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terça-feira, 12 de novembro de 2013

Ministro padilha palestra na ABRATI

Ministro padilha palestra na ABRATI
Ministro padilha palestra na ABRATI
Os trabalhos da Assembleia foram abertos pelo presidente da ABRATI, Walter Lemes Soares, que falou da satisfação do empresariado do setor em receber o ministro Eliseu Padilha e outras autoridades do Ministério dos Transportes. 

Referiu-se ainda ao elevado interesse dos trasnortadores em conhecer, nos seus pormenores, as ideias do Governo para o setor. No auditório lotado, o ministro Eliseu Padilha deu importantes informações aos associados e respondeu a todas as perguntas que lhe foram dirigidas pelos associados. 

Por mais de uma hora, o ministro discorreu sobre a disposição do governo no tocante ás concessões de linhas rodoviárias, á proposta para criação da Agência Nacional do Transporte e à instituição do Fundo Nacional do Transporte, destinado a custear a construção e manutenção de rodovias. Na parte final da palestra, respondeu a perguntas dos empresários e debateu com eles. 

 Revista ABRATI março 1999


Veja em outros formatos:

http://pt.calameo.com/read/0015243784bb126972325        http://pt.scribd.com/doc/183565799/Ministro-Padilha-Palestra-Na-ABRATI        http://www.slideshare.net/eliseupadilha/ministro-padilha-palestra-na-abrati




segunda-feira, 26 de julho de 2010

Ministro Padilha projetou R$1,9 bilhão de novos investimentos em transportes no Rio Grande do Sul

Ministro Eliseu Padilha projetou R$1,9 bilhão
de novos investimentos em transportes no Rio Grande do Sul
26/07/2010 - O Plano Plurianual (PPA) elaborado pelo Governo Federal, no período de 2000 a 2003, estabeleceu investimentos acima de R$ 1,9 bilhão apenas no setor de transportes do Rio Grande do Sul. O PPA é uma lei de iniciativa do Poder Executivo que estabelece as diretrizes, objetivos e metas da administração pública com programas de duração continuada. 

Titular da pasta dos Transportes, o então ministro Eliseu Padilha incluiu projetos ambiciosos para o desenvolvimento do Corredor do Mercosul, principalmente para os gaúchos. O estado do Rio Grande do Sul conta com uma malha rodoviária de 152.192 km, dos quais 5.360 km são federais, 9.577 km estaduais e 137.255 km municipais. 

Além dos investimentos já realizados no sistema de trens urbanos, na duplicação da Estrada da Produção (BR-386) e na pavimentação de rodovias como a Estrada do Interno (BR-101), Rodovia da Maçã (BR-285) e a BR-392 na Região das Missões, entre outras, Eliseu Padilha projetou grandes e importantes obras para os gaúchos. Entre os principais projetos, destacam-se a duplicação da BR-101 até Osório, o programa Via Expressa com a duplicação da BR-116 entre Pelotas e Porto Alegre, e a ampliação dos molhes no Porto do Rio Grande. 

Concessões e investimentos 

No Programa de Concessões de Rodovias Federais, foram delegadas ao estado do Rio Grande do sul 2.843 km de rodovias, sendo que 1.968 km foram concedidos à iniciativa privada. 

Em 04/03/97, foi assinado com a CONCEPA, o contrato de concessão da exploração da BR-290/RS, trecho Osório – Porto Alegre – Acesso a Guaíba, com extensão de 112,3 km. A empresa se responsabilizou pelo trecho por um período de 20 anos, período em que deverá investir um total de R$ 106 milhões na rodovia. 

A 2ª fase do projeto Rodovia do Mercosul, no “Programa Brasil em Ação” do Governo Federal, foi incluída a restauração e duplicação do trecho Florianópolis – Osório, com 400 km de extensão (300 km em Santa Catarina e 100 km do Rio Grande do Sul). A obra foi orçada em US$ 870 milhões, sendo US$ 322 milhões do BID, US$ 322 milhões do Eximbank e US$ 226 milhões da União. 

Conforme o projeto de engenharia e entendimentos com o BID e o EXIMBANK do Japão, para financiamento das obras, esse trecho passou a integrar o Programa de Concessões de Rodovias Federais e foi licitado em 2002. Os financiamentos internacionais foram negociados diretamente pelo então ministro Eliseu Padilha. 

