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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Trajetória, Honrarias e Títulos - Ordem de Rio Branco

 ELISEU PADILHA – Trajetória, Honrarias e Títulos - Ordem de Rio Branco
Ordem de Rio Branco
Em 1999, o então o ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, recebeu a Ordem de Rio Branco. A outorga é destinada a galardoar os que, por qualquer motivo ou benemerência, se tenham tornado merecedores do reconhecimento do governo brasileiro, servindo para estimular a prática de ações e feitos dignos de honrosa menção, bem como para distinguir serviços meritórios e virtudes cívicas. Pode ser conferida a pessoas físicas ou jurídicas, nacionais ou estrangeiras. 

Veja em http://goo.gl/Uub6bS



quinta-feira, 7 de maio de 2015

Eliseu Padilha explica andamento do programa de aviação regional a senadores

                                                                         Foto: Ag. Senado
O ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, respondeu, na quarta-feira (06/05), os questionamentos dos senadores a respeito da situação do setor no Brasil. Durante a reunião conjunta das Comissões de Serviços e Infraestrutura e de Desenvolvimento e Turismo, ele explicou aos parlamentares como está o programa de aviação regional e as futuras concessões. Veja a apresentação do ministro aqui.

Segundo o ministro, os aeroportos brasileiros vão triplicar sua capacidade nos próximos 20 anos. Parte desse crescimento se dará com os investimentos na aviação regional. “Nós temos recursos para o que for necessário. A nossa arrecadação do Fnac (Fundo Nacional de Aviação Civil) é muitas vezes superior à demanda que nós teremos para este ano para a aviação regional.”, explicou.

Aviação Regional

Durante o debate, o ministro respondeu a cada parlamentar a situação dos aeroportos de suas respectivas regiões e qual etapa os mesmos se encontravam. Os aeródromos precisam cumprir algumas etapas antes da licitação, como a conclusão dos estudos ambientais e anteprojetos. Sobre a nova rodada de concessões, Padilha que enfatizou que os aeroportos de Salvador, Florianópolis e Porto Alegre são as opções sugeridas pela Secretaria.


Fonte: Secretaria de Aviação Civil

segunda-feira, 12 de novembro de 2001

Eliseu Padilha aplicou R$ 10,2 bilhões em obras

Ministro Padilha, 10 bilhões em obras no Brasil 
O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, que transmitiu o cargo nesta manhã para Alderico Lima, está falando com jornalistas, neste momento, sobre as ações do Ministério nos 4 anos e 6 meses em que administrou o setor de transportes do Governo Federal. 

Em sua gestão, Padilha comandou a aplicação de R$ 10,2 bilhões em obras. Em rodovias foram aplicados R$ 6,5 bilhões. Ferrovias receberam R$ 425 milhões, enquanto que no modal hidroviário foram aplicados R$ 197 milhões.

A modernização dos portos consumiu R$ 1 bilhão e o projeto de expansão e implantação dos sistemas de trens urbanos, R$ 1, 6 bilhão, sendo R$ 215 milhões no sistema Trensurb (Porto Alegre). No setor de Marinha Mercante foram aplicados R$ 438 milhões. 

O novo ministro dos Transportes, Alderico Lima, terá como principal desafio, neste final de ano, a condução do processo de instalação das agências reguladoras e fiscalizadoras das concessões e do departamento que vai executar as obras do Governo Federal no setor. 

Assessoria de Comunicação Social 
Ministério dos Transportes 
Fonte: Ascom/MT

terça-feira, 16 de outubro de 2001

Governo anuncia renovação da frota

pmdb
Eliseu Lemos Padilha
O governo está prestes a ressuscitar o programa para renovação da frota de caminhões, um projeto que havia sido engavetado há mais de um ano, junto com o de automóveis. O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, disse ontem (16/10/2001) que o programa se destinará aos caminhoneiros autônomos. 

Eliseu Padilha não deu mais detalhes do que estaria sendo estudado pelo governo. Mas, segundo representantes da indústria, a única questão pendente para esse plano dar certo é a garantia de seguro de crédito. 

Ao contrário do programa que chegou a ser planejado para a renovação da frota de automóveis, o projeto para caminhões não prevê renúncia fiscal. A idéia é criar linhas de crédito especiais, voltadas para o autônomo, que, afinal, é quem não consegue crédito nos agentes financeiros por não ter como comprovar rendimentos. O diretor de vendas e marketing de caminhões e ônibus da Volkswagen, Antonio Dadalti, que vem acompanhando os esforços da indústria para criar o programa voltado para veículos de carga, explica que não há como convencer os agentes financeiros a liberarem o dinheiro sem um seguro de crédito. 

