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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Audiência pública discute situação do Aeroporto de Ribeirão Preto

Audiência pública discute situação do Aeroporto de Ribeirão Preto
Padilha participou de debate na Câmara
 dos Deputados. (Foto: Elio Salles/SAC) 
Em audiência pública realizada nesta quinta-feira (26) na Comissão de Viação e Transportes (CVT) da Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), o ministro da Aviação, Eliseu Padilha, afirmou que a expectativa é licitar as obras do Aeroporto Leite Lopes, em Ribeirão Preto (SP), no primeiro semestre de 2016. Para isso, será necessário cumprir os cronogramas apresentados pela Secretaria de Aviação da Presidência da República e pela Secretaria Estadual de Logística e Transportes de São Paulo.

Segundo o ministro, o aeroporto de Ribeirão Preto é importante para o Programa de Aviação Regional e para a região, pois movimenta mais de 1,1 milhão de passageiros por ano. "Se o cronograma for cumprido, no primeiro trimestre deveremos ter a conclusão do Anteprojeto e, em seguida, ter a licitação do projeto da obra", pontuou Padilha.

Hoje, o Leite Lopes tem um Terminal de Passageiros com 4 mil m², pátio de aeronaves de 42 mil m² e pista de pouso e decolagem com 1.800 x 45m. O projeto da Secretaria de Aviação prevê a construção de um novo terminal de passageiros, com 30 mil m², com oito pontes de embarque; ampliação da pista de pouso e decolagem em 500m (dimensão final 2.600 x 45m), reforma e ampliação do pátio de aeronaves (totalizando 78 mil m²) e a reforma e ampliação da Seção Contraincêndio.

Simultaneamente às obras do Governo Federal, o Estado de São Paulo deverá encaminhar a desapropriação de aproximadamente 390 mil m² e a construção do Mergulhão da Av. Thomás Alberto Whately. De acordo com o secretário de Logística e Transportes de São Paulo, Duarte Nogueira, todas as questões de natureza técnica e ambiental referentes ao Aeroporto Leite Lopes estão sendo cumpridas à risca. "Vamos cumprir o cronograma juntos", concluiu Nogueira.

INTERNACIONALIZAÇÃO - Em relação à internacionalização, o ministro Eliseu Padilha informou que, por parte da Secretaria, o aeródromo já possui o registro para receber cargas internacionais. O superintendente do Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp), Ricardo Volpi, presente na audiência, também confirmou que o Leite Lopes já pode operar cargas internacionais. Segundo ele, a licitação feita para a operação de cargas não previa qualquer investimento ou ampliação da pista.

PRÓXIMOS PASSOS
1. Aprovação final pela Secretaria de Aviação e Daesp dos estudos conceituais do Terminal de Passageiros e Seção Contraincêndio, previsto para dezembro de 2015;
2. Conclusão do Plano de Controle Ambiental, previsto para 2015;
3. Conclusão do Anteprojeto (infraestrutura, edificações e ambiental) para o primeiro trimestre de 2016;
4. Licitação dos projetos executivos e obras.

O QUE FOI FEITO
Em relação aos estudos executados pela Secretaria para o aeroporto de Ribeirão Preto, dentro do Programa de Aviação Regional, foram concluídos:
1. Projeção de demanda, em junho de 2013;
2. Estudos de Viabilidade Técnica, em novembro de 2014;
3. Estudo Preliminar, em novembro de 2014;
4. Licenciamento ambiental (ratificada pela Cetesb a Licença de Operação e Regularização), em abril de 2015;
5. Levantamento topográfico, em maio de 2015.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Onze aeroportos regionais têm projetos em estágio avançado

Dezenove municípios no Estado de São Paulo são contemplados pelo Programa de Aviação Regional da Secretaria de Aviação da Presidência da República. Ao todo, 11 aeroportos se encontram em fase avançada de Anteprojeto, etapa que antecede o processo de licitação. 

