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segunda-feira, 2 de julho de 2012

A marca do Ministro Eliseu Padilha na TRENSURB

Trensurb Ministro Transportes Eliseu Padilha
1997 Ministro Eliseu Padilha
No período de 1997 a 2001, o Ministro dos Transportes Eliseu Padilha, investiu R$ 230 milhões para a melhoria e expansão do metrô na região metropolitana de Porto Alegre.

O metrô foi ampliado, modernizado e integrado às linhas de ônibus da região. Com as obras realizadas por Padilha, o transporte metroviário cresceu 31% e a tarifa unitária ficou sem aumento durante quatro anos. Padilha investiu no metrô por ser o meio de transporte mais seguro, mais barato, rápido e não poluente. Desafoga o trânsito, reduz acidentes e aumenta a capacidade de mobilização urbana.

Confira as obras que Eliseu Padilha realizou no metrô:

- Construção da Estação Unisinos: inaugurada em dezembro de 1997, proporcionou o aumento de 20% na quantidade de passageiros transportados pela TRENSURB.

- Construção da Estação São Leopoldo: desafogou o tráfego de ônibus na BR-116 e beneficiou cerca de 20 mil usuários por dia. Construída em alta tecnologia, opera com baixa vibração e diminui a trepidação e os ruídos dos trens, aumentando o conforto dos passageiros. Foi inaugurada em novembro de 2000.

- Expansão dos trilhos em superfície – 4,6 km entre Sapucaia e Unisinos.

- Expansão dos trilhos em elevada – 2,5 km entre Unisinos e São Leopoldo. A TRENSURB passou a operar com 25 trens, 17 estações e um total de 33,8 quilômetros de via, transportando até 170 mil passageiros por dia.

- Museu do Trem: a mais antiga estação ferroviária do Estado foi restaurada e reaberta em 31 de agosto de 2000, criando um elo entre o passado e o futuro. O Museu conta com mais de 200 peças que fazem parte da história ferroviária do país.

- Áreas de esporte e lazer sob a elevada: o projeto de urbanização entre as estações Unisinos e São Leopoldo Centro proporcionou uma importante área de esporte e lazer à comunidade. São quadras poliesportivas, ciclovia, pistas, praças infantis, bebedouros, e estacionamentos públicos.

- Modernização das estações: As estações existentes de Porto Alegre a Sapucaia do Sul foram modernizadas. As obras facilitaram os acessos e aumentaram o conforto dos usuários do metrô.

- Modernização do sistema: além de sistemas de comunicação, segurança e controle das composições, foram implantados os sistemas eletrônicos de controle de passageiros nas 17 estações e substituição do bilhete por cartão eletrônico. Tudo isso agilizou o transporte, reduziu filas e aumentou a segurança do passageiro.

- Projeto e licitação da expansão até Novo Hamburgo: a construção da linha Estação Central que liga São Leopoldo a Novo Hamburgo contava com R$ 25,9 milhões em recursos previstos no Orçamento da União. O projeto incluiu 9,3 km de linhas suspensas, a construção de mais uma estação em São Leopoldo (Rio dos Sinos), além das estações da Liberdade, Fenac-Industrial e o terminal de Novo Hamburgo. Com a expansão, o metrô chegará a cerca de 30 mil novos usuários.

- Duplicação da Avenida Unisinos – da Avenida Getúlio Vargas (BR-116) até a Avenida Mauá, junto à estação da TRENSURB. A via se transformou no principal acesso à Universidade do Vale dos Sinos. A pista dupla, com canteiro central e rótula sinalizada, também dá acesso a várias unidades do Exército e ao município de São Leopoldo.

- Abertura e pavimentação da Avenida Mauá: esta nova ligação entre Sapucaia e São Leopoldo foi construída em agosto de 2001.  Com 3,7 km de extensão, a obra possibilitou a ligação direta do município de Canoas (desde a Refinaria Alberto Pasqualini da Petrobrás) a São Leopoldo, passando pelo centro de Esteio e Sapucaia do Sul. É uma nova alternativa de tráfego à BR-116.

- Construção das moradias do Loteamento “Tancredo Neves”: beneficiou 182 famílias. Obra de cunho social que possibilitou a abertura da Av. Mauá e a urbanização nas proximidades da estação Unisinos.

- Projeto de expansão do metrô na Linha 2 – trecho Sarandi-Mercado-Azenha. O projeto incluiu também a expansão do metrô para Alvorada, Cachoeirinha, Gravataí e Viamão. 

- Expansão até Taquara: requerimento ao Ministério das Cidades para a realização do estudo da expansão do metrô de Novo Hamburgo a Taquara, integrando a região formada pelos municípios de Campo Bom, Sapiranga, Araricá, Nova Hartz e Parobé.

Eurico Batista (Assessoria de Imprensa)




quinta-feira, 1 de julho de 2010

Linha 2 do metrô tem projeto autorizado por Eliseu Padilha

Ministro Eliseu Padilha
O projeto básico de engenharia da Linha 2 da Trensurb, contratado em 1998, apontou a viabilidade técnica da implantação de três prolongamentos (trechos Sarandi - Mercado - Azenha) para atender a vários municípios da região metropolitana de Porto Alegre. 

Pouco antes de deixar o Ministério dos Transportes, em 2001, o deputado federal Eliseu Padilha autorizou a liberação de R$ 10,5 milhões para a análise do projeto, para iniciar a expansão no trecho São Leopoldo - Novo Hamburgo, e para a manutenção e operação do sistema de transporte ferroviário de passageiros. 