Em linhas especiais de financiamento previstas para essa renovação da frota, os agentes financeiros é que garantem o retorno dos recursos liberados pelo Bancos Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). "Mas sem a garantia do seguro de crédito não há como esse programa deslanchar", destaca. Dadalti prevê o acréscimo de 15 mil caminhões por ano ao mercado brasileiro por meio de linhas especiais de crédito voltadas para o caminhoneiro autônomo. 

Esse volume representa aumento de mais de 23% no atual volume de vendas. A frota brasileira de caminhões é estimada em 1,2 milhão de veículos. Calcula-se que pelo menos 1 milhão têm cerca de 14 anos. A sinalização do governo para um programa de renovação da frota coincide com o momento em que uma indústria que vinha crescendo também sente os efeitos da crise. 

O mercado de caminhões no Brasil vai chegar este ano perto de 64 mil unidades. No ano passado somou 62 mil unidades. Mas a indústria vinha projetando crescimento de 5% a 10% para o 2002. O novo diretor de operações de caminhões da Ford, Flávio Padovan, diz, no entanto, que na melhor das hipóteses, o resultado de 2002 repetirá o deste ano. Ele conta, porém, com a demanda de alguns setores como o de bebidas. As paralisações programadas pelos metalúrgicos em campanha salarial não chegaram a afetar a indústria de veículos de carga porque o mercado também caiu. 

Segundo Padovan, o ritmo de vendas de setembro ficou em torno de 10% menor do que a média dos três meses anterioes. A Volkswagen, que tem na fábrica de Resende (RJ) seu único ponto de produção de caminhões no mundo, vem ampliando participação a passos laros. Enquanto no acumulado do ano, o mercado cresceu 10%, a montadora vendeu 43% mais. Ford e Volks participam do Salão Internacional do Transporte 2001, aberto ontem em São Paulo. Volvo prevê crescimento em sua fatia de mercado Miriam Karam, De Curitiba A Volvo do Brasil espera ampliar de 28% para 30% a sua fatia de mercado com o lançamento dos caminhões exibidos na Fenatran 2001. 

De acordo com a empresa, trata-se da mais completa linha de caminhões pesados totalmente eletrônicos do país. Segundo o gerente nacional de vendas, Carlos Pacheco, o crescimento, que significa perto de 500 caminhões a mais num mercado total calculado em 16 mil unidades por ano, deve ser alcançado no próximo ano. Uma meta, em sua opinião, perfeitamente factível, já que no final das contas este ano não foi tão ruim para o setor de caminhões como para o de automóveis. 

A venda de caminhões para algumas atividades sofreu com a desaceleração da economia. Mas, em outras, como a agricultura, teve bom desempenho. No resultado final, " deu para contrabalançar. Na pior das hipóteses, este ano será igual ao ano passado " , afirma Pacheco, que confia no reaquecimento das vendas na virada do segundo semestre do próximo ano. 

Na Fenatran, a Volvo apresentou três novidades ao mercado de transporte rodoviário de cargas - os caminhões Top Class 2001, a Série Caminhoneiro e o FM12 340. Totalmente equipada com motores eletrônicos, a linha completa os investimentos em tecnologia perseguidos desde 1994. " Além disso, oferecemos aos clientes soluções para o negócio do transportador. Isso significa dar amplo suporte ao cliente para que ele possa se concentrar em sua especialidade, que é o transporte, a logística " , afirma o presidente da Volvo do Brasil, Peter Karlsten.

terça-feira, 21 de agosto de 2001

Eliseu Padilha autoriza projeto de duplicação de BR em Mato Grosso

Eliseu Padilha autoriza duplicação de BR em Mato Grosso
Atendendo ao pedido da bancada do Vale do São Lourenço (MT) - 2 senadores, 5 deputados federais, um deputado estadual, prefeitos e vereadores da região - em audiência nesta tarde (21/08/2001 em Brasília, o ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, autorizou a execução do projeto de duplicação de 21,18 km das BRs-163/364 entre Jucimeira, São Pedro da Cipa e Jaciara, em Mato Grosso. 

Este trecho rodoviário dá acesso a duas usinas de açúcar e é bastante movimentado, com circulação de 6 mil veículos/dia, sendo 70% caminhões. Além disso, é o única ligação por asfalto entre a região e o centro-sul do país. No local ocorre muitos acidentes, inclusive com mortes. 

O ministro Eliseu Padilha determinou ao chefe do Distrito do DNER no Mato Grosso, José da Silva Santiago, que veja a possibilidade de licitar em breve a elaboração do projeto de engenharia da obra. 

A bancada matogrossense aproveitou para fazer outra reivindicação ao ministro dos Transportes. Por meio de convênio entre o Governo Federal e o Governo do Estado, em Mato Grosso já está acontecendo a duplicação de um trecho das BRs 070/163/364, na Serra de São Vicente, com 10 km já em obras. 