Sob a ótica de importância estratégica do sistema de transportes do Estado para o Mercosul, ressalta-se a construção, sob regime de concessão privada, da Ponte São Borja - Santo Tomé (Argentina), que entrou em operação em dezembro de 1997, servindo como alternativa ao fluxo de cargas que passa na estação aduaneira de Uruguaiana. 

Revitalização e conservação 

 O Ministério dos Transportes implantou o “Programa de Revitalização dos Eixos Rodoviários” com o objetivo de revitalizar os principais eixos rodoviários da Malha Federal, sob jurisdição do Governo Federal, responsáveis pelos maiores fluxos de carga e passageiros no país. O valor destinado ao programa nacional, em 1999, foi de R$ 42 milhões, para uma malha com 15.771 km de extensão. No Rio Grande do Sul, a prioridade foi a BR-101, no trecho conhecido como Estrada do Inferno. 

No “Programa de Conservação Rotineira”, somente no ano de 1999, o Ministério dos Transportes aplicou R$ 1,3 milhão em contratos de conservação e R$ 7,2 milhões em contratos restauração. Naquele ano, foi projetado o “Programa Integrado de Recuperação e Conservação da Rede de Rodovias Federais - CREMA”. 

Este programa foi iniciado com contratos, por um período de 5 anos, de serviços de recuperação e manutenção em um conjunto de trechos de rodovias federais. No estado do Rio Grande do Sul, a 1ª etapa do Crema foi nos trechos da BR-290 - entr. BR-473 ao entr. BR-293, com 312 km de extensão, e da BR-285 - entr. BR-392 ao entr. BR-287, com 180 km de extensão. 

 Eurico Batista 
(Assessoria de Imprensa)

segunda-feira, 12 de novembro de 2001

Eliseu Padilha libera R$ 88 milhões para o Tocantins

Ministro Padilha
O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, e o governador do Estado do Tocantins, Siqueira Campos, assinaram há pouco (12/11/2001) convênios que prevem o repasse de R$ 88 milhões para implementação do Programa Especial de Desenvolvimento do Tocantins. 

Os recursos serão aplicados na recuperação e pavimentação de 886 quilômetros de rodovias estaduais. E destinados também à construção da plataforma multimodal do município de Aguiarnópolis. "O governo Fernando Henrique está cumprindo um compromisso assumido pela União quando da criação do Estado do Tocantins. Por conta deste débito é que estamos fazendo agora este repasse", explicou o ministro Eliseu Padilha, logo após a assinatura dos convênios. 

O governador ressaltou a importância das obras para o fortalecimento da economia do Tocantins. "As obras representam uma contribuição para a integração nacional já que vão permitir a ligação do centro-oeste com as regiões norte e nordeste e a possibilidade do exportação da produção do Estado para as demais regiões do País e para o exterior", avaliou. 

Siqueira Campos anunciou que as obras serão iniciadas de imediato, com previsão de término no final de 2002. Cerca de 60% das obras de pavimentação das rodovias estaduais, objeto dos convênios, já estão licitados. Elas vão consumir a maior parte dos recursos, R$ 86,5 milhões. 

O restante, R$ 1,5 milhão, será destinado à construção da infra-estrutura da plataforma multimodal de Aguiarnópolis, localizada no entroncamento da ferrovia norte-sul, da rodovia BR 153 e da hidrovia do Rio Tocantins. 

Assessoria de Comunicação Social 
Ministério dos Transportes 
Fonte: Ascom/MT 

quinta-feira, 1 de novembro de 2001

O verdadeiro Mercosul

Ministro dos Transportes Eliseu Padilha
Recentemente, em encontro em Mônaco sobre o Mercosul (01/11/2001), promovido pelo empresário Mario Garnero, os olhos do ex-presidente norte-americano George Bush só brilharam quando o ministro dos Transportes do Brasil, Eliseu Padilha, apresentou o plano de integração da infra-estrutura do Mercosul. Aí Bush, pai, entendeu o Mercosul como uma realidade concreta. 

