![]() |
| Ministro dos Transportes Eliseu Padilha |
A liberação da licença significa que a obra é viável e
sustentável, ecologicamente e, portanto, pode ser iniciada. O próximo passo,
segundo o ministro, será dado ainda hoje. É o comunicado aos agentes
financeiros internacionais - BID, BIRD E JBIC (Eximbank) - que o Ministério dos
Transportes já é portador da Licença Prévia Ambiental.
A partir daí, os bancos podem fazer a vistoria in loco, conhecer o projeto já provado e agilizar o processo de financiamento para dar início à licitação. Padilha afirmou que "há grande probabilidade de nós termos obras ainda no 4º trimestre deste ano.
A partir daí, os bancos podem fazer a vistoria in loco, conhecer o projeto já provado e agilizar o processo de financiamento para dar início à licitação. Padilha afirmou que "há grande probabilidade de nós termos obras ainda no 4º trimestre deste ano.
Pelo cronograma normal, as obras só iniciariam em dezembro, já que o
processo de licitação dura cerca de 180 dias, mas vamos tentar, junto aos
bancos, vencer algumas etapas burocráticas para que a obra possa iniciar entre
outubro e novembro". O presidente do IBAMA explica que a licença pôde ser
concedida porque as alternativas apresentadas pelo Ministério dos Transportes
contemplam as preocupações fundamentadas pelo IBAMA, pela FUNAI e pelo
Ministério Público.
A partir de agora será decidido se a melhor alternativa é a
abertura do túnel que passará pelo Morro dos Cavalos, onde está localizada a
aldeia indígena, ou executar a obra pelo traçado paralelo à rodovia já
existente. A alternativa do túnel é mais barata e de menor impacto ambiental;
já ao traçado paralelo traz um impacto menor à rotina da comunidade indígena. A
decisão de qual a melhor alternativa também será tomada em conjunto (MT e
IBAMA), durante a execução do projeto. De qualquer forma, ambas foram
consideradas viáveis pelo IBAMA.
![]() |
| Municípios do RS saúdam o Ministro Padilha |
O IBAMA não pode deixar de considerar o fato de que nos últimos cinco
anos , ocorreram 13.900 acidentes, com cerca de 1.000 óbitos" lamentou
Casara. O cronograma para execução da obra é de 36 meses e este prazo, segundo
Padilha, dificilmente será antecipado pois a obra percorre uma região com um
tipo de solo que necessita de aterros que, depois de realizados, precisam ser
consolidados.
"O fato de nós termos o dinheiro disponível, o contrato de
financiamento e equipamentos, não vai poder agilizar o tempo de realização da
obra, pois dependemos também das condições do solo e do clima que têm que ser
respeitadas para garantir a qualidade da obra", lembrou o Ministro que
garantiu seu empenho em realizar a obra no menor espaço de tempo possível.
Assessoria de Comunicação Social
Ministério dos Transportes
Fonte: Ascom MT -
Laura Almeida


Nenhum comentário:
Postar um comentário