devido ao crescimento do comércio exterior com os países do Mercosul. A obra passou a ser uma das prioridades para o Brasil e está prevista para ser concluída até dezembro de 2013. 

Braço da Rodovia do Mercosul

A Rodovia do Mercosul é um conjunto de pistas duplicadas desde Belo Horizonte, passando por São Paulo, Curitiba, Florianópolis, Osório e Porto Alegre, onde se ramifica em duas: para oeste, em direção à Argentina, pela BR-290; e para o sul, pela BR-116 em direção ao Uruguai. A BR-116 é uma das mais importantes do sistema rodoviário federal. 

Com extensão total de 4,3 mil Km, atravessa dez estados brasileiros desde Fortaleza (CE) até Jaguarão,  na fronteira com a cidade uruguaia de Rio Branco.É um braço da Rodovia do Mercosul e liga cidades importantes como Pelotas, Porto Alegre e Caxias do Sul, além dos trechos Curitiba/São Paulo (Rodovia Régis Bittencourt), São Paulo/Rio de Janeiro (Presidente Dutra) e Rio de Janeiro/Fortaleza (Santos Dumont).  

Na malha rodoviária no Rio Grande do Sul, a rodovia inicia na divisa SC/RS (na ponte sobre o rio Pelotas, Passo do Socorro, entre Lajes e Vacaria), indo até Jaguarão, com a extensão total de 653,8 quilômetros. Cruza municípios que contemplam quase todos os segmentos da economia gaúcha. A estrada é responsável pelo escoamento da produção até o porto do Rio Grande. O trecho Porto Alegre - Pelotas atravessa grandes propriedades rurais.

domingo, 11 de novembro de 2001

Zero Hora entrevista Ministro dos Transportes Eliseu Padilha


Zero Hora entrevista Ministro dos Transportes
Eliseu Lemos Padilha


Até entregar o cargo na próxima terça-feira, os últimos dias do gaúcho Eliseu Padilha à frente do Ministério dos Transportes serão de muito trabalho. Promete manter nos dias que lhe restam na Esplanada dos Ministérios o mesmo ritmo dos quatro anos e meio em que esteve sentado numa das cadeiras mais importantes da equipe do presidente Fernando Henrique Cardoso. 

O cargo, com um orçamento anual de cerca de R$ 8 bilhões, guindou Padilha à condição de homem forte do governo e dono de posições respeitadas dentro do PMDB.
A partir de quarta-feira, Padilha volta a ser mais um peemedebista, mas não por muito tempo. Em breve, sua campanha para deputado federal ganhará as ruas revestida da possibilidade de Padilha se transformar no novo líder do PMDB no Congresso.

Aos 55 anos, o gaúcho que entrou na política como prefeito de Tramandaílogo saltou para os Executivos estadual e federal, agora prega uma adequação de seu partido aos novos tempos. Afirma que o PMDB deve voltar a ser um laboratório de idéias, defende a fidelidade partidária e acha que quem saiu da sigla nunca foi peemedebista. A seguir, os principais trechos da entrevista concedida a Zero Hora na última quinta-feira, em Porto Alegre.

Zero Hora - A sua decisão de concorrer a deputado federal teria como pano de fundo a intenção de se transformar num líder do PMDB no Congresso?

Eliseu Padilha - Minha vida partidária se caracteriza por ser alguém subordinado às decisões da base. Por isso, vou me dedicar a fazer o PMDB voltar a ser um partido de idéias colhidas na base, discutidas nos segmentos intermediários e que possam construir uma nova proposta para a sociedade brasileira. Em Brasília, vou me dedicar a aprofundar a discussão da participação do partido no plano das idéias. O PMDB deve voltar a ser um laboratório de idéias.

ZH - Então o PMDB precisa se readequar a um novo momento?

Padilha - Todos os partidos terão de revisar suas posições após o dia 11 de setembro (dia do atentado terrorista ao World Trade Center). O episódio das torres gêmeas imporá ao mundo uma reflexão profunda quanto ao processo de globalização, à concentração da riqueza, à redistribuição de riquezas, à agregação do maior contingente da população a melhores condições de vida e aos países pobres e sua participação naquilo que é produzido globalmente.