A América Latina e, particularmente, o Brasil ainda não entenderam. A verdadeira agenda positiva do Mercosul é a integração das infra-estruturas, uma réplica continental do planejamento do Avança Brasil no âmbito nacional, que começou a ser articulada meses atrás, em uma reunião histórica, mas que passou despercebida da opinião pública. 

Essa integração pode caminhar independentemente das decisões de caráter macro, colocando o Mercosul à salvo dessas barroquices sobre regimes cambiais e tarifas externas comum que têm dominado e emperrado as discussões. No momento já estão trabalhando cinco grupos de discussão, três deles discutindo a integração nos eixos andino, interoceânico e Mercosul e dois detalhando processos setoriais, de desburocratização das regras de passagem nas fronteiras e harmonização dos regulatórios de energia. 

 Do lado brasileiro os trabalhos estão sendo conduzidos pelo Ministério do Planejamento. Passo essencial desse modelo é a criação de uma agência continental de desenvolvimento, nos moldes do BID ou do BNDES, incumbida de analisar os projetos e propor o planejamento. A idéia é jogar todas as fichas na Cooperação Andina de Fomento (CAF), agência que tem conseguido captar recursos internacionais a custos baixíssimos, tendo classificação de AA ou AAA em várias agências de classificação de risco. 

 O Brasil entrou no CAF em 1995, graças à teimosia do então ministro do Planejamento, José Serra, enfrentando a oposição do Banco Central, que considerava absurda a contribuição de US$ 25 milhões para a adesão. De lá para cá o CAF permitiu alavancar US$ 200 milhões de investimentos em projetos no Brasil, incluindo o gasoduto Brasil-Bolívia. 

Nos próximos meses haverá mudança nos seus estatutos, para transformá-lo em um organismo para toda a América Latina. Ao lado do BID deverá ser o grande agente financiador dessa integração, além de legitimadores do processo. Como essas agências se financiam por meio dos projetos que implementam, acabam criando um processo muito mais objetivo de negócios, com menos política e sem o risco de que se acuse o plano de ser uma manifestação de "imperialismo brasileiro". Três frentes 

A proposta brasileira é a integração da infra-estrutura em três frentes simultâneas: telecomunicações, energia e transporte, a fim de criar ambiente atraente para investimentos produtivos, abrindo caminho para a redistribuição das cadeias produtivas. Tome-se o caso da Bolívia. No país existem reservas de gás natural da ordem de 18 TCFs (Trilhão por Pés Cúbicos); no Brasil, são de 8 TCFs. A economia boliviana representa um centésimo da brasileira. A primeira etapa do gasoduto custou US$ 500 milhões. 

Esse valor abre espaço para contrapartidas de exportações brasileiras. Por outro lado, com a infra-estrutura pronta, será possível definir um plano de desenvolvimento para toda a região fronteiriça dos dois países. Não é à toa que alguns Estados do Centro-Oeste -Mato Grosso e Tocantins, especialmente- estejam montados em vistosos planejamentos de longo prazo, que permitirão a repetição do que foi o fenômeno Paraná nos anos 60. Outro exemplo de integração é o satélite brasileiro. Em 2002 terá que ser trocado. 

Dentro de um acordo com a América Latina haveria possibilidade de ampliar sua abrangência. Na área de telecomunicações, o Paraguai pretende privatizar seus serviços. É um mercado restrito. No entanto pode-se articular com o mercado do Sul, utilizando a mesma infra-estrutura. É essa a grande obra de integração que está sendo construída. O restante -compatibilidade fiscal, cambial etc.- é obra de longo prazo, que só se consolidará depois que a integração física estiver avançada. 

 Fonte: Transportes.gov

segunda-feira, 1 de outubro de 2001

Eliseu Padilha alerta motoristas em A Voz do Brasil da Radiobrás

Padilha Ministro
Ministro Eliseu Padilha alerta motoristas sobre direção e álcool
O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, gravou para A Voz do Brasil desta segunda-feira (01/10/2001), mensagem dirigida aos motoristas, alertando sobre os perigos de se dirigir embriagado. 

Neste mês de outubro, são comuns em todo o país as festas inspiradas na OctoberFest de Santa Catarina. O ministro Padilha entende que as pessoas que participam destes eventos precisam ter cuidado para não misturar direção e álcool. 

