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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Eliseu Padilha diz que FUG prepara quadros para nova realidade nacional

Presidente da Fundação Ulysses Guimarães Nacional, Eliseu Padilha
O presidente da Fundação Ulysses Guimarães Nacional, Eliseu Padilha (RS), comemora os três anos de funcionamento do EAD (Ensino à Distância) em todo o Brasil, ressaltando a importância da conquista de 200 mil alunos certificados pelos cursos de Formação Política, oferecidos pela instituição. 

Em sua entrevista ao Politizar, informe editado pela Fundação, Padilha explicou que o objetivo dos cursos da FUG é preparar quadros “para uma nova realidade nacional”, de forma que o PMDB volte a ter “uma clara definição ideológica”. 

Por que o PMDB decidiu criar cursos de formação política? 

Com a globalização da economia, na década de 80, nós tivemos, de parte dos partidos políticos, especialmente dos países em desenvolvimento, uma mistura de posições que antes eram definidas claramente sob o ponto de vista ideológico, como sendo posições progressistas e posições conservadoras. A globalização da economia fez com que nós tivéssemos, também na América, o fenômeno que aconteceu na Europa. Os chamados direitos sociais foram reduzidos em nome da reengenharia da produção. 

Isto fez com que nós tivéssemos, nos partidos, uma flexibilização em torno dos seus critérios de posicionamento diante da realidade socioeconômica dos países. E tivemos uma mistura no Brasil que seria muito difícil, e hoje ainda é muito difícil, nós distinguirmos quando um governo assume se as suas posições são de vanguarda ou se são conservadoras. Os ganhos dos setores conhecidos como sendo representativos do capital, eles acabaram sendo definidos e defendidos por sindicatos e partidos que se diziam de esquerda. Então, chegou o momento de nós, no PMDB, voltarmos a falar de definição ideológica, de política de forma clara, de reposicionamento diante da sociedade. E isto obrigava a criação de formação política. Um novo momento de formação política. 

Como foram criados os cursos? 

Nós iniciamos com o que deveria ser um Curso Básico de Formação Política. Buscamos, através de parcerias com professores dos Institutos de Ciência Política da Universidade Federal de Brasília (UnB) e da Universidade Federal do Estado do Rio Grande do Sul, a montagem do primeiro Curso Básico de Formação Política, e depois um Curso Preparatório para Candidatos. Na sequência, buscamos a parceria do IBAM (Instituto Brasileiro de Administração Municipal) para realizar o Curso de Gestor Público Municipal. 

E, por último, uma parceria com professores da UFRGS e de outras universidades, mas sob a coordenação de um mestre doutor do Instituto de Ciência Política da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, para o nosso Curso para Formação de Agentes de Cidadania Comunitária. O que nós queremos com isso é voltar a ter, no PMDB, uma clara definição ideológica. 

Qual é a avaliação que o senhor faz, hoje? 

O programa teve aceitação acima do esperado. Está implantado em 27 estados da Federação. Temos turmas que já foram certificadas em todos os estados e no Distrito Federal. E é um processo crescente. Hoje, já superamos os 200 mil alunos e agora, com os nossos preparativos para as eleições municipais, seguramente teremos condições de multiplicar esse número. 

É um programa que começou com a expectativa de andar a passos largos, mas não de correr na velocidade que está correndo. Para nós é uma agradabilíssima surpresa, ele ter tal aceitação, inclusive com estudantes universitários. Eu tenho participado, em vários estados, de formatura de turmas que são compostas exclusivamente por alunos de nível universitário. Isso, sem dúvida, é o coroamento da pretensão que o PMDB e a FUG tinha de preparar quadros para uma nova realidade política nacional. 

Para o cidadão e político Eliseu Padilha, como é ver a concretização de um projeto que promove o conhecimento? 

