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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Eliseu Padilha para todo litoral gaúcho

Eleições 2010
Eleições 2010
A origem política de Eliseu Padilha no Litoral Gaúcho, deu a Tramandaí e a todos os municípios da região uma expressiva participação no orçamento geral da união e nas dotações voluntárias do Governo Federal. 

Tramandaí se orgulha de ter "puxado" este processo de investimentos federais que beneficiam todo o litoral norte. Só em emendas parlamentares foram mais de 30 milhões em obras do Governo Federal. 

Dentre tantas, podem ser citadas a Vila Olímpica em Osório e a pavimentação da BR-101 até São José do Norte: o fim da estrada do inferno. 

Leia no folder abaixo sobre: Arroio do Sal, Caraá, Cidreira, Balneário Pinhal, Dom Pedro de Alcântra, Capão da Canoa, Imbé, Itati, Capivari do Sul, Mampituba, Santo Antônio da Patrulha, Tavares, Maquiné, Morrinhos do Sul, Terra de Areia, Mostardas, Torres, Osório, Palmares do Sul e Tramandaí.


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domingo, 20 de junho de 2010

Eliseu Padilha quer conservação federal na BR-101 de Osório a São José do Norte

Ministro Eliseu Padilha
O deputado federal Eliseu Padilha quer que o Governo Federal assuma a manutenção da rodovia que liga Osório a São José do Norte, para impedir a deterioração do asfalto no trecho de 322 quilômetros. 

Padilha, que foi ministro dos Transportes no período 1997/2001, foi o responsável pela pavimentação desta importante rodovia para os municípios de Mostardas, Tavares, Bojuru, Estreito e São José do Norte, região de grande produção de arroz e cebola. 

O deputado conversou com o atual ministro, Paulo Sérgio Passos, e fez o requerimento oficial ao Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT), para a inclusão do trecho rodoviário no Programa de Manutenção de Rodovias do Ministério. 

Padilha explicou que o trecho entre Osório e Rio Grande, após a pavimentação da BR-101, deixou de ser a “estrada do inferno” e tornou-se o caminho mais curto até o Porto do Rio Grande. Além de encurtar a distância em 90 km, os motoristas trafegam por um trecho sem pedágio, economizando tempo e pelo menos R$ 500 em tarifas. 

“A rodovia foi projetada para automóveis, mas tem suportado um tráfego intenso de caminhões carregados e dificilmente vai suportar o trânsito pesado por muito tempo”, explicou o deputado. Para que não se torne um trecho intransitável em breve, “é necessário que o DNIT absorva a manutenção”. 

Braço da Rodovia do Mercosul A BR-101 é uma das maiores rodovias federais do Brasil. É a principal ligação entre o Nordeste e as regiões Sul e Sudeste. Começa no Farol do Calcanhar, em Touros-RN, atravessa 13 estados pelo litoral do país e vai até o Rio Grande do Sul, terminando no km 422,1 em São José do Norte. 

Em toda a sua extensão, a rodovia tem 4.563,1 km. A pavimentação da BR-101 no Rio Grande do Sul representa um braço da Rodovia do Mercosul, interligando o porto rio-grandino ao maior corredor de exportação do país. 

Em território gaúcho, a BR-101 tornou-se importante via de acesso ao Porto do Rio Grande. De Osório a São José do Norte, a BR-101 coincide com a RST-101 em vários trechos, somando 104,1 quilômetros de sobreposição. A coincidência ocorre a partir do entroncamento com a BR-290. 

Com a conclusão da pavimentação, alguns segmentos da antiga estrada municipal existente, que não coincidiram com o traçado da BR, foram abandonados. A manutenção do trecho que hoje é utilizado para tráfego é de responsabilidade dividida entre o DNIT (federal) e o DAER (estadual). 

Entre Osório e Capivari, a rodovia tem 36 km, cuja pavimentação foi concluída em 2008 e o trecho está em bom estado de conservação. De Capivari até Bacopari são 39 km, trecho que teve o pavimento totalmente recuperado entre 2009 e 2010. O trecho de Bacopari até Tavares tem 113 km e a obra de recuperação do pavimento está em fase de licitação. Todos esses trechos são administrados pelo DAER. 

A partir de Tavares até São José do Norte são 130 km sob administração do DNIT. A pavimentação desse trecho foi concluída em 2008 e atualmente está em estado de bom para razoável. Para esse trecho está em curso uma licitação para conservação, com previsão para término até outubro de 2010. A conservação será semelhante ao Programa Crema, em que uma empresa mantém a rodovia por um período e recebe por resultado.


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