A mensagem será transmitida pela Radiobrás, no programa A Voz do Brasil, às 19 horas de hoje. A mensagem do ministro Padilha é a seguinte: "Direção e álcool definitivamente não combinam. Repito isso, mais uma vez, porque neste mês de outubro muitas cidades brasileiras realizam festas que atraem milhares de pessoas, que bebem durante dias. 

Algumas das famosas são em Santa Catarina; como a OctoberFest e a Fenarreco. Mas eu não estou aqui para estragar a festa de ninguém. Quero apenas alertar para o risco de dirigir embriagado. 70% dos acidentes provocados por ingestão de álcool matam. 

O Ministério dos Transportes tem feito campanhas de conscientização. A Amigo da Vez, que incentiva o motorista a sair acompanhado de amigos que ficam sem beber, já reduziu o número de acidentes em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Salvador e Recife. 

Divirta-se, mas se beber não dirija." Para acessar o áudio da mensagem do Ministro basta clicar no ícone A Voz do Brasil disponível na Agência Transportes Agora. 

Assessoria de Comunicação
Ministério dos Transportes 
Fonte: ASCOM - MT

sábado, 14 de julho de 2001

Ministro Eliseu Padilha - Maceió ganha mais uma locomotiva

Ministro Eliseu Padilha
Uma nova locomotiva acaba de chegar a Maceió, para reforçar o sistema de trens urbanos da cidade. A máquina saiu de Recife ao meio-dia do último sábado (14/07/2001) com destino a capital alagoana. 

A CBTU/AL enviou um grupo de técnicos a Pernambuco, para fazer o acompanhamento do transporte e garantir que a máquina chegasse a Alagoas no tempo previsto. A carreta que transportou a locomotiva entrou em Maceió às 16h de ontem (17/07/2001). Na manhã de hoje, foi feito o desembarque da locomotiva no pátio de manobras da estação Jaraguá (AL) e o deslocamento até a oficina da CBTU, onde será realizada uma inspeção, antes da máquina ser colocada em operação. 

A ida de mais uma locomotiva para o sistema de trens urbanos de Maceió foi anunciada pelo ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, e pelo Presidente da CBTU, Luiz Otávio Valadares, quando estiveram em Alagoas, no dia 18 de junho, para participar da inauguração das obras de recuperação e modernização do sistema. 

Atualmente, a Companhia de Trens Urbanos em Alagoas conta com duas locomotivas que se revezam no transporte de 180 mil passageiros todo mês. "Com mais uma locomotiva, vamos aumentar a nossa oferta, garantir a regularidade do sistema e incrementar o número de viagens diárias", afirmou o coordenador da CBTU/AL, Adeilson Bezerra. 

Com a entrada em operação da terceira locomotiva a CBTU espera normalizar a grade horária que contempla 22 viagens por dia, entre Maceió e Lourenço de Albuquerque (AL). 

"Esperamos colocar esta locomotiva em operação na próxima segunda-feira, para que possamos normalizar a nossa operação. Nossos usuários podem ficar tranqüilos, porque na próxima semana teremos ampliados os horários de viagens, com trens saindo da estação Maceió em intervalos de 30 minutos", garante Adeilson. 

Assessoria de Comunicação Social - Ministério dos Transportes 
Fonte: Lauro Lima (ASCOM - CBTU/AL)

sexta-feira, 4 de maio de 2001

Ministro Eliseu Padilha vistoria obras de ampliação da Via Dutra em Nova Iguaçu

Ministro Eliseu Padilha vistoria obras de ampliação da Via Dutra em Nova Iguaçu
O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, esteve hoje (04/05/2001) no Rio de Janeiro para vistoriar obras e inaugurar mais um trecho de pistas marginais da Via Dutra. A solenidade aconteceu no km 178, em Nova Iguaçu (Baixada Fluminense), no sentido São Paulo - Rio de Janeiro. 

A ampliação da capacidade de tráfego da Via Dutra, em Nova Iguaçu, é uma das obras mais importantes do programa de concessão da rodovia, iniciado em março de 1996. Os serviços estão sendo executados pela Concessionária Nova Dutra desde de 1997 e abrangem uma extensão total de 9,8 quilômetros de novas pistas marginais entre as cidades do Rio de Janeiro e Nova Iguaçu, um dos segmentos mais congestionados da rodovia. 

