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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Poucos fazem tanto por São Leopoldo

Parceria com Eliseu Padilha rendeu
centenas de milhões em recursos para São Leopoldo
Eliseu Padilha investiu R$ 230 milhões para a melhoria e expansão do metrô na região metropolitana de Porto Alegre. O metrô foi ampliado, modernizado e integrado às linhas de ônibus da região. Com as obras, o transporte metroviário cresceu 31% e a tarifa unitária ficou sem aumento durante quatro anos. 

Estação Unisinos: Proporcionou um aumento de 20% na quantidade de passageiros transportados pela Trensurb. 

Estação São Leopoldo: Desafogou o tráfego de ônibus na BR-116 e beneficiou cerca de 20 mil usuários por dia. 

Ambas são realizações de Eliseu Padilha, que expandiu os 44,6 quilômetros de trilhos entre Sapucaia e a Unisinos e 2,5km entre a Unisinos e São Leopoldo. Com isso, a Trensurb passou a operar com 25 trens, 17 estações e um total de 33,8 quilômetros de via, transportando até 170 mil passageiros por dia. 

Trem sobre pilares: Também é do visionário Eliseu Padilha a decisão de construir os trilhos do trem sobre pilares, a partir da Estação Unisinos, para que o trem não divida as cidades como tem acontecido com Porto Alegre, Canoas, Esteio e Sapucaia. 

Trensurb para Novo Hamburgo: Eliseu Padilha é o responsável pelo projeto e pela licitação da expanção da Trensurb de São Leopoldo até Novo Hamburgo. O projeto inclui os 9,3 quilômetros de linhas com trilho sobre pilares, para não dividir a cidade, e a contrução de mais uma estação em São Leopoldo (Rio dos Sinos), além das estações da Liberdade, Fenac - Industrial de Novo Hamburgo. 

Leia mais sobre estas e outras realizações de Eliseu Padilha no folder abaixo: 



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sábado, 31 de julho de 2010

Eliseu Padilha quer levar o metrô até Taquara

Ministro Padilha projeta metrô até Taquara RS
A expansão das vias da Trensurb até Novo Hamburgo ainda não foi concluída. Mas, o deputado federal Eliseu Padilha já está trabalhando para que o metrô chegue a Taquara, beneficiando toda a região integrada pelos municípios de Campo Bom, Sapiranga, Araricá, Nova Hartz e Parobé. 

Eliseu Padilha foi ministro dos Transportes na época em que foram realizados os estudos de viabilidade técnica e econômica para a extensão do metrô de Sapucaia a Novo Hamburgo. Até a sua saída do Ministério, em 2001, Padilha garantiu a chegada da Trensurb a São Leopoldo. Entretanto, entende que “a obra até Novo Hamburgo demorou muito para começar e ainda não foi concluída. 

Enquanto isso, a região se desenvolveu e já está na hora de realizar os estudos para levar o metrô até Taquara”, analisou o deputado. “A expansão desse trecho que hoje está em obras levou quase dez anos, desde a sua concepção, e é natural que esses municípios tenham aumentado as suas populações nesse espaço de tempo”, explica Eliseu Padilha. 

Para ele, hoje essa região “necessita ainda mais de melhor sistema de mobilidade urbana. Diariamente, dezenas de milhares de trabalhadores da indústria coureiro-calçadista deslocam-se até Porto Alegre com automóveis, aumentando o custo social e ambiental na região”. 

Padilha fez um requerimento oficial, por meio da Câmara dos Deputados, para que o Ministério das Cidades inicie o quanto antes o estudo de viabilidade para a extensão do metrô até o município de Taquara. 

“Os veículos da Trensurb poderão ser os mesmos hoje utilizados, necessitando, apenas, da extensão da via, visando a melhoria da qualidade de vida da população e otimizando o tempo gasto em seu deslocamento, assim como, a redução nos gastos com transporte”, justificou o deputado.

segunda-feira, 18 de junho de 2001

Eliseu Padilha inaugura estações de trens urbanos em Maceió

Ministro  Padilha
Nesta segunda-feira (18/06/2001), o ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, inaugura, em Maceió (AL), a Estação Gustavo Paiva (trens urbanos de passageiros - CBTU), a recuperação do sistema de trens e a monitoração de girador de locomotivas. 

