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sexta-feira, 2 de julho de 2010

Eliseu Padilha: metrô aumenta segurança, reduz custo e ameniza trânsito urbano

Eliseu Padilha - Trensurb transporta em torno de 153 mil passageiros/dia
A expansão da Trensurb até São Leopoldo favoreceu a integração do metrô com as linhas de ônibus da região metropolitana de Porto Alegre. A primeira operação integrada foi no sentido Estação Unisinos – Freevale Campus 2, em abril de 2002, favorecendo 1.500 passageiros ao dia, com 60 viagens de ida e volta. 

Hoje, mais da metade dos passageiros se utilizam de linhas integradas. “Sem o metrô, a BR-116 seria intransitável”, avalia o deputado federal Eliseu Padilha, que executou a extensão das linhas à época em que foi ministro dos Transportes. Com a integração, que atinge 131 linhas de ônibus, a Trensurb transporta em torno de 153 mil passageiros/dia. 

“O uso do metrô retira das ruas milhares de ônibus e automóveis, descongestionando o trânsito e aumentando a segurança de quem trafega na região metropolitana de Porto Alegre”, disse o deputado Padilha. 

Em 2001, a Trensurb transportou mais de 39,5 milhões de passageiros, superando pela primeira vez o recorde alcançado em 1991, de 38,6 milhões. A performance deu à Trensurb o certificado de Responsabilidade Social, que a empresa vem ganhando anualmente. 

O selo foi um prêmio pela atuação da empresa em uma modalidade de transporte não poluente, seguro e com uma tarifa social subsidiada. A empresa destacou-se pela redução da poluição atmosférica e sonora na região metropolitana, operando com um sistema chamado Deslocamento de Baixa Vibração, que diminui os ruídos e a trepidação, implantado no trecho Unisinos - São Leopoldo. E ainda, pela restauração do prédio histórico em São Leopoldo (Museu do Trem) e o Projeto Arte nos Trilhos. 

 Eurico Batista 
 Assessoria de Imprensa

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Guerra ou paz no trânsito?

Guerra ou paz no trânsito?
Ex-ministro dos Transportes Eliseu Padilha
Há uma comoção nacional em face do número de vítlmas originadas pelo nosso enlouquecido trânsito: mais de 35 mil mortos no ano passado  e mais de R$ 30 bilhões gastos no atendimento dos acidentados no mesmo período. Sem dúvida, são cifras apavorantes.

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou em 2007 dezenas de leis, na busca de acabar com a guerra não-declarada que vigora em nossas ruas e estradas.

O governo federal, recentemente, anunciou que proporá medidas com penas pecuniárias mais elevadas e também de criminalização para procedimentos impróprios na condução de veículos automotores.

Tudo para minorar a epidemia representada pelo trânsito, que ceifa sonhos e esperanças de nossas famílias.

Como observador e estudioso do tema, desde que assumi o Ministério dos Transportes, em 1997, levando em conta também a experiência adquirida na Comissão de Viação e transportes, integrando-a por vários mandatos, arco com a responsabilidade de afirmar que não carecemos de regras ou leis para melhorar o trânsito, ao contrário: temos um código moderno e avançado e temos o Contran e o Denatran, que disciplinam a aplicação de nosso código por inteiro. O que nos falta, e é decisivo para a catastrófica situação, é fiscalização e punição. Nossas regras podem ser modernas e suficientes, mas serão, como tem sido, pouco eficazes enquanto não houver quem fiscalize e puna com a severidade da lei.
 
Nosso aparato estatal tem se mostrado deficiente, incapaz para fiscalizar e penalizar os infratores de nossas regras de trânsito. A impunidade é o estimulo para a ocorrência de tantas infrações, acidentes e mortes. 

Além da fiscalizaçào e da punição, que se ocupam quando há infração já consumada, mais importante, porque cuidará da prevenção, é a implantação de um sistema obrigatório de educação para os trânsito, em todo o sistema de ensino nacional. Todos, quem é e quem não é proprietário de veículo automotor, são diretamente interessados, porque são participes ou usuários do sistema de trânsito. 

As estatísticas feita pelas autoridades comprovam que mais de 95% dos acidentes de trânsito são ocasionados por culpa - imperícia, imprudência ou negligencia - do condutor. Restando menos de 5% para as demais causas - defeitos nas pistas, deficiência na sinalização ou defeitos nos veículos. Portanto, o primordial, o mais importante, é a prevenção dos acidentes, a partir da educação da população para o trânsito, pois praticamente todos os acidentes ocorrem por falta de consciência, vale dizer: de educação e de cidadania. 

A vida em sociedade assenta-se na premissa de que os indivíduos são cidadãos - sujeitos de direitos e deveres coletivos. No caso da "guerra no trânsito brasileiro", estamos diante da comprovação de falta de cidadania por pane dos infratores. Na defesa da harmonia social da vida, inclusive daqueles que agem contra a lei, a cidadania tem o direito/dever de exigir de nossos governantes que façam cumprir a lei e que eduquem a todos quanto às responsabilidades no trânsito. 

Concluindo: reafirmo que ainda temos muito que fazer pois se quisermos a paz no trânsito, temos que ter coragem para iniciar e vencer uma verdadeira guerra contra impunidade, a ignorância às regras de trânsito e a falta de cidadania.