A implantação de vias marginais na rodovia implicou na construção de três novas pontes, quatro novas passarelas, prolongamento de duas outras passarelas e a criação de 9,4 quilômetros de pistas locais (entre a Avenida Brasil e a Linha Vermelha, no Rio, e entre os km180 e 182, em Nova Iguaçu). Foram investidos R$ 50 milhões pela Concessionária. 

Trechos entregues à população: 

* km 165,48 ao km 169,14 Pista SP - RJ = 1,52km (liberada em março de 98) Pista SP-RJ = 2,14km (liberada em março de 99) Pista RJ-SP = 3,66km (liberada em dezembro de 99)  

* km 175,6 ao km 178,07 Pista SP - RJ = 1,43km (liberada em novembro de 99) Pista SP - RJ = 1,05km (liberada em junho de 01) (Entregue hoje pelo ministro )

Números de faixas: 3,2 km com três faixas mais acostamento 6,6 km com duas faixas mais acostamento Total = 9,8 km A construção das vias marginais ao longo da Via Dutra faz parte do Projeto Vida Na Dutra, um conjunto de obras de segurança e ações de conscientização de motoristas, passageiros e pedestres, que visa diminuir a violência na estrada. 

Hoje, além da Baixada Fluminense, as regiões de Guarulhos (Grande São Paulo), e São José dos Campos (Vale do Paraíba), já contam com pistas marginais, totalizando quase 30 quilômetros de novas pistas da rodovia. Em função das obras e das ações propostas pelo Projeto Vida Na Dutra, o índice de mortos em acidentes na Via Dutra caiu sensivelmente.

Basta comparar as estatísticas: Em 1997 foram 9.279 acidentes, com 5,074 feridos e 481 mortos. Em 2000 foram 9.210 acidentes, com 4.557 feridos e 259 mortos. 

Assessoria de Comunicação Social
Ministério dos Transportes 

terça-feira, 17 de abril de 2001

Ministro Padilha - Investimentos em ferrovias superam R$ 2 bilhões



Ministro dos Transportes Eliseu Padilha

O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, afirmou hoje (17/04/2001) que os investimentos no sistema ferroviário já superam R$ 2 bilhões desde o início da privatização, entre 1996 e 2000. Segundo ele, o setor tem tido expansão contínua nos últimos anos: cresceu 12,8% em 98; 15% em 99 e 18% em 2000. 

"A expectativa para este ano é que a ferrovia tenha crescimento de 20% em relação a 2000", declarou. De acordo com Eliseu Padilha, o governo federal vai investir em projetos ferroviários em 2001. Segundo ele, a modernização da ferrovia no País é vital para a multimodalidade, isto é, a integração entre os diversos sistemas de transporte. 

Eliseu Padilha visitou esta manhã as obras de duplicação da Rodovia dos Imigrantes, em São Paulo. De acordo com o ministro, a ferrovia Transnordestina, que ligará os Estados de Pernambuco e Ceará, receberá R$ 470 milhões em recursos públicos. Deste total, R$ 120 milhões caberão ao governo de Pernambuco e o restante, à União. O governo também investirá na Ferrovia Norte Sul, que ligará o Maranhão a Goiás. 

Atualmente, apenas um trecho desta via está pronto, entre as cidades maranhenses de Estreito e Açailândia. Segundo Padilha, o transporte ferroviário de passageiros também terá aportes do governo. "Os investimentos previstos nos metrôs das capitais do País somam R$ 500 milhões este ano", afirmou. 

Fonte: Transportes.gov

Ministro Padilha libera R$ 90 milhões para conclusão do Rodoanel

Ministro Padilha libera R$ 90 milhões 
para conclusão do Rodoanel
O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, assina, amanhã (17/04/2001), o 3º Termo Aditivo de Cooperação Financeira entre o Ministério dos Transportes e o Governo do Estado de São Paulo, para liberação de R$ 90 milhões para o término do trecho oeste do Rodoanel. O evento acontece às 11 horas, no km 22, da Via Anhangüera, no Túnel Jesus. 