Leia mais em http://goo.gl/n05YTg

Fonte: Secretaria de Aviação Civil

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Régis de Oliveira comenta sobre a presidência de Eliseu Padilha na CCJ

Régis de Oliveira  e Eliseu Padilha PMDB
Deputado Régis de Oliveira
Eu já estive na Comissão (CCJ), já participei dela sob a presidência de diversos presidentes. Suponho que o deputado Eliseu Padilha seja dentre todos, sem nenhum favor, o mais competente, o mais sério, o mais ágil e com uma conduta absolutamente digna e imparcial. Conduz com firmeza a Comissão e trouxe para a Casa respeitabilidade. (...) Não fora o deputado, nós não teríamos a aprovação do texto do Ficha Limpa aqui no Congresso, na Câmara dos Deputados especialmente.

Régis Fernandes de Oliveira, deputado federal, desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, professor da USP, ex-prefeito de São Paulo e integrante da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados. 


segunda-feira, 4 de setembro de 2000

Ministro Eliseu Padilha retoma duplicação da Fernão Dias junto ao DNER

Ministro dos Transportes Eliseu Padilha
BRASÍLIA - O governo federal retoma hoje as obras de duplicação da Rodovia Fernão Dias, no Estado de São Paulo. O Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER) vai dar segmento ao projeto de melhorias no trecho de 18 quilômetros entre Atibaia e São Paulo. 

"A retomada das obras é fundamental não apenas para o Ministério dos Transportes, mas, principalmente, para a economia da Região Sudeste", afirmou o ministro dos Transportes, Eliseu Padilha. "Não é justo com a população de São Paulo e de Minas Gerais que entraves burocráticos dificultem a retomada de uma obra tão importante." 

De acordo com técnicos do Ministério dos Transportes, após a conclusão das obras na Fernão Dias, o tempo de viagem entre São Paulo e Belo Horizonte será reduzido em 20 minutos. Segundo o ministro, a duplicação da Fernão Dias permitirá o prolongamento do Corredor Rodovia do Mercosul, um importante complexo rodoviário em construção. A duplicação, segundo Padilha, é resultado de parcerias entre a União e os governos dos dois Estados.

Empreiteiras - O anúncio das obras de duplicação da Fernão Dias será feito hoje, às 11h30, pelo ministro, na sede do DNER, em São Paulo. A expectativa do ministro é que as obras estejam concluídas em janeiro. As obras do trecho de 18 quilômetros serão executadas pelas empresas Galvão Engenharia, EIT/Toniolo Busnello, Conter e Sobrenco. 

A duplicação dos 563,2 quilômetros da Fernão Dias foi iniciada em janeiro de 1996. De acordo com o DNER, falta apenas concluir as melhorias nesse pequeno trecho. O custo da recuperação de toda extensão da estrada é de US$ 1,1 bilhão. 

Em São Paulo, a Fernão Dias tem 90 quilômetros. Apenas com a recuperação no território paulista, o governo federal investirá R$ 335 milhões. Um balanço divulgado pelo ministério informou que já foram destinados R$ 287 milhões para a duplicação da rodovia. Os R$ 47 milhões restantes serão gastos com a duplicação dos 18 quilômetros. A previsão da assessoria do ministro Padilha é que a rodovia seja liberada para o trânsito em março de 2001. 

O tráfego na Fernão Dias chega a 10 mil veículos por dia, entre São Paulo e Belo Horizonte. As obras em São Paulo vão estar prontas em janeiro, mas, segundo o DNER, há necessidade de realizar algumas melhorias no trecho de Minas Gerais. 

Um documento divulgado pelo governo revelou que a estrada duplicada vai permitir um aumento significativo da capacidade de fluxo de carros do corredor de transporte que liga as Regiões Sudeste, Sul e Nordeste do País. 

Em São Paulo, a Fernão Dias está interligada às Rodovias Anhangüera e Anchieta - esta última dá acesso ao Porto de Santos e às BRs 101 e 116, estradas que fazem ligação com o sul do País. Segundo técnicos do ministério, a estrada permitirá a integração também com o Porto de Paranaguá, no Paraná.

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