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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Eliseu Padilha faz homenagem ao 168º aniversário da Revolução Farroupilha

Eliseu Padilha - 168º aniversário da Revolução Farroupilha
Brasília 23/09/2003 - O SR. ELISEU PADILHA (PMDB-RS. Pronuncia o seguinte discurso.)

Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, o Rio Grande do Sul comemorou a passagem do 168º aniversário da Revolução Farroupilha, razão pela qual os gaúchos de todas as querências, como são identificados no meu Estado as mais diferentes localidades, confraternizaram e cultuaram, mais uma vez, a memória de grandes líderes da Guerra dos Farrapos. 

A Semana Farroupilha enche de orgulho a todos: homens, mulheres, jovens e os mais experientes, que encontram na cultura gauchesca, cunhada na dura lide campeira, pelo respeito ao próximo, pelo espírito de lealdade e honradez, uma das grandes razões de sua existência. 

É nas mais variadas homenagens ao marco histórico da Revolução Farroupilha que, a cada ano, cultuamos, com respeito, nossa trajetória, nossa cultura. Em cada acampamento, em cada CTG e suas bailantas, nas invernadas ou desfiles de cavalarianos, demostramos nossa hospitalidade e nosso amor às coisas do Rio Grande. Enfim, na Semana Farroupilha o gaúcho consegue ser mais gaúcho ainda. 

A carne do churrasco parece mais apetitosa, a roda de chimarrão é mais convidativa aos "causos" e versos de improviso. 

Na semana que passou, a trova pegou jeito e um simples cavalgar pelo campo, por vezes, pareceu uma reprise do profundo respeito que o homem do campo tem pelo cavalo, antes mesmo das duras batalhas da Guerra dos Farrapos. 

O 20 de Setembro tem um significado insubstituível para todos nós. Pessoalmente, vejo nessa data a oportunidade de rememoração da luta de um povo por sua liberdade, muito bem retratada no próprio Hino Rio-Grandense: "Como a aurora precursora do farol da divindade, foi o Vinte de Setembro o precursor da liberdade". 

Hoje o Rio Grande do Sul serve de exemplo em várias frentes, em especial pela melhor qualidade de vida do País, apontada pelo Índice de Desenvolvimento Humano - IDH, e isso muito devemos aos ideais farroupilhas, que incentivaram nossos soldados a se lançarem numa guerra para enfrentar as injustiças do Império. 

Tivemos neste ano a exibição nacional, através das emissores da Rede Globo, da minissérie A Casa das Sete Mulheres, baseada na obra da escritora Letícia Wierzchowski, quando os nossos irmãos brasileiros puderem entender, de maneira mais próxima da realidade, o significado da Revolução Farroupilha para nós gaúchos. 

Puderam entender, por exemplo, o heroísmo do comandante Bento Gonçalves. Quero dividir com os Srs. Parlamentares a alegria das comemorações da Semana Farroupilha. Ao mesmo tempo, quero saudar os líderes do movimento tradicionalista pelo trabalho de perpetuação da cultura gaúcha, coroado nas festividades que se encerraram no sábado que passou. 

Os gaúchos estão espalhados por todos os recantos do Brasil, com uma cuia na mão, sotaque forte, gremistas ou colorados, de esquerda ou da direita, mas sempre procurando honrar a tradição histórica do Rio Grande do Sul. 

Creio que em cada Estado brasileiro exista ao menos um CTG, verdadeira embaixada do nosso Rio Grande, que tem um papel fundamental para a difusão do nosso folclore, dos nosso costumes e do amor à terra do sul. 

Viva o 20 de Setembro! 
Viva a Semana Farroupilha, a Semana da Liberdade!

Eliseu Lemos Padilha



sexta-feira, 2 de julho de 2010

Eliseu Padilha: metrô aumenta segurança, reduz custo e ameniza trânsito urbano

Eliseu Padilha - Trensurb transporta em torno de 153 mil passageiros/dia
A expansão da Trensurb até São Leopoldo favoreceu a integração do metrô com as linhas de ônibus da região metropolitana de Porto Alegre. A primeira operação integrada foi no sentido Estação Unisinos – Freevale Campus 2, em abril de 2002, favorecendo 1.500 passageiros ao dia, com 60 viagens de ida e volta. 

Hoje, mais da metade dos passageiros se utilizam de linhas integradas. “Sem o metrô, a BR-116 seria intransitável”, avalia o deputado federal Eliseu Padilha, que executou a extensão das linhas à época em que foi ministro dos Transportes. Com a integração, que atinge 131 linhas de ônibus, a Trensurb transporta em torno de 153 mil passageiros/dia. 

“O uso do metrô retira das ruas milhares de ônibus e automóveis, descongestionando o trânsito e aumentando a segurança de quem trafega na região metropolitana de Porto Alegre”, disse o deputado Padilha. 