O trecho oeste do Rodoanel Metropolitano de São Paulo integra a relação dos Projetos Estratégicos do Corredor Transmetropolitano do Programa Avança Brasil. As obras foram iniciadas em 1999, com base no Convênio de Apoio Financeiro, com recursos do Ministério dos Transportes, perfazendo, até o momento, um total de R$ 223,8 milhões. 

O Rodoanel de São Paulo, uma das maiores obras rodoviárias do País, tem como principal objetivo melhorar a qualidade de vida na Grande São Paulo. A rodovia com aproximadamente 170km irá contornar a Região Metropolitana, interligando os grandes corredores de acesso à metrópole: rodovias dos Bandeirantes, Anhangüera, Castello Branco, Raposo Tavares, Régis Bittencourt, Imigrantes, Anchieta, Ayrton Senna, Dutra e Fernão Dias. 

Por eliminar o tráfego pesado, o Rodoanel deixará a cidade mais livre para os transportes coletivo e individual, agilizando o trânsito. Além disso, o Ministro e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, participam da cerimônia de vazamento simbólico do túnel 3 (lote 5), o maior do trecho oeste, com 1,7 km de extensão, localizado entre as rodovias Castello Branco e Anhangüera. 

O túnel tem 176 m2 de seção e possui 4 faixas de rolamento. E, na ocasião, o governador sanciona a Lei Estadual que dá ao Rodoanel de São Paulo, o nome do governador Mário Covas. 

ATENÇÃO: Os profissionais de imprensa serão transportados do km 22 da Via Anhangüera (pista sentido Interior/Capital) até o interior do Túnel 3 em veículos especiais, às 10h45. Por motivos de segurança, não será permitida a entrada de veículos de reportagem no túnel. 

Assessoria de Comunicação Social 
Ministério dos Transportes 

quarta-feira, 4 de abril de 2001

Ministro dos Transportes Eliseu Padilha abre encontro sobre ferrovias


Eliseu Padilha
Eliseu Padilha
O ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, faz a palestra de abertura no encontro que vai discutir o futuro das ferrovias no Brasil. 

A COFER - Comissão Federal de Transportes Ferroviários - se reúne nesta quarta-feira (04/abril/2001), às 9h30m, no Naoun Plaza Hotel, em Brasília. O ministro da Agricultura, Pratini de Moraes, e o ministro do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior, Alcides Tápias, também foram convidados para a reunião. 

A COFER vai debater sobre o futuro do modal ferroviário como suporte ao crescimento e desenvolvimento econômico do país, na exportação e no abastecimento do mercado interno, a preços competitivos. Após a palestra do ministro Eliseu Padilha, haverá outras 4 palestras. Uma delas é do consultor internacional Albert J. Reisnchimidt, sobre o modelo de privatização na América do Norte. 

Por volta das 13 horas, o presidente da COFER, Luiz Henrique Baldez, que também Secretário de Transportes Terrestres do MT, vai falar à imprensa sobre os resultados da reunião. Para discutir o futuro das ferrovias, a COFER convidou os segmentos que têm relação direta com o transporte ferroviário. 

O foco principal desta reunião será tratado considerando os aspectos de desenvolvimento econômico do país e o transporte como suporte ao processo de abastecimento. A taxa de crescimento projetada para o Brasil é, em média, de 4% ao ano, significando uma elevação no P.I.B. de 50% para os próximos 10 anos. 

Isso implica em vultosos investimentos na infra-estrutura do país, especialmente em transportes e especificamente no modal rodoviário, adequado para longas distâncias. A reunião contará com a presença de representantes do Ministério do Desenvolvimento Industria e Comércio Exterior, Ministério da Agricultura e Abastecimento, Câmara de Comércio Exterior (CAMEX), além dos presidentes das concessionárias ferroviárias e representantes dos usuários desses serviços. 

Fazem parte da programação, palestras da Associação Nacional de Transportes Ferroviários (ANTF), Confederação Nacional da Indústria (CNI) e de representante dos usuários dos serviços de transportes ferroviários de carga. 

Assessoria de Comunicação Social - Ministério dos Transportes 
Fonte: Eurico Batista

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