Eliseu Padilha vai estar na Estação Gustavo Paiva, em Rio Largo, a partir das 11h, para solenidade de inauguração. Às 11h30min, o ministro desloca-se de trem para Maceió, passando pelas estações Utinga, ABC, Fernão Velho e Bebedouro. Ao meio-dia, na Estação Central de Maceió, acontece a solenidade de inauguração da recuperação do sistema de trens urbanos de Maceió e da monitoração de girador de locomotivas. 

Sistema de Trens Urbanos - Maceió / AL 

O objetivo geral das obras de construção e recuperação do sistema de trens urbanos de Maceió (AL) é regularizar as condições básicas de segurança, confiabilidade e conforto do sistema atual; aumento de 10% no número de viagens; redução no valor da passagem, o que significa 75% a menos que a de ônibus. 

A malha total tem 32 quilômetros de extensão. Foram liberados em 2000, um total de R$ 7,6 milhões e, em 2001, estão previstos R$ 2,4 milhões. A obra foi incluída no PPA (Avança Brasil) e devem ser liberados até agosto, mais R$ 2,3 milhões. Já foram realizadas a construção e a recuperação de oito estações de passageiros; a recuperação da via permanente (12km); a monitoração (automação) do girador de locomotivas; sinalização de passagens de nível (cruzamentos); recuperação de carros de passageiros. 

Assessoria de Comunicação Social 
Ministério dos Transportes 
Fonte: Ascom/MT 

segunda-feira, 19 de março de 2001

A revolução multimodal

Ministro Eliseu Padilha
(19/03/2001) Nos últimos 6 anos, a economia brasileira cresceu acompanhada por uma revolução no setor Transportes. A navegação de cabotagem ressurgiu e cresceu mais de 400%.

O mesmo ocorreu com o transporte hidroviário, especialmente de grãos e de carne. Um exemplo: a soja que descia do Chapadão dos Parecis (MT) por rodovia até Santos (SP), hoje vai a Porto Velho e é exportada através da hidrovia do Madeira, com uma redução no frete de 38,5 dólares por tonelada. 

O sistema ferroviário, que estava sucateado, foi transferido para o setor privado, cresceu em média 13% ao ano e atraiu R$ 2 bilhões em investimentos. A maioria dos portos já trabalham com preços competitivos internacionalmente, como Rio de Janeiro e Salvador, a menos de U$ 130 o conteiner. Esta revolução chama-se multimodalidade. Ela moderniza e viabiliza uma cadeia logística altamente competitiva. 

O Programa Avança Brasil contempla nove eixos regionais de integração. São corredores de transporte onde a multimodalidade está consagrada. Os investimentos para a integração entre os vários modais estão e continuarão sendo feitos. Há muito que trabalhar. Considerando a dimensão continental do Brasil, a malha rodoviária pavimentada ainda é pequena, não corresponde à necessidade. No Norte e Centro-Oeste há muitas rodovias ainda não implantadas ou sem pavimentação. 

A ferroviária é ainda mais deficitária. Considerando o tamanho e as condições geográficas, o Brasil poderia ter uma malha viária muito maior, seguramente o triplo do que tem hoje. Seria conveniente. Requer, porém, investimentos de muitos bilhões de dólares, que não poderiam ser feitos de uma hora para outra. 

Estamos buscando a parceria do setor privado no sistema ferroviário e estamos tendo construções, como a Ferronorte, que estará chegando em Rondonópolis (MT) em 2001, com conexão direta até o Porto de Santos. Isso significa que as lavouras do Centro-Oeste estarão linkadas, via ferrovia e porto, com a exportação. E o Governo Federal, por meio da Valec, está construindo a Norte-Sul, ferrovia que brevemente será privatizada, com alta atratividade, considerando seu trajeto e a região onde está sendo implantada. A Norte-Sul está quase pronta no Maranhão, está descendo pelo Tocantins e logo abrirá uma frente de trabalho em Goiás. 

Há ainda a construção da Transnordestina, que se interligará com a Hidrovia do São Francisco, com o Porto de Suape (PE) e tornará viável a malha ferroviária do Nordeste. 

Assim, se considerarmos as circunstâncias do País, temos uma malha ainda deficitária, mas é certo que está havendo a integração. A multimodalidade é uma realidade e as deficiências serão supridas na medida em que tenhamos maior participação do setor privado. O setor público vai continuar no sistema rodoviário, nas malhas de expansão, onde o interesse estratégico é maior, caso do Norte, Centro-Oeste e parte do Nordeste. Especificamente para as regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste, tomamos a decisão de não conceder rodovia mediante pedágio. 

