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terça-feira, 15 de março de 2011

Eliseu Padilha assume o compromisso de preparar os quadros jovens

Eliseu Padilha "Compromisso com a juventude!"
Brasília (DF) – Em palestra hoje (15) no Seminário Nacional de Políticas para Juventude e a JPMDB, no Rio de Janeiro, o presidente nacional da Fundação Ulysses Guimarães, Eliseu Padilha (RS), falou sobre: Formação Política e a participação da Juventude nas atividades e cursos oferecidos pela Fundação nos Estados e Municípios. 

“O entusiasmo e o sentimento utópico encontrado na reunião da Juventude do PMDB são elementos indispensáveis para fazer com que o Partido permaneça como a maior sigla do Brasil e retome suas históricas bandeiras de identificação popular”, afirmou. Padilha propôs aos jovens o desafio de organizar e implantar em todos os municípios brasileiros uma turma do Ensino a Distância do Curso Preparatório para Prefeitos, Vice-prefeitos e Vereadores. Para o presidente da FUG, é imprescindível ter o apoio da juventude em todo o País. 

“Diante do compromisso da juventude do PMDB de assumir a implantação de uma turma do curso Preparatório para Candidatos a Prefeito, Vice-prefeito e Vereador em cada município do Brasil sentimos que a meta da Fundação de chegar em 2014 com mais de 500 mil alunos poderá ser alcançada, somente com o trabalho da juventude peemedebista”, comemorou Eliseu Padilha. 

Konrad Adenauer – O presidente da FUG aproveitou a ida ao Rio de Janeiro para fazer uma visita e conhecer as instalações da Fundação Konrad Adenauer no Brasil. A Fundação Konrad Adenauer está no Brasil desde 1969 e, ao longo dessas quatro décadas, tem trabalhado em iniciativas próprias e em cooperação com parceiros brasileiros, dialogando, trocando experiências e promovendo a produção de conhecimento especializado nas áreas onde se encontram os principais desafios do país.

Fonte: pmdb.org
15/03/2011

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Eliseu Padilha fala sobre seus projetos para educação dos jovens

Eliseu Padilha, projetos para educação
O deputado federal Eliseu Padilha esteve reunido na noite desta quinta-feira (19/08/2010), em Porto Alegre, com o candidato a deputado estadual, Vini. 

Na reunião, o parlamentar falou sobre suas propostas, em especial sobre a capacitação e a melhoria da educação para os jovens, bem como seu ingresso no mercado de trabalho. 

Padilha destacou a apresentação do seu Projeto de Lei 7333/2010, que beneficia todos os alunos da rede pública de ensino do 1º, 2º e 3º graus com um computador com acesso a Internet, gratuitamente. Nova Santa Rita - O deputado Padilha também esteve reunido com o presidente, Sergio Augusto Menezes, e membros da Associação Comercial de Nova Santa Rita (ACISA). 

Estavam presentes no encontro: o presidente municipal do PMDB, Jorge Passaia; o diretor da VLIMPLAST, João Carlos Valim e outros empresários do setor; o candidato a deputado estadual, Nedy Vargas; o presidente e o vice-presidente de Canoas, Marco Rosa e Ademir Zanetti, respectivamente.  

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Juventude Desempregada

Deputado Eliseu Padilha
Eliseu Padilha (02/08/2010) - Com base em estudo divulgado pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), a mídia nacional chamou nossa atenção para o gravíssimo fato de que o desemprego entre os jovens, de 15 a 24 anos, é 3,5 vezes o desemprego dos adultos. 

O fato dos jovens serem preteridos no mercado de trabalho merece uma profunda reflexão e providências para a reversão do preocupante quadro. Neste mundo em que a informação e o mercado estão globalizados, as causas, conseqüências e as soluções para este fenômeno brasileiro podem ser enunciadas assim: 

I – CAUSAS: A falta de qualificação, a falta de conhecimento específico e geral são as causas do desemprego dos jovens. Em nosso país, a qualificação para o trabalho é papel que ficou reservado para as escolas. O ser humano é produto da família, da escola e do convívio social, mas a qualificação profissional é papel da educação, da escola. O ensino fundamental, até o nono ano, é obrigatório no Brasil. 

Em tese, todos os brasileiros devem no mínimo cursá-lo. Ocorre que nosso ensino fundamental tem uma matriz curricular que atenderia o mercado de trabalho da primeira metade do século passado. Formamos jovens para um mercado que não existe e o mercado existente exige qualificação que o jovem não tem. O Estado forma, atualmente, analfabetos funcionais. Portanto a maior causa do desemprego dos jovens é o atraso e a deficiência do ensino obrigatório, por falta de visão e de planejamento estratégico estatal. 

II – CONSEQUÊNCIAS: A falta de emprego oportuniza a participação dos jovens em fatos que todos gostaríamos de afastar definitivamente de nosso quotidiano. Cito o fato de que a maioria dos acusados em investigações policiais e processos criminais são jovens. No tráfico de drogas, um dos grandes males dos centros urbanos, a maioria esmagadora dos envolvidos é composta por jovens. 

O desemprego tem tudo a ver com estas "outras ocupações" dos nossos jovens. Devemos combater o desemprego de per si, mas o desemprego dos jovens tem que ser combatido com redobrada força e dedicação, pois suas conseqüências são muito mais maléficas e traumáticas. Colocam muitas interrogações sobre o nosso futuro como nação. 

III – SOLUÇÃO: Estamos vivendo, presentemente, a civilização do conhecimento. O mercado globalizado vive e se movimenta com base na competitividade e na produtividade. Vale dizer, o saber específico é determinante. Sistema de ensino que forma – no ensino obrigatório – analfabetos funcionais, poderá garantir espaço no mercado globalizado que exige competitividade e produtividade? Não! A persistir o atual sistema de ensino, formaremos pessoas para um mercado de trabalho que não mais existe. Condenaremos nossos jovens ao desemprego, ao desencanto, ao descaminho. heguei a tal conclusão há anos e, movido por ela, propus a Emenda Constitucional nº 232/2004, através da qual busco tornar obrigatório o ensino até o nível médio (antigo segundo grau) e neste a terminalidade técnica profissionalizante. 

Isto foi o que fizeram países da Europa a Coréia do Sul e mais recentemente, aqui na América do Sul, o Chile. O surto de ocupação dos jovens técnicos e de desenvolvimento em tais Estados falam por si só. Como vivemos a civilização do conhecimento, sem este é semi-impossível o ingresso no mercado de trabalho. Outro argumento, em favor da obrigatoriedade do ensino técnico, é o de que garantindo o trabalho do técnico este na semi-totalidade buscará e custeará sua graduação superior, pré-requisito a ser suprido pela maioria da população para nos libertarmos dos grilhões que nos prendem ao subdesenvolvimento e ao terceiro mundo. 

Só seremos uma nação desenvolvida, só ingressaremos no grupo de nações do primeiro mundo, no dia em que o conhecimento equivalente ao nível superior estiver sob o domínio da maioria da população. Urge garantir a nossos jovens a formação técnica profissionalizante. *Deputado federal, presidente da Fundação Ulysses Guimarães Nacional e secretário-geral do PMDB/RS

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