Em 2001, a Trensurb transportou mais de 39,5 milhões de passageiros, superando pela primeira vez o recorde alcançado em 1991, de 38,6 milhões. A performance deu à Trensurb o certificado de Responsabilidade Social, que a empresa vem ganhando anualmente. 

O selo foi um prêmio pela atuação da empresa em uma modalidade de transporte não poluente, seguro e com uma tarifa social subsidiada. A empresa destacou-se pela redução da poluição atmosférica e sonora na região metropolitana, operando com um sistema chamado Deslocamento de Baixa Vibração, que diminui os ruídos e a trepidação, implantado no trecho Unisinos - São Leopoldo. E ainda, pela restauração do prédio histórico em São Leopoldo (Museu do Trem) e o Projeto Arte nos Trilhos. 

 Eurico Batista 
 Assessoria de Imprensa

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Peemedebistas gaúchos discutem estratégias para as eleições deste ano

Eliseu Padilha, Requião, Simon e Fogaça
Brasília – Disposição, estratégia, espírito de liderança e unidade marcaram o Encontro Estadual de Verão, no último sábado (30) em Capão da Canoa/RS, organizado pelo PMDB-RS e pela Fundação Ulysses Guimarães Nacional. Foram cerca de oito horas de reunião, com as 33 coordenadorias regionais do partido no Estado e seus dirigentes, que demonstraram que estão dispostos a suar a camisa para garantir a vitória do PMDB nas eleições de 2010. 

As reuniões com as coordenadorias foram presididas pelo prefeito de Porto Alegre, José Fogaça, candidato do Partido ao Governo do Estado, pelo senador Pedro Simon, presidente do PMDB-RS, e pelo deputado Eliseu Padilha, secretário-geral do PMDB-RS e presidente da Fundação Ulysses Guimarães Nacional. 

Ao abrir os debates, Fogaça agradeceu imediatamente a participação maciça dos representantes de todo o Rio Grande do Sul o que, segundo ele, mostra a pujança da militância e a forte liderança do comando partidário. "Hoje o PMDB começa a pensar a estratégia para vencer as eleições", declarou. 

Para facilitar os trabalhos, o PMDB-RS recolheu pesquisa realizada com as coordenadorias regionais. As respostas fazem referência à base econômica, as quatro principais obras do partido enquanto governo, as quatro principais reivindicações e também uma posição sobre o quadro político em cada ponto do território gaúcho. 

Encontro – Depois da intensa maratona de reuniões de trabalho, o prefeito José Fogaça discursou para os mais de 3 mil peemedebistas presentes em Capão da Canoa. “Isto o que está acontecendo aqui, emergindo do chão e do olhar de cada pessoa, essa energia civil, ela não foi feita de ontem para hoje, ela vem de uma longa história de luta, de um partido que está enraizado na história do Brasil, que escreveu a Constituição e garantiu as instituições públicas”. 

Fogaça declarou que um partido com o tamanho do PMDB – organizado em 5 mil municípios e que elegeu 1.200 prefeitos nas últimas eleições – quase o dobro do segundo colocado naquele pleito – não pode abrir mão de ter um projeto para governar o Brasil. “Não basta apenas ser grande, temos que ter candidato à presidência da República, e o nosso candidato é Roberto Requião”, sustentou. 

Candidatura própria – O governador do Paraná, Roberto Requião, pré-candidato do PMDB à Presidência da República, também prestigiou o encontro. Ao abrir seu discurso, ele afirmou que "a candidatura própria à presidência da República é uma obrigação do PMDB com o povo brasileiro". Requião disse que o PMDB precisa defender as classes populares como aponta o estatuto do partido. "Queremos levantar essa bandeira e convencer as bases de que podemos governar o Brasil", complementou. O país precisa de um projeto novo de governo, que mantenha as políticas sociais existentes, mas que também seja independente nas questões econômicas. "Somos um mercado à disposição dos exploradores ou uma nação?", questionou Requião. 

O governador paranaense ainda parafraseou Ulysses Gimarães: "o nosso índio errante vaga, mas por onde quer que ele vá, os ossos dos seus carrega. Carrega-os não para a vendita, mas porque também os mortos vigiam e governam os vivos". E finalizou o discurso afirmando que ou o PMDB tem candidato ou irá desaparecer. 