A grande deficiência do Brasil, hoje, no contexto das nações, é a pouca formação média de sua população. Nós estamos perdendo posições em todos os setores. Nos produtos manufaturados, neste ano de 2010, o saldo negativo de nossa balança vai superar 50 bilhões de reais. Ele cresce e isso significa perda de emprego, exportação de mão de obra, estamos na verdade empregando gente fora do Brasil para produzir aquilo que consumimos aqui dentro. E tudo isso passa pelo conhecimento. 

No caso da produção de mercadorias, o conhecimento específico para a produção Mas, no caso político, nós também necessitamos de conhecimento para suprir as deficiências que nós estamos constatando nos nossos processos político e administrativo. Só o conhecimento vai resolver as mazelas da vida pública nacional. Nós temos é que aprofundar o conhecimento da política, o comprometimento dos políticos com o conhecimento e a partir do conhecimento, seja ele com que viés venha a acontecer, é o conhecimento que vai dar maturidade à vida pública nacional e condições de fazermos com que a política e os políticos voltem a ser respeitados por toda a sociedade. 

Fonte: (FUG/PMDB)
01/12/2010

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Conselho Curador da Fundação elege novos membros

Eliseu Padilha “Estradas e Bandeiras é um trabalho que não tem preço"
Brasília – O Conselho Curador da Fundação Ulysses Guimarães reunido nesta terça-feira (1), elegeu os novos membros do órgão e aprovou mudanças no Artº 10 do Estatuto. Além disso, fizeram um balanço do Programa “Estradas e Bandeiras” e da Proposta de Governo do PMDB para o Brasil. O deputado Michel Temer (SP) foi reeleito Presidente do Conselho. 

O artigo alterado passa a vigorar acrescido de que o Conselho Curador é o “órgão máximo” de deliberação da Fundação. Além disso, o presidente deve ser membro nato do Diretório Nacional do PMDB, e o Colegiado passará a ser composto de 11 integrantes mais 1/3 de suplentes. 

Programa de Governo – Durante a reunião, o presidente da Fundação, deputado Eliseu Padilha, fez uma explanação sobre a Proposta de Governo elaborada pelo PMDB, em parceria com a FUG. “Esse texto do programa que está sendo apresentado é também fruto do trabalho da Fundação. Ainda podemos contribuir muito com esta Proposta, pois ela será aprovada na Convenção do Partido”, afirmou Padilha. 

Para o deputado, esse Programa será multiplicador de ideias pelo País. “Eu acho que o nosso trabalho aqui da Fundação é o trabalho que vai fortificar. Daqui há 8 anos, tenho certeza que com o Ensino a Distância, teremos dentro do Congresso Nacional, uma leva importante dos nossos alunos dos cursos de Formação Política. E, a partir da, nós teremos uma postura diferente do partido”. 

Estradas e Bandeiras – Sobre programa, Padilha abriu o espaço para que o grupo que coordenou aos trabalhos pelo País pudesse expor aquilo que viram e vivenciaram nas cinco regiões. “Estradas e Bandeiras é um trabalho que não tem preço. Não tem preço sob o ponto de vista econômico e nem imaginário, mas sob o ponto de vista partidário”, ressaltou. 

Francisco Donato, presidente da FUG/ES, e um dos membros do Grupo que coordenou os trabalhos do Programa, falou que as reuniões realizadas nas cinco regiões do país resultaram numa troca intensa de idéias que derivou em um conjunto de informações importantes sobre o Partido, a Fundação e o EAD. 

O programa também sistematizou dados do primeiro cadastro geopolítico de todas as Fundações dos 27 estados da Federação. “Tal iniciativa permitiu uma plena atualização, Estado por Estado, dos nomes dos dirigentes, da situação do partido, dos funcionários que exercem atividade, da relação com os municípios, os diretórios, os filiados, a questão da candidatura própria, as coligações, os parlamentares de cada região, dentre outros temas”, afirmou Donato. 