ZH - O episódio Jader Barbalho está superado?

Padilha - Não podemos transpor questões pessoais para os partidos. Em todos os partidos, sem exceção, há questões pessoais sérias que precisam ser separadas dos assuntos partidários. Só os assuntos partidários devem ser resolvidos pelas siglas. Este caso citado por você é pessoal e está sendo resolvido pela parte interessada, o ex-senador Jader Barbalho.

ZH - Interessaria ao senhor um cargo executivo no partido ou o senhor é um homem apenas de eleição, de cargos eletivos e de governos?


Padilha - Posso contribuir com a executiva do partido sendo membro do Legislativo. Daí a minha proposta de ser candidato a deputado federal, mas nem por isso fugirei do chamamento estadual ou nacional do PMDB para uma contribuição executiva, para ter um cargo dentro do partido. Sempre estive e estarei à disposição para isso. Desde 1982 participo das coordenações de campanha. Mais uma vez estarei à disposição para a coordenação da campanha de 2002 no Estado e no país. Não há contradição. Só não pretendo desempenhar cargos do Poder Executivo no próximo mandato.

ZH - O senhor afirma que provavelmente não tenha sido o deputado federal que os eleitores esperavam. Em que aspectos?

Padilha - Quando busquei minha eleição para deputado federal quem votou em mim pensava que eu seria o legislador, o fiscalizador e o debatedor no Congresso. Fiquei um ano como secretário de Estado e depois fui para o Executivo federal como ministro. Portanto, tenho com os eleitores uma dívida que pretendo saldar com a minha atuação, se eleito, a partir de 2003.

ZH - O que o senhor pretende fazer como deputado federal?

Padilha - Quando estiver no parlamento, na vigilância que pretendo fazer para elaboração e execução orçamentária, quero ver os projetos e programas que sugeri ao presidente Fernando Henrique Cardoso contemplados e concluídos, como a transformação do Porto de Rio Grande no Porto do Mercosul, a duplicação da BR-101, a duplicação da BR-116 de Porto Alegre a Pelotas e a conclusão da Estrada do Inferno.

ZH - Estamos acostumados a ver o senhor elogiando o governo Fernando Henrique. Quais são os problemas do governo federal?

Padilha - Enquanto ministro, seria incoerente se eu estabelecesse algum tipo de crítica a qualquer área do governo. Porém, não posso deixar de traduzir o que é o sentimento do próprio presidente Fernando Henrique. Ele tem dito que muito teremos que avançar. Essa é a proposta do PMDB, andar avante. Deixo o ministério, mas jamais serei um crítico do presidente.

ZH - Que projeção o senhor faz para o PMDB nas eleições de 2002? Que tipo de conversas há com outros partidos?

Padilha - Prefiro falar do prisma do Rio Grande do Sul. Antevejo para o ano que vem uma composição no Estado com partidos com a mesma origem, história e afinidade do PMDB. Meu partido consolidará uma coligação para a esquerda.

ZH - As recentes perdas do PMDB gaúcho, entre elas a do ex-governador Antônio Britto, enfraqueceu o partido?

Padilha - Ninguém pode ignorar que líderes expressivos deixaram os quadros do partido. O que eles serão amanhã é uma incógnita. Não houve migração de base do PMDB acompanhando esses nomes que saíram e não se tem notícia de que algum dos 140 prefeitos do PMDB tenha seguido o mesmo caminho deles. Vejo com naturalidade a disputa interna nos partidos. Alguns assimilam o resultado, outros não, e aí esses buscam seus espaços. Não vi perdas consideráveis, à exceção das lideranças que tinham história. O partido está mais unido agora.

ZH - Então teve um lado positivo dessas dissidências?

Padilha - Evidentemente.

ZH - Faltou fidelidade partidária aos dissidentes?