No ano passado foram liberado R$ 1,5 milhão e a bancada pediu a liberação dos recursos previstos no orçamento, um total de R$ 4,7 milhões. Argumentaram que o trecho é muito movimentado, pois envolve as três principais rodovias federais em Mato Grosso. 

Assessoria de Comunicação Social 
Ministério dos Transportes 
Fonte: ASCOM - MT

quinta-feira, 7 de junho de 2001

Eliseu Padilha fala sobre reestruturação do Ministério dos Transportes

Ministro Eliseu Padilha
O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, participa amanhã (07/06/2001), às 10 horas, do 2º Congresso Brasileiro de Concessões Rodoviárias. 

O evento acontece de 06 a 08 de junho no Centro de Convenções do Hotel Bourbon (Rodovia das Cataratas, Km 2,5), em Foz do Iguaçu, no Paraná. Empresários e especialistas do setor estarão discutindo as principais questões relacionadas às concessões das estradas sob o ponto de vista das empresas, usuários e investidores. 

A promoção é da ABCR (Associação Brasileira de Concessões de Rodovias). Padilha vai falar sobre a reestruturação do Ministério dos Transportes, com a criação das agências reguladoras. 

De acordo com o projeto, serão criados a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), a ANTAQ (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura) e o CONIT (Conselho Nacional de Integração dos Transportes). 

Desde o início do Programa de Concessões Rodoviárias do Governo Federal, os investimentos das concessionárias têm permitido a modernização e a conservação da infraestrutura rodoviária. O setor é fundamental para o país, onde circulam 60% das cargas e 96% das pessoas. 

Assessoria de Comunicação Social 
Ministério dos Transportes 
Fonte: Ascom / MT 

segunda-feira, 4 de setembro de 2000

Ministro Eliseu Padilha retoma duplicação da Fernão Dias junto ao DNER

Ministro dos Transportes Eliseu Padilha
BRASÍLIA - O governo federal retoma hoje as obras de duplicação da Rodovia Fernão Dias, no Estado de São Paulo. O Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER) vai dar segmento ao projeto de melhorias no trecho de 18 quilômetros entre Atibaia e São Paulo. 

"A retomada das obras é fundamental não apenas para o Ministério dos Transportes, mas, principalmente, para a economia da Região Sudeste", afirmou o ministro dos Transportes, Eliseu Padilha. "Não é justo com a população de São Paulo e de Minas Gerais que entraves burocráticos dificultem a retomada de uma obra tão importante." 

De acordo com técnicos do Ministério dos Transportes, após a conclusão das obras na Fernão Dias, o tempo de viagem entre São Paulo e Belo Horizonte será reduzido em 20 minutos. Segundo o ministro, a duplicação da Fernão Dias permitirá o prolongamento do Corredor Rodovia do Mercosul, um importante complexo rodoviário em construção. A duplicação, segundo Padilha, é resultado de parcerias entre a União e os governos dos dois Estados.

Empreiteiras - O anúncio das obras de duplicação da Fernão Dias será feito hoje, às 11h30, pelo ministro, na sede do DNER, em São Paulo. A expectativa do ministro é que as obras estejam concluídas em janeiro. As obras do trecho de 18 quilômetros serão executadas pelas empresas Galvão Engenharia, EIT/Toniolo Busnello, Conter e Sobrenco. 

A duplicação dos 563,2 quilômetros da Fernão Dias foi iniciada em janeiro de 1996. De acordo com o DNER, falta apenas concluir as melhorias nesse pequeno trecho. O custo da recuperação de toda extensão da estrada é de US$ 1,1 bilhão. 

Em São Paulo, a Fernão Dias tem 90 quilômetros. Apenas com a recuperação no território paulista, o governo federal investirá R$ 335 milhões. Um balanço divulgado pelo ministério informou que já foram destinados R$ 287 milhões para a duplicação da rodovia. Os R$ 47 milhões restantes serão gastos com a duplicação dos 18 quilômetros. A previsão da assessoria do ministro Padilha é que a rodovia seja liberada para o trânsito em março de 2001. 

O tráfego na Fernão Dias chega a 10 mil veículos por dia, entre São Paulo e Belo Horizonte. As obras em São Paulo vão estar prontas em janeiro, mas, segundo o DNER, há necessidade de realizar algumas melhorias no trecho de Minas Gerais. 

Um documento divulgado pelo governo revelou que a estrada duplicada vai permitir um aumento significativo da capacidade de fluxo de carros do corredor de transporte que liga as Regiões Sudeste, Sul e Nordeste do País. 

Em São Paulo, a Fernão Dias está interligada às Rodovias Anhangüera e Anchieta - esta última dá acesso ao Porto de Santos e às BRs 101 e 116, estradas que fazem ligação com o sul do País. Segundo técnicos do ministério, a estrada permitirá a integração também com o Porto de Paranaguá, no Paraná.

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