Para Francisco Donato, “Estradas e Bandeiras revelou um partido que quer ouvir e falar, construir a própria identidade, sendo protagonista e não coadjuvante do processo político”. Ideias – O ex-senador mineiro, Ronan Tito, membro do Conselho Curador, sugeriu que fosse criada pela Fundação Nacional uma biblioteca, que concentraria o acervo histórico e acadêmico do PMDB e da FUG. “Eu cheguei a fazer coletânea de todos os discursos do Ulysses Guimarães, inclusive da formatura que ele foi orador da turma em São Francisco. Esse material precisava estar em um arquivo público, porque são páginas políticas e históricas do Partido, do Brasil e dos nossos homens”, afirmou Ronan.

Fonte: pmdb.org
02/06/2010


sexta-feira, 12 de março de 2010

PMDB e FUG levam cursos de formação política ao interior do PR

Deputado Eliseu Padilha e Rafael Xavier 
“Agora vamos avançar ainda mais”
Curitiba - O PMDB e a Fundação Ulysses Guimarães vão levar cursos de formação política aos diretórios municipais no interior do Paraná. O edital para composição das turmas, com mínimo de 20 militantes, foi lançado esta semana. 

Nesta primeira etapa os presidentes das comissões executivas locais precisam preencher um requerimento solicitando o treinamento em suas comunidades. O diretório estadual estará recebendo os requerimentos até o dia 18 de março (quinta-feira). 

Primeiro passo – As direções indicam ainda os dias e horários das aulas, informa o secretário-geral do PMDB do Paraná, João Arruda. “A formação política dos nossos filiados vai melhorar a atuação do partido no Estado e nos municípios. O debate da teoria política clássica é fundamental para qualquer militante”, disse. “Este curso é o primeiro passo na preparação dos nossos militantes. Estaremos disponibilizando para os filiados apostilas e vídeos que servirão de material de apoio neste debate”, destacou Arruda. 

Qualificação - Segundo o secretário-geral, o partido já formou este ano mediadores de 31 municípios no Primeiro Seminário de Formação de Lideranças da JPMDB-PR, com o presidente nacional da Fundação Ulysses Guimarães, deputado federal Eliseu Padilha (RS). 

“Agora vamos avançar ainda mais”, disse Rafael Xavier, mediador estadual e coordenador do Programa no PMDB do Paraná. Segundo ele, a Fundação Ulysses Guimarães (antiga Fundação Pedroso Horta) definiu como um de seus objetivos conjunturais, a qualificação dos quadros do PMDB através da disseminação da formação política a todas as instâncias e esferas partidárias. 

Disseminação – A forma encontrada para atender a demanda crescente foi um Programa de Formação Política continuado pelo método de ensino a distância, que atende a realidade do público alvo da FUG, e encontra forte amparo na fórmula que possibilita ao aluno que está longe de um centro de educação possa usufruir do acesso à informação e, por conseguinte, a formação. 

Os cursos ofertados (Básico de Formação Política, Preparatório para Candidatos e para Gestores Públicos Municipais) levam em conta o aluno e sua aprendizagem, através de uma metodologia que propicia uma maior absorção do conteúdo e total interação entre os agentes, mediada pelas novas tecnologias da informação e da comunicação. 

Debates – O programa prevê encontros presenciais periódicos nas telessalas locais. A aprendizagem acontece tanto a distância, através do autoestudo, quanto em momentos presenciais, nas telessalas. A idéia pressupõe um perfil de professor e um método de ensino aprendizagem “diferentes”, bem como um aluno com uma postura diferenciada e mais autônoma frente à aprendizagem. 

O trabalho realizado ao longo de dois anos, que atingiu cerca de 100 mil estudantes, demonstra que a escolha pelo método de ensino a distância foi acertada. A formação rompeu as barreiras geográficas e atingiu desde pequenas comunidades no interior do Acre, passando por aldeias indígenas em Roraima, até as grandes capitais. 

Mais informações sobre o curso e como enviar o requerimento nos sites www.pmdbpr.org.br ou www.ead.fugpmdb.org.br, pelo e-mail formacaopolitica@pmdb-pr.org.br ou pelo telefone (41) 3072-1515, com Rafael Xavier.