Presenças – Marcaram presença no Encontro, os deputados federais Eliseu Padilha, Ibsen Pinheiro, Mendes Ribeiro Filho, Darcísio Perondi, os deputados estaduais Alceu Moreira, Alberto Oliveira, Alexandre Postal, Edson Brum, Luiz Fernando Záchia, Sandro Boka, Nelson Härter e Gilberto Capoani, os secretários de Estado Márcio Biolchi (Desenvolvimento e Assuntos Internacionais), Marco Alba (Habitação) e Osmar Terra (Saúde), o presidente do Banrisul, Fernando Lemos, o presidente da Ceasa, Elmar Schneider, o senador por Minas Gerais, Wellington Salgado, o senador por Santa Catarina, Neuto de Conto, o ex-governador e ex-senador por Santa Catarina, Cacildo Maldaner, os ex-ministros Odacir Klein e Luiz Roberto Ponte, o presidente da Confederação Nacional de Municípios, Paulo Ziulkoski, e os prefeitos de Caxias do Sul, José Ivo Sartori, e de Santa Maria, Cezar Schirmer. 

Ainda o tesoureiro do PMDB/RS, Rospide Neto, os representantes dos núcleos de apoio, Eunice Flores (Mulheres), Rafael Braga (Juventude), Clovis André da Silva (Movimento Negro), Otalício da Rosa (Comunitário), Antônio Sarti (Segurança), Roberto Camargo (Tradicionalistas), Cláudia Costa (Socioambiental), da Associação de Prefeitos e Vices, Clair Kuhn, e da Associação de Vereadores, Daniel Schaefer. 

Também estiveram presentes prefeitos, vices, vereadores, coordenadores, presidentes das executivas municipais e membros da nominata de candidatos a deputado estadual e federal de todo o Rio Grande do Sul.

Fonte: pmdb.org
01/02/2010

quinta-feira, 19 de abril de 2001

Eliseu Padilha libera recursos para o Rio Grande do Sul

Ministro Padilha libera R$ 10,6 milhões
para o Rio Grande do Sul
O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, anunciou hoje (19/04/2001) a liberação de R$ 10,6 milhões para o Rio Grande do Sul, durante visita à cidade de Vacaria, nordeste do estado. Dos recursos liberados, R$ 6.670.000,00 são para a continuação das obras de construção da BR-285, no trecho Vacaria / Bom Jesus. 

Para o início da construção do segmento entre Bom Jesus e a divisa com Santa Catarina, na mesma rodovia, foram destinados R$ 2 milhões. A BR-470 também foi contemplada com a liberação de recursos. Serão investidos R$ 2 milhões na construção do trecho Barracão / Lagoa Vermelha. 

A 285 corta o Rio Grande do Sul de leste a oeste e interliga-se à BR-116, uma das mais importantes do Brasil. Além de proporcionar mais uma ligação com o centro do país, a rodovia é responsável pelo escoamento da safra de maçãs da região, a maior do estado. Por este motivo, tornou-se conhecida como Rodovia da Maçã. 

Assessoria de Comunicação Social 
Ministério dos Transportes 
Fonte: AscomDNER/RS - fernando Noronha 

quarta-feira, 11 de dezembro de 1996

A máquina ruge

General Motors anúncia investimento de 1,2 bilhão de dólares
Presidente Fernando Henrique Cardoso e Eliseu Padilha
11/12/1996 - O anúncio feito pela GM na semana passada, de que vai abrir três novas fábricas no país, com investimento de 1,2 bilhão de dólares, foi apenas mais uma confirmação de que a indústria de carros cresce no Brasil a um ritmo de trem-bala. Até o fim do ano, as montadoras brasileiras irão produzir mais de 1,8 milhão de veículos. 

É o dobro do que se fez em 1990. Neste ano, o Brasil já deve tomar da Itália a nona posição entre os maiores fabricantes mundiais de veículos - e continuará avançando. Ao todo, a indústria automobilística está programando 19 bilhões de dólares em novos investimentos nos próximos quatro anos. "O Brasil é hoje o país em que as montadoras mais investem no mundo", diz o professor José Roberto Ferro, da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, um dos maiores especialistas brasileiros em indústria de carros.

Até o ano 2000, segundo estimativa das montadoras nacionais, apenas Estados Unidos, Japão, Alemanha, França e talvez Coréia estarão produzindo mais carros do que os brasileiros. "Nenhum dos grandes produtores mundiais crescerá tanto quanto o Brasil
", diz Silvano Valentino, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos, Anfavea. 

Quase todo mês, alguma montadora anuncia planos de investir aqui. Alguns projetos são gigantescos, como os da GM, Fiat, Ford e Volkswagen, outros são menores, como os das companhias asiáticas, mas no conjunto eles formam uma bola-deneve impressionante.

A tacada da General Motors já era esperada há mais de dois anos, mas ainda assim surpreendeu. A expectativa era de uma fábrica. A GM anunciou três. A novidade foi divulgada em Brasília, num encontro de executivos da empresa com o presidente Fernando Henrique Cardoso.

Uma fábrica montará carros no Rio Grande do Sul. Outra fará motores em Santa Catarina. Uma terceira. de peças, será instalada em São Paulo.

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