Para o deputado Padilha, a execução da primeira fase da Linha 2, estimada em US$600 milhões, deveria iniciar junto com a expansão até Novo Hamburgo. Havia recursos federais, tanto que o governo estava investindo em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife e Salvador em parceria com os estados. A previsão no PPA 2000/2003, só para a Linha 2, era de R$136,8 milhões. 

Além disso, metade do custo da obra poderia sair de empréstimos internacionais, via financiamento junto ao Banco Mundial. “O metrô é importante para a qualidade de vida dos moradores da região metropolitana, pois representa a solução definitiva do transporte público da capital e municípios vizinhos”, argumenta Padilha. 

Investimento social 

A implantação da Linha 2 também é considerada um investimento social e ambiental. Os estudos concluídos em 2001 apontaram a retirada de 3 mil toneladas de poluentes da atmosfera e a redução de 3 mil acidentes por ano. 

O projeto da Linha 2 teve como princípio a análise do sistema de transporte público de passageiros, considerando as potencialidades da região metropolitana para conceber uma nova rede de transporte. 

Pelo projeto elaborado à época em que Padilha era ministro dos Transportes, a Linha 2 atravessa Porto Alegre desde o Triângulo da Assis Brasil até a Azenha, passando pelo Centro da cidade. 

Ao todo, são 18 km de via, a maior parte subterrânea, compreendendo um total de 19 estações. O trajeto inclui as avenidas Assis Brasil, Benjamin Constant, Cristovão Colombo, Voluntários da Pátria, Borges de Medeiros, Aureliano de Figueiredo Pinto e Bento Gonçalves. 

É prevista uma conexão com a Linha 1, ligando a futura Estação Cairú ao Aeroporto. O estudo da Trensurb comprovou a necessidade da obra. No ano 2000, a Avenida Assis Brasil, principal eixo do projeto, já estava saturada, com um fluxo de 27 mil passageiros por hora em cada sentido. 

Realizando integração com os ônibus oriundos de Alvorada, Cachoeirinha, Gravataí e bairros da zona norte da capital, a Linha 2 foi projetada para transportar 450 mil passageiros por dia, livrando o centro da degradação ocasionada pelo transporte rodoviário. A linha 1 será otimizada, passando a transportar 240 mil passageiros por dia.



sábado, 10 de novembro de 2001

A obra perdida

É grave a informação do ministro dos Transportes, segundo a qual nem o governo do Estado nem a prefeitura da Capital se manifestaram oficialmente a favor da implantação da Linha 2 do trensurb, por ele proposta. 

De acordo com o senhor Eliseu Padilha, que está deixando o cargo, essa foi a "grande frustração" de sua gestão. O projeto previa 17,3 quilômetros de trajeto e 18 estações entre Centro, Azenha e Sarandi, com total financiamento externo. 

É tempo de que o Piratini e o Açorianos se manifestem sobre a questão, pois são evidentes os benefícios que um metro subterrâneo traria a Porto Alegre.

Zero Hora (RS) 10/11/2001
Informe Especial - Opinião ZH
luiz.domingues@zerohora.com.br

segunda-feira, 13 de agosto de 2001

Eliseu Padilha visita Projeto "Estações em Foco" do metrô de Porto Alegre

Eliseu Padilha visita Projeto "Estações em Foco"
O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, visita nesta segunda-feira (13/08/2001) o projeto "Estações em Foco" desenvolvido pela Empresa de Transportes Urbanos de Porto Alegre (Trensurb). 

Eliseu Padilha chega à Porto Alegre às 14 horas e segue para a Estação Mercado da Trensurb. O "Estações em Foco" está transformando os vagões dos trens da empresa na maior galeria ambulante do Rio Grande do Sul. 

Durante três meses, a partir de agosto, estarão expostos nas composições do metrô da região metropolitana de Porto Alegre, os trabalhos de oito fotógrafos gaúchos. Participaram do projeto Dulce Helfer, Eneida Serrano, Jacqueline Joner, Vilma Sonaglio, Eduardo Aigner, Leonid Strealiev, Leopoldo Plentz e Luiz Carlos Felizardo. 

Os fotógrafos retrataram os usuários do metrô, cerca de 140 mil passageiros por dia, e desenvolveram diferentes olhares sobre o trem e a malha ferroviária. As fotos, reproduzidas em cartazes de 50X70 centímetros, serão exibidas nos painéis publicitários dos vagões, de agosto a outubro, com imagens substituídas a cada semana. 

Os usuários do trem foram convidados a participar de um concurso amador, tendo as estações do metrô como tema. O regulamento vai estar à disposição nas bilheterias e as inscrições vão de 1º de agosto a 14 de setembro. As fotos selecionadas serão transformadas em cartazes também expostos no metrô e farão parte do livro "Estações em Foco", ao lado das fotos dos profissionais. 

O livro será lançado no final do ano. O metrô circula entre 17 estações em cinco municípios (Porto Alegre, Canoas, Sapucaia, Esteio e São Leopoldo). Foi realizado um sorteio onde cada fotógrafo recebeu a indicação de duas para a realização do trabalho. Nem todos trabalharam nas estações, alguns escolheram as garagens, oficinas ou simplesmente fixaram as lentes no maquinário do trem. 

A exposição começa com um trabalho de Eduardo Aigner (foto ao lado) e outro de Eneida Serrano e seguirá, semana a semana, com as outras duplas. Os cartazes serão exibidos de forma que as linguagens sejam sempre alternadas, provocando os passageiros sobre a possibilidade de exploração do espaço. Além das exposições, do concurso e da publicação do livro, será realizado, em setembro, no auditório da Trensurb, um debate sobre o tema "Impressões fotográficas sobre o imaginário do metrô". 

Assessoria de Comunicação Social 
Fonte: Jânio Mendes Ayres

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