Fonte: pmdb.org
12/03/2010

terça-feira, 18 de março de 2008

Estrutura de trabalho do PMDB será intensa até a campanha

Eliseu Padilha: Estrutura de trabalho do PMDB será intensa
De hoje até o início da campanha eleitoral o PMDB do Rio Grande do Sul tem como principais projetos o Curso de Preparação para Candidatos e as Oficinas de Políticas Públicas. 

A estrutura de trabalho para o próximo pleito foi anunciada neste sábado, 15, durante a aula inaugural do curso de candidatos, que reuniu em Porto Alegre 600 dirigentes partidários de todo o Estado. 

A vídeoaula de 30 minutos retomou a história do PMDB e lançou o desafio de fortalecimento a partir da construção coletiva. Intercalado às imagens, o público também acompanhou os depoimentos de líderes como o do senador Pedro Simon, do ex-governador Germano Rigotto e do secretário-geral do diretório estadual, deputado Eliseu Padilha, que no papel de presidente da Fundação Ulysses Guimarães nacional, está levando a formação política para todo o Brasil. 

O Curso de Preparação de Candidatos – que atingirá os 496 municípios gaúchos e é pré-requisito para quem pretende disputar vagas de vereador, prefeito e vice-prefeito – integra o projeto de Ensino a Distância (EAD) e será divido em seis aulas. 

Entre os temas estão os princípios de administração pública, funções do Legislativo e Executivo e marketing eleitoral. Aorientação pedagógica é da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e da Universidade de Brasília (UnB). 

Após este lançamento no Rio Grande do Sul, a iniciativa será exportada para todo o país e complementará o Curso Básico de Formação Política que foi criado no RS e hoje é realidade nos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal, para o qual já estão matriculados até o momento mais de 20 mil alunos. Além da aula inaugural, os dirigentes partidários do interior ainda prepararam a agenda em suas regiões, para as Oficinas de Políticas Públicas, que serão realizadas nas 33 coordenadorias em que o PMDB está organizado no Estado. 

O objetivo do trabalho é apontar soluções para os principais problemas das comunidades através do Plano de Governo Municipalista, que será o carro-chefe da campanha eleitoral da legenda em 2008. Representantes dos 58 municípios que elaboraram a primeira fase do plano no prazo estipulado pelo diretório estadual receberam homenagens e certificados de reconhecimento. 

Espaço das mulheres 

E no mês da Mulher, o movimento feminino do PMDB, pela primeira vez na história do partido, ocupou espaço de destaque em reunião oficial para tratar especialmente sobre questões de gênero. A abordagem baseou-se na Campanha Laço Branco, criada no Canadá em 1991, que defende o fim da violência contra a mulher. Neste encontro, as mulheres buscaram conscientizar os homens sobre o seu papel no combate à violência. Para passar o recado, as peemedebistas contaram com o psicólogo Carlos Zuma, que integra o Instituto NOOS de Pesquisas Sistêmicas e Desenvolvimento de Redes Sociais. 

A mensagem foi de que o problema deve ser resolvido no sentido de reprimir os conflitos e apresentar resoluções que busquem a integração social. Para a presidente interina do setor feminino, Eunice Flores, o espaço aberto pela executiva estadual representa um grande avanço na construção de um partido cada vez mais comprometido com todos os segmentos da sociedade. “Estamos no caminho da construção de um partido único”, destacou. 

Estiveram presentes no encontro o presidente da Assembléia Legislativa, deputado Alceu Moreira – que palestrou sobre o projeto Sociedade Convergente – e os seus colegas de bancada Alberto Oliveira, Edson Brum, Nelson Härter e Sandro Boka; o deputado federal Mendes Ribeiro Filho, o secretário estadual de Desenvolvimento e dos Assuntos Internacionais, Luiz Fernando Záchia; o presidente da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, Sebastião Melo e os representantes dos núcleos jovem, sindical, negro, feminino, ambiental, associações de prefeitos e vereadores.

Fonte: FUG/PMDB
18 de março de 2008

 

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