Padilha - Eles sempre alegaram suas razões pessoais. Trata-se de um juízo personalíssimo que nem eu nem ninguém pode contestar os motivos. Agora, no que diz respeito ao partido: os peemedebistas ficaram. No corpo democrático, a vontade preponderante é a da maioria. Se a minoria, ao perder uma disputa, abandonasse sempre não teríamos democracia. Ficaram os peemedebistas. Quem não era peemedebista devia mesmo buscar seu caminho.

ZH - Deixando o cargo na quarta-feira, o que passa a ser a sua prioridade?

Padilha - Apoiar o senador Pedro Simon nacionalmente em sua pré-candidatura à Presidência. Devo buscar também o reinício de minhas atividades profissionais, passada a quarentena a que estou obrigado em decorrência de lei, e articular minha campanha à Câmara.

ZH - O senhor tem sido procurado por outros partidos que tentam aproximação com o PMDB, como o PDT, por exemplo?

Padilha - Eu tenho conversado, sim, com próceres de vários partidos, especialmente no Rio Grande do Sul. Mas sempre que há tratativa partidária procuro encaminhar ao presidente do PMDB. O que não me impede de ser um elo.




Fonte: Zero Hora de 11/11/2001 por Rodimar Oliveira



terça-feira, 24 de abril de 2001

Ministério dos transportes investirá R$ 12,4 em melhorias na BR-116 em Santa Catarina

Ministro dos Transportes Eliseu Padilha
A BR-116, principal rodovia federal que corta o Planalto Serrano e o Norte de Santa Catarina, receberá R$ 12,4 milhões para sua restauração. O anúncio do investimento em obras de recuperação das estradas federais no Estado foi feito pelo ministro dos Transportes, Eliseu Padilha. (24/04/2001)

Segundo o engenheiro chefe do Departamento Nacional de Estradas e Rodagem (DNER) em Santa Catarina, Roberto Ribas, o asfalto da BR-116 será substituído, principalmente nos trechos : Lages - divisa com o Rio Grande do Sul e Mafra - divisa com o Paraná. 

As BRs 282, 158 e 163 também serão restauradas. Nestas rodovias, a substituição da camada asfáltica acontecerá apenas nos trechos mais críticos. Na 282 entre Pinhalzinho e São Miguel do Oeste. No segmento Iraí -entroncamento com a BR-282, na rodovia 158 e, finalmente, a BR-163, no trecho São Miguel do Oeste e Dionísio Cerqueira. 

O trabalhos nas pistas e na sinalização das BRs 282, 163 e 158, no Oeste e Extremo-Oeste catarinense exigirão recursos de R$ 1,6 milhão. As obras começam em 15 dias, na BR-282, e em 90 dias na BR-116. 

Assessoria de Comunicação Social 
Ministério dos Transportes 
Fonte: AscomDNER/SC - Breno Maestri 

quinta-feira, 19 de abril de 2001

Eliseu Padilha libera recursos para o Rio Grande do Sul

Ministro Padilha libera R$ 10,6 milhões
para o Rio Grande do Sul
O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, anunciou hoje (19/04/2001) a liberação de R$ 10,6 milhões para o Rio Grande do Sul, durante visita à cidade de Vacaria, nordeste do estado. Dos recursos liberados, R$ 6.670.000,00 são para a continuação das obras de construção da BR-285, no trecho Vacaria / Bom Jesus. 

Para o início da construção do segmento entre Bom Jesus e a divisa com Santa Catarina, na mesma rodovia, foram destinados R$ 2 milhões. A BR-470 também foi contemplada com a liberação de recursos. Serão investidos R$ 2 milhões na construção do trecho Barracão / Lagoa Vermelha. 

A 285 corta o Rio Grande do Sul de leste a oeste e interliga-se à BR-116, uma das mais importantes do Brasil. Além de proporcionar mais uma ligação com o centro do país, a rodovia é responsável pelo escoamento da safra de maçãs da região, a maior do estado. Por este motivo, tornou-se conhecida como Rodovia da Maçã. 

Assessoria de Comunicação Social 
Ministério dos Transportes 
Fonte: AscomDNER/RS - fernando Noronha 

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