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quarta-feira, 15 de agosto de 2001

Presidente Fernando Henrique Cardoso discursa na cerimônia de assinatura do edital de licitação para a duplicação e a restauração da BR-101

Fernando Henrique e Eliseu Padilha
PALÁCIO DO PLANALTO, BRASÍLIA. DF, 15 DE AGOSTO DE 2001 

Discurso na cerimônia de assinatura de editais de licitação para a duplicação e a restauração da BR-101, no trecho Sergipe-Rio Grande do Norte.

Senhor Ministro Eliseu Padilha; Senhores Governadores de Sergipe e da Paraíba; Senhores Senadores e Deputados; Senhores altos funcionários, empresários,

Todas as vezes que tenho que falar depois do Ministro Eliseu Padilha sinto-me feliz porque não tenho mais o que acrescentar. É o melhor porta-voz do que está sendo feito na área de transportes e em muitas outras áreas mais que o Governo tem.

Quero apenas reafirmar as palavras do Ministro e me rejubilar com o Nordeste por essa possibilidade dessa importante estrada e, muito especialmente, com o meu amigo Albano Franco, que conseguiu, finalmente, o que sempre quis: Sergipe está no Avança Brasil. 

E conseguiu graças ao empenho dele, que é constante. Ele disse que tem a fama de ser meu amigo e, por isso, não levar nada para o estado dele. Os fatos estão demonstrando que amigo ele é, mas também que, de vez em quando, leva alguma coisa boa para o estado dele, porque Sergipe merece.


Discurso na íntegra: 



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terça-feira, 14 de dezembro de 1999

Discurso Fernando Henrique na entrega da Medalha Mérito Aeronáutico a Eliseu Padilha

Medalha Mérito Aeronáutico
Senhor Ministro dos Transportes, Eliseu Padilha; Senhor Ministro da Agricultura, Pratini de Moraes; Senhor Governador do Estado do Espírito Santo, José Ignácio Ferreira; Doutor Clésio Andrade, Presidente da Confederação Nacional dos Transportes; Senhora Márcia Kubitschek; Senhoras e Senhores agraciados; Senhoras e Senhores, 

Não tenho nada mais a acrescentar àquilo que foi dito, a não ser agradecer as generosas referências feitas a mim e a meu governo pelo Dr. Clésio e pelo Governador José Ignácio. Quero dizer que me sinto satisfeito de compartilhar com os Senhores e as Senhoras essas medalhas que acabamos de receber. E dizer-lhes que, de todo coração e também da razão, eu considero que continuar transformando o Brasil e, sobretudo, no campo dos transportes, produzindo as condições necessárias para uma verdadeira revolução, é o imperativo de qualquer pessoa que tenha noção do que é o Brasil. 

O Brasil, disse o Dr. Clésio, foi descoberto graças à navegação. E ele será mais integrado também graças à navegação. Se alguma coisa fizemos nesse governo para deixar uma marca complementando aquilo que é marca inolvidável, que jamais será superada, do Presidente Juscelino Kubitschek, foi a volta, a preocupação com o transporte aquaviá- rio. Nossos rios voltaram a ter serventia. Não apenas aquela que lhes é própria de água para beber e peixe para pescar, de compreensão da importância dos rios para a ecologia. Mas agora também a serventia no sentido de que são verdadeiras esteiras que transportam nossas riquezas. 

Os efeitos começam a se fazer sentir. Sobretudo na navegação no Norte, o que está acontecendo com toda a produção do Centro-Oeste, que hoje, pelo rio Madeira, chega ao rio Amazonas e, de lá, singra os mares mais profundos e chega à Europa, aos Estados Unidos, à Ásia. E isso é apenas o começo. 

O esforço feito pelo Ministro Eliseu Padilha, que reconheço de público, mais uma vez, como altamente meritório, tem nos ajudado a fazer com que os nossos rios possam servir, crescentemente, à integração nacional. O exemplo dado - e é anterior a meu governo, mas foi por nós continuado - da bacia dos rios Paraná-Tietê é muito marcante. Hoje, vê-se a quantidade de eclusas e, também, a quantidade, a tonelagem de cereais transportados pelo rio Tietê é alguma coisa que nos anima. (Texto do discurso a baixo reproduzido parcialmente)

 Biblioteca da Presidência da República
MEMORIAL JK, BRASÍLIA, DF, 14 DE DEZEMBRO DE 1999



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sexta-feira, 4 de julho de 1997

Discurso do Presidente Fernando Henrique na entrega do trecho da rodovia Fernão Dias

Presidente Fernando Henrique Cardoso
CARMÓPOLIS, MG, 4 DE JULHO DE 1997 

Senhor Governador de Minas, Eduardo Azeredo; Senhor Ministro dos Transportes, Eliseu Padilha; Senhores Ministros de Estado; Senhores Senadores Francelino Pereira e Regina Assunção; Deputados Federais, Estaduais; nossa querida Prefeita de Carmópolis, Maria do Carmo Rabelo Lara; Senhores prefeitos; Senhoras e senhores, hoje é um dia de grande alegria para o Presidente da República. 

Eu pude, há poucos instantes, lá em Curvelo, sentir de perto a emoção do povo mineiro, emoção não pela presença do Presidente, mas emoção porque está se sentindo que o Brasil hoje é um Brasil autoconfiante,um Brasil que tem rumo, um Brasil que acredita, um Brasil que começa a realizar. 

Agora, aqui, outra vez - já o disse o Governador Eduardo, já o disse o Ministro Eliseu Padilha -, sentimos este Brasil que está caminhando num rumo firme, com todas as dificuldades. São muitas ainda. Mas não convém recordar dificuldades, porque só atrapalha. Convém recordar é a decisão, a determinação que nós temos de superá-las. E nós vamos superando, uma a urna, as dificuldades.



Discurso na íntegra: 



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quinta-feira, 3 de julho de 1997

Discurso na solenidade de inauguracao de ferrovia em Curvelo - MG

Discurso na solenidade de inauguração  da ferrovia em Curvelo - MG
Discurso na solenidade de inauguração
da ferrovia em Curvelo - MG
Curvelo, MG, 3 de julho de 1997

Senhor Governador de Minas, Eduardo Azeredo; Senhor Ministro dos Transportes, Eliseu Padilha; Senhores Ministros que me dão a honra da companhia; Senhor Deputado Eliseu Resende; Senhores Deputados Federais;Senhor Prefeito Sebastião Salomão; Senhor Presidente da Rede Ferroviária, Isaac Popouchi; Senhor Presidente da Ferrovia Centro-Atlântica;Senhores Prefeitos, Vereadores, Autoridades; 

Quero dizer a Curvelo que, ao passar por essas ruas, num trem, um trem histórico, um trem que foi usado por Rodrigues Alves e por Getúlio Vargas; ao voltar aqui, 94 anos depois que o último Presidente aqui esteve, só tenho uma coisa a dizer ao povo de Curvelo: se Curvelo está no coração do Brasil, geograficamente, Curvelo, daqui paia adiante,estará dentro do meu coração, pela emoção, pela alegria, pela bondade,pela generosidade desse povo extraordinário. 

Sou eu quem tem que agradecer a Curvelo. Sou eu quem tem que dizer a vocês que o apito do trem, tão simpático, é o único apito que ficou nos meus ouvidos, porque o resto é apito que vem de fora e que não interessa a Curvelo. Curvelo quer é o apito do trem, é o apito de alegria, é o apito do trabalho, e não as perturbações. Curvelo quer paz, tranquilidade, trabalho e emoção.


Discurso na íntegra:


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