Nestas regiões não haverá concessão pelo Governo Federal. As exceções: o programa do Governo do Estado da Bahia, que envolve uma rodovia federal entre Salvador e Feira de Santana; em Pernambuco, onde há um programa estadual que envolve rodovia federal entre Recife e Caruarú; e no Pará, a rodovia Belém-Castanhal, também no programa do Governo do Estado. 

Por parte do Governo Federal, só serão concedidas rodovias ao setor privado para fazer a conservação, o chamado Programa CREMA, mas não haverá cobrança de pedágio. Para receber o serviço de manutenção de pista e sinalização, as empresas deverão manter as rodovias com a mesma qualidade das rodovias pedagiadas.

*EliseuPadilha é ministro dos Transportes

terça-feira, 27 de outubro de 1998

Leilão da Fepasa pode ter ágio de 100%, diz ministro Padilha

Ministro Eliseu Padilha Leilão Malha Nordeste
(27/10/98) O ministro dos Transportes, Eliseu padilha, disse nesta terça que espera um ágio de 100% na venda da malha paulista Fepasa, marcada para o próximo dia 10 na Bolsa do Rio, com preço mínimo de R$ 233 milhões. "Se houver competição, a mim não surpreenderá nada ", declarou. 

O maior ágio já registrado na privatização do setor ferroviário foi na venda da Malha Nordeste (38,75%). 

Eliseu Padilha disse ter concedido autorização para as três atuais concessionárias que solicitaram permissão ao ministério para participar do leilão. São elas: a MRS Logística, a Ferrovia Centro-Atlântica e a Ferrovia Sul-Atlântico. A Ferrovia Novo Oeste, segundo o ministro, não pediu autorização. De acordo com as regras do edital, as atuais concessionárias só poderão ter 20% das ações da malha paulista. 

Segundo Padilha, o modal rodoviário da ponte rodo-ferroviária sobre o rio Paraná não será incluído no leilão da malha paulista (Fepasa). Quem vencer a disputa, só ficará com o modal ferroviário e a infra-estrutura da ponte. Já a pista de asfalto, acima da ferrovia, será leiloada posteriormente. Comunicado relevante O ministro esclareceu que foi publicado hoje no Diário Oficial um comunicado relevante retirando o modal rodoviário. 

A inclusão vinha sendo questionada pelo Tribunal de Contas da União, uma vez que não aumentou em nada o preço mínimo. "Fizemos isso em função do TCU e porque queremos fazer o leilão no dia 10", declarou Padilha. O ministro dos Transportes acrescentou que a idéia de incluir o modal rodoviário constava do projeto original de venda da malha paulista, elaborado pelo BNDES em parceria com o Ministério dos Transportes. 

(Cristiane Nepomuceno) Agência JB

quinta-feira, 3 de julho de 1997

Discurso na solenidade de inauguracao de ferrovia em Curvelo - MG

Discurso na solenidade de inauguração  da ferrovia em Curvelo - MG
Discurso na solenidade de inauguração
da ferrovia em Curvelo - MG
Curvelo, MG, 3 de julho de 1997

Senhor Governador de Minas, Eduardo Azeredo; Senhor Ministro dos Transportes, Eliseu Padilha; Senhores Ministros que me dão a honra da companhia; Senhor Deputado Eliseu Resende; Senhores Deputados Federais;Senhor Prefeito Sebastião Salomão; Senhor Presidente da Rede Ferroviária, Isaac Popouchi; Senhor Presidente da Ferrovia Centro-Atlântica;Senhores Prefeitos, Vereadores, Autoridades; 

Quero dizer a Curvelo que, ao passar por essas ruas, num trem, um trem histórico, um trem que foi usado por Rodrigues Alves e por Getúlio Vargas; ao voltar aqui, 94 anos depois que o último Presidente aqui esteve, só tenho uma coisa a dizer ao povo de Curvelo: se Curvelo está no coração do Brasil, geograficamente, Curvelo, daqui paia adiante,estará dentro do meu coração, pela emoção, pela alegria, pela bondade,pela generosidade desse povo extraordinário. 

Sou eu quem tem que agradecer a Curvelo. Sou eu quem tem que dizer a vocês que o apito do trem, tão simpático, é o único apito que ficou nos meus ouvidos, porque o resto é apito que vem de fora e que não interessa a Curvelo. Curvelo quer é o apito do trem, é o apito de alegria, é o apito do trabalho, e não as perturbações. Curvelo quer paz, tranquilidade, trabalho e emoção.


Discurso na íntegra:


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