Deputado Federal Eliseu Padilha

Fonte: Zero Hora de 12 de fevereiro de 2008

segunda-feira, 25 de agosto de 2003

Item de segurança em veículo pode ser obrigatório


Comissão de Viação e Transportes - Eliseu Padilha
A Comissão de Viação e Transportes aprovou na última quarta-feira o Projeto de Lei 911/03, que atribui ao Conselho Nacional de Trânsito (Contran) a responsabilidade de estabelecer, periodicamente, cronograma e condições para que equipamentos e sistemas de segurança veicular ainda opcionais passem a constituir item obrigatório dos veículos. 

O autor do projeto, Carlos Eduardo Cadoca (PMDB-PE), afirma que existe disparidade entre os equipamentos constantes em veículos "de ponta", com equipamentos e sistema de segurança de última geração, e os veículos populares, que dispõem somente dos itens considerados obrigatórios pela legislação. Ele defende que o Contran seja obrigado a programar a obrigatoriedade de equipamentos de segurança. 


Necessidade comprovada

Em seu parecer favorável à matéria, o relator Eliseu Padilha (PMDB-RS) afirma que a indústria automobilística não acrescenta equipamento ou sistema de segurança aos veículos sem estudos que comprovem a sua necessidade. “Quando o consumidor tem acesso a novo item dessa natureza, pode estar certo de que não está a serviço de uma experiência, mas diante de um avanço tecnológico abalizado", diz. 

Padilha concorda que o Contran deve analisar as tecnologias de segurança incorporadas aos veículos e apresentar à sociedade metas e condições para que sejam tornadas obrigatórias. O projeto seguiu para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Redação.

Fonte: Agência Câmara de Notícias de 25/08/2003

segunda-feira, 16 de abril de 2001

Barreiras eletrônicas reduzem acidentes com mortes

Ministro Eliseu Padilha reduz acidentes com mortes
Os resultados obtidos em Goiânia e Belo Horizonte mostram a importância dos redutores eletrônicos de velocidade, que o Ministério dos Transportes está instalando nas rodovias mais movimentadas do país. 

Próximo à capital goiana, o número de atropelamentos com morte caiu 70% após a instalação dos equipamentos, também conhecidos como barreiras eletrônicas. 

Em BH, a população já não conseguia conviver com o grande número de acidentes na Curva do Ponteio, chegada da cidade pela BR-356. 

Com os redutores, os acidentes cairam de 169 ocorrências em 99 para 52 em 2000, uma queda superior a 70%. E o mais importante, nenhuma pessoa morreu no local após a instalação dos equipamentos. Também já estão funcionando os 08 equipamentos eletrônicos redutores de velocidade que foram instalados no trecho conhecido como Sete Curvas, na BR-060 entre Brasília e Goiânia. 

Os equipamentos foram instalados por determinação do ministro Eliseu Padilha, para aumentar a segurança naquele local, de alto risco de acidentes. Nos últimos dois anos, ocorreram 144 acidentes, 58 pessoas morreram e 33 ficaram gravemente feridas, somente neste trecho de nove quilômetros desta rodovia. 

Até agora foram instaladas 104 barreiras eletrônicas em oito estados. O programa prevê a instalação de mais 563 equipamentos até julho do ano que vem. As barreiras substituem os antigos quebra-molas, servem para os motoristas reduzirem a velocidade e evitarem acidentes em trechos perigosos, principalmente próximo a trevos e perímetros urbanos. O motorista que abusar da velocidade, paga multa de até R$ 573,00. 

Assessoria de Comunicação Social 
Ministério dos Transportes 

quinta-feira, 12 de abril de 2001

Ministro Eliseu Padilha faz funcionarem camêras-vigias da BR-060


Ministro dos Transportes Eliseu Padilha é recebido em Posse-GO,
para vistoriar obras do DNER
(12/04/2001) A punição dos motoristas com multas dá esperança de que o trecho mais crítico da estrada que liga Brasília a Goiânia fique menos perigoso. Para fazer o acionamento solene de oito Redutores Eletrônicos de Velocidade (REVs), o ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, esteve ontem nos nove quilômetros da estrada onde os motoristas correm maior risco de acidentes. 

Nessa parte da rodovia, onde as pistas cortam morros e passam sobre ribeirões, em 1999 e 2000, foram 154 acidentes, com sete mortes e 137 feridos. Desde segunda-feira, placas avisam os motoristas sobre a fiscalização eletrônica. São oito equipamentos, 5 para vigiar os carros que viajam de Goiânia para Brasília e outros três para controlar os veículos que seguem no sentido contrário. 

As duas câmeras que estão nas proximidades dos postos de fiscalização fazendária são acionadas no caso de desrespeito ao limite de 40 quilômetros por hora e as restantes só fotografam os veículos que trafegarem a mais de 60 quilômetros por hora. Multas pelo excesso de velocidade em rodovias podem implicar a suspensão de dirigir por um ano e custar até R$ 572,94. 

A solenidade de acionamento dos REVs justificou com a presença do secretário dos Transportes do Distrito Federal, Carim Nabut, do Secretário de Infra-Estrutura de Goiás, Carlos Maranhão, do interventor do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), Jaime Pacheco, e do chefe do distrito do DNER de Goiás, José Olimpío.

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